Hoje no CE Gomes Freire professores e funcionários de escola dialogaram com os alunos e responsáveis a importância da greve que não é só pelo piso, mas também pela revogação da BNCC e do NEM.
Segue fotos da atividade:
Hoje no CE Gomes Freire professores e funcionários de escola dialogaram com os alunos e responsáveis a importância da greve que não é só pelo piso, mas também pela revogação da BNCC e do NEM.
Segue fotos da atividade:
Desde a semana passada as escolas vêm sendo vítimas de uma jornada de violência. A ação ostensiva da polícia em escolas da Maré, suspendendo aulas e levando risco às comunidades escolares do bairro. E nesta semana, que já se inicia com a marca do medo, em razão de ameaças de ataques às unidades escolares.
Tal fenômeno não é resultado de uma crise moral, mas faz parte do crescimento da ideologia fascista em nossa sociedade. Ações de indivíduos e grupos que inspirados em atos bárbaros ocorridos em escolas brasileiras e americanas disseminam o terror e disseminam o ódio, se aproveitando da condição fragilizada de uma juventude fortemente atingida e psicologicamente abalada pelos efeitos da pandemia. Ao mesmo tempo, as escolas com a estrutura precarizada não tem condições mínimas de garantir segurança, pois faltam porteiros, agentes educacionais e professores. Assim como faltou acompanhamento pedagógico e psicológico para dar suporte a milhares de crianças e jovens que perderam pais, irmãos e parentes durante a pandemia.
O que vemos hoje são os sintomas que tem como origem as políticas neoliberais que negam o básico ao povo trabalhador.
Diga não ao assédio!
Compartilhe o vídeo e venha construir um grande ato do 8 de Março!
#8M #Carnaval #Carnaval2023 #Nenhumaamenos
No dia 12 de janeiro de 2023, atendendo a uma demanda de um grupo de professores do Complexo da Maré, 4°CRE, a regional 4 realizou uma assembleia extraordinária em formato online.
O vexatório reajuste salarial
concedido por Paes de 5,35% (sendo nossa perda de 30,15% INPC/IBGE), o
congelamento do VR que já se acumulam 10 anos, as péssimas condições de
trabalho e a obrigatoriedade de trabalho de recém-concursados nas férias sem
receber os valores de refeição e transporte figuraram como principais pontos.
A partir da mobilização da base
da Rede Municipal de educação do Rio insatisfeitos com as condições gerais de
trabalho solicitam ao SEPE Assembleia Geral antes do início do ano letivo, no
sentido de poder organizar a categoria para uma possível greve.
Na nossa Assembleia virtual
discutimos então quais passos deveríamos tomar para tornar possível uma
mobilização da categoria, anterior ao início do ano letivo.
Os servidores, base e direção, reunidos
em Assembleia Virtual local da Regional 4 dia 12 de janeiro de 2023 aprovaram
alguns indicativos a serem enviados a direção do Sepe central para analisar a
viabilidade das propostas, sendo elas:
É necessário que a direção do
sindicato acolha as demandas da categoria e organize a mesma numa agenda de
lutas que viabilize recuperar as perdas salariais, melhores condições de
trabalho e a não privatização da educação que está em curso.
Os convidados são Júlio Condaque - Professor Graduado em Licenciatura Plena em História na UERJ, Mestre na UNIRIO e pós-graduação em África na UCAM. Maristela Farias - Profissional de Saúde da SES/RJ, Membro da Direção Nacional do Quilombo Raça e Classe, Membro da Coordenação da Marcha da Periferia/RJ.
Organize sua escola e traga seus colegas! Haverá certificado de participação.
Além desses espaços, a política também é lugar de agressões às mulheres. O presidente afirmou recentemente que "pintou um clima" com uma menina de 14 anos. Bolsonaro faz das declarações de cunho machista e misógino um dos pilares de sua trajetória política. "A fraquejada" que resultou no nascimento de sua filha mulher ou seu julgamento de que uma colega não "merecia ser estuprada" mostram seu ódio às mulheres.
O ex-deputado Roberto Jefferson, aliado de Bolsonaro, desferiu ataques cruéis à Carmen Lúcia, chamando-a de "arrombada" e "bruxa" em um vídeo de pouco mais de 1 minuto. A motivação? após a decisão da magistrada de votar a favor da punição para emissora Jovem Pan pelas declarações falsas contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — candidato à Presidência da República.
As mulheres exigem ser respeitadas!
Não nos calarão!
Mulheres na rua contra Bolsonaro e seu machismo!
Machismo mata!
A secretaria de opressões da Regional IV está em luta ao lado das mulheres.
A greve de 24 horas nas escolas estaduais está mantida para o dia 18/10 e fará parte da Semana de Luta da Educação, com cinco pontos de pauta, emergenciais:
1) Pelo Piso Salarial do Magistério aos professores e Piso Salário-Mínimo aos funcionários;
2) Pela sanção do PL dos Animadores Culturais;
3) Pelo pagamento do ajuste das 18h (Claudio Castro caloteiro), 1/3 de planejamento dos Professores 40h já e pela migração para 30h;
4) Pela chamada de todos os concursados;
5) Pela revogação do NEM.
A rede municipal está em campanha salarial. O último reajuste ocorreu em março de 2019, portanto, há mais de três anos. A assembleia será totalmente presencial dia 22 de outubro com local ainda a definir.
CONHEÇA A NOSSA PAUTA:
– Recomposição salarial, já!
– Pelo cumprimento da Lei 3.252, de 19 de julho de 2001, que prevê a revisão pelo índice do IPCA-E. lembrando que não houve reajuste salarial em 2017 e estamos sem reajuste desde março de 2019.
– Não ao fim da paridade e integralidade; contra a taxação de aposentados e pensionistas.
– Contra os cortes nos benefícios e as mudanças no plano de saúde.
– Descongelamento do valor do vale alimentação (mais de 10 anos sem reajuste).
– Exigimos o cumprimento de 1/3 da jornada para atividade extraclasse.
– Contra o desvio de função de secretários escolares; pela regularização dos cursos e do pagamento das gratificações.
– Pelo reconhecimento da função de cozinheira, da função de magistério de AEIs; contra a desvalorização dos agentes educadores e a ausência de enquadramento por formação de funcionários.
– Pelo abono dos dias de greves e paralisações.
– Pela correção da escolaridade das AAEE.
– Pelo PCCS unificado.
– 30h para os funcionários administrativos.
– Nenhum piso abaixo do salário mínimo.
– Descongelamento dos triênios.
– Pela regulamentação da lei das cozinheiras escolares, agregando o valor de insalubridade.
– Não ao fechamento de turmas e redução de vagas (PEJA).
Em mais uma demonstração de que há um explícito projeto de desmonte da educação pública, a escola municipal Jorge de Gouveia foi demolida no início do mês de setembro.
A escola apresenta um histórico de abandono desde seu surgimento: projetada na década de 80 para ser uma escola provisória com tempo de funcionamento de 10 anos, a unidade seguiu aberta em condições precárias até o meio do ano de 2022.
Após chuvas que tornaram impossível a continuidade das atividades escolares, a escola foi fechada e seus alun@s realocad@s para a EM República do Líbano.
Começava outro sofrimento para pais, funcionári@s e estudantes, já que a escola recebeu um número enorme de estudantes sem a menor preparação.
A escola Jorge Gouveia foi demolida e seu terreno se encontra abandonado, com grave risco de invasões.
A Regional IV tem participado de reuniões com pais, alun@s, funcionári@s, bem como com a Secretaria de Educação.
Estamos de olho na situação da unidade escolar!
Paes, escola não é depósito de crianças!
Queremos a construção imediata da EM Jorge de Gouveia!
A assembleia será totalmente presencial e, pela primeira vez, será realizada no Circo Crescer e Viver, na Rua Carmo Neto, nº 143, na Cidade Nova.
Para se cadastrar no local e participar, o profissional deverá apresentar contracheque e identidade.
A rede está em campanha salarial. O último reajuste ocorreu em março de 2019, portanto, há mais de três anos. O Sepe-Dieese pesquisou os índices de perdas que comprovam como os salários dos profissionais da educação estão arrochados: para que os salários em 1º de junho de 2022 retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de março de 2019, o reajuste necessário sobre os salários de maio de 2022 seria de 30,15% (INPC/IBGE) e de 28,65% (IPCA-IBGE).
No quadro que publicamos nesta matéria, ao lado, observamos que no período de 1º de março de 2019 a 31 de maio de 2022 o INPC-IBGE e o IPCA-IBGE apresentaram uma variação de, respectivamente, 26,25% e 24,79%.
O Dieese também fixou como marco inicial para o acompanhamento dos salários o poder de compra que vigorava em 1º de março de 2019 e comparou a evolução dos salários com a evolução do INPC-IBGE e do IPCA-IBGE; considerando o aumento do desconto previdenciário de 11% para 14% a partir de julho de 2021, o Dieese considera que houve uma perda nominal de 3% neste mesmo período. Assim, em 31 de maio de 2022, os salários manteriam apenas 76,83% do poder aquisitivo de 1º de março de 2019, segundo o INPC-IBGE.
CONHEÇA A NOSSA PAUTA:
– Recomposição salarial, já!
– Pelo cumprimento da Lei 3.252, de 19 de julho de 2001, que prevê a revisão pelo índice do IPCA-E. lembrando que não houve reajuste salarial em 2017 e estamos sem reajuste desde março de 2019.
– Não ao fim da paridade e integralidade; contra a taxação de aposentados e pensionistas.
– Contra os cortes nos benefícios e as mudanças no plano de saúde.
– Descongelamento do valor do vale alimentação (mais de 10 anos sem reajuste).
– Exigimos o cumprimento de 1/3 da jornada para atividade extraclasse.
– Contra o desvio de função de secretários escolares; pela regularização dos cursos e do pagamento das gratificações.
– Pelo reconhecimento da função de cozinheira, da função de magistério de AEIs; contra a desvalorização dos agentes educadores e a ausência de enquadramento por formação de funcionários.
– Pelo abono dos dias de greves e paralisações.
– Pela correção da escolaridade das AAEE.
– Pelo PCCS unificado.
– 30h para os funcionários administrativos.
– Nenhum piso abaixo do salário mínimo.
– Descongelamento dos triênios.
– Pela regulamentação da lei das cozinheiras escolares, agregando o valor de insalubridade.
– Não ao fechamento de turmas e redução de vagas (PEJA).