sexta-feira, 8 de março de 2013

Assembleia da rede municipal, dia 09/03 (sábado) - Regionais vão disponibilizar transporte

A regional 4 vai disponibilizar transporte a partir de Bonsucesso para a assembleia da rede municipal do Rio, que será realizada dia 9, sábado, às 10h, em Campo Grande (Rua Manaí, nº 180 – na subsede do Sinpro).

O transporte sairá da sua sede (Rua Cardoso de Moraes, 145/1007 - BONSUCESSO, próximo à Praça das Nações - telefone: 2564-2194 / Funcionário Dirley: 7133-0088).

A Regional 4 solicita que os profissionais interessados contatem ainda hoje (sexta-feira, 08/03) até as 17 horas.

Em outras regionais
Outras regionais como a Regional 1 e a Regional 2 também disponibilizarão transporte para quem quiser ir a Assembleia.

O transporte da Regional 1 vai sair da sede do Sepe Central (Rua Evaristo da Veiga, 55; Tel: 2225-7687 / Paulo – 8669-0301);

O da Regional 2 sairá da sua sede (TV ALMERINDA FREITAS 36 SL 202 – MADUREIRA - Tel: 3359-5059 / Func. Marcelo: 9293-1922).

As regionais citadas também pedem para os profissionais interessados contatarem antes.

Cartaz da paralisação de 21/03 na Rede Estadual



Clique aqui para baixar o cartaz da paralisação do dia 21/03, na rede estadual - divulgue na sua escola e nas rede sociais. 

Profissionais de educação participarão da passeata do Dia Internacional da Mulher hoje (dia 8)



Os profissionais de educação participarão da Passeata do Dia Internacional da Mulher, que será realizada nesta sexta-feira (dia 8/3), no Centro do Rio. A concentração está marcada para as 16h, na Candelária. 

A passeata é realizada tradicionalmente todos os anos no Centro do Rio para marcar a passagem do dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. neste ano, os eixos de reivindicação da passeata são os seguintes: chega de violência contra as mulheres; queremos salários dignos. creche 24 horas. contra a retirada dos direitos dos trabalhadores. e não ao Acordo Coletivo Especial (ACE). 

O Sepe parabeniza as mulheres pela passagem do seu dia
O Sepe sempre marcou presença na passeata e nos atos realizados neste dia em defesa dos direitos das mulheres. Neste 08 de maio, aproveitamos para parabenizar todas as mulheres pelo seu dia e reafirmar a certeza de que a luta contra o machismo, o racismo e a homofobia são eixos fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e democrática.

Audiência na Comissão de Educação da Alerj: Veja o que foi discutido no encontro



O Sepe participou da audiência pública na Comissão de Educação da Alerj, no dia 06 de março, que tratou da remoção dos funcionários administrativos estatutários nas escolas estaduais. A remoção arbitrária de funcionários concursados teve início ainda no mês de dezembro e o Sepe articulou uma mobilização deste segmento da categoria para lutar contra a sua substituição por funcionários de empresas terceirizadas. 

A mobilização envolveu a realização de diversos atos de protesto na SEEDUC e o sindicato acionou órgãos como o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o Ministério Público Estadual (MPE) para denunciar o projeto de substituição dos funcionários concursados por terceirizados. Tanto o TCE como o MPE já se pronunciaram contra a substituição de concursados por terceirizados e reafirmaram que a lei determina a realização de concurso público para a resolução do problema de carência de profissionais da rede estadual.

Na audiência do dia 6 de março, o  presidente da Comissão de Educação da Alerj, deputado Comte Bittencourt (PPS), defendeu a realização de concurso público para a contratação de funcionários de apoio das escolas da rede estadual de ensino. Comte disse que vai usar todos os meios legais para exigir que o concurso ocorra para as carreiras de servente, vigia, merendeiro e zelador. O subsecretário de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Educação, Luiz Carlos Becker, afirmou, no encontro, que a secretaria pretende terceirizar esses serviços. Os próximos concursos, acrescentou, serão para professor e inspetor escolar. Para  presidente da Comissão de Educação, essa decisão caracteriza descumprimento da lei.

Quanto à questão da substituição de 836 funcionários administrativos por contratados de empresas terceirizadas, medida questionada pelo Sepe, o subsecretário tentou descaracterizar o problema, afirmando que eles teriam sido remanejados dentro de um mapeamento realizado pelas Coordenadorias Metropolitanas. Segundo Becker, eles foram transferidos para 222 escolas, onde a secretaria continuará sendo responsável pela merenda e a limpeza. Becker explicou ainda que existe um alto número de servidores em licença. “São 6.800 serventes. Se esses servidores estivessem em atividade, talvez não teríamos a necessidade de terceirizadas, só que nos deparamos com mais de dois mil deles em algum tipo de licença. Então, temos um quantitativo que não permite que os serviços sejam feitos 100% pelo servidor de matrícula”, disse o subsecretário, que escondeu o fato de que o número alto de funcionários licenciados é um resultado das precárias condições de trabalho nas escolas, tantas vezes denunciado pela categoria e pelo sindicato à SEEDUC. 

O presidente da Comissão de Educação classificou esse remanejamento como arbitrário, afirmando que faltou bom senso e respeito aos funcionários, muitos deles trabalhando há mais de 25 anos na mesma escola e próximos da aposentadoria.. “Falta bom-senso e respeito ao servidor. A razoabilidade e o respeito ao cidadão têm que permear as decisões, e essa decisão de remanejar funcionários que há 25 anos estão na unidade e já compõem aquele projeto político-pedagógico é completamente descabido”, destacou Comte Bittencourt.

Na sua fala durante a audiência, o Sepe reclamou do remanejamento, mostrando que, na prática, muitos funcionários tiveram redução salarial, já que alguns deles foram remanejados para locais distantes de suas residências, aumentando, assim, os gastos com passagem de ônibus.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Veja o vídeo da Paralisação da Rede Estadual e Municipal de Educação (05/03)


No dia 05 de março, as redes estadual e municipal fizeram uma paralisação conjunta.

Pela manhã, os profissionais do município realizaram aula pública na Cinelândia para denunciar a propaganda do prefeito com o jogo "Banco Imobiliário".

À tarde, os profissionais do estado realizaram uma assembleia na ABI, onde decidiram fazer nova  paralisação nas escolas estaduais no dia 21 de março.

No final da tarde, educadores do estado e município participaram da Marcha da Educação.

Veja o vídeo:


Carta dos estudantes de pós-graduação do IPPUR/UFRJ em repúdio ao Banco Imobiliário - Cidade Olímpica


Os estudantes de pós-graduação do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPUR/UFRJ) vêm, por meio desta, manifestar repúdio à iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro em comprar e distribuir o jogo Banco Imobiliário - Cidade Olímpica nas escolas municipais da cidade.

Baseando-nos no conjunto de leis que estabelecem as diretrizes gerais da educação e da política urbana no Brasil, concluímos que esta atitude foi orientada por interesses políticos e econômicos que não estão comprometidos com o amadurecimento crítico dos jovens cariocas.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação determina, em seu parágrafo segundo, que “A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O brinquedo em questão não contribui com a formação intelectual e cidadã dos educandos acerca do espaço urbano do município do Rio de Janeiro. Ao invés disso, o jogo praticamente naturaliza a competitividade para a acumulação e a especulação imobiliária quando, em sua dinâmica, gera expectativas de ganhos econômicos a partir de intervenções urbanísticas realizadas pelo Estado. Afora isso, ele ainda exalta as obras realizadas pela atual gestão municipal, caracterizando-se como um instrumento de propaganda política, despreocupado em disseminar entre os discentes da rede municipal um entendimento das reais condições urbanas de moradia e do uso de equipamentos públicos nas diferentes localidades da cidade mencionadas pelo brinquedo.

Questionamo-nos: Por que em uma atividade lúdica sobre a cidade em que os alunos vivem, realizada nas dependências escolares, o princípio do “preparo para o exercício da cidadania” está confundido com princípios que orientam e regulam os mercados capitalistas? Por que não se desenvolveu um jogo que buscasse propagar princípios básicos do Estatuto das Cidades, já que esse “estabelece normas de ordem pública e interesse social que regulam o uso da propriedade urbana em prol do bem coletivo, da segurança e do bem-estar dos cidadãos, bem como do equilíbrio ambiental”?

O jogo estimula o educando a entender a cidade como um espaço exclusivamente mercantil. A “compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade” são apresentados de forma a impor uma ideologia baseada na competição e na acumulação individual de bens materiais.

A solidariedade humana e a atuação em prol do coletivo (como previsto no Estatuto das Cidades) são substituídas por valores individuais. A cidade é informada como sendo mero espaço de acumulação, na qual os problemas resumem-se aos meios para a valorização dos imóveis particulares.

O “aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico” (LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO) são, portanto, contrariados, considerando-se as diretrizes básicas da educação e da política urbana no Brasil. Por fim, o brinquedo não estimula a criticidade e a competência na resolução de problemas reais no ambiente urbano brasileiro, como a desigualdade no acesso à infraestrutura social, aos serviços públicos e à moradia digna. Ele conforma um discurso ideológico que apresenta um modelo de cidade, resultante de um projeto político e econômico de um determinado grupo dominante, como natural e inquestionável aos educandos, ignorando os conflitos que se dão no espaço urbano em torno da luta por condições dignas e igualitárias de moradia e acesso aos equipamentos públicos de uso coletivo.

Isto posto, tendo como base os Artigos 32º e 35º da Lei de Diretrizes e Bases da educação, que dispõe, respectivamente, sobre a finalidade do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, e o Estatuto das Cidades, que estabelece as diretrizes gerais da política urbana, concluímos que a iniciativa de utilizar tal jogo nas escolas é inadequada e nociva para a formação cidadã dos educandos. Assim, reafirmamos o nosso repúdio e indignação quanto à distribuição do jogo Banco Imobiliário - Cidade Olímpica nas escolas da cidade do Rio de Janeiro.

Assinado: Estudantes de pós-graduação do IPPUR/UFRJ

quarta-feira, 6 de março de 2013

Rede estadual vai parar novamente no dia 21 de março: veja como foi a mobilização de ontem (dia 5/3)


Os professores e funcionários administrativos das escolas públicas estaduais realizaram ontem, dia 05/03, uma paralisação de 24 horas em protesto contra os baixos salários, contra as políticas meritocráticas impostas pela Secretaria Estadual de Educação, os ataques do governo estadual aos direitos dos educadores e as más condições de trabalho. 

Em assembleia realizada no auditório da ABI, no Centro do Rio, centenas de profissionais de educação decidiram realizar uma nova paralisação no dia 21 de março, quando a mobilização pela campanha salarial vai continuar. Neste dia, será realizada nova assembleia, também na ABI, às 11h, quando uma proposta de greve será discutida; logo após a assembleia, também no dia 21, ocorrerá um ato público em frente à Alerj.

As redes estadual e a municipal do Rio fizeram uma paralisação conjunta. Elas reivindicam piso salarial de 5 salários mínimos para os professores e 3,5 para funcionários. O piso do professor estadual hoje é de R$ 1.001,00; no município, o professor recebe de piso salarial R$ 1.092,00.

Na parte da tarde, a categoria participou da Marcha da Educação, em conjunto com outras entidades integrantes do Fórum em Defesa da Escola Pública (FEDEP). A passeata reuniu profissionais das escolas estaduais e municipais; UERJ, UFF, UFRJ, Universidades Estaduais; Colégio Pedro II; Escolas Técnicas estaduais e federais e entidades do movimento estudantil, todas integrantes do Fórum em Defesa da Escola Pública.

Rede municipal marca nova assembléia para sábado 09/03



A rede municipal do Rio vai realizar uma nova assembleia no dia 09/03 (sábado), às 10h, na subsede do Sinpro, na Rua Manaí, nº 180, em Campo Grande. Nessa assembleia, a rede vai discutir se participa da paralisação do dia 21 com a rede estadual.
Ontem, terça-feira, 05/03, o Sepe promoveu uma aula pública na Cinelândia para denunciar os escândalos do governo Eduardo Paes. O tema da aula de hoje foi: "Escola não é banco, nem de brincadeira", uma crítica contra as denúncias de que o prefeito utilizou mais de R$ 1 milhão do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica para a compra de 20 mil kits do jogo Banco Imobiliário - Rio Cidade Olímpica, junto à empresa Estrela e que faz propaganda do seu governo.

Escolas estaduais vão parar de novo no dia 21 de março


Os professores e funcionários administrativos das escolas públicas estaduais realizaram ontem, terça, dia 05/03, uma paralisação de 24 horas em protesto contra os baixos salários, contra as políticas meritocráticas impostas pela Secretaria Estadual de Educação e as más condições de trabalho.

Em assembleia realizada no auditório da ABI, no Centro do Rio, centenas de profissionais de educação decidiram realizar uma nova paralisação no dia 21 de março, quando a mobilização pela campanha salarial vai continuar. Neste dia, será realizada nova assembleia, também na ABI, às 11h, quando uma proposta de greve será discutida; logo após a assembleia, também no dia 21, ocorrerá um ato público em frente à Alerj.

Ontem, as redes estadual e a municipal do Rio fizeram uma paralisação conjunta. Elas reivindicam piso salarial de 5 salários mínimos para os professores e 3,5 para funcionários. O piso do professor estadual hoje é de R$ 1.001,00; no município, o professor recebe de piso salarial R$ 1.092,00.

Depois a categoria participou da Marcha da Educação, em conjunto com outras entidades integrantes do Fórum em Defesa da Escola Pública (FEDEP), com concentração na Candelária. A passeata reunirá os profissionais das escolas estaduais e municipais; UERJ, UFF, UFRJ, Universidades Estaduais; Colégio Pedro II; Escolas Técnicas estaduais e federais e entidades do movimento estudantil, todas integrantes do Fórum em Defesa da Escola Pública.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Profissionais de educação do município do Rio e da rede estadual fazem paralisação unificada dia 5 de março

Os professores e funcionários administrativos do município do Rio e da rede estadual farão uma paralisação conjunta de 24 horas, no dia 5 de março (terça). As duas redes estão em campanha salarial e reivindicam piso salarial de 5 salários mínimos para professores e 3,5 para funcionários. No mesmo dia, a categoria participa da Marcha da Educação, em conjunto com outras entidades integrantes do Fórum em Defesa da Escola Pública (FEDEP), com concentração na Candelária, a partir das 16h (clique aqui para ler o boletim conjunto  e aqui para ler o cartaz da marcha).

05/03: Rede estadual fará paralisação de 24 horas e assembleia às 13h


Os profissionais da rede estadual lotaram o auditório da ABI para realizar a assembleia geral da categoria no dia 23 de fevereiro. As principais deliberações da categoria foram: o lançamento da Campanha Salarial de 2013, com a reivindicação de piso de 5 salários mínimos para o professor e 3,5 para o funcionário; a realização de uma paralisação de 24 horas no dia 5 de março, quando os profissionais farão uma assembleia geral, às 13h, no auditório da ABI (Rua Araújo Porto Alegre 71 – 9º andar) e participarão da Marcha da Educação convocado pelo Fórum em Defesa da Escola Pública (FEDEP), com concentração na Candelária, a partir das 16h.

Rede municipal fará aula pública

Em assembleia realizada na noite desta quarta-feira (dia 27/2), os profissionais das escolas municipais do Rio decidiram que a categoria fará uma paralisação de 24 horas, no dia 05 de março. A assembleia deliberou pela realização de uma aula pública neste dia, na Cinelândia, a partir do meio dia, com o seguinte tema: "Escola não é banco, nem de brincadeira".

Além da aula pública, os profissionais também participarão da Marcha da Educação, organizada pelo FEDEP, cuja concentração será na Candelária, a partir das 16h. No dia 5 de março, dia da paralisação da rede municipal, a rede estadual também fará uma paralisação integral, participando igualmente da Marcha da Educação.

A assembleia do município também deliberou que a próxima assembleia será realizada no dia 9 de março, às 10h, em local a ser confirmado, na Zona Oeste do Rio.

Em resumo, a rede tem como reivindicações básicas:

- Aumento salarial – piso de 5 salários mínimos para professor e 3,5 para funcionário;

- Plano de Carreira Unificado (professores e funcionários) – a rede não tem um plano de carreira.

- Contra a meritocracia! Em defesa da autonomia pedagógica.

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