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sábado, 5 de dezembro de 2015

MP RECOMENDA À SME-RJ SUSPENDER A REORGANIZAÇÃO DA REDE MUNICIPAL DO RIO


A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital do Ministério Público estadual do Rio de Janeiro decidiu enviar uma recomendação à Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME-RJ) para que o órgão, segundo o texto, “imediatamente se abstenha da prática de qualquer ato referente à reorganização da rede de ensino”. No texto, assinado pela promotora Roberta Rosa Ribeiro no dia 02, o MP concede cindo dias para que a prefeitura cesse o processo.


Trata-se de uma vitória dos profissionais de educação, que ajudaram a convencer o MP a barrar o projeto da prefeitura – lembrando que no dia 30 de novembro, a pedido do Sepe, o MP convocou uma audiência pública para discutir o assunto.

Acreditamos que, caso a SME-RJ não cumpra a recomendação, o Ministério Público deverá tomar as medidas cabíveis na Justiça.

Leia aqui a cópia do texto do MP.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

DIA 29 DE AGOSTO / Regional IV fará debate sobre a Reestruturação na rede municipal do Rio

A Regional IV convoca a comunidade escolar para um debate sobre a Reestruturação das escolas municipais do Rio.
O debate será realizado no dia 29 de agosto (sábado), na igreja Bom Jesus da Penha, na Penha (Av. Brás de Pina, 181 - Penha), a partir das 9h.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2564-2194 (até as 15h).
Acesse a cartilha produzida pelo SEPE-RJ sobre a o projeto de Reestruturação na Rede Municipal
http://seperj.org.br/admin/fotos/boletim/boletim621.pdf

terça-feira, 18 de agosto de 2015

CALENDÁRIO DE ATIVIDADES DA REGIONAL 4 (Agosto/setembro)

  • 26/8 - Assembleia Regional da Rede Estadual, na sede da regional;
  • 29/8 - Reunião da Regional IV sobre Reestruturação, 09 horas (local a confirmar);
  • 9/9 - Assembleia Local da Rede Municipal (local e horário a confirmar);
  • 14/9 - Reunião do Coletivo de Aposentados, 14 horas, na sede da regional;
  • 14/9 - Reunião da direção da Regional IV, 18 h. A reunião será aberta com direito a voz aos presentes.



terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Prefeito, quem deve ao PREVI-RIO é você!




Dívidas criadas para a categoria pagar são mais um ataque de Paes aos lutadores.

Nos últimos dias vários profissionais de educação foram surpreendidos com a notícia de que estariam com dívidas no PREVI-RIO devido aos processos por abandono de emprego, gerados pela perseguição política da Prefeitura aos grevistas.

Diante deste fato, cabe lembrar que nosso fundo de previdência, criado em 2002, já nasceu deficitário, tendo sido dilapidado pelo governo César Maia, servindo inclusive para a construção de obras faraônicas durante o PAN.

Em 2011, após tentar sem sucesso reformar nossa aposentadoria, Paes aprovou na Câmara o PL1105 que anistiava a dívida de bilhões de reais que a Prefeitura tinha com o fundo. Além disso, repassava parte dos 25% das verbas destinadas à educação para o pagamento de aposentadorias e pensões, atribuição esta que é de responsabilidade do próprio PREVI-RIO. Até hoje, anualmente, cerca de 8% do dinheiro que deveria ser utilizado da MDE (Manutenção do Desenvolvimento de Ensino) são utilizadas para o pagamento de aposentados e pensionistas de forma ilegítima, visto que contraria a própria Constituição.

Então, quem deve a quem?

Ao invés de prosseguir com a perseguição aos grevistas, a Prefeitura deveria devolver o dinheiro desviado de nosso Fundo de Previdência. Não somos nós que temos dívidas com o PREVI-RIO, mas sim a Prefeitura!

O SEPE já está tomando todas as medidas jurídicas e políticas para evitar mais este ataque. A categoria precisa se mobilizar e cobrar da Prefeitura e dos vereadores o posicionamento sobre mais esta medida autoritária.


Direção do SEPE esteve na prefeitura do Rio

Uma comissão do Sepe esteve na tarde desta 6ª feira, 12/12, na prefeitura do Rio para convocar audiência com o presidente da PREVI-RIO. Profissionais da educação têm tido problemas com os descontos do fundo de previdência e a direção do Sepe exige esclarecimento.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

ATENÇÃO!! PLENÁRIA CONSELHO DE REPRESENTANTES DE ESCOLA DA REGIONAL 4, DIA 27/11, 5º FEIRA, 18 HORAS.


ATENÇÃO!!

Será realizada a plenária do Conselho de Representantes de Escola da Regional 4 nesta quinta-feira, dia 27/11, às 18:00 h, na sede da regional (rua Cardoso de Moraes, 145/1007 Bonsucesso, ao lado da C&A).

Em pauta os recentes ataques à democracia nas escolas e encaminhamentos do calendário de mobilização da regional e das redes de ensino.



sexta-feira, 7 de novembro de 2014

ATENÇÃO!! Reunião da direção da regional 4 nesta segunda-feira, dia 10/11, às 18:00 h

ATENÇÃO!!

Informo que está MARCADA a reunião da direção da regional 4 nesta segunda-feira, dia 10/11, às 18:00 h.

Em pauta os recentes ataques à democracia nas escolas e encaminhamentos de calendário e da regional.




segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Eleições diretas para direções de escolas e creches já!

















A garantia de uma educação pública, laica, gratuita e de qualidade não é, e nunca foi prioridade para governos, banqueiros e empresários

Por isso, profissionais de educação junto com a comunidade escolar tem que travar cotidianamente mobilizações para defender a escola e creche que queremos para o conjunto dos trabalhadores. Neste momento estamos diante de um novo desafio: enfrentar o autoritarismo da Prefeitura no processo de escolha das direções de escolas e creches.
Cabe lembrar que eleições diretas para direções é uma de nossas bandeiras históricas, porque os governos não respeitam a democracia no espaço escolar.
Na rede municipal do Rio de Janeiro não podemos eleger nossas direções. O que ocorre é apenas uma consulta à comunidade escolar, onde alguns poucos tem o aval das CRE’s para se candidatarem, mediante a critérios que a comunidade escolar jamais opinou. Funcionários então jamais podem se candidatar.
Nos últimos processos o autoritarismo da Prefeitura vem aumentando, mas este ano a verdadeira face da democracia de Paes mostrou claramente esta posição. Centenas de profissionais foram impedidos de se candidatarem. Várias direções que tem aprovação da comunidade escolar foram consideradas não aptas. Os profissionais, responsáveis e estudantes mais uma vez não puderam opinar em nada.
Para a lógica de metas, índices e números fictícios de Paes e Helena Bomeny, diretores tem que ser gestores e atender a critérios totalmente díspares ao que de fato as unidades escolares precisam.
Por isso, convocamos todos os profissionais de educação e a comunidade escolar a se mobilizarem para acabar com mais esta “farsa eleitoral”. Não podemos admitir os critérios impostos pela SME. Todos devem ter o direito de se candidatar e serem submetidos igualmente a avaliação criteriosa da comunidade escolar.
A rede municipal não tem concurso público para o cargo de diretor, portanto é inadmissível e anti-democrático a utilização do chamado banco em substituição aqueles que querem se candidatar, apresentando seus projetos e discutindo suas propostas com o conjunto de responsáveis, alunos e profissionais da educação. Não podemos reproduzir em nossas escolas e creches o mesmo processo injusto que marca as eleições para os governos, onde os acordos com banqueiros e empresários que atacam a educação pública acabam mandando mais que a democracia dos trabalhadores.
Vamos reunir os colegas, a comunidade escolar, convocar o sindicato, fazer abaixo-assinados, passeatas e toda a mobilização necessária para garantir nosso direito de escolha a direção, ao projeto de escola e creche que queremos.

Só a luta muda à vida. Vamos à luta!     

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

10/09/2014 - Profissionais vão à prefeitura do Rio protocolar pedido de devolução dos descontos

Nesta 4ª feira, dia 10/09, o Sepe realizou um "Protocolaço" na sede da prefeitura do Rio. Mais de 200 profissionais que tiveram desconto nos salários por terem participado da greve de 2014 preencheram o protocolo e anexaram os contracheques, exigindo a devolução dos descontos.

Os profissionais que não puderam comparecer hoje poderão enviar a documentação por um representante da escola ou ir pessoalmente à sede da prefeitura.

Quem não recebeu seu contracheque ou não conseguiu imprimir pelo sistema eletrônico, pode solicitá-lo no 1º andar da prefeitura, sala 130.

Clique no link abaixo para preencher o modelo de protocolo a ser preenchido.
http://www.seperj.org.br/admin/fotos/boletim/boletim523.pd

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

CALENDÁRIO DE ATIVIDADES (10 A 17/09)

10/09/2014 - (REDE MUNICIPAL) Dia do Protocolo na prefeitura com o eixo “Devolva meu salário”. Concentração às 10h e também às 14h. ATENÇÃO: LEVEM OS CONTRACHEQUES.

12/09/2014 - Sepe Meriti convoca para Reunião da Direção às 15 horas e Assembleia local da rede estadual às 17:30, ambas no Núcleo Meriti

13/09/2014 - Assembleia da Rede Estadual Horário: 14h Local: Clube Municipal (Tijuca)

13/09/2014 - Conselho Deliberativo da Rede Estadual, às 10h. A partir das 14h, Assembleia geral no Clube Municipal.

16/09/2014 - Reunião da Secretaria e Coletivo - Horário 14h Local: auditório do SEPE/RJ

17/09/2014 - CINE DEBATE DA REGIONAL 3 às 18h no auditório 11 da UERJ

17/09/2014 - Audiência pública na ALERJ às 10h, na sala 316 do Palácio Tiradentes. Tema: “A situação da lotação dos Profissionais da Educação nas unidades da rede estadual após o término da greve”

Rede municipal do Rio fará protocolaços na prefeitura nesta quarta-feira (dia 10/9) - Imprima o modelo de Protocolo

Os profissionais das escolas municipais do Rio irão protocolar requerimentos nesta quarta-feira (dia 10/9), com concentrações às 10h e 14h, para exigir que o prefeito Eduardo Paes cumpra as determinações da Justiça e devolva os descontos nos salários da categoria efetuados por causa da greve da educação municipal nos meses de maio e junho. O Sepe solicita que os profissionais que se encontram nesta situação – com descontos nos salários nos meses de junho, julho e agosto, levem seus contracheques para denunciar a situação.

O sindicato ganhou na Justiça liminares que determinam que a prefeitura devolva o dinheiro descontado, já que a legalidade da greve ainda não foi julgada pelo Tribunal de Justiça. A prefeitura vem descumprindo a decisão e promoveu descontos nos salários dos profissionais que fizeram a greve por três meses seguidos. Amanhã, serão realizados dois atos, um pela manhã, a partir das 10h e outro, à tarde, a partir das 14h, com centenas de profissionais que irão protocolar requerimentos exigindo da prefeitura a devolução do dinheiro descontado de forma arbitrária e ilegal.

Clique no link para imprimir modelo de protocolo http://www.seperj.org.br/admin/fotos/boletim/boletim521.jpg

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Veja o calendário aprovado na Assembleia da Rede Municipal realizada no último sábado, dia 23/08, no Clube Municipal:

30/08 – Panfletagem na Cinelândia

07/09 – Participação no Grito dos Excluídos.

10/09 – Dia do Protocolo na prefeitura com o eixo “Devolva meu salário”.

20/09 – Assembleia geral da Rede Municipal no Clube Municipal (horário a confirmar)

01/10 - Ato na Cinelândia para marcar 1 ano da votação do PCCS do município - ênfase na extrema violência sofrida pelos profissionais de Educação.

04/10 – Plenária de Educação Infantil

13 a 18/10 – Semana da Educação. Realização seminários, atos e etc.

2ª semana de outubro – Encontro de representantes de escolas eleitos

15/10 – Grande Marcha da Educação

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Sepe teve audiência na SEEDUC no dia 18 de agosto para discutir punições a profissionais e problemas funcionais

O Sepe, juntamente com uma comissão de profissionais de educação esteve na SEEDUC, no dia 18 de agosto (segunda-feira) para apresentar uma série de questionamentos relativos a problemas funcionais da categoriais, como os listados abaixo:

a) Vários profissionais foram descontados de novo no mês de julho, recebendo menos em agosto;
b) vários profissionais continuam sem a devolução dos descontos relativos a greve de 2014;
c) Vários profissionais ficaram sem receber o décimo terceiro salário;.
d) Vários profissionais que perderam sua origem continuam com vários problemas, dentre eles o deslocamento em três, quatro e até cinco escolas, alguns inclusive sem condições de deslocamento, devido a distância entre as mesmas.

A direção do SEPE/RJ COBROU MAIS UMA VEZ O CUMPRIMENTO DA LIMINAR ganha pelo sindicato, que garante aos professores o retorno para suas escolas de origem. Argumentamos, inclusive, o desperdício de dinheiro público, pois hoje temos professores com vários tempos vagos em sua grade nas escolas, que deveriam estar com seus alunos realizando trabalho pedagógico, alguns com 20, 29 anos numa mesma escola.

Sepe entregou documentação, mas até hoje SEEDUC não apresentou solução

A direção do SEPE/RJ lembrou que os documentos que demonstram esses absurdos foram entregues à Sub secretaria de Gestão de Pessoas e até hj não foi dada nenhuma resposta.

A representação da SEEDUC demonstrou que não existe nenhuma vontade política de cumprir a liminar e afirmou que essa questão estava nas mãos do jurídico da mesma.

Com relação a resposta aos documentos apresentados as respostas serão dadas em reunião que deverá ser marcada com o Subsecretário de Gestão de pessoas Sr. Antoine Louzao.

Devolução dos descontos
Com relação a devolução do salário dos professores grevistas, a SEEDUC afirmou que o problema é de ordem técnica e que um grupo receberá, a devolução no salário de agosto que sai em setembro e os que ficarem faltando receberão no pagamento de setembro que sai em outubro.

A direção argumentou que se o problema era técnico devido a implantação e suspensão do inquérito administrativo aos grevistas porque a mesma situação estava se dando com o décimo terceiro?

Além disso foi cobrado também que esse prazo era muito longo e que na verdade é um descumprimento do decreto assinado pelo governador. Não obtivemos nenhuma resposta convincente.

13º salário
Com relação ao décimo terceiro os representantes da SEEDUC afirmaram que todos àqueles que não receberam, terão o pagamento garantido no mês de setembro junto com a folha de agosto. Afirmaram também que àqueles que não estão aparecendo com seu nome no sistema terão sua situação resolvida.

Nessa quinta feira (dia 21 de agosto) vamos à Alerj, às 15h, para cobrar dos deputados um posicionamento com relação a todas essas questões.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Calendário de Mobilização do SEPE-RJ (16/7 a 30/08)

16/07/2014 - Plenária dos profissionais das escolas municipais que estão sofrendo perseguições por parte do governo municipal, às 18h, (local a confirmar)

24/07/2014 - Ato em defesa do direito de greve e contra as perseguições dos governos, às 18h, na ABI.

02/08/2014 - Conselho deliberativo da rede municipal, às 10h, no SEPE/RJ

16/08/2014 - Conselho deliberativo da rede estadual, às 10h, no SEPE/RJ

30/08/2014 - Conselho orçamentário, às 10h, no SEPE/RJ

COMUNICADO DA DIREÇÃO DO SEPE/RJ A RESPEITO DA ASSEMBLEIA DO DIA 07 DE JULHO

Sobre a assembleia do dia 07 de julho:

A direção do SEPE/RJ informa que a categoria presente à assembleia do dia 07 de julho deliberou, por ampla maioria de profissionais credenciados, não retornar à greve encerrada na assembleia do dia 27 de junho.

Também informa que a assembleia foi encerrada por falta de condições de dar prosseguimento às discussões pois a condução da mesa foi inviabilizada . A ampla maioria da categoria presente concordou com o encerramento da assembleia e se retirou do local.

Reiterando nossa responsabilidade com a categoria, a direção do SEPE/RJ está encaminhando ações políticas e jurídicas para garantir os direitos de todos.

Dentre as ações políticas estão os contatos com diversos setores do governo, tanto do estado quanto do município, para estabelecer negociações, prioritariamente sobre os inquéritos administrativos resultantes da greve e devolução dos salários, bem como atos de solidariedade nos diversos setores da sociedade civil organizada.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O Sepe continua recebendo moções de apoio de vários sindicatos e instituições do país. Veja abaixo as recebidas nos últimos dias.

SINTUFF
Acesse pelo link http://www.seperj.org.br/admin/fotos/boletim/boletim477.pdf

SINTRAJUD

Nós, do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Estado de São Paulo - SINTRAJUD, nos solidarizamos com os professores e funcionários das escolas públicas da cidade e do Estado do Rio de Janeiro que lutam por melhores salários, condições de trabalho e ensino.

Repudiamos as ações do prefeito, Sr. Eduardo Paes, e do governador, Sr. Luiz Fernando Pezão, que além de atacar e reduzir as verbas da educação, faz uma série de ameaças aos trabalhadores das escolas públicas.

Exigimos do Prefeito e do Governador o respeito ao direito de greve e o reconhecimento da Campanha Salarial de 2014 e seu movimento grevista. Neste sentido, repudiamos a manobra jurídica de aplicação de decisões judiciais da greve passada no atual movimento. Exigimos o atendimento de todas as reivindicações das categorias em luta, o fim de todos os processos de perseguição política e retaliações administrativas aos educadores grevistas. Exigimos ainda a devolução dos valores referentes aos dias ilegalmente descontados pela prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Diretoria Executiva

SINTRAJUD


SINASEFE

Nós, do SINASEFE, nos solidarizamos com os professores e funcionários das escolas públicas da cidade e do Estado do Rio de Janeiro que lutam por melhores salários, condições de trabalho e ensino.

Repudiamos as ações do prefeito, Sr. Eduardo Paes, e do governador, Sr. Luiz Fernando Pezão, que além de atacar e reduzir as verbas da educação, faz uma série de ameaças aos trabalhadores das escolas públicas.

Exigimos do Prefeito e do Governador o respeito ao direito de greve e o reconhecimento da Campanha Salarial de 2014 e seu movimento grevista. Neste sentido, repudiamos a manobra jurídica de aplicação de decisões judiciais da greve passada no atual movimento. Exigimos o atendimento de todas as reivindicações das categorias em luta, o fim de todos os processos de perseguição política e retaliações administrativas aos educadores grevistas. Exigimos ainda a devolução dos valores referentes aos dias ilegalmente descontados pela prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

SINTE - Regional Itajaí

Nós, do SINTE - Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina - Regional de Itajaí, nos solidarizamos com os professores e funcionários das escolas públicas da cidade e do Estado do Rio de Janeiro que lutam por melhores salários, condições de trabalho e ensino.

Repudiamos as ações do prefeito, Sr. Eduardo Paes, e do governador, Sr. Luiz Fernando Pezão, que além de atacar e reduzir as verbas da educação, faz uma série de ameaças aos trabalhadores das escolas públicas.

Exigimos do Prefeito e do Governador o respeito ao direito de greve e o reconhecimento da Campanha Salarial de 2014 e seu movimento grevista. Neste sentido, repudiamos a manobra jurídica de aplicação de decisões judiciais da greve passada no atual movimento. Exigimos o atendimento de todas as reivindicações das categorias em luta, o fim de todos os processos de perseguição política e retaliações administrativas aos educadores grevistas. Exigimos ainda a devolução dos valores referentes aos dias ilegalmente descontados pela prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Coordenação Regional de Itajaí.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Vereadores condenam descontos e falta de diálogo do governo municipal com os profissionais da rede municipal

Em pronunciamentos realizados ontem (dia 2 de julho) na Câmara Municipal, vereadores condenaram o corte no ponto e as retaliações do governo municipal aos profissionais das escolas municipais que realizaram a greve. Diversos parlamentares também criticaram a recusa da secretária municipal de Educação, Helena Bomeny, de receber uma comissão do legislativo para discutir a questão dos descontos e da reprovação de dezenas de professores que se encontravam em estágio probatório por realizarem a greve unificada da Educação. A direção do sindicato percorreu os gabinetes da Câmara, solicitando a intervenção do órgão junto ao governo municipal para reverter as medidas arbitrárias contra a categoria. Veja alguns pronunciamentos contra o comportamento da prefeitura e da SME:

Vereador Brizola Neto (PDT): “Não consigo entender como uma secretária ded Educação recusa uma audiência com oito vereadores, cancelando uma reunião e se recusando a remarca-la. (...) A audiência tinha objetivo de tratar da questão da demissão, ou seja, do corte no salário dos professores que fizeram greve. (...)P Cortar o salário dos trabalhadores é mesquinho e demonstra uma pequenez muito amarga. (...) Profissionais estão com os salários cortados e impedidos de pegar uma condução para dar suas aulas. Pior, quando se corta o ponto, a SME dá uma clara indicação: não é preciso repor as aulas(...)

Vereador Jorge Felippe (PMDB e presidente da Câmara): “Vou procurar intervir para que os vereadores sejam recebidos. Naturalmente se isso não ocorrer, vamos convocar a secretária à Câmara de Vereadores para prestar os devidos esclarecimentos.”

Vereador Reimont (PT): “Faço coro à fala do vereador Leonel Brizola Neto em relação aos profissionais de educação. (...) Nós temos profissionais da educação, que no eu entendimento, é um segmento imprescindível para a sociedade, um segmento que merece todo o nosso respeito, profissionais que tem recebido nesses dias o contracheque com R$ 22,00 na sua conta corrente. Sabemos que o Estatuto do Servidor fala sobre o teto de 10% para desconto por mês dos profissionais de educação. O que o prefeito está fazendo com essa ação na SME é dizer exatamente: “Nós estamos nos lixando para a educação”. (...) A Alerj fez votação, fez encaminhamento, encaminhou para o governador para que fossem relidas, para que fossem anuladas as ações contra os profissionais de Educação do Estado. (...) Que a secretária de Educação Helena Bomeny abra espaço na agenda para conversar conosco, para conversar com os profissionais de educação.”

Vereador Eliomar Coelho (PSOL): (...) “O que está acontecendo com os professores... (...) Há muito tempo que existe um processo de sucateamento político das nossas escolas públicas, com objetivo de entrega-las à iniciativa privada. Hoje, por exemplo, é riscada, na prática da política educacional a autonomia pedagógica. Hoje a prefeitura compra pacotes pedagógicos que nada tem a ver com a realidade dos nossos alunos. É um absurdo atrás do outro! (...) Os profissionais de educação, inclusive, decidiram encerrar com a greve na última assembleia. Uma sinalização por parte da categoria de que quer conversar, dialogar. E isso é vedado pelo executivo, que está apostando, exatamente, no arrebentar da estrutura do movimento sindical da categoria dos profissionais no Estado do Rio de Janeiro.

Vereador Renato Cinco (PSOL): “Eu quero saber como a secretária de Educação e o prefeito têm a cara de pau de dizer que estão preocupados com os estudantes das escolas municipais, quando tem a coragem de pagar R$ 22 a um profissional da educação do município do Rio de Janeiro. Mesmo a greve acabando, como esse profissional vai se apresentar na escola para dar aulas? Quem vai pagar a passagem de ônibus? Esse profissional não tem dinheiro para alimentar sua família, não tem dinheiro para pegar o ônibus para dar aula. A prefeitura está inviabilizando qualquer tipo de relação saudável entre o poder municipal e os profissionais da educação com esse tipo de medida.

Carta aos responsáveis das escolas e creches do Rio de Janeiro


Há anos, a educação pública é deixada de lado pelos governos. No Rio de Janeiro não é diferente. A prefeitura tem verbas, mas o prefeito Eduardo Paes não investe nas escolas e creches. Por isso, faltam professores e funcionários, merenda de qualidade, quadras esportivas, laboratórios de Ciências e Informática, materiais básicos para as aulas. Muitas estão com problemas elétricos, hidráulicos, precisando de reformas. Não há ar condicionado nas salas. Para garantir investimentos nas escolas, creches e garantir um ensino melhor para os alunos, os profissionais de educação entraram em greve no dia 12 de maio.

O prefeito não nos atendeu, não apresentou nenhuma proposta de melhoria para a educação e ainda deixou professores/funcionários sem salário e com processos que podem levar à demissão. Estes trabalhadores agora não tem dinheiro para comprar comida, pagar passagem para trabalhar, nem sustentar suas famílias.

A prefeitura atacou o direito de greve dos profissionais da educação, assim como fez com os garis e ameaça cerca de 60 professores e funcionários com a demissão. Entre esses, existem mulheres grávidas que sustentam suas famílias.

Por isso, solicitamos o apoio dos responsáveis das escolas e creches, que também exigem padrão de qualidade para a educação de seus filhos.

Enviem e-mail ao prefeito e assinem nosso abaixo-assinado (acesse aqui http://www.seperj.org.br/admin/fotos/boletim/boletim473.pdf).

Nossa luta é a mesma: defender a educação pública, gratuita, laica e de qualidade.

Nota de repúdio sobre o incidente ocorrido na reunião do dia 30 de junho

A direção do Sepe/RJ, presente na reunião extraordinária realizada no auditório do sindicato no dia 30 de junho, repudia a ação de militantes de alguns grupos de oposição que tentaram impedir fisicamente que mulheres da direção e da base da categoria saíssem do auditório do Sepe, bloqueando as portas do mesmo por vários minutos.

Tais práticas desses setores têm criado um clima de desrespeito e agressões nas instâncias do sindicato, reuniões, conselhos e assembleias.

Reiteramos o nosso respeito a todos os posicionamentos políticos presentes na luta, mas não aceitaremos que as divergências sejam tratadas de formas desrespeitosas, caluniosas, machistas e com ameaças de violência.

Não podemos concordar que em nosso meio existam tais práticas, que são nocivas à construção política coletiva.

Retomemos o centro de nossas ações e nossos objetivos de lutar por uma educação pública de qualidade para todos e o respeito à base da categoria, que construiu esse imenso patrimônio político que é o Sepe RJ.

Fonte: Sepe-RJ

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