terça-feira, 1 de junho de 2010

Profissionais de Petrópolis estão vindo para o Rio para acompanhar audiência de Conciliação no Tribunal de Justiça hoje (dia 01/6)

Os profissionais das escolas de Petrópolis, em greve desde o dia 13 de maio, virão ao Rio numa grande caravana de ônibus, nesta terça-feira (dia 1º de junho) para acompanhar uma audiência de conciliação que será realizada no Tribunal de Justiça, às 13h30m. A audiência foi convocada pelo desembargador Luiz Felipe Haddad e será realizada no gabinete deste, com a presença de representantes do Sepe, dos servidores municipais e da prefeitura para tentar encontrar uma solução para a greve, que já dura 20 dias. Os profissionais virão para a capital em oito ônibus e realizarão uma vigília em frente ao Fórum Central (Rua Erasmo Braga) para acompanhar a audiência. Na sexta-feira, uma assembléia da categoria rejeitou por unanimidade uma proposta enviada pelo prefeito Paulo Mustrangi para a Câmara de Vereadores, que propunha 3% de reajuste salarial e decidiu manter a greve por tempo indeterminado.

A próxima assembléia da categoria está marcada para quarta-feira (dia 2 de junho) e será realizada no Clube Monte Líbano de Petrópolis. Até lá, as aulas continuarão paralisadas, pois somente a assembléia tem poderes para suspender a greve. Nesta assembléia os profissionais das escolas municipais de Petrópolis avaliarão os resultados da audiência  de conciliação de hoje no Fórum do Rio e decidirão os rumos da paralisação.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Rede Estadual: Conexão - educação, reestruturação produtiva e perda de tempo de planejamento

Para economizar em contratações, a organização laborativa do trabalhador, dentro do projeto neoliberal foi reestruturada. Hoje, os neoliberais querem impor a todos os trabalhadores o acúmulo de funções, para economizar nas contratações e nos lucros. No caso do serviço público economiza-se para garantir o repasse de verbas públicas à iniciativa privada. Sérgio Cabral, neoliberal desde criancinha, não faz diferente! Quer impor ao profissional de educação a política do profissional faz tudo e com isso reduzir o número de funções dentro das escolas.
Diante da exigência da SEEDUC  de que os professores lancem as notas via internet e por falta de orientações claras sobre a realização da tarefa, divresas direções de escola estão exigindo que professores utilizem lan house , caso haja algum problema  com o laptop ou a conexão,  e que utilizem seu horário de recreio, de almoço, de planejamento ou fim de semana para isso.
A falta de concurso para funcionários administrativos, que prejudica o trabalho das secretarias das escolas, fica evidente nesse momento. A tarefa de lançamento de notas no sistema pertence às secretarias e, já que não há pessoal suficiente, a SEEDUC repassa o trabalho para os professores.
Além de não ser parte do trabalho do professor o lançamento das notas no sistema e sim da secretaria da escola, a sobrecarga de trabalho fica evidente. A utilização do horário livre é trabalho não remunerado e o horário de planejamento já não é suficiente para as atuais tarefas, que consistem em preparar aulas, corrigir  exercícios e provas e preenchimento de fichas e diários .A utilização do horário de aulas seria um prejuízo ainda maior para os alunos que já amargam a falta de professores , funcionários e condições precárias das escolas.

Novas tecnologias tem que vir acompanhadas de estruturação das escolas

O Sepe-RJ tem a certeza que o desenvolvimento tecnológico e adaptação de novas tecnologias às nossas unidades escolares deve contribuir de forma decisiva para aprimorar a pesquisa, a construção e o desenvolvimento do conhecimento. Porém a forma como a SEDUC (Secretaria de Estado de Educação) pretende adaptar estas novas ferramentas ao cotidiano escolar está completamente equivocada. Para nós estas deveriam ser implantadas, acompanhadas de uma real reestruturação das unidades escolares, a partir de obras de conservação e melhorias, concurso público para preenchimento de vagas existentes para os cargos públicos de professores e funcionários e de um curso de qualificação dos profissionais que já estão na rede, respeitando o tempo de sua jornada regular de trabalho. O lançamento das médias das notas no Programa Conexão Educação neste primeiro bimestre de 2010, sem a devida preparação acima citada, tende a reduzir ainda mais o tempo efetivo de planejamento e de aula. Esta Secretaria já reduziu o programa e o currículo. É inadmissível mais esta redução acompanhada da sobrecarga de tarefas do professor. Por isso exigimos que esta Resolução da SEDUC seja revista e suspensa até que todas as medidas inerentes à aplicação do citado Programa possam efetivamente contribuir para a melhoria e desenvolvimento de uma educação de qualidade.”

fonte; SEPE Regional 3

Rede municipal: Audiência Pública foi desmarcada – CPI da Educação neles!

A audiência Pública marcada para o dia 8 de junho onde a prefeitura e SME teriam que prestar contas de seus gastos, foi adiada, segundo vereadores, em função de estarem negociando com a secretária. Parece que a negociação é em torno da presença imprescindível da chefe da pasta da educação. Lamentável, que a Câmara de Vereadores não cumpra o seu papel. O de fiscalizador das contas da prefeitura. Aliás no episódio das OSs, quando eles votaram, pelo menos uma maioria, que a prefeitura poderia repassar verba para a iniciativa privada, através de suas fundações, foi uma boa demonstração do que representa aquela casa. E agora, com é acusação do STF de que a prefeitura não utiliza corretamente as verbas do Fundef e não aplicar os 25% previstos por lei, a demora da Câmara em levantar os fatos e exigir a presença do governo. Temos que exigir da Câmara, uma CPI para apurar os fatos. Vamos enviar e-mail para o SEPE e para a Câmara de vereadores, cobrando dos vereadores uma postura séria em relação ao nosso dinheiro. Este tem saído livremente para as empresas e ainda sem licitação, mas investimento mesmo na educação não há. Projetos e mais projetos, cursos, tudo para justificar o verdadeiro desvio que fazem das verbas de nossas escolas. Um escândalo seria detonado, não fosse o respaldo e as ligações espúrias que este governo tem com os políticos, imprensa e a burguesia e geral.
Vamos lotar as caixas de e-mail dos vereadores exigindo a CPI da Educação já! Queremos transparência com nossas verbas e aplicação de verbas públicas em nossas necessidades e não nas das empresas amigas do governo!

Conclat vai construir central unitária





CONCLAT em junho de 2010 decidirá direção, funcionamento e natureza

O Seminário Nacional da Reorganização (Unindo Intersindical, Conlutas, MAS, MTST, MTL, Pastoral Operária Metropolitana de SP), realizado nos dias 01 e 02 de novembro e que contou com mais de mil participantes aprovou, por consenso, a constituição de uma Central classista e unitária para as lutas dos trabalhadores.
O Conclat s erealiza enquanto alternativa ao processo de fragmentação do movimento sindical, em curso desde a falência da CUT como instrumento independente da classe trabalhadora.
A polêmica principal em torno do caráter e natureza que a nova organização deve adotar será decidida por um Congresso da Classe Trabalhadora – Conclat – nos ipróximos dias 5 e 6 de junho, o qual decidirá também o funcionamento e a direção da nova central.
Até a realização do Conclat uma Coordenação provisória e consensual reunindo todas as organizações que participam do processo vai debater os critérios de participação dos trabalhadores no Congresso de fundação.
Todos ao CONCLAT!
É chegada a hora de construir com todos os setores combativos uma uma nova central unitária e independente dos patrões, dos governos, do Estado e partidos políticos; enraizada nos locais de trabalho e controlada pelas entidades de base, capaz de aglutinar amplos setores da nossa classe na luta contra o capital.

Nota do Sepe: Sindicato repudia afirmações do prefeito de Petrópolis

Sindicato envia nota para toda a imprensa, esclarecendo motivos da greve da educação municipal, que completa hoje 14 dias, e responsabilizando o prefeito Paulo Mustrangi por sua postura autoritária e anti-democrática de tentar cassar na Justiça a representativade do sindicato nas negociações entre governo municipal e categoria.
O Sepe RJ vem a público esclarecer alguns aspectos da greve dos profissionais das escolas municipais de Petrópolis que, hoje, completa 14 dias, sem que, até o presente momento, o prefeito Paulo Mustrangi (PT) tenha feito qualquer esforço no sentido de abrir negociações com a categoria através do sindicato, que é o seu legítimo representante. O direito do Sepe de representar os profissionais de educação da rede municipal de Petrópolis é incontestável e está garantido pela Carta Sindical, conferida pelo Ministério do Trabalho em abril de 2010. No texto do documento, entregue em mãos ao sindicato pelo ministro do Trabalho Carlos Lupi,  o Ministério diz claramente que o sindicato tem o direito de representar os interesses dos profissionais de educação das redes públicas estadual e municipais no Estado do Rio de Janeiro. 

Vitória da categoria em Petrópolis: Justiça derrota ataque de Paulo Mustrangi ao Sepe

   Medida cautelar impetrada pelo Sepe foi acatada pelo desembargador Luiz Felipe Haddad, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça. Planos do prefeito Paulo Mustrangi de não legitimar a representação do Sepe junto aos profissionais de educação foi por água abaixo. Sentença também cancela multa diária de R$ 10 mil, determinada pela liminar obtida pelo prefeito e que agora foi cassada.
   O desembargador Luiz Felipe Haddad, relator do Tribunal Pleno do Órgão Especial do Tribunal de Justiça acatou requerimento do Sepe e cassou a liminar concedida na semana passada pela Justiça da Capital para a prefeitura de Petrópolis, que decretava a ilegalidade da greve dos profissionais das escolas municipais, determinava a volta imediata da categoria ao trabalho, além de não reconhecer a representatividade do sindicato no papel de representante dos profissionais e estabelecer uma multa diária de R$ 10 mil para cada dia de paralisação, a partir da data da publicação da liminar. O Departamento Jurídico do Sepe entrou com um recurso e, hoje (dia 27 de maio) conseguiu ganhar uma medida cautelar revogando todas as disposiçoes anteriores.
   Na medida cautelar, o desembargador Luiz Felipe Haddad, relator, suspende a multa e reconhece a legalidade da atuação do Sepe à frente da luta dos profissionais de educação de Petrópolis. Também convoca uma audiência especial de conciliação, que será realizada no gabinete do desembargador, na próxima terça-feira (dia 1º de junho), a partir das 13h30m, convocando para a audiência representantes da Procuradoria do Município de Petrópolis, representante do Sepe e representante do SISEP - o sindicato apontado pelo prefeito como único e legítimo representante dos servidores de Petrópolis e que, agora, a sentença do Órgão Especial do TJ acaba de anular.  

Concurso vai premiar melhor texto sobre Campanha O Petróleo tem que ser nosso

O Sepe, juntamente com diversar entidades sindicais, Federações, DCEs e Grêmios Estudantis, está convocando estudantes para participarem do Concurso de textos, com o tema Petróleo, para que e para quem? O futuro do Brasil em  nossas mãos. Todos os estudantes do pré-escolar ao ensino médio das escolas do Rio de Janeiro podem participar do concurso. Os primeiros colocados receberão computadores e vales-livros e terão seus trabalhos publicados em livro. As inscrições vão até o dia 07 de junho de 2010. 
     Os professores podem inscrever suas escolas pelo site www.concursopetroleo.org.br. Maiores informações também podem ser obtidas através deste site.

Veja nota do SEPE sobre o Programa Conexão Professor

MINHA FUNÇÃO EU CUMPRO!
NÃO É MINHA FUNÇÃO NÃO FAÇO!

PROFESSORES DA REDE ESTADUAL DEVEM SE RECUSAR A REALIZAR TAREFAS QUE NÃO TENHAM A VER COM O TRABALHO DOCENTE SOBRE AS NOTAS NA CONEXÃO PROFESSOR

Diante da exigência da SEEDUC de que os professores lancem as notas via internet e por falta de orientações claras sobre a realização da tarefa, divresas direções de escola estão exigindo que professores utilizem lan house , caso haja algum problema com o laptop ou a conexão, e que utilizem seu horário de recreio, de almoço, de planejamento ou fim de semana para isso.
A falta de concurso para funcionários administrativos, que prejudica o trabalho das secretarias das escolas, fica evidente nesse momento. A tarefa de lançamento de notas no sistema pertence às secretarias e, já que não há pessoal suficiente, a SEEDUC repassa o trabalho para os professores.
Além de não ser parte do trabalho do professor o lançamento das notas no sistema e sim da secretaria da escola, a sobrecarga de trabalho fica evidente. A utilização do horário livre é trabalho não remunerado e o horário de planejamento já não é suficiente para as atuais tarefas, que consistem em preparar aulas, corrigir exercícios e provas e preenchimento de fichas e diários. A utiliização do horário de aulas seria um prejuízo ainda maior para os alunos que já amargam a falta de professores , funcionários e condições precárias das escolas.
O SEPE/RJ orienta os profissionais da educação a não utilizarem os horários livres, de planejamento ou de aulas para tal tarefa.
Em audiência na SEE, no dia 15 de maio, o subsecretário Marcus Medina se comprometeu a reverter a medida, mas até o momento nada foi feito para corrigir mais este ato autoritário da Secretaria de Estado de Educação.

SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Veja a deliberação da assembléia da rede estadual sobre o Programa Conexão Professor

Minha função eu cumpro! Não é minha função não faço! Professores da rede estadual devem se recusar a realizar tarefas que não tenham a ver com o trabalho docente

Diante da exigência da SEEDUC de que os professores lancem as notas via internet e por falta de orientações claras sobre a realização da tarefa, diversas direções de escola estão exigindo que professores utilizem lan houses, caso haja algum problema com o laptop ou a conexão, e que utilizem seu horário de recreio, de almoço, de planejamento ou fim de semana para isso.
O Sepe orienta os profissionais da educação a não utilizarem os seus horários livres, de planejamento oud e aulas para tal tarefa. Em audiência no dia 15 de maio, o subsecretário Marcus Medina se comprometeu a reverter a medida, mas até o momento nada foi feito para corrigir mais este ato autoritário da SEEDUC. O sindicato vai continuar cobrando a revogação da medida.



leia e divulgue a nota do SEPE sobre o tema

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Veja as deliberações da assembléia da rede estadual de 25 de maio na ABI

Meia paralisação no dia 10 de junho, com atos descentralizados de protocolo nas Coordenadorias Regionais e paralisação integral no dia 17 de junho para realização de marcha unificada do funcionalismo ao Palácio Guanabara foram as principais deliberações da assembléia geral, realizada ontem (dia 25/5) na ABI

Os profissionais da rede estadual fizeram uma paralisação de 24 horas nesta terça (dia 25/5).

Pela manhã, centenas de profissionais de educação e de servidores que integram o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (MUSPE) realizaram o Dia Estadual do Protocolo, na Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (SEPLAG). Ali, os servidores protocolaram requerimentos solicitando ao governo do estado a manutenção dos direitos funcionais e reajuste salarial.

Marcha Unificada ao Palácio no dia 17 de junho

Na parte da tarde, os profissionais de educação realizaram uma assembléia geral, no auditório da ABI. No encontro, a categoria decidiu por fazer uma meia paralisação no dia 10 de junho, para realizar um novo Dia do Protocolo, desta vez, nas Coordenadorias Regionais. No dia 17 de junho, os profissionais de educação da rede estadual fazem nova paralisação de 24 horas, para realizar uma marcha unificada ao Palácio Guanabara, com os outros segmentos do funcionalismo que integram o MUSPE. Veja o calendário de atividades tirado na assembléia da rede estadual de ontem:

Calendário:

* 27/05 – Reunião Especial do Coletivo de funcionários – 14h no SEPE Central – foi aprovado que o SEPE Central arcará com os custos de 01 representante por núcleo/regional;
* 01/06 – 13h - Corrida aos gabinetes dos deputados estaduais – pressionar os deputados pela aprovação do Plano de Carreira dos funcionários;
* 10/06 – ½ paralisação com dia do protocolo nas Coordenadorias;
* 17/06 - paralisação de 24h – 10h - marcha ao palácio Guanabara e às 15h Assembléia na ABI (Rua Araújo Porto Alegre, 71/9o andar – Centro).

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