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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Rede Municipal: Escolas que terminarem a reposição em dezembro farão COC em 19/12

Conforme noticiamos na semana passada, apresentando um informe de audiência na SME, a secretaria enviou uma nova  circular sobre a reposição para as escolas em substituição à Circular 117. 

Os questionamentos do sindicato junto à secretaria levam em conta que nossa categoria não pode ser punida por ter exercido um direito: o direito de greve.  Dessa forma foi questionada desde o início das negociações a tentativa de retirada de férias em janeiro. Este é mais um direito que precisa ser respeitado. 

Por isso desde que a SME vem lançando circulares com orientações para a reposição de aulas, o sindicato vem conversando com o governo sobre esse direito. Destas negociações algumas medidas avançaram:

1- É a escola quem determina a forma como irá repor.

2- A SME respeitará a reposição escolhida pela escola.

3 - O profissional não será obrigado a trabalhar em janeiro, somente se a própria escola, organizar seu calendário de reposição contando com os dias de janeiro. (Como o calendário de reposição deve ser elaborado em acordo entre o próprio grupo e comunidade escolar, é a escola quem determina).

4 – IMPORTANTE: o 5º  COC poderá acontecer em 19 de dezembro, caso a escola determine que cumpriu o calendário de reposição que se comprometeu com a comunidade escolar - garantindo, assim, as férias de janeiro.

5- A reposição não pode ser utilizada como forma de punição ao profissional que fez a greve.

Então, a nova circular 126 (cópia ao lado), de 22 de novembro esclarece mais um ponto que gerou dúvidas nas escolas. O tema é o 5º Conselho de Classe. Veja o trecho da circular que fala sobre o assunto: “Tendo em vista a necessidade de esclarecer dúvidas sobre as datas para realização do 5º COC de 2013, vimos complementar o contido na Circular E/SUB/CED nº 117. de 30/10/2013:

- 5º COC

* 19 de dezembro, para as escolas/turmas que tiveram aula regurlarmente e para as escolas/turmas cujo calendário de reposição de aulas, de acordo com a organização planejada em cada Unidade Escolar, terminar até esta data.

* de 06 a 11 de janeiro, para as escolas/turmas com reposição de aulas, de acordo com a organização planejada em cada Unidade Escolar, cuja reposição não tenha sido concluída em dezembro” - ou seja, segundo a circular 126, as escolas/turmas que terminarem a reposição em dezembro realizarão o 5º COC no dia 19 de dezembro.

Rede estadual: Sepe foi à SEEDUC na sexta-feira (dia 22) para tratar da questão da reposição

No dia 22 de novembro, sexta feira, a direção do SEPE/RJ esteve na SEEDUC para tratar, entre outras questões, da reposição dos conteúdos, além de denunciar a atitude autoritária de algumas Metropolitanas e direções de escolas na imposição de calendários. Fomos informados pelas professoras responsáveis pelo Pedagógico da SEEDUC Patrícia Tinoco e Cláudia que a reposição deverá ser organizada pelos grevistas e comunidade escolar, respeitando-se a autonomia das escolas. O que é bem diferente da imposição por parte das direções.


 Foi reafirmado o que a direção do SEPE tem orientado, embora algumas Metropolitanas e direções não querem entender: a reposição deverá ser de conteúdos e horas. Horas necessárias para a reposição desses conteúdos, que será, é claro, replanejada pelos grevistas. Essas horas que os grevistas, em acordo com a comunidade escolar, acharem necessárias, poderão ser realizadas no contra turno, na extensão do horário de saída, na entrada mais cedo, aos sábados, com atividades extraclasses, etc. 


O mês de janeiro poderá ser utilizado por aqueles que não conseguirem fechar o conteúdo até dezembro. Se ainda não apresentou, apresente seu replanejamento à direção e não aceite terrorismo. Se a direção agir de forma autoritária procure urgente a direção do SEPE que denunciaremos aos órgãos competentes. Há direções de escolas, por exemplo, que estão se recusando a abrir a escola nos sábados. Elas não podem fazer isso! Já denunciamos à SEEDUC.


O que algumas Metropolitanas e diretoras precisam entender é que reposição não é castigo para grevista. Reposição é compromisso nosso com a comunidade escolar. Compromisso de quem luta verdadeiramente por uma escola pública de qualidade, com compromisso e ação, e não apenas retórica. 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Rede estadual: Sepe aguarda confirmação de audiência com a SEEDUC para tratar da reposição

A direção do Sepe aguarda a confirmação da audiência com a SEEDUC para tratar da questão da reposição na rede estadual. 

A última assembleia da rede deliberou que a reposição será por conteúdo e horas, se o profissionais em greve assim o decidirem, com respeito à autonomia das escolas e lembrando que janeiro é o período de férias. 

Na audiência, o sindicato também vai reivindicar da secretaria que retire imediatamente  todos os processos administrativos, conforme documento assinado em Brasília junto ao STF.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Ata da assembleia da Rede Municipal do Rio de Janeiro realizada dia 9

Ata da assembleia da rede municipal do Rio de 09/11/2013, realizada na Hebraica:

A Assembleia iniciou com os informes sobre a audiência que a direção do Sepe solicitou à secretária Claudia Costin para tratar dos encaminhamentos da audiência de Conciliação ocorrida no STF, em Brasília, no dia 22 de outubro. Dessa forma, a direção do Sepe criticou a forma como foi montada a audiência pela prefeitura - o governo havia convocado os segmentos dos pais e diretores do CEC, que não estavam na audiência em Brasília. O Sepe explicou, na audiência, os motivos da greve, que foram, resumidamente:

1) Por dois mandatos o prefeito só recebeu a direção do Sepe quando a greve foi deflagrada;

2) A categoria aguardou por 19 anos que os governos ouvissem o que havia sido pautado para negociação, portanto a intransigência era do governo;

3) O prefeito descumpriu o prometido que era formar um Grupo de Trabalho com o sindicato para a elaboração do PCCS a partir do que havia sido discutido pela categoria em seus fóruns e formalizado na proposta entregue, mesmo com a suspensão da greve;

4) A criação do professor polivalente no PCCR;

5) A manutenção, no PCCR, da denominação de merendeira;

6) A utilização de fundações privadas dentre outros pontos.

Na audiência, os pais e responsáveis acusaram, de forma dura, a categoria e a direção pela greve e o prejuízo causado aos seus filhos; também na reunião, alguns diretores responderam, questionando a visão dos pais e responsáveis que acusavam a direção e a categoria de ter agido de forma violenta nas marchas dentre outros pontos.

A direção cobrou da secretária uma audiência específica entre o Sepe e a prefeitura, o que aconteceu às 14h30h, iniciada, novamente, com a crítica ao método utilizado, pois passou a impressão de que a prefeitura queria jogar os responsáveis contra a categoria. A secretária afirmou que não tinha sido esse o objetivo e que a proposta da SME era a de fazer a reunião em separado com o sindicato após reunião com os pais, como o Sepe propôs.

Dito isso, a assembleia discutiu o que foi tratado na segunda audiência:

• A questão da reposição foi tratada primeiro porque a secretária teria outro compromisso. Foi decidido o que segue abaixo, cobrando da SME a publicação de uma circular, resolução ou outro documento para todas as escolas, o que seria feito pela coordenadora de Recursos Humanos Maria de Lourdes (SME);

• Foi reafirmada a decisão da categoria aprovada em assembleia de que não seria aceita qualquer atitude que tomasse o caráter de punição.

• A reposição é um compromisso da categoria com a qualidade da educação pública e partiria dos conteúdos que são pré-requisitos para o ano escolar seguinte.

• Não seria utilizado o mês de janeiro, nem feriado, nem domingo, destacando o Art.3º da resolução da SME. Para fins de reposição das aulas, PODERÃO ser utilizados, a critério de cada Unidade Escolar, nos termos do artigo anterior.

• A decisão passaria pela reunião na escola com a comunidade escolar e participação dos grevistas, que apresentariam sua proposta de reposição.

• A decisão coletiva da forma de reposição seria registrada em ata com assinatura dos pais, professores e direção e o ano letivo terminaria em 2013, sem prejuízo do período do Natal e Ano Novo, portanto recesso a partir do dia 20/12, com a possibilidade de reforço escolar no retorno em 2014, pois muitos professores iriam seguir com suas turmas.

• Educação Infantil não exige reposição de conteúdos, portanto poderá contar como reposição fazer replanejamentos, reunião com Pais, reuniões pedagógicas ou outras atividades que o professor considere importante, acertada com os responsáveis.

• A direção do Sepe apresentou algumas denúncias feitas pela categoria como: algumas direções não queriam aceitar a proposta dos professores em entrar mais cedo ou usar algum tempo após seu turno de trabalho; que havia casos de obrigar o grevista a trabalhar direto dois turnos e alguns casos até no noturno com crianças; funcionários administrativos, sendo colocados para trabalhar direto por dois turnos - contrário a qualquer legislação trabalhista. Ficou acertado que nenhuma dessas situações poderia acontecer e que qualquer conhecimento de situações iguais a essas ou outras situações devem ser comunicadas diretamente à coordenadora de Recursos Humanos, Maria de Lourdes Albuquerque Tavares, dizendo o nome da escola e o da diretora para que as providências fossem tomadas. A Secretaria iria cumprir o acordo assinado em Brasília.

• Nenhum profissional grevista iria fazer a reposição em outra escola

• Foi lembrado que a SME acabou com a Resolução nº 2, mas ainda não publicou a que garante a origem, incluindo os funcionários – esta será publicada, segundo a SME.

Após os informes e a abertura de inscrições para tirar dúvidas sobre a audiência, foi dado o informe da audiência pública sobre orçamento e das propostas aprovadas no Conselho Deliberativo.

Depois foi aberto, na assembleia, tempo para avaliações e propostas sendo aprovadas as relacionadas abaixo:

• O Sepe vai elaborar, junto com uma comissão, as Campanhas que vão tratar das seguintes questões: Não utilização dos Cadernos Pedagógicos; Não à migração para 40 horas; Não ao PF; Não às provas externas; Fim da polivalência;

• Campanha “Não é Minha Função Não Faço”.

• Paralisação integral no dia da votação do orçamento de 2014 na Câmara.

• 30/11 – assembleia unificada com estado, no Centro do Rio de Janeiro, às 14h.

• Durante a semana de 11 a 15 de novembro as Unidades Escolares devem escolher representantes de escola para formarem o GT que vai discutir assuntos inerentes às Questões Pedagógicas. No dia 19/11, reunião nas regionais com os representantes eleitos com as propostas discutidas nas escolas, que serão levadas para as reuniões dos GTs pedagógicos entre o Sepe e a SME;

• 21/11- reunião do GT pedagógico;

• 02 de dezembro - reunião do Fórum de Valorização da Carreira- Sepe/CEC e SME;

• 07/12- Indicativo de assembleia Estatutária sobre o Congresso do SEPE;

• 15 de fevereiro - Conselho Deliberativo;

• Que as direções das regionais acompanhem o processo de reposição das escolas em sua área de abrangência dando suporte à categoria

Moções:

• Apoio aos profissionais que trabalham na Maré;

• Repúdio à assinatura do Acordo da Audiência de Conciliação em Brasília - no dia 22 de outubro;

. Moção de repúdio à assinatura pela direção do acordo em Brasília: "Assembleia dos profissionais de educação da rede estadual, realizada no dia 9 de novembro de 2013, repudia a assinatura do acordo no STF, dia 22 de outubro de 2013 pela direção estadual do Sepe”. 

• Moção de apoio à greve do Pará.

Ata da Assembleia da Rede Estadual do dia 9 de novembro

A Assembleia começou com os informes da audiência que deveria ter acontecido na rua da Ajuda, no dia 5 de novembro.

Ao chegarmos (diretoria do Sepe) na SEEDUC fomos recebidos pelo assessor da Seeduc, Sérgio Mendes, que estava à porta da sala onde a audiência iria acontecer, numa posição de só deixar entrar 4 diretores, pois a UPPES já estava lá dentro com outros 4 representantes.

Questionamos tal decisão, até porque a audiência havia sido solicitado pela direção do Sepe e era para tratar dos desdobramentos da audiência que ocorreu no STF, em Brasília, e, por isso mesmo, nossa advogada precisava participar.

Impasse criado, entramos sem a advogada e ainda em pé, perguntamos ao secretario Risolia se a audiência era para tratar do desdobramento da audiência de conciliação realizada em Brasília. Ele respondeu que sim e dissemos, então, que a UPPES não poderia estar presente. O secretário Risolia disse que não faria audiência sem a presença da UPPES. Dissemos que aquela entidade não havia coordenado a greve, não havia sido chamada em Brasília e que era o Sepe que está respondendo jurídica e politicamente pelo documento assinado em Brasília. Portanto, não podíamos aceitar tal imposição. – lembramos inclusive que a UPPES tem uma ação na Justiça contra o Sepe.

Em seguida, foi dado o informe sobre a Ata assinada pelo subsecretário Becker, representantes de base e a direção do SEPE/RJ, em 4/9/13 que formaliza que nenhum professor perderá sua GLP devido à participação na greve. A Ata foi entregue a todos na Assembleia.

A seguir foi dado o informe do Conselho Deliberativo e aberto a assembleia para 15 avaliações e propostas.

Dentre as propostas apresentadas, foram aprovadas as seguintes:

• Campanha de Eleição de Representantes de escola;

• Foi reafirmada a formulação sobre reposição de conteúdos e horas, se o profissionais em greve assim o decidirem com respeito à autonomia das escolas, acrescentando que janeiro é férias;

• Encaminhar que a SEEDUC implemente imediatamente a retirada de todos os processos administrativos, conforme documento assinado em Brasília;

• Semana Amarildo com exposições de fotos, reportagens etc;

• Que as direções de núcleos e regionais acompanhem os problemas de reposição nas escolas e informem à direção estadual para encaminhamentos necessários em caso de perseguição política ou desrespeito aos grevistas;

• Pegar o MCF das escolas para comprovar o lançamento do código 30;

• Carta para a população sobre a greve;

• Primeira semana no retorno em 2014: conselho deliberativo do estado;

• Moção de repúdio à invasão do site do Sepe, que impediu a categoria de exercer seu legítimo direito de acessar as informações da política formulada na assembleia;

• Foi encaminhada a formação de uma Comissão para apurar várias denúncias apresentada por alguns diretores e por algumas professoras. Indo a voto, não foi aprovada a formação da referida comissão;

• Sobre a moção de repúdio à assinatura pela direção do acordo em Brasília: foi aprovada a moção defendida pelo professor Roberto Simões: “A Assembleia dos profissionais de educação da rede estadual, realizada no dia 9 de novembro de 2013, repudia a assinatura do acordo no STF, dia 22 de outubro de 2013 pela direção estadual do Sepe”. Em seguida, a professora Soneli Antunes propôs o seguinte adendo: considerando o repudio aprovado, que a direção não mais usasse o acordo firmado na audiência de Conciliação em Brasília, no STF. O adendo foi à votação e a maioria da assembleia votou contra o adendo, referendando portanto a aprovação do conteúdo do acordo votado na assembleia que encerrou greve.

CALENDÁRIO
• 13 novembro: chamada à categoria para acompanhar Audiência Pública sobre Projeto de certificação, na Alerj;

• 21 de novembro: ato na SEEDUC sobre problemas com a reposição;

• 30 novembro: assembleia unificada, às 14 horas, no Centro do Rio;

• Assembleia em 14 de fevereiro de 2014;

• 7 de dezembro: indicativo de assembleia estatutária para a organização do Congresso do Sepe.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Sepe se reúne em audiência com a SME (leia a nota da direção)

O Sepe recebeu ofício da Secretaria de Estado de Educação, marcando audiência para hoje (05/11), às 15h, na sede da antiga SEEDUC, para dar desdobramento às questões apontadas em audiência de conciliação em Brasília convocada pelo Ministro Luis Fux a partir de ação do SEPE/RJ: - grupo de trabalho sobre matriz curricular, 1 matrícula-1 escola e implementação de 1/3 da carga horária livre para planejamento, bem como reposição de aulas e extinção dos processos administrativos.

No entanto, a direção do Sepe, ao chegar na audiência, foi surpreendida pela presença da UPPEs-Sindicato, que não participou da audiência de conciliação nem da organização da greve dos profissionais da educação da rede pública Estadual.

A diretoria esclareceu que não aceitaria a participação de um sindicato estranho ao processo referido, pois o mesmo não responde nem politicamente nem juridicamente pelas questões a serem discutidas, visto que são desdobramentos do processo de Brasília.

com isso, encaminhamos novo ofício ao secretário de Educação, sr. Wilson Risolia, solicitando audiência exclusivamente com o SEPE para tratar das questões da pauta da categoria e do acordo assinado pelas partes, bem como informamos ao STF, na figura do ministro Luis Fux, do acontecido e de nossa solicitação de audiência.

Deixamos claro ao sr. secretário de Educação que a participação em mesa de negociação com a presença da UPPEs -Sindicato será avaliada pela categoria em assembleia no dia 09 de novembro.

Lembramos que foi a UPPEs que, durante a greve da categoria, pediu, em processo contra o Ministério do Trabalho, a suspensão de nossa carta sindical em claro ataque ao nosso direito de organização em luta.


NOTA DO SEPE SOBRE A AUDIÊNCIA COM A SME

Conforme agendado com a Secretária Claúdia Costin, hoje (06/11) foi realizada a primeira audiência para tratarmos dos desdobramentos da audiência realizada em Brasília, no Supremo Tribunal Federal (STF). A secretária justificou que chegaria mais tarde, pois havia uma agenda na escola da Maré, mas que poderíamos iniciar a reunião com sua equipe sob a coordenação de Helena Bomeny. Também estavam presentes Maria de Lourdes, Kátia Max, Nazaré, representantes do CEC (segmento pais e diretores de escolas).

Ficamos surpresos porque não havíamos sido informados sobre a reunião conjunta com o CEC para esse primeiro momento. Explicamos aos presentes tal situação e dissemos que aguardaríamos a chegada da secretária de Educação para a reunião específica. Helena explicou os motivos da Secretaria em chamar o CEC e nós fizemos a crítica ao método utilizado pela SME. Explicamos os motivos da greve, reafirmamos o compromisso da categoria pela luta por uma escola pública, laica, democrática e de qualidade e o debate foi aberto. A secretária chegou e reafirmamos a necessidade de uma reunião específica com o Sepe, o que ficou acertado para as 14h30.

Na segunda reunião, que ocorreu entre representantes da SME (secretária Cláudia Costin, que saiu às 15h, Helena Bomeny, Kátia Max e Maria de Lourdes) e direção do Sepe, a pauta de discussão começou pela reposição, com a direção do sindicato informando o debate feito na assembleia e os problemas que a categoria vem sinalizando em algumas escolas. Após várias intervenções ficou acertado o que segue abaixo:

Reposição:

1) SME afirmou que as escolas terão autonomia para debater com os responsáveis, CEC e profissionais de Educação para se construir a melhor maneira para a reposição sem ferir a qualidade dos conteúdos necessários e que são pré-requisitos para o ano seguinte.

2) Os profissionais farão a reposição exclusivamente em sua unidade escolar.

3) O SEPE destacou a proposta tirada em assembleia de não reposição em Janeiro, domingo e feriados e que tal reposição não poderia caracterizar punição, mas o compromisso da categoria com nossos alunos. A SME reafirmou que a comunidade escolar tem autonomia para construção do melhor calendário e que será respeitado o debate de cada escola, com a participação dos professores que fizeram a greve.

4) Os funcionários não terão que dobrar o seu horário para a reposição até por que existe legislação que estabelece o tempo máximo de horário diário de qualquer trabalhador;

5) A SME enviará Circular para as unidades escolares esclarecendo sobre essas questões e sobre cada segmento da rede.

Sobre o GT 1/3 de planejamento e GT pedagógico:

A primeira reunião acontecerá no dia 21/11 às 10h e ocorrerá de 15 em 15 dias alternando com o GT pedagógico. A composição desses GTs será de 4 representantes da SME e 4 da direção do SEPE.

Fórum de Debate sobre a Valorização da Carreira:

Esse terá a composição de 5 representantes da direção do SEPE, 5 da SME e 4 do CEC escolhidos entre eles, que poderão incluir 4 suplentes. A primeira reunião será do dia 2/12 às 1430h.

Direção do SEPE/RJ

terça-feira, 10 de setembro de 2013

ASSEMBLEIA DECIDE PELA SUSPENSÃO DA GREVE NA REDE MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

Nesta terça-feira, 10/09, milhares de profissionais de educação lotaram o Clube Municipal, e decidiram pela suspensão da greve na rede municipal do Rio de Janeiro.  

A categoria começou a paralisação no dia 08 de agosto, foram 32 dias de uma greve histórica. 

Outros detalhes, daqui a pouco no nosso site.

ATENÇÃO: ASSEMBLEIA DA REDE ESTADUAL SERÁ NA ACM

O local da assembleia da rede estadual foi mudado: será no auditório da ACM, que fica na Rua da Lapa, número 86 - às 14h.



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Profissionais de educação da Regional 4 promovem ato na Vila Cruzeiro e convocam assembleia local à tarde (nesta 5a feira, 5/9)

Os profissionais da Educação realizarão na manhã desta 5a feira, 5/9, uma atividade junto a comunidade na Praça São Lucas, próximo à Escola Municipal Eleonor Coelho Pereira. 

O ato pretende dialogar com a comunidade da região da Vila Cruzeiro e passar os motivos da continuidade da greve que ocorre nas redes públicas de educação do estado e do município.

A Regional 4 também convoca os profissionais de educação para a assembleia local, que será realizada também nesta 5a-feira, dia 5/9, às 15h, no espaço do Ponto de Cultura Cine Bonsucesso. Endereço: Avenida Teixeira de Castro, 157 – Bonsucesso (em frente ao Posto Ypiranga). Telefones para contato: 2290-4595 / 7133-0088 (vivo).

A greve continua! Assembleia local nesta 5a feira, 5/9, às 15 h.


Profissionais das escolas municipais decidem por ampla maioria que a greve vai continuar


Cerca de quatro mil profissionais das escolas da rede municipal do Rio acabam de decidir em assembleia, por ampla maioria, que a greve iniciada no dia 8 de agosto irá continuar. Um dos fatores que contribuiu para a decisão da categoria foi a ação movida pela prefeitura na Justiça para tentar acabar com a paralisação. 

A liminar ganha pelo governo municipal revoltou os profissionais, que ainda aguardam respostas da prefeitura e da Secretaria Municipal de Educação para as reivindicações de cunho pedagógico, como melhores condições de trabalho e de infra-estrutura na rede municipal.

A assembleia de ontem (dia 3/9) definiu que a próxima assembleia da categoria será realizada na sexta-feira (dia 6 de setembro), a partir das 10h, na frente da prefeitura (Cidade Nova). Antes os profissionais farão um ato público e reivindicarão a continuação do processo de negociação entre a categoria e o governo municipal.

A greve, que começou no dia 8 de agosto, foi mantida, com alguns pontos que a categoria reivindica que sejam aprofundados pela prefeitura na negociação com o Sepe; são eles:

1) O reajuste salarial de 8% concedidos pelo prefeito, que seria implementado somente quando a proposta de plano de carreira, cargos e salários fosse encaminhado à Câmara, seja implementado já ou com retroatividade a agosto;

2) O piso salarial das merendeiras e serventes somente foi ajustado ao salário mínimo – estes servidores recebiam de piso um valor menor que o salário mínimo -, não tendo sido reajustado com os 6,75% concedidos em agosto para todos os servidores municipais. A educação, por isso, reivindica que os 6,75% sejam aplicados em cima do piso de um salário mínimo desses servidores;

3) Apresentação de um cronograma que garanta a implementação do 1/3 da carga horária para planejamento, a redução do número de alunos por turma já em 2014;

4) Garantia da autonomia pedagógica das escolas.

Milhares de Profissionais fazem passeata até à camara dos vereadores
Após a assembleia que decidiu pela permanência da greve na rede municipal do Rio de Janeiro, milhares de profissionais seguiram a pé em direção à camara dos vereadores.

Rede municipal do Rio em greve: veja as considerações da direção do sindicato sobre a suposta liminar da prefeitura

Com relação à divulgação nos meios de comunicação sobre uma suposta liminar ganha pela prefeitura na Justiça, determinando o fim da greve, com prazo de 48 horas, sob pena do sindicato pagar multa diária depois da notificação da decisão.

A direção do sindicato esclarece a categoria que a assembleia de ontem (3/9) às 14h, nos Arcos da Lapa, deliberou que a greve continua, sendo a assembleia o fórum máximo de decisão a respeito da continuidade ou não da greve dos profissionais das escolas municipais do Rio. 

Veja abaixo, as considerações da direção do sindicato à respeito da notícia nos jornais e televisões sobre a suposta decisão do Poder Judiciário:

1. O Sepe não recebeu nenhuma notificação da justiça.

2. A greve não foi julgada.

3. Se a liminar do prefeito existe de fato, ela apenas é apenas uma resposta provisória enquanto não há o julgamento.

4. O sepe também ganhou uma liminar que garante os não desconto de dias parados ou qualquer retaliação à greve.

5. A liminar ganha pelo Sepe continua valendo.

6. Cabe recurso à liminar da prefeitura, caso seja real.

7. O prazo de 48 horas começa a contar a partir da notificação ao sindicato.

8. O departamento jurídico já está tomando medidas para entrar com recurso assim que o Sepe for comunicado.

9. A justiça não pode decretar o fim da greve. Ela poderia, no máximo decretar a greve como ilegal. Porém nem isso eles fizeram.

10. É em nossa assembleia que decidimos os rumos de nossa luta. 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A greve continua! Assembleia local nesta 2a feira, 2/9, às 15 h.


Rede municipal fez ato em Copacabana ontem (dia 01/9)



A rede municipal realizou um ato de protesto na Praia de Copacabana, na manhã deste domingo (dia 01 de setembro). 

No ato, a categoria fez um panfletagem na altura da Av. Princesa Isabel e, depois, caminhou até a altura do Hotel Copacabana Palace, onde foram colocadas cruzes na areia para marcar o luto da categoria contra a política educacional da prefeitura. 

Também foram trocados livros entre os participantes do ato.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Rede estadual também mantém a greve



A rede estadual acaba de decidir pela continuação da greve.

Próxima assembleia será na quarta-feira (dia 4) , às 14h, em frente à Alerj.

Antes, também na quarta, às 10h, ocorrerá uma vigília no horário da audiência com a Seeduc, na Rua da Ajuda. Logo após a audiência, a categoria sairá em paseata até a Alerj, onde será instalada a assembleia, a partir das 14h.

Calendário completo:
  • Domingo (01/08): ato na Bienal do Livro, às 10h;
  • Segunda e terça-feiras (2 e 3/08): assembleias locais, corridas às escolas; reunião do Conselho Deliberativo no Sepe, às 19h;
  • Quarta (04/08): 10h - audiência do Sepe na Seeduc (Rua da Ajuda), a categoria está convocada para realizar uma vigília no local; após a vigília, a categoria realiza passeata até a Alerj, onde será realizada uma assembleia, a partir das 14h.

Greve continua na rede municipal do Rio


Os professores e funcionários das escolas públicas municipais do Rio de Janeiro decidiram manter a greve na rede, em assembleia realizada hoje, na Fundição Progresso, na Lapa. A assembleia teve a participação de milhares de profissionais, que também decidiram por uma nova assembleia na terça, dia 3, às 14h, em local a confirmar.

A greve, que começou no dia 8 de agosto, foi mantida, com quatro pontos que a categoria reivindica que sejam aprofundados pela prefeitura na negociação com o Sepe; são eles:

1) O reajuste salarial de 8% concedidos pelo prefeito, que seria implementado somente quando a proposta de plano de carreira, cargos e salários fosse encaminhado à Câmara, seja implementado já ou com retroatividade a agosto;

2) O piso salarial das merendeiras e serventes somente foi ajustado ao salário mínimo – estes servidores recebiam de piso um valor menor que o salário mínimo -, não tendo sido reajustado com os 6,75% concedidos em agosto para todos os servidores municipais. A educação, por isso, reivindica que os 6,75% sejam aplicados em cima do piso de um salário mínimo desses servidores;

3) Apresentação de um cronograma que garanta a implementação do 1/3 da carga horária para planejamento, a redução do número de alunos por turma já em 2014;

4) Garantia da autonomia pedagógica das escolas.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Nota da assembleia da rede estadual desta quarta-feira (dia 21/8) sobre a mediação em curso na Justiça

A assembleia da rede estadual, que está sendo realizada desde o início da manhã, no Clube Municipal (Tijuca), aprovou por unanimidade a seguinte nota sobre o processo de mediação entre o governo estadual e o sindicato, que se encontra em curso no Tribunal de Justiça. Hoje (dia 21), o sindicato tem uma nova rodada de mediação no Fórum Central, às 15h. Veja abaixo, a nota da categoria:

Nota sobre a mediação na Justiça

O Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe-RJ) considera a mediação realizada no âmbito do Poder Judiciário fluminense entre o sindicato e o governo estadual um espaço importante de diálogo. Sendo certo, que entendemos também que o governo deve, imediatamente, cumprir as medidas já acordadas e demonstrar empenho em negociar os demais pontos da pauta de reivindicação.

Nota aprovada por unanimidade na Assembleia da Rede Estadual, realizada no Clube Municipal, no dia 21 de agosto de 2013.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Absurdo: Paes diz que não matricularia filhos em escolas públicas do Município

A Rádio Band News exibiu na manhã desta sexta-feira (16/08) entrevista com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que falou sobre a greve dos profissionais do município. 

O Jornalista Ricardo Boechat levou ao ar a pergunta do professor de Geografia, Breno Mendes, GEC República do Peru, que a prefeitura determinou dar aula de História e Português. O questionamento é se Paes matricularia o filho nessa escola. Ouça a resposta do prefeito.





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