terça-feira, 15 de setembro de 2009

Professores da rede estadual de ensino fazem assembleia para decidir se continuam em greve

Publicada em: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/09/15/professores-da-rede-estadual-de-ensino-fazem-assembleia-para-decidir-se-continuam-em-greve-767616156.asp
Bom Dia Rio e O Globo

RIO - Os professores da rede estadual de ensino fazem nesta terça-feira uma nova assembleia para definir se mantêm ou não a paralisação. Eles querem que o governo do estado inclua, no plano de carreira, os profissionais que trabalham em regime de 40 horas e que a gratificação do programa Nova Escola seja incorporada ao salário até o ano que vem. A greve já dura uma semana e os pais e alunos estão preocupados com o calendário escolar, que já havia sido alterado em função da gripe suína.
Nesta segunda-feira, cinco professores que ficaram feridos na manifestação por reajuste salarial na semana passada foram à 1ª DP (Praça Mauá), onde registraram a ocorrência contra os policiais e pediram exames de corpo de delito. Segundo o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), os professores feridos por estilhaços das bombas de efeito moral e das balas de borracha ainda estão recebendo atendimento médico, por causa da gravidade dos ferimentos e se encontram impossibilitados de trabalhar.
Os professores devem entrar também com uma ação na Justiça contra o estado por causa da violência da Polícia Militar ocorrida em frente à Alerj.

Professores da rede estadual se reúnem para decidir os rumos da greve

Bom Dia Rio
Notícia publicada em: http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1304494-9101,00-PROFESSORES+DA+REDE+ESTADUAL+SE+REUNEM+PARA+DECIDIR+OS+RUMOS+DA+GREVE.html
Professores querem que o estado inclua, no plano de carreira, os profissionais que trabalham em regime de 40 horas e pedem gratificação no salário a partir do ano que vem.
Professores da rede estadual fazem nesta terça-feira (15) mais uma assembleia para definir os rumos da greve, que já dura uma semana. Eles querem que o governo do estado inclua, no plano de carreira, os profissionais que trabalham em regime de 40 horas. Outro pedido é que a gratificação do programa Nova Escola seja incorporada ao salário até o ano que vem. Na segunda-feira (14), cinco professores foram à delegacia da Praça Mauá, para pedir exames de corpo de delito. Eles querem provar que PMs agrediram manifestantes em frente à Assembleia Legislativa na semana passada. O grupo pretende entrar com ação na Justiça.

Só parte dos feridos na Alerj prestaram depoimento e fizeram exames no IML ontem

No final da tarde de ontem, o Sepe acompanhou a ida de oito profissionais feridos nos incidentes com a PM na Alerj (no dia 8 de setembro) para prestar queixa na 1ª Delegacia Policial (Centro). Os professores foram acompanhados por um advogado do Departamento Jurídico do sindicato e os policiais encarregados do registro escalonaram a prestação de depoimentos, ouvindoi três da vítimas ontem e marcando o restante para o dia de hoje. Logo depois, os três profissionais que prestaram depoimento ontem foram encaminhados para exame de corpo delito no Instituto Médico Legal (IML), onde os peritos comprovaram a gravidade dos ferimentos produzidos por estilhaços das bombas de fragmentação lançadas pela Polícia Militar na multidão.
De acordo com o advogado do sindicato, o primeiro passo para apurar as responsabilidades das autoridades policiais e do governo do estado foi dado ontem com a prestação dos depoimentos (que continuará durante o dia de hoje) e com os exames de corpo delito. O Sepe vai entrar com uma ação para comprovar a responsabilidade do comando da PM e do governo do estado no caso, solicitando a punição de todos os culpados. Posteriormente, o sindicato vai entrar com uma ação civil para resguardar os direitos destes profissionais (tratamento de saúde e indenização por danos morais e lesão corporal).

EDUCAÇÃO

Texto de autoria do professor aposentado da Rede Estadual, Antonio Francisco

Vai de mal para pior
Educação vira pó
Saibam todos os eleitores.
Seu Cabral, será melhor
Sem mentira no gogó
Tratar bem aos professores.
Com recursos do trem-bala
O bom senso não se cala
Quanto a prioridades.
O povo sabe que é mala
Quem coloca numa vala
Toda nossa identidade.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Palestra com o Prof. José Pacheco (Escola da Ponte)

A palestra com o José Pacheco vai ser essa quarta-feira 16 às 17:30 no Teatro Mario Lago (Colégio Pedro II de São Cristovão) e será preparatória para o I Congresso de Educação do Sindscope (http://www.sindscope.org.br/) Sindicato dos Funcionários do Colégio Pedro II.

José Pacheco é um dos idealizadores da Escola da Ponte, escola libertaria portuguesa que durante 30 anos se negou a trabalhar seguindo a política educacional do Estado, criou seu próprio modelo de educação desenvolvendo os princípios de solidariedade, responsabilidade e autonomia.

A indicação desta palestra foi feita pelo Prof. Luiz Baltar.

Sepe ganha liminar que obriga prefeitura do Rio convocar merendeiras aprovadas em concurso:

A juíza da 14ª Vara de Fazenda do Tribunal de Justiça do Rio, Neusa Regina Larsen de Alvarenga Leite, aceitou o pedido de liminar do Sepe para que a prefeitura do Rio convoque cerca de 500 merendeiras aprovadas em concurso público. A prefeitura alegou para não convocar as aprovadas que utilizaria mão de obra terceirizada, contratada pela Conlurb. Este argumento não foi aceito pela juíza em sua sentença ao escrever “que o procedimento adotado pela Administração (prefeitura) não atende às funções a serem exercidas pelo cargo a ser preenchido pelo concurso, representando apenas uma forma de suprir, em caráter emergencial, o trabalho a ser executado”.
O Sepe, em audiência com a Secretaria de Educação Municipal, apresentou o impacto no orçamento da prefeitura para a contratação das concursadas, que é cerca de R$ 3,3 milhões/ano, mostrando que a relação custo-benefício é amplamente favorável para a contratação das merendeiras pelo regime estatutário.

Grupo de profissionais feridos pela PM na Alerj prestará queixa hoje

O Sepe encaminhará à Delegacia e ao IML nesta tarde, um grupo de cinco profissionais de educação que foram feridos pela PM nos incidentes ocorridos na frente da Alerj, no dia 8 de setembro, quando a polícia lançou bombas de efeito moral e deu tiros para cima da categoria, que realizava uma manifestação em defesa do plano de carreira e da incorporação do Nova Escola, entre outras reivindicações.
O grupo irá primeiro até a Delegacia resposável pelo policiamento daquela área e, depois, deverá ser encaminhado pela polícia para realizar exames de corpo delito no IML. O Departamento Jurídico do Sepe vai acompanhar os profissionais e prestará toda a assistência jurídica para que eles possam ter resguardados os seus direitos, inclusive, entrando com ações na Justiça e exigindo do Estado indenização.

Greve na Rede Estadual

Todos ao ato na Alerj, nesta terça (dia 15/9), às 14h.
Assembléia geral na ACM (RUA DA LAPA 87 - 6º ANDAR), ÀS 17H.Vamos continuar mantendo a pressão nos deputados para garantir as nossas reivindicações!
Os profissionais de educação das escolas estaduais estão em greve até que o governo do estado atenda às reivindicações da categoria de inclusão dos profissionais que trabalham em regime de 40 horas e os funcionários administrativos no plano de carreira e de incorporar ainda neste mandato a gratificação do Nova Escola. A greve foi iniciada na terça-feira, dia 8.
AMANHÃ, dia 15, a categoria realiza um ato público em frente à Assembléia Legislativa (Alerj), às 14h, e, após o ato na Alerj, realizaremos uma assembléia geral, no auditório da ACM (Rua da Lapa, 86 - 6º andar - Lapa).

Professores do Rio de Janeiro continuam em greve

segunda-feira, 14 de setembro de 2009, 12:33 Online
SOLANGE SPIGLIATTI - Agencia Estado
SÃO PAULO - Cerca de 40 mil funcionários da rede de ensino do Rio de Janeiro, um pouco mais de 50% do efetivo, dão continuidade hoje à paralisação iniciada na última terça-feira, segundo informações do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe). A categoria reivindica reajuste salarial de 16% já no próximo pagamento (outubro referente a setembro), com retroativo a maio e redução de carga horária para os funcionários administrativos de 8 horas para 6 horas. Os trabalhadores das escolas estaduais devem realizar amanhã um ato público em frente à Assembleia Legislativa (Alerj) às 14h. Para depois da manifestação está programada uma nova assembleia para definir os rumos do movimento.

Confira esta reportagem em:
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,professores-do-rio-de-janeiro-continuam-em-greve,434625,0.htm

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