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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Rede estadual: assembleia vota pela suspensão da greve

Profissionais de educação da rede estadual votam pela suspensão da greve 

Veja as principais deliberações da assembleia da rede estadual que suspendeu a greve da categoria

Em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (24/10), os profissionais de educação da rede estadual decidiram suspender a greve da categoria. A plenária que decidiu pela suspensão da paralisação iniciada no dia 8 de agosto também decidiu que a rede estadual ficará em estado de greve.
Quanto à reposição das aulas, a decisão da assembleia foi a de que os profissionais farão a reposição de conteúdos, respeitando a autonomia pedagógica de cada escola. Os profissionais devem promover reuniões com alunos maiores de idade ou responsáveis no mais curto espaço de tempo possível para decidir conjuntamente os conteúdos que serão repostos. 

A próxima assembleia será realizada no dia 9 de novembro, às 13h, em local a confirmar.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

REDE ESTADUAL: ASSEMBLEIA VOTA PELA CONTINUAÇÃO DA GREVE

A assembleia da Rede Estadual de Educação realizada nesta terça-feira (8/10), no Clube Municipal, decidiu pela continuidade da greve, iniciada no dia 8 de agosto. 

Centenas de profissionais participaram da plenária que votou pelo prosseguimento da paralisação, já que o governo do Estado não acena com a reabertura das negociações da pauta de reivindicações da categoria. 

Foi decidido que será realizado amanhã (9/10), às 14h, um ato na Alerj, com o objetivo de abrir um canal de negociação com o governo.


Veja o restante do calendário de mobilização:

10/10: Ato unificado com a Faetec, às 10h, no Largo do Machado, com passeata para o Palácio Guanabara

15/10: Ato, às 17h, passeata Candelária/Cinelândia, finalizando na Alerj.

16/10: Assembleia, às 14h, em local a confirmar.

Milhares ocupam as ruas pela educação e contra a repressão


Milhares de manifestantes realizam passeata das redes estadual e municipal em direção à Cinelândia no ato contra a a violência policial dos governos Cabral e Paes.

A passeata em defesa da educação e contra as violências do Estado reuniu dezenas de milhares de pessoas, que tomaram a Avenida Rio Branco para protestar contra a repressão da polícia militar contra as manifestações e o livre direito de expressão. 
Organizada pelo Sepe, o ato conta com a participação de diversas entidades da sociedade civil. A passeata transcorre pacificamente e a população manifesta seu apoio aos educadores com uma chuva de papel picado lançado do alto das janelas dos prédio da Av. Rio Branco.
A manifestação foi feita de forma pacífica, com militantes de vários segmentos da sociedade civil, profissionais de educaçao e estudantes tomando as ruas para mostrar o seu apoio aos educadores das redes estadual e municipal, que tem sofrido com a violência dos policiais de choque em manifestações recentes.
 Violência no final da passeata em defesa da educação
No final do ato, quando os manifestantes já se encontravam na Cinelândia, conflitos violentos entre policiais militares e grupos de manifestantes  mostrou que, mais uma vez, o aparato de segurança do governo do estado não tem condição de atuar em protestos desta natureza: bombas de efeito moral, gás de pimenta e repressão violenta dos policiais acabaram atingindo vários profissionais de educação e manifestantes que participaram do ato para apoiar a educaçao pública estadual e municipal.
A confusão irrompeu em meio a conflitos entre grupos de manifestantes que participavam do ato e policiais que lançaram dezenas de bombas e atacaram a multidão com gás de pimenta, o que provocou correria e confusão, com pessoas sofrendo com o efeito do gás e das bombas lançadas pelos policiais.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Sepe presente em ato contra a violência

Ocorreu ontem, 02/10, no auditório da UERJ, o ato contra a violência cometida pela pelas forças de segurança do estado, como os ocorridos nas recentes manifestações dos profissionais das redes municipal e estadual de educação.
Compareceram mais de 500 pessoas. Diversas entidades sindicais, de direitos humanos e movimentos, além de partidos políticos como PCB, PSOL e PSTU se fizeram representar. Diretores e ativistas do Sepe também estiveram presentes.

REDE ESTADUAL: ASSEMBLEIA VOTA PELA CONTINUAÇÃO DA GREVE

A assembleia da rede estadual decidiu que a greve irá continuar. 

Em plenária realizada no Clube Municipal, Tijuca, os profissionais votaram pela continuidade da paralisação iniciada no dia 8 de agosto, já que o governo do estado não acenou com qualquer proposta visando o atendimento das reivindicações da categoria. A próxima assembleia será realizada na próxima terça-feira (dia 8 de outubro), às 14h, em local a confirmar.

Na segunda-feira, as redes estadual e municipal vão participar de um ato, organizado por diversas entidades do movimento civil contra a violência e contra o estado de exceção imposto pelos governos estadual e municipal contra as manifestações realizadas por profissionais de educação em luta pela defesa da escola pública e contra a criminalização do movimento civil. 

A concentração para o ato será às 17h, na Candelária, seguida de passeata até a Cinelândia.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

REDE ESTADUAL: ASSEMBLEIA NESTA QUARTA (DIA 2/10) NO MUNICIPAL

Os profissionais da rede estadual realizarão uma assembleia geral nesta quarta-feira (dia 2/10), no Clube Municipal (Rua Haddock Lobo 359 - Tijuca). Na plenária, a categoria irá decidir os rumos da greve iniciada no dia 8 de agosto.


Profissionais de educação participarão de ato contra a violência do Estado hoje (dia 2) na UERJ

Nesta quarta-feira (dia 2 de outubro), quando se completam 21 anos do massacre do Carandiru, a ANDES (Associação Nacional do Ensino Superior e outras entidades, incluindo o Sepe convocam os profissionais de educação e a população em geral para o ato político/cultural contra as violências cometidas pelas forças de segurança do Estado. O ato será realizado no auditório do 5º andar da UERJ, a partir das 17h.

Depois dos recentes acontecimentos, com agressões e ataques das autoridades estaduais e municipais contra os profissionais das redes estadual e municipal, com agressões e prisões de membros da categoria, os educadores da rede pública do Rio de Janeiro devem se fazer presentes ao ato de hoje e dizer um basta contra a repressão e contra a criminalização dos movimentos sociais, prática que já se tornou uma das marcas das gestões do governador Sérgio Cabral.


Entidades recolherão denúncias sobre violência para enviar à ONU e à OIT

As entidades Justiça Global e IDH estarão na assembleia da rede municipal, na sexta-feira (local e horário a confirmar) para recolher depoimentos sobre a violência e a repressão promovidas pelas forças de segurança do Estado nas últimas manifestações da categoria. Estas denúncias serão encaminhadas para a ONU e para a Organização Internacional do Trabalho.

Nota: Sepe não confirma informe de morte de profissional veiculado na internet

O Sepe informa que, em relação aos fatos ocorridos ontem durante o processo de votação do plano de carreira do magistério municipal, na área em torno da Câmara de Vereadores, - que resultaram em agressões contra diversos profissionais que participavam da manifestação contra a aprovação do projeto do prefeito Eduardo Paes - que a sua direção não conseguiu confirmar junto a hospitais e ao Instituto Médico Legal qualquer registro de profissional ferido que tenha morrido por causa de complicações causadas pela inalação dos gases lançados pelos policiais do Batalhão de Choque.

No final da noite desta terça-feira (dia 01/10) circularam informações na internet (facebook), anunciando a morte de uma profissional (professora) no Hospital Sousa Aguiar, em decorrência de complicações causadas pela inalação de gases provenientes das bombas lançadas pela polícia durante os ataques contra os profissionais de educação e outros manifestantes que se encontravam na região. A direção do Sepe tomou conhecimento do caso e foi até o Hospital Souza Aguiar e outras unidades de saúde, além de checar no Instituto Médico Legal e nenhum registro de óbito decorrente das circunstâncias acima descritas foi encontrado.

A Regional 8 do Sepe chegou a entrar em contato com as Escolas Municipal Clementino Fraga e Escola Estadual Clementino Fraga, em Bangu, locais onde a suposta vítima lecionaria e as direções destas unidades também negaram que ela trabalhasse nestes locais, nem que algum profissional destas escolas teria sido ferido na manifestação.

Vergonha: Câmara aprovou plano de carrreira de Paes contra a educação municipal mas greve continua

Num dia marcado pela violência da Polícia Militar contra os profissionais da rede municipal, manifestantes e a população que se encontrava na área da Cinelândia, a Câmara de Vereadores aprovou, por 36 votos a favor e 3 contrários, o Plano de Carreira do prefeito Eduardo Paes, que já havia sido rejeitado por toda a categoria.

Mesmo com a mobilização em massa dos profissionais, que desde  quinta-feira se acham acampados ao lado do prédio do Legislativo e realizaram diversas manifestações reivindicando dos parlamentares a retirada do projeto da pauta de votação e a reabertura de negociações, os vereadores realizaram duas votações e aprovaram em regime de urgência o projeto de Lei que institui o novo Plano de Cargos, que não levou em conta as propostas da categoria.

Nove vereadores da bancada de oposição, que se recusaram a participar da sessão, afirmaram que tentarão anular a votação de hoje.

Greve continua!

Antes ainda da farsa de votação na Câmara e da repressão policial a assembleia dos profissionais da rede municipal decidiu, por unanimidade, pela continuação da greve nas escolas municipais do Rio. 

A plenária foi realizada nas escadarias da Câmara de Vereadores, no início da tarde de ontem (dia 1/10) e fez parte da mobilização da categoria na luta para tentar barrar a votação do plano de carreira do prefeito Eduardo Paes. 

A próxima assembleia será realizada na sexta-feira (dia 4/10), em local e horário a confirmar.

PM transforma centro do Rio em praça de guerra

Polícia ocupa Cinelândia para reprimir educadores Foto: Rafael Gonzaga

Pela manhã a PM fechou todos os acessos à Câmara de Vereadores
Todo o entorno da Câmara de Vereadores (Cinelândia) foram fechados por policias militares das tropas regulares e de choque na manhã desta terça-feira (dia 1/10). O cerco foi para impedir não só o trânsito, mas a passagem de pedestres nas ruas Evaristo da Veiga e parte da Senador Dantas. 

Mais uma vez, o governo do estado, em parceria com a prefeitura colocou o seu aparato repressivo nas ruas para tentar impedir a mobilização dos profissionais de educação, cuja rede municipal permanece em greve para impedir que o plano de carreira do prefeito Eduardo Paes que foi vergonhosamente votado no plenário da Câmara de Vereadores na noite de ontem (1/10).

Policiais atacaram manifestantes na altura da Rio Branco com bombas e gás de pimenta
Por volta das 16 h, os policiais do Batalhão de Choque investiram contra um grupo de profissionais de educação que faziam uma passeata na Av. Rio Branco, altura da Cinelândia. 

Este grupo seguia em direção à concentração da categoria na Câmara de Vereadores e foi atacado com bombas de efeito moral e gás de pimenta numa investida da PM para desobstruir a pista. Segundo relatos de profissionais que se encontram no local, algumas pessoas foram atingidas nos olhos pela dispersão do gás de pimenta e outras caíram ao chão com a explosão das bombas de efeito moral. 

Durante horas seguidas o centro do Rio virou uma verdadeira praça de guerra com Polícia Militar atirando bombas de gás lacrimogêneo indiscriminadamente contra a categoria  e a própria população que estaca saindo de seus locais de trabalho.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Profissionais da Rede Estadual realizaram manifestação em frente à Alerj (21/8)

Profissionais da rede estadual de educação realizaram nesta quarta-feira, 21/08, uma manifestação em frente à Alerj.

Também participam do ato, profissionais da Uerj, da Faetec e da rede municipal do Rio de Janeiro. O objetivo é pressionar os deputados a intercederem  para que haja um diálogo com o governo.

Neste momento, os manifestantes se preparam para deixar o local em direção à câmara dos vereadores, onde acontecerá um novo ato.

Leia o boletim do estado

O Sepe já disponibilizou o novo boletim do estado aqui no site. Leia aqui.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Nota da assembleia da rede estadual desta quarta-feira (dia 21/8) sobre a mediação em curso na Justiça

A assembleia da rede estadual, que está sendo realizada desde o início da manhã, no Clube Municipal (Tijuca), aprovou por unanimidade a seguinte nota sobre o processo de mediação entre o governo estadual e o sindicato, que se encontra em curso no Tribunal de Justiça. Hoje (dia 21), o sindicato tem uma nova rodada de mediação no Fórum Central, às 15h. Veja abaixo, a nota da categoria:

Nota sobre a mediação na Justiça

O Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe-RJ) considera a mediação realizada no âmbito do Poder Judiciário fluminense entre o sindicato e o governo estadual um espaço importante de diálogo. Sendo certo, que entendemos também que o governo deve, imediatamente, cumprir as medidas já acordadas e demonstrar empenho em negociar os demais pontos da pauta de reivindicação.

Nota aprovada por unanimidade na Assembleia da Rede Estadual, realizada no Clube Municipal, no dia 21 de agosto de 2013.

Assembleia da rede estadual (21 agosto) decide manter a greve


Em assembleia  realizada no Clube Municipal, na Tijuca, os profissionais das escolas estaduais decidiram pela continuidade da greve da categoria. Mais de mil profissionais das escolas estaduais participaram da plenária, que também decidiu que a próxima assembleia da categoria será realizada na próxima terça-feira (dia 27 de agosto), em local a confirmar.

A decisão de continuar a greve, iniciada no dia 8 de agosto, se deu porque o governo do estado ainda não avançou no processo de negociação com a categoria e se mantém irredutível na determinação de lançamento de código 30 (falta) para os profissionais que estão fazendo a paralisação, mesmo sem o julgamento da greve na Justiça, o que configura a arbitrariedade da decisão tomada pela SEEDUC para reprimir o movimento. A rede estadual, entre outros pontos, também reivindica a retirada do veto do governador à emenda da categoria no decreto 2.200, que determinava 1 matrícula, 1 escola para os professores; reajuste de 28%; 1/3 para planejamento entre outras reivindicações.

Na parte da tarde, os profissionais da rede estadual se dirigirão para a Alerj, onde será realizado ato unificado com os profissionais do município do Rio, profissionais da FAETEC e da UERJ.  A rede municipal do Rio também está em greve desde o dia 8 de agosto, com adesão de mais de 80% da categoria e a FAETEC também está paralisada por tempo indeterminado.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Sepe responde aos ataques desmedidos do secretário de Educação Wilson Risolia

O Sepe vem a público responder aos ataques do secretário de estado de Educação, Wilson Risolia, aos profissionais de educação da rede estadual, em greve desde o dia 8 de agosto. Veja abaixo o texto preparado pela direção do sindicato de repúdio aos ataques do secretário.

É lamentável que, em pleno contexto de busca de democracia, com a população nas ruas, exigindo e clamando por seus direitos, o secretário se faz de surdo e de forma absolutamente autoritária, e diz que vai demitir os grevistas! Não é a primeira vez que esse secretário age como se estivesse em pleno regime de exceção, numa ditadura militar! 

O secretário quer negar um direito de garantido na constituição a todo trabalhador, que é o direito de greve. O secretário também desconsidera e desconhece o Poder Judiciário e assume o papel de juiz ao afirmar que a greve é ilegal, sem que essa tenha sido julgada.

A greve é pública e foi reconhecida pelo próprio governo, na medida em que o vice-governador e o subsecretário de Educação chamaram o sindicato para uma audiência no dia seguinte a sua deflagração.

Esclarecemos que a SEEDUC  foi avisada, através de ofício, da paralisação e assembleia geral da categoria realizada no dia 8 de agosto, quando a greve foi votada. Assim como a rede estava em estado de greve desde abril.

O secretário de Educação não cumpriu sequer o que foi acordado na mesa de conciliação no Tribunal de Justiça. Não houve audiência no mês de julho e descontou os dias da greve de advertência, mesmo tendo sido votado o abono pela Assembleia Legislativa, bem como manteve o código 30 (falta não justificada).

Ao ameaçar de exoneração os professores e concursados em estágio probatório, o secretário  desconhece a decisão acerca do assunto que diz: 

"1. A simples circunstância de o servidor público estar em estágio probatório não é justificativa para a demissão com fundamento na sua participação em movimento grevista por período superior a trinta dias. 

2. A ausência de regulamentação do direito de greve não transforma os dias de paralisação em movimento grevista e faltas injustificadas.” (RE 226966)

Queremos declarar que esse tipo de atitude autoritária não ajuda e aposta numa radicalização do movimento grevista! O secretário, ao que tudo indica, quer apagar fogo com gasolina.

Queremos deixar claro para os profissionais de educação que o Departamento Jurídico do Sepe/RJ está a postos e já entrará com ação preventiva para que não haja desconto e hoje, entrará com uma ação a partir do que saiu publicado na Imprensa, hoje (dia 16 de agosto), com ameaças do secretário de Educação. Vamos juntos continuar a lutar pelo nossos direitos. 

Vamos juntos continuar a defender uma escola pública de qualidade. Nossa pauta não é apenas por reajuste salarial. É, principalmente, em defesa de uma escola pública que garanta aos nossos alunos uma formação plena!

Direção do Sepe RJ

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

REDE ESTADUAL DECIDE CONTINUAR EM GREVE E TIRA CALENDÁRIO DE MOBILIZAÇÃO



A rede estadual de educação decidiu esta tarde, em assembleia no Instituto de Educação, na Tijuca, pela continuação da greve, iniciada em 8 de agosto. Amanhã, ocorrerá uma mediação da greve na Assembleia Legislativa, a partir das 14h, e o Sepe convoca a categoria a acompanhar - daqui a pouco mais informações.

Calendário da rede estadual
Quinta (15/08): ato na Alerj, a partir das 14h, para pressionar pela derrubada do veto de Cabral à emenda do Sepe de uma matrícula, uma escola;
Sexta (16/08): corrida às escolas pela manhã; ato no Palácio Guanabara, com concentração no Largo do Machado, às 14h;
Segunda (19/08): pela manhã, corrida às escolas; às 14h, ato unificado com a Faetec no Leblon, em frente à residência do governador;
Terça (20/08): assembleias locais e ato unificado com o município do Rio na prefeitura, à tarde (na medida do possível, com a participação dos núcleos que puderem estar presentes e escolas da capital) e, à noite, Conselho Deliberativo da rede estadual no Sepe, às 18h.
Quarta (21/08): assembleia geral da rede estadual às 9h, em local a confirmar. Após assembleia, ato unificado que está sendo construído com as outras entidades da educação.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Alerj recebe pedido de impedimento do governador Cabral


Quase um mês depois do governador Sérgio Cabral,   o deputado estadual Geraldo Pudim (do PR e afilhado político da família Garotinho), entrou ontem (01/08), na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) com um novo pedido do primeiro pedido de impedimento (impeachment) do Governador Sérgio Cabral. 

Os  parlamentares alegaram para fazer os pedidos o uso indevido pelo governador e sua família do helicóptero oficial do governo. O novo pedido terá agora sua constitucionalidade discutido pela Mesa Diretora da Alerj.

Leia aqui matéria do jornal O Dia sobre o assunto.

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