domingo, 9 de julho de 2017
sábado, 8 de julho de 2017
SEMINÁRIO SOBRE VIOLÊNCIA E REFORMAS - SEPE REGIONAL IV
A realidade das escolas/creches/EDI’s são de constante
violência tanto no chão das unidades como nos confrontos armados que são
constantes!
A Regional 4 tem o
Complexo da Maré , Complexo do Alemão/Penha, Manguinhos, Jardim América, Vigário
Geral e Cidade Alta que são áreas que mais sofre no Rio de Janeiro com os
confrontos armados o que coloca em risco a vida dxs alunxs e dxs profissionais!
Estamos cansadxs de tanta violência e em ver alunxs e
profissionais serem atingidos nestes confrontos!
O Estado está falido e a escola/creche pública sucateada!
As reformas da previdência e trabalhista atinge direto estxs
profissionais.
Por isso, o SEPE REGIONAL 4 convida a todxs para o SEMINÁRIO
SOBRE VIOLÊNCIA E REFORMAS!
DIA:10/07 (segunda-feira) às 18h
Local: Paróquia Bom
Jesus da Penha (Av. Brás de Pina, 181 – Penha)
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Rotina de violência nas escolas! Convocação Seminário Violência e Reformas 10/07
No dia 6 de julho, uma nova operação policial na Maré levou o terror a milhares de pessoas. Uma escola foi utilizada como base pelos policiais e está destruída. É nesta unidade que está funcionando o CIEP atingido por um incêndio há poucas semanas. No mesmo dia em que a entrada de 4 caveirões trouxe o pânico a profissionais, moradoras e moradores.
Estamos cansados desta rotina. Não podemos mais aceitar isso. Quem dá a ordem para estas ações tem que ser responsabilizado.
Precisamos falar da violência e nos organizar!!!
Convocamos toda comunidade a discutir a violência estrutural e seus desdobramentos no cotidiano escolar, será na Av. Brás de Pina, 181. Penha, RJ. Salão da Paróquia Bom Jesus da Penha, dia 10 de junho, segunda-feira às 18 horas.
Será emitido certificado de presença.
Convocamos toda comunidade a discutir a violência estrutural e seus desdobramentos no cotidiano escolar, será na Av. Brás de Pina, 181. Penha, RJ. Salão da Paróquia Bom Jesus da Penha, dia 10 de junho, segunda-feira às 18 horas.
Será emitido certificado de presença.
quinta-feira, 6 de julho de 2017
terça-feira, 4 de julho de 2017
Seminário sobre Violência e Reformas 10/07
Em meio a tantos confrontos que assolam a população pobre do Rio de Janeiro, impactando as crianças, os profissionais de educação e toda a estrutura escolar, discutiremos as reformas atuais e suas influências nesse cotidiano.
A Regional 4 convoca a categoria, e a população a discutir esse tema e as possíveis abordagens. Será emitido certificado de presença. Dia 10/07/2017 ás 18 horas.
LOCAL: Av. Brás de Pina, 181. Penha, RJ. Salão da Paróquia Bom Jesus da Penha.
quarta-feira, 28 de junho de 2017
REDE MUNICIPAL: ASSEMBLEIA 01/07 NO SINPRO RIO
O Sepe convoca os profissionais da rede municipal para a assembleia geral que será realizada no sábado, dia 1º de julho, no auditório do SINPRO RIO (Rua Pedro Lessa, 35 - Centro), a partir das 10h.
Lembramos que é necessário a apresentação de contracheque da rede para o credenciamento.
terça-feira, 27 de junho de 2017
DIA 28 DE JUNHO - DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO LGBT
28 DE JUNHO
DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO LGBT
A Rebelião de Stonewall, aconteceu
no dia 28 de junho de 1969 e foi o movimento LGBT mais importante na história.
LGBT’s cansadxs de tantas humilhações se rebelaram pela constante repressão
policial e durante seis noites se enfrentaram. As ruas foram ocupadas com
confrontos policiais, trincheiras, incêndios e com várias manifestações com
enfrentamentos que deram origem ao dia
28 de junho – dia do orgulho LGBT!
Apesar das inúmeras lutas ao
longo dos tempos até hoje os direitos dxs LGBT’s trabalhadorxs precisam
avançar. A violência física é contínua e são exclusxs do mercado de trabalho e
do estudo. Sua orientação sexual e sua identidade de gênero muitas vezes é
escondida por causa de uma sociedade que impõe padrões heteronormativos.
Este setor representa milhões de
desempregadxs, na sua maioria são terceirizadxs e estão em postos precarizados,
principalmente quando são negras e negros!
No governo de Dilma a PLC 122 que
criminaliza a LGBTfobia foi vendida ao
setor fundamentalista e o kit anti homofobia foi usado como moeda de barganha
para esquecer a citação de Pallocci relacionado à corrupção.
É necessário ressaltar que apesar
de todas as debilidades mulheres, negras e negros tiveram leis que caracterizam
algum tipo de violência seja por gênero ou raça, entretanto o setor LGBT não
teve nenhum avanço!
De FHC a Dilma foi contabilizada
4.003 mortes de LGBT’s, sendo que no governo Lula/Dilma triplicou o número de
mortes. No governo de Michel Temer nada
se modificou, são 345 mortes desde que assumiu a presidência da República.
O Brasil é o primeiro país no
mundo em assassinatos LGBT’s com requinte de crueldade. A expectativa de vida
de uma mulher trans é de 35 anos e estima-se que um LGBT é assassinado por dia.Na maioria das vezes os dados
estatísticos são imprecisos por não ter órgãos competentes caracterizando os
assassinatos. Caracteriza-se que são 500.000 casos de violência no
Brasil contra LGBT’s incluindo estupro “corretivo” realizado em lésbicas,
bissexuais, transexuais que tem como objetivo “corrigir” a orientação sexual e
identidade de gênero.
Para revertermos estas estatísticas
é importante que profissionais da educação se empenhem e lutem para que dentro
das escolas/creches se tenha uma educação libertária, livre de preconceitos e
para que isso se torne concreto, a educação sexual dentro dos ambientes
educacionais se torna um dos maiores pilares de sustentação para que possa se respeitar
e entender a orientação sexual e a identidade de gênero de todxs!
A educação atualmente passa por
um dos maiores ataques, o Projeto Lei “Escola sem Partido” conhecido como “A
Lei da Mordaça” que entre várias proibições encontra-se também a proibição da discussão de gênero e
orientação sexual.
É fundamental saber que o
machismo anda de braços dados com a LGBTfobia e quando negamos esta informação
não se permite o desenvolvimento adequado além de negar a informação, contribui
com a violência!
As reformas
trabalhistas/previdência e a terceirização precariza a situação LGBT. Mulheres,
negros e LGBT’s são os que ficam nos piores postos de trabalho além de
receberem os menores salários!
É necessário afirmar que o sistema capitalista não acaba com as opressões ou sequer ameniza.
Logo, é primordial que os setores oprimidos se unifiquem como parte da classe
trabalhadora e tomem em conjunto esta luta para derrotar o capital que divide a
classe através do machismo, racismo e LGBTfobia para poder dominar.
Mesmo com todos os ataques temos
como tarefa avançar e arrancar mais direitos como nome social, identidade de
gênero, criminalização a LGBTfobia, despatologização trans entre outros
direitos específicos.
Neste ano de 2017, o dia
internacional do orgulho LGBT será marcado dois dias antes da Greve Geral
marcado para 30 de junho.
O dever da classe trabalhadora é
abraçar a pauta LGBT e lutar contra as reformas que atacam direitos das
mulheres, negros e LGBT’s,
A NOSSA LUTA É TODO DIA! CONTRA O
MACHISMO, RACISMO E LGBTfobia!
quinta-feira, 22 de junho de 2017
Relato da Regional IV sobre ida a 4ª CRE
No dia 26 de junho, mais de 100 profissionais de educação da Maré, estiveram na reunião da 4ª CRE e SME.
Depois de tudo que ocorreu na segunda-feira, precisávamos falar sobre os problemas que enfrentamos, as condições em que trabalhamos, ser ouvidos, ouvir.
Mantendo a pauta prioritária, reivindicamos que fosse realizado um levantamento técnico dos problemas estruturais das escolas, EDI’s e creches, para serem realizadas obras. O secretário informou que já havia sido feito pelas diretoras.
Continuaremos reivindicando que seja um levantamento técnico, com estudo de especialistas, para realizar as reformas tão necessárias para rede.
Solicitamos que a Prefeitura garanta reunião com a Secretaria Estadual de Segurança, que cobre esclarecimentos sobre os motivos do atraso do Corpo de Bombeiros e responsabilização de quem autorizou a operação do dia 19 de junho. O secretário informou que a Prefeitura tem tentado, mas não consegue agendar reunião com a SES.
Por fim, gostaríamos de pontuar que é inadmissível a forma como o secretário entrou na reunião. No cenário de crise que enfrentamos é tarefa também das educadoras e educadores combater a intolerância e todas as formas de opressão.
SEPE/Regional IV
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