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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

ATENÇÃO!! Reunião da direção da regional 4 nesta segunda-feira, dia 10/11, às 18:00 h

ATENÇÃO!!

Informo que está MARCADA a reunião da direção da regional 4 nesta segunda-feira, dia 10/11, às 18:00 h.

Em pauta os recentes ataques à democracia nas escolas e encaminhamentos de calendário e da regional.




segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Eleições diretas para direções de escolas e creches já!

















A garantia de uma educação pública, laica, gratuita e de qualidade não é, e nunca foi prioridade para governos, banqueiros e empresários

Por isso, profissionais de educação junto com a comunidade escolar tem que travar cotidianamente mobilizações para defender a escola e creche que queremos para o conjunto dos trabalhadores. Neste momento estamos diante de um novo desafio: enfrentar o autoritarismo da Prefeitura no processo de escolha das direções de escolas e creches.
Cabe lembrar que eleições diretas para direções é uma de nossas bandeiras históricas, porque os governos não respeitam a democracia no espaço escolar.
Na rede municipal do Rio de Janeiro não podemos eleger nossas direções. O que ocorre é apenas uma consulta à comunidade escolar, onde alguns poucos tem o aval das CRE’s para se candidatarem, mediante a critérios que a comunidade escolar jamais opinou. Funcionários então jamais podem se candidatar.
Nos últimos processos o autoritarismo da Prefeitura vem aumentando, mas este ano a verdadeira face da democracia de Paes mostrou claramente esta posição. Centenas de profissionais foram impedidos de se candidatarem. Várias direções que tem aprovação da comunidade escolar foram consideradas não aptas. Os profissionais, responsáveis e estudantes mais uma vez não puderam opinar em nada.
Para a lógica de metas, índices e números fictícios de Paes e Helena Bomeny, diretores tem que ser gestores e atender a critérios totalmente díspares ao que de fato as unidades escolares precisam.
Por isso, convocamos todos os profissionais de educação e a comunidade escolar a se mobilizarem para acabar com mais esta “farsa eleitoral”. Não podemos admitir os critérios impostos pela SME. Todos devem ter o direito de se candidatar e serem submetidos igualmente a avaliação criteriosa da comunidade escolar.
A rede municipal não tem concurso público para o cargo de diretor, portanto é inadmissível e anti-democrático a utilização do chamado banco em substituição aqueles que querem se candidatar, apresentando seus projetos e discutindo suas propostas com o conjunto de responsáveis, alunos e profissionais da educação. Não podemos reproduzir em nossas escolas e creches o mesmo processo injusto que marca as eleições para os governos, onde os acordos com banqueiros e empresários que atacam a educação pública acabam mandando mais que a democracia dos trabalhadores.
Vamos reunir os colegas, a comunidade escolar, convocar o sindicato, fazer abaixo-assinados, passeatas e toda a mobilização necessária para garantir nosso direito de escolha a direção, ao projeto de escola e creche que queremos.

Só a luta muda à vida. Vamos à luta!     

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

12 de dezembro: Sepe e Cress realizam debate sobre violência

"Conflitos armados e as implicações no exercício profissional de assistentes sociais"

Na cidade do Rio de Janeiro e em outras grandes cidades do mundo observamos ou vivenciamos diversas situações de conflitos armados, que assolam o cotidiano, principalmente, de territórios populares. Tais conflitos, em sua maioria, são decorrentes de ações em segurança pública, relativas à chamada "guerra às drogas" e ao suposto combate à violência pelo Estado. 

Em meio a este fenômeno, encontram-se assistentes sociais e outros trabalhadores de diferentes políticas sociais, que têm seu cotidiano de trabalho atravessado e por vezes alterado por tais processos de violência. 

Neste sentido, o CRESS propõe o debate sobre "Conflitos armados e as implicações no exercício profissional de assistentes sociais", buscando refletir junto a assistentes sociais de diferentes espaços sócio-ocupacionais sobre segurança pública, ética profissional e garantia de direitos.

O evento que está sendo organizado pela Comissão de Direitos Humanos do CRESS-RJ, com o apoio do SEPE.
O debate é atual e têm suscitado nossas reflexões no cotidiano profissional, nas diferentes políticas públicas, tanto no que tange as condições do exercício profissional quanto no que se refere a qualidade dos serviços públicos ofertados a população. 

As inscrições são realizadas pelo site http://www.eventoscressrj.org.br/

Participem e divulguem!

Mesa de abertura - CRESS e SEPE

Palestrantes:
Valéria Forti – Prof. da UERJ
Elizabeth Souza de Oliveira – CRESS e secretaria executiva do CEPCT
Flávia Azevedo – Assistente Social da SMDS

12 de dezembro de 2013 - 18h
Local: Sepe - Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do RJ
Rua Evaristo da Veiga, nº 55 / 8º andar - Centro - Rio de Janeiro / RJ

quarta-feira, 24 de julho de 2013

CRESS-RJ lança cartilha sobre Direitos Humanos

Conheça a cartilha elaborada pela Comissão de Direitos Humanos do Conselho Regional de Serviço Social do Rio de Janeiro (CRESS-RJ), sobre exercício profissional do Assistente Social e o compromisso com a defesa dos Direitos Humanos. 

A cartilha traz importantes debates sobre direitos humanos, história e compromisso profissional no Serviço Social. Além disso, ainda divulga algumas entidades de defesa e socializa algumas referências bibliográficas. 

Fundamental para assistentes sociais, para educadores e também para o conjunto da população. Tome conhecimento e divulgue junto aos demais colegas e à comunidade. 

Acesse a cartilha completa aqui

quinta-feira, 2 de maio de 2013

ABI sediará ato de defesa do SEPE contra ataques do governo estadual na sexta-feira (dia 3 de maio)


Entidades da sociedade organizada, centrais sindicais, parlamentares e agremiações estudantis tomarão parte de um atoem desagravo ao Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), contra os sucessivos ataques do governo estadual para impedir o direito democrático de livre organização e manifestação previstos pela Constituição. O evento será realizado nesta sexta-feira (3 de maio), no auditório da ABI (Rua Araújo Porto Alegre 71 – 9º andar), a partir das 18h.

Durante o mês de abril, o Tribunal de Justiça do Rio aceitou o pedido de antecipação de tutela feito pelo governo estadual contra o Sepe e estabeleceu uma multa de R$ 500 mil ao sindicato por causa da greve de advertência de 72 horas nas escolas estaduais convocada pelo sindicato, nos dias 16 a 18 de abril.

Esta greve foi comunicada oficialmente e com antecedência pelo sindicato, como manda a legislação – além de ter sido bastante divulgada pela imprensa. No entanto, ao invés de abrir negociações, o governo estadual resolveu levar para o Judiciário a luta da categoria, atingindo o direito de greve, que é uma conquista da sociedade brasileira.

Além de aplicar a multa, o Tribunal permitiu à Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) a aplicação de falta sem o código de greve nos professores e funcionários administrativos (merendeiras, inspetores de alunos, zeladores etc) que participaram da greve – as direções de escolas, dessa forma, estão aplicando o código 30 (falta sem motivo) na frequência dos profissionais, ao invés do código de greve (código 61), o que está causando enorme revolta na categoria. A falta sem motivo pode proporcionar sérias punições ao servidor, como a perda de direito de licença.

Ou seja, a liminar ganha pelo governo não só multou pesadamente o Sepe em termos financeiros, como também puniu o profissional de educação, reprimindo o seu direito de realizar um movimento grevista.

No entanto, o sindicato conseguiu esta semana uma vitória na Justiça: o desembargador Ademir Pimentel, que concedeu a liminar para o governo, após a exposição da direção do Sepe (o sindicato explicou que desde o ano passado tenta negociar com o governo e que a categoria teve motivos justos para realizar a greve de advertência de 72 horas),determinou que o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC) do Tribunal de Justiça discuta o processo novamente. O Núcleo é coordenado pela desembargadora Marilene Melo Alves.

Outra boa notícia recebida na terça-feira (30/04) é que o secretário Wilson Risolia aceitou discutir com o sindicato na sexta-feira (03/05), na parte da manhã, a pauta de negociação dos profissionais de educação do estado.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

ATO DE DEFESA DO SEPE, NESTA SEXTA-FEIRA, 3/05, NA ABI.



EM DEFESA DO SEPE
A direção do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), representante legítima dos trabalhadores da educação no estado do Rio de Janeiro, conclama associações, sindicatos, parlamentares e demais entidades da sociedade organizada a se somarem na luta em defesa do direito democrático de livre organização e manifestação previsto em Constituição.

   É publico que a rede estadual encontra-se em campanha salarial desde o início de 2013 – ou seja, é notório que a categoria está em luta pela sua pauta de reivindicações. No entanto, até o presente momento não obtivemos qualquer retorno sobre as inúmeras solicitações feitas pelo sindicato para a instalação de uma agenda de negociações com a Secretaria Estadual de Educação/RJ (Seeduc).
   A Seeduc tentou esvaziar o movimento, divulgando bonificações e um índice de reajuste salarial “ainda em estudo”. Depois, partiu para o ataque direto ao Sepe na Justiça. Assim, ao contrário de buscar a negociação, o governo judicializa a relação com a categoria em luta e tenta criminalizar o movimento sindical. O direito de greve é uma conquista da sociedade brasileira e está em nossa Constituição.
   A decisão da Justiça, favorável ao governo, estabeleceu multa de R$ 500 mil no total, caso a paralisação fosse mantida. O Sepe esclarece que o governo foi comunicado, oficialmente e com antecedência, sobre a paralisação.
   Esse é mais um ataque desse governo autoritário contra a organização dos trabalhadores que viola o direito de greve, de organização e reunião pacífica. O Sepe está recorrendo contra a ação do governo do estado, tanto no Tribunal de Justiça, como no STF. O Sepe tem uma bonita história de luta em defesa dos trabalhadores da Educação. Não calaremos nossa voz! Esse ataque atinge não só ao Sepe como a todos os trabalhadores, sindicatos e entidades de classe.
   O sindicato será incansável na luta pela garantia dos direitos fundamentais dos profissionais de educação e por uma escola pública de qualidade e sabe que contará com o apoio da sociedade.
Em razão desse ataque, conclamamos todos ao ato em defesa do Sepe, que se realizará na ABI, dia 3 de MAIO de 2013, às 18h.

ABRIL/MAIO DE 2013

DIRETORIA DO SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DO RJ (SEPE/RJ)

Este convite também está disponível em PDF. Baixe aqui
Confira outras notícias no site do SEPE/RJ

terça-feira, 16 de abril de 2013

PLEBISCITO SOBRE A POLÍTICA EDUCACIONAL DE EDUARDO PAES: VOTE PELA INTERNET!

A prefeitura do sr. Eduardo Paes e a SME-RJ da sra. Claúdia Costin estão impedindo nas escolas o plebiscito da rede municipal sobre a política educacional do prefeito Eduardo Paes.

Para possibilitar a participação democrática do conjunto da categoria e da comunidade escolar o Sepe está disponibilizando a votação on line no seguinte Link.

Participe! Vote e divulgue pelo seu e-mail e pelas redes sociais.

Vamos derrotar a falta de democracia e o projeto educacional de Paes/Costin!


segunda-feira, 8 de abril de 2013

SEEDUC proibiu seminário sobre a meritocracia organizado pela comunidade do CE Visconde de Cairu

Em mais uma demonstração de autoritarismo, a SEEDUC proibiu a realização do Seminário sobre meritocracia e precarização do trabalho docentePolíticas educacionais no Rio de Janeiro

eventoorganizado por profissionais e alunos do Colégio Estadual Visconde de Cairuseria realizado na unidade, no sábadodia 13 de abrilmas teve que ser transferido para o SINDISCOPE, no Campus de São Cristóvão do Colégio Pedro II (Campo de São Cristóvão 177 -São Cristóvão) e acontecerá a partir das 9 horas

seminário é aberto para a participação de todas as escolas


VÍDEO: Ex-professor é expulso pelos Interventores do IERP ao visitar a escola onde estudou e trabalhou


Ex-aluno e ex-professor foram convidados pelos professores do IERP para comemoração da Páscoa como fazem todos os anos, e o interventor/diretor Fernando Rafael Casado de Barros, ao saber da chegada de ambos vai à sala dos Professores para retirá-lo da escola. Chega a chamar um PM para escoltá-lo até a saída, e o próprio Interventor abre o portão para expulsá-lo.

Esta é a democracia exercida pela Direção nomeada para o Instituto de Educação Rangel Pestana!

Clique aqui para assistir ao vídeo

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Aluna sofre discriminação e é impedida de entrar em Colégio


Na tarde desta sexta-feira, uma aluna do Colégio Estadual Vicente Januzzi foi impedida de entrar na instituição, pois estava trajando uma calça rosa. Um professor do Colégio, vendo que muitos alunos estavam sem uniforme e mesmo assim não foram impedidos de assistir às aulas pediu à implementadora de Gestão da Seeduc que autorizasse a entrada da estudante – já que a aluna estava sofrendo discriminação. 

Ao receber a negativa da funcionária, o professor recorreu à polícia militar, pois existe uma resolução que permite os estudantes entrarem sem uniforme nas escolas. Após o constrangimento sofrido, a aluna foi enfim autorizada a entrar no Colégio.

O Sepe está acompanhando o caso.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

NÃO ÀS REMOÇÕES NA REDE MUNICIPAL: O EDI encantado de Eduardo Paes/ Constin


Direção de EDI comete assédio moral, desrespeita alunos e ataca educação pública 

Parece que na área do SEPE Regional 4, existe um EDI (Espaço de Desenvolvimento Infantil) onde a direção, ao invés de defender a educação pública de qualidade, defende os interesses da Prefeitura. Mesmo que para isso desrespeite o direito das crianças e dos profissionais.

Esta mesma direção é acusada de manter as aulas mesmo quando não há luz. Houve um período em que a água do bebedouro estava amarela, num claro descaso com a saúde das crianças.

Além disso, profissionais são obrigados a “dar contribuições financeiras” para a realização de festas nos finais de semana. E aqueles que questionam estes fatos, a direção responde que “tem carta branca da CRE para colocá-los a disposição”, numa  clara demonstração de não entendimento do que significa uma direção democrática.

Para piorar, durante as últimas eleições municipais, muitos profissionais da educação e responsáveis reconheceram que o prédio foi utilizado para a gravação da campanha eleitoral de Eduardo Paes, veiculada na televisão. Moradores do entorno, alegam também que foi feita campanha para uma vereadora da região.

Iremos apurar as denúncias! 

Não podemos aceitar que direções de escolas, que são profissionais de educação, assim como nós, cometam assédio moral contra educadores, desrespeitem crianças e ataquem a educação pública.

Por isso, a diretoria do SEPE Regional 4 se solidariza com os profissionais de educação, responsáveis e alunos desta unidade escolar e informa que iremos apurar e encaminhar as denúncias e exigir o afastamento desta direção.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Rede municipal: Regionais estão realizando segundo dia de atos nas CREs contra a remoção


As Regionais do Sepe estão realizando atos descentralizados nas CREs para protestar contra a remoção de professores, uma das consequências do projeto de reestruturação da SME para a rede municipal. Os atos começaram ontem (veja foto de protesto na 8ª CRE) e, hoje, completam o segundo dia. Nos protestos desta segunda-feira, o destaque negativo ficou para a direção da 4ª CRE, que ameaçou profissionais que buscavam respostas para os seus problemas com a remoção compulsória, com uma das diretoras do órgão  chegando a colocar o dedo no rosto de alguns professores e diretores do Sepe. 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Protesto das Regionais nas CREs: Direção da 4ª CRE está ameaçando profissionais


As Regionais do Sepe estão promovendo protestos descentralizados nesta segunda-feira (dia 26/11) nas sedes das Coordenadorias Regionais da SME (CREs), conforme deliberação da assembleia da rede municipal do dia 22/11. Na 4ª CRE, na Ilha do Governador, o clima ficou tenso depois que a direção do órgão ameaçou profissionais que estavam  no local protestar contra as remoções arbitrárias promovidas pelo processo de reestruturação das escolas. Ao ameaçar a categoria e não aceitar o diálogo com os profissionais, a 4ª dá mais uma prova do caráter anti-democrático da política do governo municipal para com as escolas da sua rede, com a implantação de medidas e projetos sem um debate prévio com os principais interessados, os profissionais que trabalham nas escolas municipais.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Rede municipal: Profissionais não devem aceitar remoção sem documento oficial


Com relação às informações que tem chegado ao Sepe de que as CRE's estão convocando os profissionais das escolas municipais para que se apresentem nos dias 26 e 27 de novembro para consumar o projeto de reestruturação da SME, o Sepe aconselha a categoria a não levar em conta tal convocação sem um documento escrito (memorandodas Coordenadorias
Os profissionais não devem aceitar convocações orais ou por meio de mensagens eletrônicas e devem solicitar um documento oficial timbrado e assinado pelo diretor de sua unidade escolar, com justificativa legal para tal ato

Aqueles que se incluírem nas informações acima devem procurar o Sepe

Para que ocorra a remoção planejada pela prefeitura, o sindicato continua a apresentar os seguintes questionamentos:


Qual o documento legal que respalda a relotação?

Qual será o critério de escolha: tempo de serviçoordem de chegada?


Por que prioridade de escolha?

E o concurso de remoção para todos os profissionais da rede?

SME vai burlar os artigos 27, 29 e 30 do nosso estatuto?

profissional não deve aceitar sair de sua unidade sem que haja regulamentação que justifique sua remoção

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Rede municipal realiza assembleia geral nesta quinta-feira (dia 22/11) na ABI

Os profissionais das escolas municipais do Rio realizarão uma assembleia geral nesta quinta-feira (dia 22 de novembro), no auditório da ABI (Rua Araujo Porto Alegre 71 - 9º andar), a partir das 18h. 

Na pauta da assembleia, o Sepe incluiu a discussão sobre a reestruturação da rede, planejada pela SME e que está causando revolta e confusão nas escolas, com a ameaça de remoção dos profissionais. 

O Sepe convoca os profissionais da rede municipal para que compareçam a assembleia para que possamos discutir as estratégias de luta contra mais um ataque do prefeito Eduardo Paes e da secretária de Educação Cláudia Costin contra a educação pública municipal.


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Subsecretário da SME admite repressão contra professor que emitiu opinião na internet


subsecretário de Nova Tecnologias Educacionais da SME do Rio, Rafael Parenteadmitiu que chegou a solicitará uma CRE para que investigasse um professor que fez críticas aos projetos educacionais do governo municipal numa comunidade da internet. 

Parenteatravés de uma rede social, admitiu ter "ficado preocupado com os excessos do referido professor na comunidade e sugeridosimà CRE que verificasse se há também excessosofensas e desrespeitos no ambiente escolar, com colegas ou alunos e quecaso houvesseque a CRE avaliasse chamá-lo para uma conversa oualgo do tipo". 

Tal atitude do subsecretário constitui um abuso e um ato anti-democrático, de alguém que não respeita a livre manifestação de idéiasalém de trazer à lembrança de todos os tempos da ditadura militar, nos quais emitir qualquer opinião poderia acarretar perseguição e, até mesmo, a prisão daqueles que discordassem do regime. Vejamatéria completa no link da Regional VII do Sepe abaixo:




terça-feira, 30 de outubro de 2012

Rede municipal: mobilização faz SME recuar na proposta de reestruturação de escola na Ilha do Governador


A Regional VII do Sepe informa em seu site que a comunidade da Escola Municipal Jornalista Orlando Dantas obteve uma vitória parcial importante contra a política da SME de reestruturação de escolas. Depois que a direção da Regional realizou um levantamento das escolas marcadas para as mudanças no próximo ano, a comunidade descobriu que a Orlando Dantas passaria de escola de EI a 9º ano para escola que atenderia apenas do 4º ao 6º ano. Ao tomarem conhecimento deste fato o segmento dos professores da unidade se reuniu com a Regional VII e tomaram as seguintes medidas:

- produziram um documento manifestantdo o posicionamento crítico e desfavorável à mudança;

- os alunos e responsáveis receberam esclarecimentos dos professores da escola e rechaçaram as mudanças;

- A Regional produziu um panfleto para os responsáveis com denúncias e panfletou durante um evento que reuniu a comunidade;

- A Regional também procurou associações de moradores dol local para que ajudassem na mobilização;

- A Regional também foi ao Ministério Público com as denúncias;

- A Regional pressionou junto com os profissionais e conseguiu marcar audiências com a 4ª CRE.

Depois de algumas reuniões e a movimentação dos profissionais e da comunidade, o governo teve que recurar em sua proposta original. A reestruturação foi redefinida e, agora, a escola atenderá do 3º ao 9º ano.

A vitória, ainda que parcial, foi muito importante para mostrar que é possível sim barrar as arbitrariedades da SME e da prefeitura em seus planos de destruição das escolas municipais. Uma prova de que categoria e comunidades escolares devem se preparar para se organizar, mobilizar e criar estratégias de luta capazes de mudar o panorama e parar com apolítica anti-democrática e privatizante da prefeitura do Rio de Janeiro para com a rede municipal.

Mais informações no link:

Professor denuncia câmaras de vigilância em sala de aula da FAETEC de Quintino


Um professor enviou esta denúncia para a Regional 6 do Sepe (Jacarepaguá) sobre a colocação de câmeras nas salas de aula da FAETEC de Quintino. Veja abaixo,  o artigo que ele enviou .

CÂMERAS NA SALA: SEGURANÇA OU FALÊNCIA DA EDUCAÇÃO?

Os professores e estudantes da Escola Técnica Estadual República, da FAETEC, em Quintino, ficaram perplexos com a instalação de “câmeras de segurança” em sala de aula, no último dia 11 de outubro. A instalação começou nas salas do terceiro andar do prédio, que já abrigou a antiga FUNABEM, e deverá, até o início do próximo ano letivo, atingir todas as salas da escola.

A decisão não contou com a consulta aos professores e estudantes da instituição. O primeiro questionamento a ser feito é: Como uma decisão polêmica como essa é tomada unilateralmente pela direção da escola, a revelia dos professores? A direção apresentou essa proposta quando da consulta à comunidade escolar, por ocasião do processo de escolha do diretor? Não, nada disso foi feito!

Uma placa em cima do quadro dizendo “sorria, você está sendo filmado” alerta que as câmeras, recém instaladas, estão em funcionamento. Sorrir, mas sorrir de quê? Do extremo controle, do autoritarismo e do adestramento a que todos passaram a ser submetidos?

Lutamos, durante décadas, contra a Ditadura Militar. Lutamos pela Democracia, pela Liberdade, pela Justiça. Lutamos por uma Educação Pública, gratuita, de qualidade e democrática. Lutamos por uma educação dialógica, formadora da cidadania e da consciência crítica. Cursamos licenciaturas e pós-graduações lendo obras como “Educação como prática da liberdade”, “Pedagogia do Oprimido”, de Paulo Freire. Mas, agora, vemos a “tecnologia” do sistema prisional invadir a escola. Numa rápida olhadela nas páginas da internet, podemos ler anúncios de empresas de segurança atestando a “eficiência” dessas câmeras nas penitenciárias. Tudo em nome de uma “segurança”?! Mas que segurança é essa que não respeita opiniões, nem o papel formador da educação e trata a todos como potenciais transgressores? 

O prédio da Escola Técnica República, escola pública a qual todos se orgulham em trabalhar e estudar, já abrigou, no passado, a FUNABEM, instituição concebida, não por acaso, nos exatos nove meses após o Golpe Militar de 1964, e que tratava o comportamento divergente e desviante das crianças e adolescentes como uma “patologia da pobreza”.

É preciso dizer a esses colegas que defendem uma escola fundada no controle, na vigilância, no adestramento e na punição um NÃO. NÃO, OS NOSSOS JOVENS NÃO VÃO PARA A ESCOLA PARA SEREM VIGIADOS E ADESTRADOS!

A escola é um espaço de construção da cidadania, um espaço de diálogo, solidariedade, compreensão e luta, luta por uma sociedade democrática!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Audiência pública da Comissão de Educação da Alerj vai discutir grade de Sociologia na rede estadual no dia 14/11

A Comissão de Educação da Alerj promoverá uma audiência pública no dia 14 de novembro, cuja pauta será a questão da grade de Sociologia na rede estadual. Como a audiência será aberta, o Sepe convoca os profissionais de Sociologia das escolas estaduais para comparecerem ao debate que será iniciado às 10h.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Governo do Estado quer promover segregação entre escolas da rede estadual com mudança nos uniformes

O governo estadual anunciou mudanças  para o uniforme dos alunos da rede a partir do meio do ano. Os alunos que entrarem nas escolas no segundo semestre já irão receber as novas camisetas e os alunos antigos receberão as suas a partir do início do próximo ano letivo.

A medida já causa polêmica entre profissionais e alunos e um dos pontos mais discutíveis nos novos uniformes propostos é a criação de um “selo de qualidade das Unidades Públicas de Ensino (UPE)” que será afixado nas novas camisetas. O selo – uma espécie de certificação – será concedido às escolas com melhor avaliação na rede a partir de uma avaliação da SEEDUC: além de um bom índice de aprovação de alunos, as “escolas UPE” vão precisar ter professor es que sempre disponibilizem o boletim online (Conexão Educação) para acompanhamento dos pais; que tenham boa gestão e prestação de contas em dias; além de infraestrutura de qualidade e quadro de professores preenchido. Estas escolas que se submeterem a cumprir tais metas terão um uniforme diferente e broches comemorativos.


SEEDUC vai criar segregação e preconceito entre as escolas por meio de uniformes e distintivos diferenciados

A desculpa do governo estadual é a de que o selo possa servir para orientar os pais na hora de escolher onde matricular o filho e para estimulas as outras escolas a terem um bom desempenho. O governo vai escolher quais escolas serão “UPEs”  por meio do índice de desempenho no SAERJ, e pela relação entre número de aprovados e aprovados. Ou seja, a SEEDUC, por meio de mais uma medida arbitrária, dá mais um passo para a consolidação do seu modelo de metas na educação estadual, agora, com a distinção entre as escolas que se submetem a sua cartilha por meio dos uniformes.

Ao invés de investir na rede como um todo e valorizar os profissionais que nela trabalham, o governo estadual continua investindo no reforço da sua política educacional voltada para o cumprimento de metas e que se baseia num modelo de meritocracia. Com os novos uniformes, que são totalmente discutíveis do ponto de vista moral e, até mesmo legal, o governo do estado dá mais um passo em direção ao autoritarismo e à discriminação dos alunos que estudam nas escolas estaduais.

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