terça-feira, 23 de novembro de 2021

PANFLETAÇO PELA RECOMPOSIÇÃO SALARIAL (24/11)


 ATENÇÃO POPULAÇÃO!

Aumentou o preço do ovo, da carne, do leite, do óleo, gás de cozinha, da gasolina, mas a única coisa que não aumentou foi o nosso salário. Muitos e muitas de nós temos parentes desempregados e ajudamos.

0 fechamento de berçários, redução da carga horária da Educação Infantil, remoção arbitrárias de professores/funcionários, apropriação indébita de salários, redução salarial líquida, não cumprimento de leis municipais e federais, não reconhecimento da função dos educadores é a realidade da educação na gestão de Paes o que não se diferencia de Bolsonaro. A prefeitura do Rio comete a violência institucional contra as mulheres! Os mais atingidos mediante a esses ataques são as mulheres e a população negra.

Entendemos que este ataque à Educação e ao conjunto dos serviços público interfere na vida dos trabalhadores cariocas em plena crise econômica.

Por isso, chamamos á população a se somar no dia 25 de novembro a partir das 13h na prefeitura do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

20N: Regional 4 presente na 10ª Marcha da Periferia em Madureira


A regional 4 esteve presente na 10ª Marcha da Periferia em Madureira no dia 20 de novembro. Dia de Zumbi e Dandara é dia da resistência de luta contra o racismo. Entendemos que um dos instrumentos na educação é a aplicação da lei 10.639/03 e 11.645/08 que tornam obrigatório o ensino da história e cultura indígena e afro-brasileira no cotidiano não se limitando em datas comemorativas.

É preciso que de fato as opressões sejam destruídas e nesse sistema capitalista é impossível. Por isso, é preciso que se construa uma sociedade igualitária e livre de preconceitos.

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

25N: GREVE DE 24H DA REDE MUNICIPAL!

 


Aumentou o preço do ovo, da carne, do leite, do óleo, gás de cozinha, da gasolina, mas a única coisa que não aumentou foi o nosso salário. Muitos e muitas de nós temos parentes desempregados e ajudamos.

O vale alimentação está no mesmo valor há 9 anos e não dá para comprar nada. Esse problema não é somente do prefeito da gestão passada. Tudo isso foi uma herança de Paes desde a sua primeira gestão. Foram empréstimos contraídos onde hoje interferem no baixo orçamento destinado à Educação.

Como não bastasse isso, está tendo ataque a origem dos educadores,  o não cumprimento da lei que reconhece os AEIs no magistério, não cumprimento do verdadeiro 1/3 extraclasse, não cumprimento do pagamento do piso Nacional dos PAEIs, a falta de do reconhecimento das merendeiras como cozinheiras, a inclusão das serventes/copeiras ao Plano de Cargos e Salários da Educação, adequação dos AAEE, a falta de pagamento do curso dos Secretários Escolares. São diversos motivos que temos para aderir a greve de 24h no dia 25 de novembro.

Não aguentamos mais tanta desvalorização e desrespeito pelo Prefeito e Secretário de Educação. Por isso, exigimos a reposição salarial e do VR como a resolução imediata das demandas dos educadores!

DENÚNCIA SOBRE FECHAMENTO DE BERÇÁRIO!


A regional 4 recebeu denúncia sobre o fechamento de berçários e maternal 1 na Creche Municipal Mussum O Trapalhão.

É importante dizer que é inadmissível a redução de berçários e não podemos admitir que ataque o direito dos bebês!

Não à remoção! Pelo direito à origem e ampliação da carga horária da educação infantil!

Hoje a regional 4 e o sepe central acompanharam as PEIs à 4ª CRE que a SME convocou arbitrariamente para sair de sua origem.

Profissionais e responsáveis entregaram o abaixo-assinado e o documento contrário a remoção de professores. Nesse mesmo documento reivindicaram a ampliação da carga horária das unidades.

A partir desse grupo foi construído um comitê de mobilização para o dia 25 de novembro e próximas lutas!



quarta-feira, 10 de novembro de 2021

PORTARIA DA SMERJ AFRONTA 1/3 EXTRACLASSE, DIREITO DE LOTAÇÃO NA ORIGEM E O DIREITO À ANTIGUIDADE

A direção do SepeRJ considera uma verdadeira afronta o conteúdo da Portaria Conjunta da Subsecretaria Executiva e da Subsecretaria de Ensino da Secretaria Municipal de Educação RJ (SME), publicada em 4/11.

O documento ignora parecer do Conselho Nacional de Educação e da Câmara de Educação Básica (CNE/CEB) nº 18/2012 e ignora a própria lei 11.738/2008 que estabelece o 1/3 de atividade extraclasse, reduzindo esse tempo a um horário de planejamento que deve ser cumprido integralmente na escola.

Trata-se de uma descaraterização brutal da lei 11.738, que determina que o 1/3 é um tempo destinado ao estudo, formação e planejamento do professor da educação básica.

Cabe Destacar, também, que ainda estamos na pandemia e é prudente que os(as) professores(as) não se aglomerem nas escolas. Além disso, muitas unidades escolares sequer possuem espaço e condições de garantir a efetividade do planejamento em suas unidades.

A portaria também ataca o direito de origem conquistado na greve de 2013 para professores e funcionários e o respeito à antiguidade na escola, critério impessoal e reconhecido pelos profissionais da educação e pela SME há muitos anos. Em seu lugar, a absurda portaria estabelece como prioridade a política de transformar em cargos em extinção os docentes de 16h e 22h30, a maioria absoluta dos professores da rede, ao priorizar profissionais com duas matrículas, mesmo em outra rede, ou professores de 40h.

A SME precisa reconhecer o direito de origem a todos os docentes e funcionários, terminando definitivamente com as situações precárias como requisições e designações. Assim, que se cumpra com o nosso direito à lotação – que os professores do PEJA; os professores os de projetos como o “GENTE” e os demais docentes sejam lotados) nas escolas nas quais efetivamente trabalham.

Vale lembrar que em decisão favorável ao Sepe RJ, a 9ª Vara de Fazenda Pública da Capital deferiu o pedido do sindicato de cumprimento do 1/3 de planejamento. Apesar disso, o Município RJ ainda não cumpriu integralmente a decisão.

Diante disso, o Sepe oficiou a 3ª Promotoria de Justição de Proteção à Educação da capital, do Ministério Público, com o pedido de realização de Audiência para discutir o desrespeito da prefeitura do Rio e Janeiro ao Parecer do Conselho Nacional de Educação sobre o Piso Nacional e o 1/3 de Planejamento e o não cumprimento integral da decisão judicial, para que se evite prejuízos e eventuais danos na qualidade necessária para a prestação de uma educação pública de qualidade.

Também comunicaremos ao Juízo competente sobre a medida adotada pelo município, bem como que não mediremos esforços em combater a referida portaria. 

Por fim, pedimos aos professores e funcionários que se reúnam em sua escola e elaborem um documento de protesto sobre os ataques da SME ao direito de origem e à implantação do 1/3 extraclasse, consolidado por jurisprudência, ação judicial vitoriosa e pelo Parecer nº 18 da CEB/MEC que detalha os assuntos pertinentes a essa conquista fundamental da educação. Os documentos feitos pelos profissionais das unidades escolares devem ser enviados, via email, aos seguintes integrantes da Comissão de Educação da Câmara de Vereadores RJ:

– Presidente da Comissão, vereador Marcio Santos de Araújo:
 marciosantos@camara.rj.gov.br;

– Vice-presidente, vereador Célio César Lupparelli Faria:
 celiolupparelli@globo.com;

– Vogal da Comissão, vereador Tarcísio Motta: contato@tarcisiomotta.com.br.

O documento também deve ser enviado ao Sepe, para o email:
 secretaria@seperj.org.br

Não aceitamos essa situação! A portaria é um ataque ao nosso direito de origem e à aplicação do 1/3 de planejamento extraclasse. No dia 16 de novembro, próxima terça-feira, às 18h, o Sepe realizará assembleia on-line para discutir a reação à portaria da SME e a campanha salarial.

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

PANFLETO DO SEPE PARA A CAMPANHA SALARIAL



Chega de congelamentos! Reajuste já!

PAES, LIBERA O REAJUSTE!


Apesar das promessas de reajustes anuais, o servidor do município do Rio de Janeiro recebeu seu último reajuste em 2019, o único da gestão Crivella. Paes, em campanha, criticou gestão do então prefeito e prometeu reajuste pelo IPCA.

Desde então o poder de compra caiu muito, o desconto previdenciário aumentou e nosso salário passa a valer cada vez menos. Em estudo, o Dieese afirma que o servidor precisaria de um reajuste entre 19,25% (IPCA-IBGE) a 20,68% (INPC-IBGE) apenas para equiparar o poder de compra ao que tínhamos em 1º de março de 2019, ou seja, mesmo aumentando o salário em 20% não há aumento real! 

#PaesLiberaOReajuste #CampanhaSalarialRio

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

PELA REINTEGRAÇÃO DE BRUNO E ANDRÉ JÁ!

A regional 4 apoia a luta dos Garis pela imediata reintegração!

O prefeito Eduardo Paes e a comlurb estão perseguindo os trabalhadores que estão lutando por seus direitos. É preciso apoiar a luta dos Garis! Paes atenda as reivindicações! Exigimos que todos os trabalhadores perseguidos e demitidos sejam reintegrados! 

Lutar não é Crime!

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