quinta-feira, 20 de junho de 2013

Convênio Sepe/Unimed: inscrições estão abertas

O Sepe Saúde comunica que as inscrições para aqueles que desejarem ingressar no Plano de Saúde Sepe/Unimed se encontram abertas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2195-0450 ou no Sepe, na Rua Evaristo da Veiga 55 - 7º andar - Centro.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Cabral vetou emenda do Sepe

Atencão!
O governador Sérgio Cabral vetou a emenda proposta pelo Sepe e que foi aprovada pelos deputados estaduais no projeto de lei que reajustou os salários. A emenda garante "uma matricula, uma escola".

Vamos nos mobilizar e pressionar Alerj no dia da votação - que ainda não foi marcada. 

Fiquem atentos ao site do sindicato.

SME antecipa audiência para o dia 28/6, mas o Dia do Protocolo continua de pé no dia 9/7.

SME receberá Sepe dia 28
Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME) entrou em contato com a direção do Sepe hoje, para comunicar que a audiência marcada para o dia 9 de julho foi antecipada para o próximo dia 28 de junho, às 11h. 

A SME também anunciou que a subsecretária de Ensino, Helena Bomeny, ficará encarregada de comandar as negociações com a categoria e que será ela quem irá falar em nome da secretária Cláudia Costin na audiência do dia 28 de junho.

Dia 9 de julho: Dia do Protocolo na SME para reivindicar o 1/3 de carga horária para planejamento e de audiência na SME
Neste dia, o Sepe convoca os profissionais das escolas municipais (professores) para irem até a prefeitura para protocolar um requerimento para que o governo municipal institua o 1/3 de carga horária para planejamento conforme determinado pela Lei do Piso Nacional. 

Os profissionais das escolas estaduais já conseguiram uma decisão favorável na Justiça, em ação movida pelo Sepe. 

Na rede municipal, o processo aberto pelo sindicato se encontra na mesma Vara que deu a sentença favorável para os profissionais do estado. 

Portanto, quanto mais a categoria se mobilizar e protocolar o máximo possível de documentos solicitando o cumprimento da lei, mais chance teremos de conquistar este direito.

O Globo realizou debate com o Sepe sobre licença médica no estado

O jornal O Globo publicou hoje (17/06) um debate com o Sepe sobre a licença médica na rede estadual - o jornal defendeu a posição do governo Cabral, explanado pelo secretário Risolia, de contratar uma auditoria externa para analisar os pedidos de perícia; o Sepe defendeu a categoria, em artigo assinado pela coordenadora do sindicato Marta Moraes.

A posição de O Globo pode ser lida aqui.

E a do Sepe aqui.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Rede Municipal: Sepe se reunirá com líder do governo na Câmara na próxima terça (18) para tentar negociação

Uma comissão do Sepe vai se reunir na próxima terça-feira, dia 18/06, com o líder do governo (PMDB) na câmara dos vereadores do Rio de Janeiro, Luiz Antonio Guaraná. O objetivo é que haja uma intermediação de “Guaraná” com a secretaria de educação e o governo. Dentre as propostas reivindicadas pela categoria está o reajuste salarial.

Já no dia 26 de junho, às 18h, no Salão Azul da Câmara dos Vereadores, haverá uma reunião com o SEPE, profissionais de educação dos diversos setores e parlamentares para iniciarmos as discussões sobre nosso plano de carreira.

O vereador Jefferson Moura, da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira também se comprometeu a participar do GT e dialogar com a Comissão de Administração e Assuntos Ligados ao Servidor Público, para que as 3 Comissões, além de outros parlamentares possam intermediar com o prefeito a urgência da criação de um Plano de Carreira Unificado para a educação.


Veja aqui vídeo do ato do município na Cinelândia no dia 12/6

quarta-feira, 12 de junho de 2013

(Vídeo) Protesto na educação: Profissionais usam vermelho em luta por reajuste salarial

Mais de 500 profissionais da educação estão neste momento (atualizado às 16h do dia 12/06) na escadaria da Câmara de Vereadores em protesto por melhores condições de trabalho na rede municipal e reajuste salarial de 19%. Eles, em sua maioria vestem roupas vermelhas simbolizando a luta da categoria e o amor pela escola pública na data que se comemora o dia dos namorados (12/06).


 

 A direção do Sepe percorre a Câmara para entregar a minuta do Plano de Carreira unificado e retirada de pauta do PL Nº1565* (ver explicação abaixo). A situação na rede municipal é tão grave, que merendeiras carregam seus contracheques, em tamanho ampliado, com o valor líquido recebido pelas profissionais, que é de R$572,13. Mais cedo, em assembleia, a categoria votou por entrar em estado de greve, com paralisação marcada para os dias 13 e 14 de agosto. 

 * Agentes Auxiliares de Creche – Questionamos o Projeto de Lei 1565 que cria a categoria de Agente de Apoio à Educação e extingue os Agentes Auxiliares de Creche. A SME pontuou que o problema dos AAC’s está no concurso que exigiu apenas o nível fundamental de escolaridade. Reafirma que não há possibilidade de transformação do cargo para Professor. Esclarecemos que muitos AAC’s concluíram o Pró-infantil e possuem formação de nível médio ou superior. A criação de uma nova categoria, que além das inúmeras funções, terá as mesmas atribuições dos AAC’s com salário maior, é no mínimo conflitante.

Assembleia na ACM hoje (dia 12/6): Rede municipal do Rio lota auditório da ACM decide entrar em estado de greve!

Em assembleia com mais de 600 pessoas, os profissionais das escolas municipais do Rio decidiram entrar em estado de greve (prontidão para a entrada em greve a qualquer momento, caso as negociações não avancem e as reivindicações da categoria não sejam atendidas). A plenária também deliberou por uma paralisação de 48 horas nos 13 e 14 de agosto. 
A mobilização de hoje, quando a rede faz uma paralisação de 24 horas mostrou que a luta por reajuste salarial, plano de carreira unificado e contra a política meritocrática da prefeitura e da SME ganha corpo a cada dia e que a categoria está pronta para dar uma resposta ao prefeito e à secretária Cláudia Costin que implementam uma política pedagógica que desvaloriza professores e funcionários e oferece péssimas condições de trabalho nas escolas.
A mobilização de hoje na rede municipal foi uma prova da insatisfação da categoria para com a política de Eduardo Paes e Cláudia Costin. Salários cada vez mais baixos e condições de trabalho degradantes, com turmas superlotadas, falta de estrutura e de materiais, além da abertura das escolas para ONGs e fundações privadas retratam atual situação da rede. 
A categoria, revoltada com tamanha situação, não aguenta mais os desmandos da prefeitura e as últimas mobilizações em 2013, desde a deflagração da campanha salarial deste ano, mostram que o movimento cresce a cada dia e que os profissionais das escolas municipais estão dispostos e prontos para dar o troco ao prefeito e à secretária. 
Hoje, a paralisação de 24 horas fechou inúmeras unidades escolares e o comparecimento massivo na assembleia é uma prova de que a rede está bastante mobilizada.

Veja fotos do ato na Cinelândia


Relatório das ações coletivas do Município do Rio de Janeiro já se encontra no site

O Relatório das ações coletivas do Município do Rio de Janeiro já se encontra no site na seção jurídico. Para acessar o link direto clique aqui.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Sepe fez abaixo-assinado para defender emenda que determina que cada matrícula da rede estadual seja cumprida em somente uma escola

O Sepe está passando um abaixo-assinado junto às escolas estaduais para a defesa da emenda ao Projeto de Lei 2200 que determina que cada matrícula seja vinculada a somente uma escola. O objetivo do abaixo-assinado é impedir que o governador Cabral, como já anunciou o subsecretário de Gestão de Pessoas da SEEDUC, Luiz Carlos Becker, vete esta emenda aprovada com o PL 2200 pelos deputados na Alerj. 

O documento irá compor um dossiê a ser entregue pelo sindicato para os deputados, mostrando o absurdo procedimento da SEEDUC, que obriga profissionais das escolas estaduais e cumprirem suas cargas horárias em várias unidades de ensino. Paralelamente ao abaixo assinado que está percorrendo as escolas, também é importante que a categoria entre no site petição pública (link abaixo) e coloque sua assinatura no abaixo-assinado que também defende a manutenção da mesma emenda do do PL aprovado pela Alerj. 

Temos que garantir o máximo possível de assintaturas para impedir que o governador vete esta conquista legítima e justa da luta dos profissionais da rede estadual. 

Acesse o abaixo-assinado aqui.


segunda-feira, 10 de junho de 2013

12 de junho: a rede municipal do Rio vai parar!


No dia 12 de junho (quarta), a rede municipal do Rio de Janeiro vai paralisar por 24 horas. No mesmo dia, realizaremos assembleia na ACM (Rua da Lapa 86), às 10h, e ato na Cinelândia, às 14h.

O Sepe pede que todos os profissionais vistam roupas vermelhas no protesto. Neste dia, a rede municipal vai dar mais uma prova ao prefeito que a nossa luta está crescendo. A decisão por esta nova paralisação foi tomada na assembleia da rede no dia 22/05, que ocorreu no Clube Municipal (foto).

Até agora a prefeitura não apresentou nenhum índice de reajuste salarial. Mesmo com os escandalosos erros dos cadernos pedagógicos, amplamente denunciados na imprensa, a secretária Cláudia Costin mantêm a política educacional de abertura das escolas para as ONGs e Fundações Privadas, a meritocracia e a precarização do trabalho.

Na Bahia, os profissionais de educação, revoltados com a intromissão na sua autonomia pedagógica nas escolas, devolveram ao governo os “pacotes pedagógicos” que prejudicam alunos e profissionais. Em todo o país e, em vários municípios do Estado do Rio, profissionais de educação estão em luta por melhores salários e condições de trabalho.

Por isso, dia 12/06, quando a cidade estará repleta de turistas e chefes de estado para a Copa das Confederações, vamos às ruas denunciar à população os ataques que o prefeito Eduardo Paes faz à educação pública municipal e cobrar da prefeitura e dos vereadores o atendimento às nossas reivindicações.

Categoria exige data base e reajuste salarial de 19%

Segundos dados da prefeitura, a previsão atualizada (fevereiro 2013) da receita corrente líquida da cidade do Rio de Janeiro é de R$ 18 bilhões. Ou seja, 12% a mais do que 2012. Por isso, reivindicamos um reajuste de 19% (12% de aumento da receita + 7% de inflação), o que não representa nenhum grande impacto na folha salarial.

Segundo dados da Controladoria Geral do Município, só nos quatro anos da primeira gestão do governo Paes, a Prefeitura deixou de aplicar R$ 1.098 bilhão da verba do FUNDEB. Divididos pelas 1.074 escolas, 249 creches e 108 EDIs (total de 1431 unidades), daria mais de R$ 767 mil para cada unidade escolar – muito mais do que as escolas receberam. Verba suficiente para a criação de laboratórios de ciências e informática, quadras cobertas, bibliotecas, salas de artes e salas de recursos, reformas na infra-estrutura e compra de materiais pedagógicos para todos os alunos.

Se dividirmos essa sobra do FUNDEB pela quantidade de profissionais de educação (59.813, segundo o site da SME), daria mais de R$ 18 mil para cada um. Bem mais que o 14º salário que a Prefeitura paga. Estes valores não incluem a falta de aplicação dos 25% do orçamento em educação. Portanto, fica uma pergunta: Onde está o dinheiro da educação?

Leia aqui sobre a audiência com a SME.

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