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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

ATENÇÃO!! PLENÁRIA CONSELHO DE REPRESENTANTES DE ESCOLA DA REGIONAL 4, DIA 27/11, 5º FEIRA, 18 HORAS.


ATENÇÃO!!

Será realizada a plenária do Conselho de Representantes de Escola da Regional 4 nesta quinta-feira, dia 27/11, às 18:00 h, na sede da regional (rua Cardoso de Moraes, 145/1007 Bonsucesso, ao lado da C&A).

Em pauta os recentes ataques à democracia nas escolas e encaminhamentos do calendário de mobilização da regional e das redes de ensino.



sexta-feira, 7 de novembro de 2014

ATENÇÃO!! Reunião da direção da regional 4 nesta segunda-feira, dia 10/11, às 18:00 h

ATENÇÃO!!

Informo que está MARCADA a reunião da direção da regional 4 nesta segunda-feira, dia 10/11, às 18:00 h.

Em pauta os recentes ataques à democracia nas escolas e encaminhamentos de calendário e da regional.




Falecimento: Reginas Celis, aposentada

Comunicamos, infelizmente, o falecimento da senhora Regina Celis, ex-diretora desta regional, ocorrido na manhã de ontem (6/11). O velório está sendo realizado no Cemitério de Irajá na Capela A e o enterro será feito às 17 hs.


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Eleições diretas para direções de escolas e creches já!

















A garantia de uma educação pública, laica, gratuita e de qualidade não é, e nunca foi prioridade para governos, banqueiros e empresários

Por isso, profissionais de educação junto com a comunidade escolar tem que travar cotidianamente mobilizações para defender a escola e creche que queremos para o conjunto dos trabalhadores. Neste momento estamos diante de um novo desafio: enfrentar o autoritarismo da Prefeitura no processo de escolha das direções de escolas e creches.
Cabe lembrar que eleições diretas para direções é uma de nossas bandeiras históricas, porque os governos não respeitam a democracia no espaço escolar.
Na rede municipal do Rio de Janeiro não podemos eleger nossas direções. O que ocorre é apenas uma consulta à comunidade escolar, onde alguns poucos tem o aval das CRE’s para se candidatarem, mediante a critérios que a comunidade escolar jamais opinou. Funcionários então jamais podem se candidatar.
Nos últimos processos o autoritarismo da Prefeitura vem aumentando, mas este ano a verdadeira face da democracia de Paes mostrou claramente esta posição. Centenas de profissionais foram impedidos de se candidatarem. Várias direções que tem aprovação da comunidade escolar foram consideradas não aptas. Os profissionais, responsáveis e estudantes mais uma vez não puderam opinar em nada.
Para a lógica de metas, índices e números fictícios de Paes e Helena Bomeny, diretores tem que ser gestores e atender a critérios totalmente díspares ao que de fato as unidades escolares precisam.
Por isso, convocamos todos os profissionais de educação e a comunidade escolar a se mobilizarem para acabar com mais esta “farsa eleitoral”. Não podemos admitir os critérios impostos pela SME. Todos devem ter o direito de se candidatar e serem submetidos igualmente a avaliação criteriosa da comunidade escolar.
A rede municipal não tem concurso público para o cargo de diretor, portanto é inadmissível e anti-democrático a utilização do chamado banco em substituição aqueles que querem se candidatar, apresentando seus projetos e discutindo suas propostas com o conjunto de responsáveis, alunos e profissionais da educação. Não podemos reproduzir em nossas escolas e creches o mesmo processo injusto que marca as eleições para os governos, onde os acordos com banqueiros e empresários que atacam a educação pública acabam mandando mais que a democracia dos trabalhadores.
Vamos reunir os colegas, a comunidade escolar, convocar o sindicato, fazer abaixo-assinados, passeatas e toda a mobilização necessária para garantir nosso direito de escolha a direção, ao projeto de escola e creche que queremos.

Só a luta muda à vida. Vamos à luta!     

terça-feira, 1 de julho de 2014

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Sepe regional 4 divulga seus balancetes de Janeiro a Março de 2014

As mobilizações de 2013 trouxeram uma nova vitalidade ao movimento popular e sindical, em especial ao segmento da educação pública, que protagonizou duas heróicas greves naquele momento, a da rede municipal do Rio e a da rede estadual..

Estas lutas também proporcionaram uma maior e ativa participação dos profissionais de educação nas instâncias do Sepe-RJ. Além da combatividade é perceptível a reivindicação por mais transparência no que tange a administração de nosso sindicato.

Cientes e em total concordância com esta demanda a direção da Regional 4 estará disponibilizando em seu blog seus balancetes, a partir de janeiro de 2014 (pelo menos de forma imediata).

BALANCETE JANEIRO 2014
BALANCETE FEVEREIRO 2014
BALANCETE MARÇO 2014

 

terça-feira, 11 de março de 2014

13/3 - REGIONAL 4 REALIZARÁ ASSEMBLEIA PARA ELEIÇÃO DE DELEGADOS E SOBRE CAMPANHA SALARIAL

A Regional 4 do Sepe-RJ fará uma assembleia para eleição de delegados para profissionais "fora de rede" ao XIV Congresso do Sepe: às 17h.

Neste mesmo dia, a Regional realizará, no mesmo local, assembleia unificada (redes estadual e municipal do Rio) nesta quinta-feira, 13 de março, às 18h. 

As plenárias serão realizadas no York Esporte Club (Avenida Nova York, 336 - Bonsucesso).


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

SEPE REGIONAL 4 CONVOCA ELEIÇÃO DE DELEGAD@S DE APOSENTAD@S AO XIV CONSEPE

A Regional 4 do Sepe realizará sua Assembléia de Aposentados para eleição de delegados ao XIV Congresso do Sepe/RJ no dia 10 de março (segunda-feira) às 14h, na sede da Regional, localizada na rua Cardoso de Morais, 145 - sala 1007 - Bonsucesso (ao lado da C&A).




quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Nota do Sepe sobre a Maré: Somos todos da Maré! Dilma, Cabral, Paes e Costin, não!!!


SOMOS TODOS DA MARÉ! DILMA, CABRAL, PAES E COSTIN, NÃO!
Nas últimas semanas, a intensificação dos conflitos armados na Maré foi manchete na imprensa. Infelizmente este problema faz parte do cotidiano de milhares de trabalhadores da nossa cidade e de muitas outras cidades do país, que trabalham ou moram nos espaços de grande concentração de pobreza, imposta por uma sociedade injusta e desigual.
Durante os conflitos, crianças, profissionais de educação, responsáveis, trabalhadores, ficam deitados no chão, buscando um local seguro para protegerem suas vidas. Moradores são submetidos à violência extrema.
A SME “lava as mãos”.  A única resposta oficial feita até hoje está na Resolução nº 1113, que no artigo 5º determina: “Nas situações de eventuais conflitos no entorno da unidade escolar, pondo em risco a segurança de professores, demais funcionários e alunos, caberá à direção escolar a decisão de manter ou suspender as aulas, desde que comunique à Coordenadoria Regional de Educação”. A SME alega que desta forma garante a autonomia das escolas e creches.  Mas será que isto é autonomia? Esta é a única solução? O fato de decidir o funcionamento de uma escola ou creche em determinado dia resolve o problema dos conflitos? Quantas vezes avaliamos que teríamos um dia “normal” de aula e fomos surpreendidos com tiroteios?
Defendemos a autonomia coletiva dos profissionais e comunidade escolar para decidir pelo funcionamento ou não em situação de conflito, não apenas de um trabalhador. Sabemos que muitas vezes há uma enorme pressão da s CRE’s e SME para o funcionamento, independente do risco, já que “eles” estão em seus gabinetes, distantes da realidade vivenciada por aqueles que moram e trabalham nestas regiões de conflito. A própria SME, em reunião com responsáveis de 2 unidades escolares da Maré afirmou que as escolas teriam funcionamento normal no dia seguinte. Para nós esta medida apenas isenta a Prefeitura da responsabilidade de uma questão que é um problema de política pública.
Diante desta situação muitas vezes tomamos atitudes individuais ou paliativas, sem que de fato algo se modifique.

Por isso, gostaríamos de levantar alguns pontos sobre esta questão, para que possamos fazer um debate coletivo não só com aquelas e aqueles que estão nas escolas e creches vivenciando estes conflitos, mas com o conjunto dos profissionais de educação.
1 - A cidade partida:
Vivemos numa sociedade injusta e desigual. Segundo o último senso 1% da população concentra 56% da renda do país. Os outros 99% de pessoas dividem os 44% restantes de forma diferenciada. Ou seja, uma minoria concentra a riqueza. A maioria divide a pobreza.
O sistema funciona assim: lucrando com a exploração e a miséria. O tráfico de armas e drogas dá lucro para banqueiros, empresários e governo. Por isso nenhuma política pública é feita para os locais mais pobres da cidade e do país.
Na maioria das favelas moram os trabalhadores mais precarizados. A maior parte das casas tem estruturas precárias. Não há saneamento básico, nem coleta de lixo. A identidade cultural é desvalorizada ou, adaptada a ”padrões aceitáveis” para a minoria que manda no país. O Estado garante apenas alguns postos de saúde, escolas e creches. Porém, elas não foram feitas para garantir o direito dos moradores a saúde e educação de qualidade.
2 - O tráfico de armas e drogas:
Nas favelas não há indústria bélica. Portanto as armas não são produzidas lá. Também não há plantio nem laboratórios para a elaboração de entorpecentes. Portanto as drogas não são feitas lá. Como então chegam armas e drogas nas favelas cariocas? Quem “libera” a entrada? Por que uma parte de nossos alunos entra para o tráfico?
3  -  UPP:
Como solução para os problemas de violência nas favelas cariocas, o governo Cabral criou a UPP, Unidade de Polícia Pacificadora. Várias comunidades agora tem UPP. A mídia noticia as maravilhas deste projeto. A Prefeitura investe milhões de reais. Mas será que a UPP resolveu o problema do tráfico? Os moradores tiveram acesso a empregos dignos, transporte de qualidade, saneamento, saúde, educação? Nestas comunidades não há mais tiroteio? Por que na Rocinha Amarildo sumiu? Por que Cabral não faz o mesmo programa nas áreas mais ricas da cidade onde moram os verdadeiros barões do pó?
4 - Escolas, creches, profissionais de educação:
Nas favelas cariocas moram milhares de pessoas. Na Maré são cerca de 180 mil. Existem muitas escolas e creches, mas o número é insuficiente para garantir o acesso de todas as crianças, jovens e adultos que moram ali.
Há mais de 20 anos não existe política pública para construção de novas unidades escolares na cidade. O governo Paes criou o projeto “Fábrica de Escolas” com previsão de construção de 180 escolas em 2016. Inaugura EDI’s, mas não há profissionais para garantir o funcionamento integral destes espaços. Na Maré apenas uma Casa de Alfabetização e um CEJA foram abertos, no espaço do antigo SESI.
Como a Prefeitura não investe as verbas que deveria em educação, a maior parte das escolas e creches está em situação precária. Problemas elétricos, hidráulicos, de infraestrutura impedem o funcionamento adequado das UE’s. Os conflitos constantes também.
A SME se cala diante destes problemas. A questão da violência é ignorada. Os profissionais ficam abandonados a sua própria sorte. O que importa para Paes/Costin são os índices.
Será que Costin não consegue articular com outras secretarias do Estado, com o prefeito e com o governador uma proposta para estes conflitos?

A FARSA DE CONSTIN E O ATAQUE AOS PROFISSIONAIS
No dia 20 de agosto de 2012 houve um intenso conflito no pátio interno do CIEP Presidente Samora Machel, atingindo também o CIEP Elis Regina.
Em maio deste ano, várias operações geraram conflitos que interromperam as aulas. Policiais entraram nos pátios, o caveirão ficou estacionado na porta de escolas e creches, o BOPE entrou em uma escola pulando o muro. Profissionais foram à 4ª CRE e a SME , mas lamentavelmente, foram ignorados pela Prefeitura.
No final de outubro/início de novembro, novamente os conflitos se intensificaram. Profissionais reivindicaram soluções.  A resposta veio em forma de ameaça: “ou trabalha, ou fica com falta, ou pede pra sair”.
CHEGA! NÃO PODEMOS MAIS ACEITAR A POLÍTICA DA DUPLA PAES/COSTIN
Diante deste ataque os profissionais do CIEP Presidente Samora Machel e CIEP Elis Regina, escolas mais vulneráveis geograficamente, novamente foram a 4ª CRE no dia 1/11. Após um longo debate, no qual os educadores reivindicavam um posicionamento da Prefeitura sobre esta questão, foi prometida uma nova reunião para 3/11 na CRE, com a presença da SME. Os profissionais retornaram a 4ª CRE na data marcada e foram surpreendidos ao saber que a secretária de educação havia convocado uma reunião de responsáveis, com as associações de moradores locais, no CIEP Elis Regina, neste dia. Os profissionais que lá trabalham não foram convidados, mas a ONG REDES estava presente.
Nesta reunião a SME garantiu aos responsáveis a regularização das aulas, mas não garantiu nenhuma solução para os tiroteios que colocam em risco a vida de alunos, profissionais e comunidade. Ao contrário, os profissionais foram culpabilizados pela “falta” de aulas.
Após muitos questionamentos, Costin realizou reunião com os profissionais dos dois CIEP’s. Novamente nenhuma solução foi apresentada. Apenas a promessa de reformas estruturais e um diálogo com a Secretaria Estadual de Segurança.
Sabemos que a solução para os problemas de uma cidade partida dependem da mudança da sociedade que vivemos, porém, não podemos mais admitir que nossos alunos e milhares de trabalhadores sofram com a criminalização da pobreza, a violência e o descaso dos governos.
Não reivindicamos a presença de caveirões, nem de aparato policial que só legitimam a violência contra trabalhadores e moradores. O mesmo aparato que de forma truculenta agrediu profissionais de educação durante a greve e, reprime trabalhadores que lutam por seus direitos.
Exigimos saneamento básico, transporte de qualidade, empregos dignos, cultura, lazer, saúde e educação pública.
Chega de violência.
Nas nossas veias corre o sangue da Maré, por isso não queremos mais que o sangue dos trabalhadores e moradores da Maré seja jorrado por um sistema injusto e desigual.

Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação

Veja a versão em PDF aqui

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

CALENDÁRIO DE GREVE DA REGIONAL 4

10/8, sábado -  
  •   8 horas entrega para distribuição da "Carta aos Responsáveis" na sede da Regional 4 (Rua Cardoso de Morais, 145/1007) 
  • 9 horas ida às próprias escolas/creches para reuniões com responsáveis.
  •  11:30 horas panfletagem à população na Praça das Nações
12/8, segunda-feira - 
  •  7:30 concentração na praça das nações para o "arrastão de visitas às escola"
  • 16 horas  Assembléia local na sede da Regional 4 (Rua Cardoso de Morais, 145/1007) 
14/8, quarta-feira  - 
  • Rede Municipal: 10 horas (local a confirmar)
  • Rede Estadual: 14 horas (local a confirmar)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Assembleia da rede municipal, dia 09/03 (sábado) - Regionais vão disponibilizar transporte

A regional 4 vai disponibilizar transporte a partir de Bonsucesso para a assembleia da rede municipal do Rio, que será realizada dia 9, sábado, às 10h, em Campo Grande (Rua Manaí, nº 180 – na subsede do Sinpro).

O transporte sairá da sua sede (Rua Cardoso de Moraes, 145/1007 - BONSUCESSO, próximo à Praça das Nações - telefone: 2564-2194 / Funcionário Dirley: 7133-0088).

A Regional 4 solicita que os profissionais interessados contatem ainda hoje (sexta-feira, 08/03) até as 17 horas.

Em outras regionais
Outras regionais como a Regional 1 e a Regional 2 também disponibilizarão transporte para quem quiser ir a Assembleia.

O transporte da Regional 1 vai sair da sede do Sepe Central (Rua Evaristo da Veiga, 55; Tel: 2225-7687 / Paulo – 8669-0301);

O da Regional 2 sairá da sua sede (TV ALMERINDA FREITAS 36 SL 202 – MADUREIRA - Tel: 3359-5059 / Func. Marcelo: 9293-1922).

As regionais citadas também pedem para os profissionais interessados contatarem antes.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

NÃO ÀS REMOÇÕES NA REDE MUNICIPAL: O EDI encantado de Eduardo Paes/ Constin


Direção de EDI comete assédio moral, desrespeita alunos e ataca educação pública 

Parece que na área do SEPE Regional 4, existe um EDI (Espaço de Desenvolvimento Infantil) onde a direção, ao invés de defender a educação pública de qualidade, defende os interesses da Prefeitura. Mesmo que para isso desrespeite o direito das crianças e dos profissionais.

Esta mesma direção é acusada de manter as aulas mesmo quando não há luz. Houve um período em que a água do bebedouro estava amarela, num claro descaso com a saúde das crianças.

Além disso, profissionais são obrigados a “dar contribuições financeiras” para a realização de festas nos finais de semana. E aqueles que questionam estes fatos, a direção responde que “tem carta branca da CRE para colocá-los a disposição”, numa  clara demonstração de não entendimento do que significa uma direção democrática.

Para piorar, durante as últimas eleições municipais, muitos profissionais da educação e responsáveis reconheceram que o prédio foi utilizado para a gravação da campanha eleitoral de Eduardo Paes, veiculada na televisão. Moradores do entorno, alegam também que foi feita campanha para uma vereadora da região.

Iremos apurar as denúncias! 

Não podemos aceitar que direções de escolas, que são profissionais de educação, assim como nós, cometam assédio moral contra educadores, desrespeitem crianças e ataquem a educação pública.

Por isso, a diretoria do SEPE Regional 4 se solidariza com os profissionais de educação, responsáveis e alunos desta unidade escolar e informa que iremos apurar e encaminhar as denúncias e exigir o afastamento desta direção.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

REGIONAL 4 TRANSFERE FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO PARA SEXTA-FEIRA, 21/12.

A direção da Regional IV, por motivos de força maior, informa que a data de sua atividade de confraternização foi TRANSFERIDA para o dia 21/12/2012 (sexta-feira) a partir das 18:00 h, permanecendo o mesmo local, o Centro Cultural Octávio Brandão, localizado na Rua Miguel Ângelo, n.º 120 - Maria da Graça (próximo à estação de Metrô e em frente a unidade do Cefet).
Lembramos que a entrada é gratuita e a consumação individual.Tabela de preços:
- cerveja e refrigerantes (latinha) a 2,50
- água mineral (garrafa pequena) a 2,00,
- porção aipim frito e caldo de feijão e ervilha com torradas a 5,00
- calabresa com cebola e torradas a 10,00 a 5,00.
 
 
 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

RETIFICAÇÃO: Assembleia da Regional 4 para eleição de Conselho Fiscal será na próxima terça-feira (dia 11/12)


"Ao contrário do que foi divulgado anterior e erroneamente, o Sepe Regional 4 convoca os profissionais das redes estadual e municipal para a realização de assembleia geral na próxima terça-feira (dia 11 de dezembro), às 18 horas, tendo como pauta a eleição de Conselho Fiscal da regional (triênio 2012-2015) e discussão de outros assuntos gerais.
A assembleia será realizada na sede do Sepe Regional 4 (Rua Cardoso de Morais, 145/sala 1007 - Bonsucesso - Rio de Janeiro)."

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Sepe Regional 4 fará assembleia nesta terça-feira (dia 4/12) para eleição de Conselho Fiscal

O Sepe Regional 4 convoca os profissionais das redes estadual e municipal para a realização de assembleia geral nesta terça-feira (dia 04 de dezembro), às 18 horas, tendo como pauta a eleição de Conselho Fiscal da regional (triênio 2012-2015) e discussão de outros assuntos gerais.
assembleia será realizada na sede do Sepe Regional 4 (Rua Cardoso de Morais, 145/sala 1007 - Bonsucesso - Rio de Janeiro).

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Conheça os vereadores que atacaram a Educação e não foram reeleitos




Doze vereadores dos 32 parlamentares que votaram a favor, no final do ano passado, do PL nº 1.005, projeto do prefeito Eduardo Paes que retirou verbas da Saúde e Educação, não foram reeleitos na eleição do dia 7 de outubro.
Durante todo o ano de 2012, o Sepe denunciou, a partir de decisão da categoria, aprovada em assembleia, estes parlamentares.
Podemos notar que vários deles não foram reeleitos - a verdade é que a população também pune, nas urnas, quem ataca os serviços públicos.
Estes são os vereadores que atacaram a Saúde e a Educação e não foram reeleitos:


Bencardino
Carlinhos Mecânico
Dr Fernando Moraes
Israel Atleta
Ivanir de Mello
João Cabral
Jorge Braz
José Everaldo
Nereide Pedregal
Patrícia Amorim
Roberto Monteiro
Rubens Andrade.



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