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terça-feira, 16 de julho de 2013

Professores da UFRJ lançam abaixo-assinado on line pedindo a saída do secretário de Educação Wilson Risolia: Veja como participar !

Os professores da Faculdade de Educação da UFRJ lançaram um abaixo-assinado no site Petição Pública, pedindo a saída do secretário de estado de Educação, Wilson Risolia. 

O objetivo é o de conseguir o máximo possível de assinaturas e denunciar a política educacional do governo do estado que se marca pelo autoritarismo, desvalorização profissional e fechamento de unidades escolares, entre outras mazelas que o Sepe já denuncia desde que o secretário, que não tem formação na área educacional, assumiu o cargo. 

Os profissionais de educação podem participar do abaixo assinado, entrando no site pelo link que disponibilizamos abaixo, ao final do texto. Veja o teor da petição dos professores da Faculdade de Educação da UFRJ.

Abaixo-assinado Carta aberta de professores e professoras da Faculdade de Educação da UFRJ

Na qualidade de professores e professoras, formadores dos futuros docentes da Educação Básica, vimos por meio desta manifestar nosso profundo descontentamento com a política educacional de nosso Estado. Trata-se de uma política que reputamos leviana e autoritária. Uma educação pública de qualidade não se constrói com bonificações, privatizações, perseguição e humilhação de professores, fechamento de unidades escolares, policiamento armado nas escolas, currículo e avaliação impostos de cima para baixo e péssimas condições de trabalho. Esta política irresponsável tem alcançado avanços medíocres em todos os índices educacionais. O Ensino Médio do Rio de Janeiro permanece abaixo da média nacional em todos os índices relevantes: matrícula, evasão e repetência. Em sua última ação arbitrária, o Sr. impõe um processo de certificação dos professores evidentemente inconstitucional, pois nenhum teste de proficiência pode servir como mecanismo de diferenciação salarial. Trata-se de mais um episódio absurdo dessa política que se ufana de tratar a escola pública como uma empresa, o que é contrário aos princípios pedagógicos mais óbvios, quando se trata de educação pública, de investimentos no cidadão e na cidadania, o que denuncia por si só seu caráter antirrepublicano e antidemocrático. Por tudo isto, nós, professores e professoras da Faculdade de Educação da UFRJ, lançamos esse abaixo-assinado pedindo a sua exoneração do cargo de Secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro, considerando que sua permanência compromete a plena escolarização de crianças, jovens e adultos de nosso Estado. O Sr. demonstrou, por diversas vezes, não estar preparado para esta função e sua continuidade à frente da Secretaria da Educação irá apenas perpetuar o descalabro em que se encontra a educação pública em nosso Estado.


Para participar, basta clicar no link e colocar a sua assinatura.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Participe da petição pelo cumprimento da Lei da Temperatura nas escolas municipais do Rio


Uma petição eletrônica, solicitando do governo municipal o cumprimento da chamada Lei da Temperatura, que determina que as escolas municipais do Rio tenham sistemas de climatização em salas de aula foi colocada a disposição da sociedade para que assinem o documento que será encaminhado à prefeitura do Rio. Para participar, basta acessar o link abaixo:


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Abaixo-assinado on line contra extinção das unidades de Extensividade da SME: participe

Disponibilizamos abaixo o link para o site petição pública, onde foi colocado um abaixo-assinado eletrônico para que a categoria e a comunidade em geral possa se posicionar contra o fechamento dos Núcleos de Arte, Clubes Escolares e Unidades de Extensividade da rede municipal do Rio de Janeiro. Contamos com a sua participação para barrar mais um ataque contra a educação pública municipal de qualidade. Para assinar, basta acessar o link abaixo:

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N31477


Informamos que este é um novo abaixo-assinado, produzido pelas próprias unidades que estão sendo fechadas, que solicitaram que o Sepe retirasse do ar o link para um abaixo-assinado anteriormente disponibilizado no site petição pública. Portanto, aqueles que já assinaram no anterior, deverão assinar novamente por meio do link acima.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Abaixo assinado contra a reestruturação na rede municipal e a remoção compulsória: assine já

A rede municipal está em luta contra a reestruturação da rede municipal e a remoção compulsória dos profissionais dos seus locais de origem sem concurso. A categoria pode participar colocando o seu nome num abaixo assinado eletrônico e convidando os demais integrantes da comunidade escolar a fazer o mesmo. O abaixo-assinado pode ser acessado pelo link abaixo:


http://www.peticaopublica.com.br/Confirmacao.aspx?id=31215%2c1%2c792419

sexta-feira, 11 de maio de 2012

C.E. Júlia Kubitschek lança abaixo-assinado contra presença de PM na escola

Os profissionais de educação, alunos e responsáveis estão recolhendo assinaturas para um documento que será enviado ao secretário de estado de Educação, Wilson Risolia, mostrando o repúdio desta unidade estadual contra a determinação do governo do Estado de colocar policiais militares armados dentro do espaço escolar. Veja abaixo o texto do documento:

Ao Sr. Wilson Risolia

Secretário Estadual de Educação

Abaixo-assinados

Nós, abaixo-assinados, que somos professores, funcionários de apoio, alunos e pais de alunos do Colégio Estadual Júlia Kubitschek, reivindicamos que a Secretaria de Estado de Educação retire os policiais militares de dentro de nossa escola.


Em mais de 50 anos de existência nossa escola jamais precisou desse tipo de profissional em seu interior. A instituição polícia militar é um aparelho de vigilância e combate ostensivos e a escola, ao contrário, é um lugar de confiança e colaboração distensivos, por isso a figura ostensiva do policial militar é estranha a todas as atividades escolares, às quais tal figura vem trazer tensão e ansiedade. A introdução de policiais na rotina interna da escola pode levar à perversão da função desta, que é uma declaração explícita de desconfiança em relação aos nossos alunos e demais membros da comunidade escolar. Em nossa escola não supostos bandidos que precisem estar sob vigilância policial, esta é bem-vinda no patrulhamento da rua General Caldwell e imediações, onde décadas nossos alunos, seus pais, professores e funcionários são vítimas de constantes assaltos, seja durante o dia ou à noite




Texto de uma profissional de educação sobre a presença policial dentro das escolas


Abaixo, publicamos também o texto de uma profissional de educação do Júlia Kubitscheck sobre a polêmica que a presença de policias está causando nas escolas.

UNIFORMES E FARDAS: “A VIGILÂNCIA CUIDA DO NORMAL”


                                               


Policiais militares fardados e armados farão a segurança, nos seus horários de folga, de alguns colégios da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro. Além de portarem armas, os policiais poderão revistar estudantes, caso, dizem as autoridades estaduais, a direção do colégio solicite. Essa ação, que deverá ser implantada em toda a rede pública de ensino do nosso estado, deve ser analisada e debatida por todos os envolvidos e a sociedade como um todo.


Ao tentar entender a proposta do governo estadual, lembrei da letra da músicaAdmirável gado novo”, de Ramalho, com destaque para a frase: “ a vigilância cuida do normal”, porque resume as distorções da proposta do governo.


A escola, um lugar de ensino e aprendizagem de conteúdos programáticos e, segundo as próprias autoridades governamentais (ver documentos oficiais), da cidadania, é percebida pelas mesmas como um espaço potencial da violência e da transgressão. Penso: o que essas autoridades desejam, realmente, ensinar aos jovens?


Os mecanismos socioeconômicos e políticos, a corrupção, a impunidade e o uso da estrutura governamental para atender interesses particulares, geradores da pobreza e da violência, não importam. O governo desenvolve ações paliativas e repletas de distorções, apresentando a possibilidade de um futuro promissor, enquanto o presente recebe remendos. O governo quer resolver a questão salarial  dos policiais, reconhecendo que os salários são baixos, sem mudá-la de fato. Além disso, o governo percebe os policiais como pessoas a um passo do mundo da criminalidade. Como não ganham salários dignos, os policiais poderiam participar de atividades ilegais nas horas de folga.  Sabemos que alguns policiais participam de atividades ilegais e nelas permanecem porque outras categorias estão envolvidas, via corrupção e impunidade.


A solução seria punir e melhorar os salários, mas o governo prefere o remendo: o bico oficial, ganhe agora e não pense no futuro ( o bico será incorporado à aposentadoria?). Pior, o bico em espaços que não formam criminosos, as escolas. O mais fácil e adequado, talvez, para o governo é considerar como classes perigosas, porque potencialmente capazes de se envolverem com o crime, os policiais, os alunos, os funcionários e os professores das escolas. Suspeitos tomam conta de suspeitos, enquanto a farra continua. É a vigilância cuidando do normal. 


Delírio? Não, basta ler a matéria publicada no jornal O Globo, de 3 de maio último. Um policial, responsável pela vigilância de um colégio localizado perto da Central do Brasil, declarou: “È como se eu tivesse fazendo meu trabalho normal de policial”. E, depois, acrescenta: “ Fico mais dentro. Aqui fora fico mais no horário da entrada e saída. A orientação é vigiar internamente (grifos meus) e vou atuar de acordo com a necessidade”. Pois


.é, a vigilância vai cuidar do normal, os que deveriam ser protegidos serão os vigiados. E os assaltos continuarão do lado de fora, bem como o vandalismo que ocorre nos fins de semana ou na madrugada quando as escolas estão vazias.


Indago também o que é o trabalho normal de um policial. No colégio esse trabalho seria anormal? Vigiar internamente o quê? Vai atuar de acordo com a necessidade, mas qual é a necessidade e como ela é determinada? A escola (o colégio)  passa a ser o espaço de suspeição da criminalidade, vigiada(o) por uma pessoa armada. Enquanto nos presídios, o comércio de armas e drogas e o planejamento de crimes continuam.


Na mesma reportagem, o Secretário Estadual de Segurança, José Mariano Beltrane, afirma que os policiais receberão um treinamento especial. Isto significa que os policiais começaram a desenvolver uma ação para a qual não estão preparados?


Não tenho medo dos alunos nem dos colegas de trabalho, mas temo uma pessoa armada no meu local de trabalho. Como continuarei temendo o entorno do colégio, local de assaltos constantes. A distorção é gritante, trabalhadores e jovens tratados como criminosos, a escola percebida como prisão, e os verdadeiros criminosos com liberdade de ação.


Reconheço que alguns alunos,  profissionais da educação e  policiais ( a mídia divulga) estão inseridos no crime, mas são alguns. Penso que uma vida digna e uma  sociedade mais justa representam o desejo da maioria, que procura agir no sentido de concretizar tais objetivos. Havendo suspeita ou denúncia, que a revista seja realizada fora da escola e dentro da lei. A vigilância também deverá ser externa, visando a proteção de todas as pessoas que circulam pelo espaço público.


Não sou criminosa, não formo nem cuido de  criminosos e quero ser tratada com dignidade. Talvez se o governo considerasse a educação como um investimento não empresarial nem político, mas fundamental para o desenvolvimento econômico do país, e o caminho para a formação de pessoas conscientes e éticas, a criminalidade diminuiria. E, assim, a polícia cuidaria   da “anormalidade”, ou seja,  dos crimes realizados por bandidos. Para finalizar, quem sabe as nossas autoridades não precisariam voltar aos bancos escolares?

Regina Maria F. C. Branco (Profª do Colégio Estadual Júlia Kubitschek)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Profissionais farão ato na Alerj na tarde desta quinta-feira (dia 9 de junho)


Os profissionais das escolas estaduais da Capital e do Grande Rio, em greve desde a terça-feira, participarão hoje (dia 9 de junho) de um ato nas escadarias da Alerj, a partir das 16h. Neste ato, eles se juntarão aos bombeiros e outros segmentos do funcionalismo estadual – que também estão em campanha salarial – para solicitar dos deputados estaduais uma intervenção junto ao governo estadual para a marcação de audiência entre os secretários das áreas econômica, de planejamento e das pastas das categorias em campanha salarial para a retomada das negociações.

Amanhã, sexta-feira (dia 10 de junho), a educação estadual novamente se juntará a bombeiros e outras categorias para a realização de uma passeata da Candelária até a Alerj. A concentração para a passeata está marcada para as 13h, na Candelária.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Fortaleça corrente apoiando abaixo-assinado em defesa da educação pública

Desde o dia 21/10/10 , o "Abaixo-assinado Educação Estadual do Rio de Janeiro-Carta Aberta", está disponível para leitura e assinatura no site petição pública.com, tendo alcançado a marca de 350 assinaturas.
Assinem e divulguem esta corrente. Afinal é uma forma de mostrarmos à população como o governador trata a educação do nosso estado.

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