segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Assembleia Estadual Local 18.09



Atenção Rede Estadual! O Sepe Regional 4 convoca a categoria para a Assembleia Estadual Local que acontecerá amanhã dia 18 de setembro às 18 horas na sede da regional! Convoque seus colegas e venha participar desta reunião.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Assembleia da rede municipal desta quinta-feira (dia 13/9) Veja as principais deliberações

Em assembleia realizada na Quadra da São Clemente, os profissionais da rede municipal do Rio votaram contra a entrada da categoria em greve por tempo indeterminado. A plenária foi realizada hoje (dia 12/9), segundo dia da greve
de advertência de 48 horas que a rede estava realizando na luta para obrigar o prefeito Marcelo Crivella a atender as reivindicações dos professores, funcionários e aposentados do município. Prosseguindo na votação das propostas apresentadas, a plenária aprovou a continuidade do estado de greve e definiu o calendário de lutas para o restante do mês de setembro e o mês de outubro. Veja abaixo as principais deliberações:
 
27/9: Atividades de mobilização da categoria com ocupação dos centros de estudos, visitas às escolas e ocupação das redes sociais para denunciar o governo Crivella e o seu descaso com o município.
 
Dia 29/9: Participação no ato na Cinelândia “Mulheres contra Bolsonaro”, a partir das 16h.
 
Dia 01/10: Ato na Câmara de Vereadores (sem paralisação) pelos cinco anos do “Dia da Vergonha”, lembrando a repressão e as agressores das forças de segurança contra a categoria, no dia 01 de outubro de 2013, dia da Votação no legislativo municipal do Plano de Carreira do Magistério Municipal do Rio. Neste dia, os profissionais devem usar trajes pretos, para marcar o luto contra a arbitrariedade dos governos estadual e municipal, responsáveis pela repressão.
 
Dia 12/10: Ato na Quinta da Boa Vista, com atividades livres para as crianças, na parte da manhã.
 
Dia 24/10: Paralisação de 24 horas, com participação nas atividades do Dia Estadual da Educação em Defesa do Serviço Público e contra as reformas do governo Temer, que está sendo construído pelas centrais sindicais e terá a participação dos outros segmentos dos servidores públicos estaduais, municipais e federais.
 
Dia 27/10: Assembleia geral da rede municipal (local e horário a confirmar)
Entre outros encaminhamentos, a plenária também aprovou uma nota de solidariedade da às greves das redes municipais que se encontram em curso. Depois da assembleia, os profissionais seguiram em passeata para realizar um ato na prefeitura. 

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Assembleia Local e Panfletagem dia 12/09


O Sepe Regional 4 convoca a categoria para Assembleia Municipal local que será realizada às 9 horas na sede da Regional. Endereço: Rua Cardoso de Morais, 145 sala 1007. Bonsucesso, RJ Ao lado da C&A. Após a Assembleia faremos uma Panfletagem na Praça das Nações.

Assembleia Geral dia 13/09 na Quadra da São clemente


O Sepe convoca toda categoria para Assembleia Geral da Rede Municipal do Rio de Janeiro que irá ocorrer na Quadra da são Clemente (Av. Presidente vargas, 3102. Cidade nova) dia 13 de setembro às 9 horas.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Regional 4 convida: Seminário sobre a BNCC 01/09


O SEPE Regional 4 convida a categoria para o seminário Pedagógico sobre a base nacional curricular comum que ocorrerá no Colégio Tia Lavôr localizado na Rua sargento João Lopes, 315. Jardim Carioca, Ilha do Governador. dia 01/09 às 9 horas.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Nota do Sepe Regional 4 sobre o fim da Ocupação Militar nos Complexos do Alemão, da Penha e Maré



O gabinete da Intervenção Federal na Segurança Pública do RJ, anunciou o fim da ocupação militar dos Complexos do Alemão, da Penha e Maré, após 5 dias.

Como sempre, violação de direitos, mortes e nenhuma solução.  Os dados comprovam que a intervenção não tem um saldo positivo. E nunca terá, porque este modelo de segurança é baseado na guerra aos pobres. É feito para aprofundar o preconceito da sociedade em relação à favela. É como se a violência nascesse lá e por isso, todos os meios para exterminar este lugar são válidos, inclusive desrespeitar direitos básicos e matar.

Culpando a favela, os barões do pó e senhores das armas, podem continuar livres nos palácios.

Segundo o Observatório da Intervenção do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, nestes 6 meses, ocorreram mais de 300 operações com 60% a mais dos disparos e tiroteios; os homicídios dolosos chegaram a 2.617, sendo mortos 736 moradores e 51 agentes de segurança. As chacinas aumentaram 80%. Já a apreensão de fuzis, metralhadoras e submetralhadoras diminuiu 39% entre fevereiro e maio de 2018. As operações mobilizam cerca de 5 mil militares e custam centenas de milhares de reais.

Não bastasse estes números, sob a intervenção foram dados tiros de helicópteros contra as favelas; o Marcus Vinicius foi brutalmente assassinado com tiros do blindado, quando ia para a escola na Maré; Marielle Franco, uma das vereadoras mais votadas, foi executada junto com Anderson Gomes. Até hoje o gabinete da Intervenção ainda não deu resposta sobre o assassinato de Marielle, nem sobre as mais de 600 mortes decorrentes de ação policial ocorridas sob sua gestão.

Muitas escolas, creches e EDI’s da 4ª CRE estão localizadas nos locais onde a única política pública é a lei da bala. E nós, todo dia, tentamos construir junto a nossos alunos, um mundo mais justo, mais igualitário.

Constantemente recebemos dúvidas diante do funcionamento das unidades escolares, faltas, garantia de vida. Por isso, gostaríamos de fazer alguns apontamentos:

1)    A Resolução SME nº3223, de 20 de 10 de novembro de 2017, no artigo 3º concede uma perversa atribuição às direções: decidir sobre a manutenção ou suspensão das aulas, em situações de emergência que coloquem em risco a segurança de alunos e profissionais. E o pior, determina que a decisão final seja dita pela coordenadora da CRE. Como a coordenadora ou direção podem decidir sozinhas algo coletivo que pode levar risco à vida de profissionais, responsáveis e estudantes?

Esta deve ser uma decisão coletiva e, nenhum profissional ou estudante pode ser punido caso não compareça.

2) Note que o artigo 3º versa sobre situações de emergência. Com operação não há dúvida, sem aula. 

3) No último período recebemos denúncias de profissionais que não concordaram com a abertura da unidade escolar e foram ameaçados de faltas e prejuízos ao estágio probatório e a vida funcional.

Ninguém pode ser obrigado a trabalhar numa situação que coloca em risco sua vida.

Nenhuma direção pode garantir a vida, nem a integridade física de profissionais e alunos.

Profissionais ameaçados por direções e direções ameaçadas pela Prefeitura devem procurar imediatamente o SEPE. 

4) Profissionais de educação, sejam funcionárias, professoras ou estejam na direção, tem o dever de zelar pela integridade física dos estudantes, não devendo submetê-las a situação de risco.

5) Ficar no corredor apavorado não é dia letivo.

6) Ninguém pode ser impedido de ter acesso ou realizar um registro no livro de ata.

6) Projetos como o acesso seguro isentam o governo de sua culpa, jogando a responsabilidade para os profissionais. 

7) Nossa maior ferramenta é a mobilização. Temos a tarefa de organizar escolas, creches, EDI’s, defender a educação pública, lutar contra a lógica que mata a juventude pobre e negra. Precisamos debater a desmilitarização da polícia, a descriminalização das drogas, a urgência de políticas públicas.

Vidas faveladas importam.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Debate: Educação infantil e os impactos da violência no cotidiano escolar


O Sepe Regional 4 convida a todos para participar do debate "Educação Infantil e os Impactos da violência no cotidiano Escolar" que será realizado dia 01/09 às 10 horas no CE Heitor Lira.


terça-feira, 21 de agosto de 2018

NINGUÉM VAI SER ALVO!



Na manhã de segunda-feira dia 20/08/2018,  deu início a operação militar federal nas favelas do Complexo da Maré, da Penha e do Alemão. A violência nessas áreas é visível e cotidiano é produto de um caos social e que interfere na vida da população pobre, preto, mais excluídos e explorados da nossa sociedade. Isso significa a militarização das favelas, mais violência e o aprofundamento da atual política de segurança falida, cujos os símbolos foram a Unidades de Polícia Pacificadora(UPP's) do governo de Cabral, Picciani e Pezão.

Seu caráter é de uma segurança pública assassina, corrupta e racista. Na educação o impacto é maior! São escolas, Edis e Creches fechadas, comprometendo todas atividades pedagógicas, muitos não tem aonde deixar os seus filhos para irem trabalhar e coloca profissionais da educação, alunos, crianças e pais em risco.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente no artigo 17, toda criança tem direito a inviolabilidade da integridade física, o que significa que se qualquer coisa nesse momento de confronto acontecer algo com a criança  dentro da unidade escolar, a Prefeitura e o Estado são responsáveis!

Logo, é necessário que os profissionais das  unidades tenham como orientação a realização das atas e coloquem a responsabilidade da integridade física dos alunos e profissionais nas costas da Prefeitura e do Estado! Caso a direção não permita a ATA deve denunciar no SEPE!

A SME e SEEDUC não se posicionaram e não deram com clareza quantos unidades deixaram de abrir em função dos confrontos e qual o total de alunos que ficaram sem atendimento nas unidades da Rede Municipal do Rio de Janeiro. Muitas dessas operação militar federal nessas áreas conflagradas são iniciadas sem nenhum aviso prévio da SME ou pela secretaria de segurança pública. 

 É um absurdo!! Muitos Além disso, mulheres, jovens e a população em geral são submetidos a um abusivo assédio diário, atos de violência, passam por constrangimentos de serem revistados. Não podemos deixar de lembrar, que essa intervenção militar cumpre o seu papel de contenção social, e a mesma tropa que serviu de laboratório para Haiti a mando do governo anterior e que vai aumentar a violência nas favelas e comunidades. É verdadeira guerra aos pobres. Por isso repudiamos qualquer a intervenção federal no Rio de Janeiro. Abaixo a intervenção! Queremos emprego, saúde e educação!!!

Boletim da Rede Municipal - Regional IV

A Regional IV está distribuindo nas Unidades Escolares o nosso Boletim da Rede Municipal fechado no dia 17.08 e nosso Panfleto da Campanha Permanente sobre a Violência Contra a Mulher. Caso queira visualizar nosso material clique nos links abaixo. Você pode baixar, compartilhar ou imprimir.

Boletim da Rede Municipal

Panfleto Campanha Permanente sobre a Violência contra Mulher

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