domingo, 12 de março de 2017
segunda-feira, 6 de março de 2017
domingo, 5 de março de 2017
8 DE MARÇO - REFORMA DA PREVIDÊNCIA TAMBÉM É UMA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES TRABALHADORAS
REFORMA DA PREVIDÊNCIA TAMBÉM É UMA VIOLÊNCIA CONTRA
AS MULHERES TRABALHADORAS
O dia 8 de março deste ano vai ser marcado com muitos ataques aos
direitos das mulheres trabalhadoras! Mais de trinta países estão marcando um
grande dia contra a retirada de direitos, machismo e violência. Mas apesar da
classe trabalhadora ter ataques aos seus direitos às mulheres estão sendo linha
de frente nas lutas internacionalmente.
Na Argentina por causa da violência e o feminicídio deu-se um movimento
“Ni Una Menos” que contagiou toda
América Latina. Na Polônia por causa da mudança da legislação do aborto,
mulheres tomaram as ruas vestidas de preto e conseguiram vitória! Na Índia as
operárias conseguiram barrar nas ruas a reforma da previdência e impulsionaram
uma greve geral onde nunca foi visto naquele país. Nos E.U.A. mulheres
conseguiram trazer três milhões de pessoas às ruas contra a política neoliberal
do presidente Donald Trump.
No Brasil os ataques aos direitos das mulheres trabalhadoras tem se
acentuado com as reformas da previdência e trabalhistas onde dará a nova face
da escravidão aumentando mais as desigualdades entre mulheres e homens.
As trabalhadoras e as secundaristas do RJ estão sempre em luta por causa
dos calotes do governo do Estado do RJ, da privatização da CEDAE, da falta de
creche, dos baixos salários, do alto índice de desempregadas, do aumento da
violência contra as mulheres, da banalização do feminicídio, dos ataques a
discussão de gênero e diversidade sexual, nas ocupações de escolas e nas
periferias denunciando o genocídio do povo negro.
E neste ano que se comemora os 100 anos da Revolução Russa, todo este
protagonismo das mulheres trabalhadoras, sobretudo negras revive a luta das
operárias têxteis e mulheres pobres que culminou a uma grande mobilização . A
miséria provocada pela 1ª guerra mundial e o levante das mulheres, em três
dias, conduziu o país a uma greve geral que foi o estopim de uma revolução
socialista vitoriosa. As mulheres participaram ativamente do processo
revolucionário e conquistaram, nos primeiros anos da revolução, muito mais do
que qualquer país capitalista ofereceu em toda a sua existência.
Neste sentido, a nossa tarefa é
derrotar as reformas e todos os ataques que este governo federal e estadual estão colocando em curso aos direitos das
mulheres e de toda a classe trabalhadora. É necessário compreender que somente
na luta é que derrotamos todos estes ataques!
O 8 de março deste ano será nas
ruas, na greve das mulheres trabalhadoras!
DIA 8 DE MARÇO –CONCENTRAÇÃO DAS 16H
ÀS 18H NA CANDELÁRIA!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
VIOLÊNCIA NA MARÉ
Nos últimos dias os conflitos armados se intensificaram na Maré, e nós, perdemos uma aluna. Lamentavelmente alguns colegas tratam esta triste realidade com normalidade. Esquecem o descaso dos governos, a ausência de políticas públicas, a repressão policial. Mesmo sob tiroteio, insistem em abrir a U.E, colocando em risco sua própria vida e a de estudantes, responsáveis, profissionais. Podem garantir números para estatísticas, mas não garantem um dia letivo de qualidade numa situação tão adversa.
Com o conflito armado as aulas são interrompidas. Profissionais e alunos tentam sobreviver deitados por horas no chão. Assim o processo de ensino-aprendizagem é extremamente prejudicado.
Sabemos que colegas das direções sofrem com uma autonomia equivocada, que coloca sob sua responsabilidade a decisão sob a segurança e vida de centenas de pessoas. Reivindicamos que a decisão sobre o funcionamento ou não da U.E. seja feita de maneira democrática, coletiva. Com os profissionais e a comunidade escolar. E como sempre, faremos a reposição dos conteúdos.
Se você não tiver segurança sobre proteger sua vida e a das alunas/os, você não pode ser obrigado a trabalhar. Não existe nenhuma legislação que garanta prejuízos a vida funcional ou ao estágio probatório. Organize sua escola/EDI/creche. Procure o SEPE.
Vamos exigir políticas públicas, a melhoria das moradias, saneamento básico, lazer, emprego, respeito a cultura e a história destes locais, saúde, educação pública de qualidade.
Toda solidariedade à família, aos profissionais da escola, a comunidade.
Com o conflito armado as aulas são interrompidas. Profissionais e alunos tentam sobreviver deitados por horas no chão. Assim o processo de ensino-aprendizagem é extremamente prejudicado.
Sabemos que colegas das direções sofrem com uma autonomia equivocada, que coloca sob sua responsabilidade a decisão sob a segurança e vida de centenas de pessoas. Reivindicamos que a decisão sobre o funcionamento ou não da U.E. seja feita de maneira democrática, coletiva. Com os profissionais e a comunidade escolar. E como sempre, faremos a reposição dos conteúdos.
Se você não tiver segurança sobre proteger sua vida e a das alunas/os, você não pode ser obrigado a trabalhar. Não existe nenhuma legislação que garanta prejuízos a vida funcional ou ao estágio probatório. Organize sua escola/EDI/creche. Procure o SEPE.
Vamos exigir políticas públicas, a melhoria das moradias, saneamento básico, lazer, emprego, respeito a cultura e a história destes locais, saúde, educação pública de qualidade.
Toda solidariedade à família, aos profissionais da escola, a comunidade.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
REGIONAL 4 ARRECADANDO ALIMENTOS, REMÉDIOS E MATERIAIS DE HIGIENE EM BONSUCESSO
REGIONAL
4 EM BONSUCESSO FAZENDO CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO DE ALIMENTOS E REMÉDIOS
A situação das servidorXS do
Estado do RJ é péssima. Muitxs ficam apreensivos se realmente terão seus
salários depositados. As que mais sofrem são as aposentadas e pensionistas,
pois durante a sua vida de trabalho contribuíram para previdência e no momento
de ter acesso a este dinheiro o Estado por má administração não paga. Vale
lembrar que Pezão deu isenção fiscal a grandes empresas onde o valor daria para
pagar durante cinco anos estxs servidorxs.
A política deste governo é
colocar a crise nas costas dos servidorxs e da população pobre e negra. Dívida aumentando, despejo, falta de remédio e
alimento, pressão alta, luz/gás cortado esta é a realidade dxs aposentadxs,
pensionistas e servidorxs ou seja, as mais penalizadas são as mulheres
trabalhadoras sobretudo negra! A insegurança é constante!
Quase metade dos servidores
estaduais ainda não recebeu os salários de novembro e o governo Pezão insiste
em parcelar o restante da folha em cinco parcelas, até o dia 17/11 e não se
esforça em minimizar as consequências do atraso salarial aos servidorxs ativxs
e aposentadxs.
Por isso, a Regional 4 hoje esteve
em Bonsucesso fazendo campanha de arrecadação de materiais de higiene/alimentos
e remédios denunciando assim a população
a realidade dxs servidorxs, aposentadxs e pensionistas.
A receptividade da população foi
grande onde muitos que passavam afirmavam dizendo que não basta somente prender
os corruptos mas que todo o dinheiro da
corrupção deve ser devolvido aos cofres para pagar trabalhadrxs do Estado e
assistir a população que foi lesada.
A regional 4 recebe doações 3f e 5f
das 14h ás 17h ou deixar as doações na portaria do prédio!
PEZÃO, PAGUE TODOS OS SALÁRIOS DXS SERVIDORXS, APOSENTADXS E PENSIONISTAS!
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
XVIII Encontro de Funcionários da Educação
No primeiro dia do encontro de funcionários foi debatido a conjuntura. Estiveram presentes na mesa de debates Gualberto Tinoco (CSP CONLUTAS), Marco Túlio (CUT) e Gustavo (INTERSINDICAL).
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