terça-feira, 9 de julho de 2019

terça-feira, 2 de julho de 2019

SOBRE OS PROCEDIMENTOS DURANTE SITUAÇÕES DE CONFLITO ARMADO AO REDOR DAS ESCOLAS, CRECHES E EDI’S.



SEPE/ REGIONAL IV

SOBRE OS PROCEDIMENTOS DURANTE SITUAÇÕES DE CONFLITO ARMADO AO REDOR DAS ESCOLAS, CRECHES E EDI’S.



O aumento expressivo e constante de operações policias e conflitos armados nas regiões onde ficam a maior parte das escolas, EDI’s e creches de nossa Regional deixam dúvidas sobre os procedimentos a serem adotados, o funcionamento das unidades, a situação funcional dos profissionais, como lutar contra tanta violência.

Diante da ausência de informação, ficamos submetidos a qualquer tipo de pressão ou risco. Todas e todos. Funcionárias e funcionários, colegas terceirizados, direções, professoras e professores, estudantes, responsáveis.

Por isso, o SEPE – Regional IV gostaría de apontar alguns elementos para fortalecer a organização não só de profissionais, mas de toda a comunidade escolar.

1) DE QUEM É A DECISÃO SOBRE O FUNCIONAMENTO OU NÃO DA UNIDADE ESCOLAR EM SITUAÇÃO DE CONFLITO ARMADO?

De acordo com a Resolução SME Nº 63, de 11 de abril de 2018, essa decisão compete às direções da unidades escolares.

“Título III, Da Tomada de Decisão sobre o fechamento das escolas

Art. 3º Em situações não emergenciais, em que não se nota perigo para a vida ou a integridade física da comunidade escolar, quaisquer medidas excepcionais precisam da aprovação prévia da respectiva E/CRE.

Art. 4º Em situações emergenciais, em que a vida ou a integridade física da comunidade escolar possam ficar em perigo, a equipe gestora pode adotar medidas excepcionais, incluindo o fechamento da unidade, sem ser necessária a aprovação prévia da respectiva E/CRE. São obrigatórios, porém, o uso imediato do aplicativo de comunicação administrativa, com um aviso sintético sobre a situação, e o envio de um relatório à E/ CRE e ao Gabinete da SME, justificando a decisão, no prazo de 48 horas. Normalizada a situação, deve a equipe gestora apresentar à E/CRE, imediatamente, estratégias para repor as aulas perdidas.

§ 1º Havendo impedimento de caráter técnico para o imediato uso do aplicativo de comunicação administrativa, a equipe gestora deve fazer contato telefônico com o Gabinete da E/CRE.”

Entendemos como correta a autonomia da unidade escolar porém colocar somente nas mãos da direção uma análise de segurança torna essa autonomia perversa. Defendemos que a decisão sobre uma situação que coloca vidas em risco não pode ser tomada apenas pela direção, deve ser coletiva. Profissionais que atuam nas escolas, creches e EDI’s tem o direito de serem ouvidos, decidirem sobre suas vidas e estabeleceram um protocolo de segurança. Ninguém pode ser obrigado a trabalhar numa unidade escolar sem segurança.

Caso o profissional seja ameaçado com falta, ou de outra forma, deve procurar imediatamente o SEPE. Assédio moral é crime.

2) SE A ESCOLA NÃO IRÁ ABRIR PARA ONDE DEVEMOS IR?

Não existe nenhum ato normativo determinando que o profissional deva cumprir seu horário de trabalho em outra unidade escolar. A determinação prevista na Resolução SME nº 63 não é de cumprimento de horário:

“§ 4º Os profissionais lotados na Unidade Escolar que teve aulas suspensas devem planejar a reposição, que ocorrerá, preferencialmente, na própria Unidade. Em casos excepcionais, autorizados pela E/CRE respectiva, a reposição poderá ser feita por meio de exercícios elaborados pelos docentes e executados pelos alunos em suas residências.”

Se a determinação é que os profissionais façam planejamento da reposição, ele não pode ser feito no meio da rua, não pode ser feito no chão de outras unidades escolares. A SME e a 4ª CRE sabem que sem estrutura e material não existem condições objetivas de fazer o planejamento.

Cabe ressaltar que o Parecer CNE/CEB nº 18/2012, reconhece as atividades realizadas fora do espaço escolar como atividade docente:

“...As horas de atividade extraclasse são essenciais para que o trabalho do professor tenha a qualidade necessária e produza resultados benéficos para a aprendizagem dos estudantes. Considerando-se ou não o disposto mais acima, estes momentos incluem o trabalho que o professor realiza fora da escola, normalmente em sua própria residência, incluindo leituras e atualização; pesquisas sobre temas de sua disciplina e temas transversais; elaboração e correção de provas e trabalhos e outras tarefas pedagógicas. O professor sempre trabalhou, e muito, em sua própria residência. A composição da jornada de trabalho que considera e remunera este trabalho, reconhece um fato concreto e, com a Lei nº 11.738/2008, melhora o tempo e as condições para que este trabalho seja feito. Registre-se que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi alterada pela Lei nº 12.551/2011, sancionada em 15 de dezembro de 2011, que equipara o trabalho realizado no local de trabalho e o realizado na residência do trabalhador, desde que comprovável, inclusive por meios eletrônicos. E o trabalho que o professor realiza em sua casa pode ser facilmente comprovado.”

Quem obriga profissionais a cumprirem horário ao invés do planejamento da reposição, não prioriza o aluno. Prejudica profissionais e estudantes. Penaliza mais uma vez a comunidade escolar. Isso precisa ser denunciado aos órgãos competentes, ao Ministério Público. Procure o SEPE.

3) O ACESSO MAIS SEGURO PODE ME OBRIGAR A IR PARA UM PONTO DE ENCONTRO?

O Programa Acesso Mais Seguro às Escolas, foi instituído pela  Resolução SME Nº 71 de 30 de maio de 2018:

“Art. 1º Instituir o Programa “Acesso Mais Seguro às Escolas”, sob a supervisão do Secretário Municipal de Educação, que tem por objeto o planejamento e a execução de ações de apoio à segurança nas unidades escolares, subsidiando as equipes gestoras.”

Notem, o programa não tem o poder de legislar. Nem mesmo pode determinar que o profissional compareça a um ponto de encontro para cumprir horário em detrimento do planejamento da reposição.

Enquanto isso, ações importantes como a garantia de equipes interdisciplinares para diminuir os prejuízos que estas operações causam nos nossos alunos,  afetando diretamente o processo de ensino aprendizagem, não são feitas.

4) É PRECISO REGISTRAR E ASSINAR A ATA NO MESMO DIA?

Segundo a resolução SME Nº 63,não.

“Art. 4º Em situações emergenciais, em que a vida ou a integridade física da comunidade escolar possam ficar em perigo, a equipe gestora pode adotar medidas excepcionais, incluindo o fechamento da unidade, sem ser necessária a aprovação prévia da respectiva E/CRE. São obrigatórios, porém, o uso imediato do aplicativo de comunicação administrativa, com um aviso sintético sobre a situação, e o envio de um relatório à E/ CRE e ao Gabinete da SME, justificando a decisão, no prazo de 48 horas. Normalizada a situação, deve a equipe gestora apresentar à E/CRE, imediatamente, estratégias para repor as aulas perdidas.

§1º(...)

§ 2º O registro da decisão tomada e de seus motivos, incluindo data e hora, bem como da estratégia para a reposição das aulas, será lançado no Livro de Atas da Unidade Escolar.”

Notem que há um prazo de 48 horas para o envio do relatório justificando a decisão. Nada que obrigue a assinatura e registro da ata no mesmo dia do conflito.

5) E QUANDO ADOECEMOS? O QUE FAZER?

Além de enfrentar tiroteios no meio do exercício profissional, a incerteza do que fazer, para onde ir, as ordens incorretas, as avaliações equivocadas, o assédio moral, são extremamente prejudiciais à saúde.

Quem se encontra nesta situação deve procurar o SEPE imediatamente para os encaminhamentos necessários. A Prefeitura tem que reconhecer as doenças de trabalho.

6) EM MOMENTOS DE ATAQUES, É PRECISO UNIDADE.

Precisamos registrar as situações que enfrentamos e construir um dossiê; organizar nossas escolas, creches e EDI’s; mobilizar a comunidade escolar; reunir profissionais de educação da Regional IV e construir nossas ações.  O governador anda no helicóptero que atira e defende lançamento de míssil em comunidade. Não podemos ficar à mercê de governos que promovem uma verdadeira guerra aos pobres, onde a principal vítima são os setores mais excluídos e explorados da nossa sociedade: quem é preto, quem é pobre, quem é da periferia


segunda-feira, 1 de julho de 2019

Moção de Apoio à greve das/os professoras/es das Universidades Estaduais da Bahia


A Direção da Regional IV do SEPE-RJ aprovou a presente moção de apoio à luta das/os professoras/res das Universidades Estaduais da Bahia em defesa da excelência do ensino superior público naquele estado.
Apesar dos ataques do governador Rui Costa (PT), promovendo um inaceitável corte nos salários daqueles que lutam, a greve segue forte.
Reconhecendo a legitimidade e a necessidade da luta contra a política de arrocho salarial aplicada pelo governador de Rui Costa, a Regional IV se posiciona ao lado do movimento exigindo que o governo baiano retome as negociações.
Com a convicção de que apenas a luta organizada de seus/suas trabalhadoras/res assegurará a pauta daquela categoria, não, apenas, contra os cortes no salário, mas, sobretudo, na manutenção da gratuidade no ensino superior, a direção da Regional IV se solidariza por completo ao movimento grevista.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

28 DE JUNHO - DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO LGBT - 50 ANOS DE STONEWALL


Em 1969, os atos homossexuais eram considerados crime em quase todo os Estados Unidos. Homossexuais, bissexuais e pessoas trans eram proibidas de assumir cargos no serviço público. Não tinham acesso à saúde e à educação pública. Eram considerados doentes e pervertidos.

No dia 28 de junho de 1969, os homossexuais que frequentavam um bar chamado Stonewall Inn, em Nova Iorque, cansados da repressão que sofriam nas constantes batidas policiais, partiram para o confronto com a polícia e tomaram as ruas por quatro dias, armando barricadas e resistindo à violência do Estado.

Nessa luta, quem esteve à frente foram principalmente as mulheres lésbicas, as travestis negras e os gays imigrantes. Esse é um dado interessante que atualmente a burguesia tenta esconder. Mostra que a revolta de Stonewall, além de ser contra a violência policial, foi também contra toda a opressão e exploração que LGBTs pobres, negros e imigrantes sofriam cotidianamente.

A revolta de Stonewall teve uma repercussão tão grande que causou efervescência no mundo todo. No ano seguinte, em 28 de junho de 1970, foi organizada a primeira Parada LGBT, com mais de 10 mil pessoas, nos Estados Unidos.

A partir de então, o dia 28 de junho passou a ser o dia do Orgulho Gay, e o exemplo foi seguido em diversos países. Nesse dia, os homossexuais afirmam sua história de resistência e combate à homofobia. Com isso, surgiram as famosas paradas e o movimento LGBT atual, que impôs transformações à sociedade, derrubou leis anti-homossexuais e conquistou alguns direitos em vários países.






LGBTs no Brasil

O Brasil é um dos países que mais mata LGBTs em todo o mundo. A violência lgbtfóbica, a falta de emprego, a marginalização e a falta de políticas públicas, além do risco de estupros corretivos e de expulsão de casa, são uma perversa rotina. Todos os governos são coniventes com essa situação e usaram os direitos das LGBTs como moeda de troca durante as eleições.

O governo homofóbico de Bolsonaro trava um combate ideológico à população LGBT. Já disse que “prefere ter um filho morto a um homossexual”. Seu objetivo é fomentar o preconceito, dividir a classe trabalhadora e aprofundar seus ataques contra os nossos direitos. Os ataques que o governo prepara, como a reforma da Previdência, atingem os mais vulneráveis, como as LGBTs que ocupam os postos mais precários e, por isso, serão as mais afetadas.

Recentemente, como fruto da luta histórica das LGBTs, o Supremo Tribunal Federal (STF) votou a favor da criminalização da homofobia. Bolsonaro criticou o STF e disse que a medida poderia prejudicar os gays, impedindo as empresas de contratá-los.

A criminalização da homofobia é importante sem dúvida, mas sabemos que o Brasil tem uma larga tradição de leis que não saem do papel. É a sociedade capitalista que oprime e explora todos os trabalhadores todo dia em troca de lucro para um punhado de empresários, banqueiros e latifundiários. A homofobia está diretamente ligada a esses mecanismos.

Nesse sistema, os oprimidos são forçados a trabalhar sob condições de superexploração. Por essa razão, as LGBTs são marginalizadas de forma permanente, ocupam os trabalhos mais precários, como nos salões de beleza ou nas empresas terceirizadas de telemarketing, sofrem mais assédio e exploração e convivem o tempo todo com a ameaça do desemprego.

Só o fim de toda opressão vai acabar com a homofobia. Mas isso só é possível com o fim do capitalismo, um sistema baseado na opressão, e com a construção de uma sociedade socialista, sem oprimidos e sem opressores. As lições de Stonewall nos apontam esse caminho, o da luta e da mobilização ao lado dos trabalhadores e da juventude.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Assembleia Estadual Local 24/06


Atenção! Servidores da Rede Estadual!
Assembleia Local dia 24 de junho (segunda-feira) às 18 horas na sede da Regional 4.
Organize sua escola e venha organizar a luta da educação!

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Horário de funcionamento da Regional 4 no mês de junho


Excepcionalmente no mês de junho teremos horário reduzido.
Funcionaremos quarta-feira de 9h às 12h e quinta-feira das 13h às 16h
Segunda, terça e sexta horário normal de 9h às 15h.
Julho retornamos com expediente normal
Segunda à Sexta das 9h às 15h.
Att.

Secretaria da Regional IV.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

WITZEL SEGUE AOS ATAQUES À EDUCAÇÃO ESTADUAL IGUAL A BOLSONARO


Os ataques à educação pública não se limita somente em Bolsonaro com os cortes no orçamento. O governo do Estado segue com ataques e a política de fechamento de turmas, turnos e UE's não é a toa. Witzel e Pedro Fernandes em nada diferem dos governos que os antecederam, pois a otimização de turmas é,  na verdade, uma exigência da burguesia. Afinal, com o aumento do desemprego a reforma do ensino médio vai ser aplicada a todo vapor. A educação pública interessa para a burguesia quando a mão de obra se faz necessária, porém quando não precisa querem destruir rapidamente com a privatização. Deixando de lado o direito do filho do trabalhador a uma educação.
Na atual conjuntura de crise em que se encontra o capitalismo, a ordem é, não apenas cessar os investimentos, mas, desmontar não só a educação pública mas o serviço público que garante o atendimento a população pobre e negra.
A otimização de Witzel e Pedro Fernandes aprofundará a super-lotação das turmas, além, de ocultar a carência de professores e funcionários. O resultado disto, todos nós sabemos: a piora na qualidade da educação.
Nestas condições, trabalhadores da educação estarão cada vez mais sobrecarregados, sem condições de oferecerem a educação que os nossos alunos merecem.
Para impedir mais este ataque do governador e seu secretário  a luta se faz necessária. Não existem atalhos para a construção de uma educação de qualidade. Dia 29 de junho, professores e funcionários da rede estadual realizarão mais assembleia. A participação da categoria é fundamental para que possamos organizar a luta e derrotar Witzel &Cia.
- Pelo fim do fechamento de turmas, turnos e UE's.

domingo, 2 de junho de 2019

ATO DOS FUNCIONÁRIOS DE ESCOLAS/CRECHES NA CENTRAL DO BRASIL

BASTA DE MASSACRE DA PREFEITURA

AOS FUNCIONÁRIOS DE ESCOLAS/CRECHES


Funcionários da Prefeitura do RJ sofrem um duro ataque:

Enquanto as merendeiras vivem um adoecimento em massa o governo não cumpre a lei que garante o reajuste dos vencimentos.  Os Agentes Educadores também aguardam essa lei enquanto são massacrados com quantitativo de alunos.

Secretários Escolares até hoje esperam os cursos e não ganham a sua gratificação total, sem falar que muitas vezes trabalham igual a diretores.

AEI’s aguardam o  governo que não cumpriu a promessa do reconhecimento  no magistério e para piorar agora estão ameaçados de exoneração por uma decisão injusta do tribunal que está sendo recorrida.

Copeiras/serventes são invisibilizadas em qualquer discussão pela prefeitura carioca.

Os Agentes de Apoio à Educação  Especial enfrentam problemas pelo quantitativo de crianças especiais aonde deveriam ter um atendimento de mais qualidade. As readaptadas são jogadas dentro das unidades como uma faz tudo e sofrem assédio moral constante.

Por todos esses motivos, funcionários de escolas/creches não aguentam mais com tanto descaso da Prefeitura!


BASTA DE MASSACRE! 

Dia 06 de junho às 17h na Central do Brasil!

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Sepe vai cadastrar profissionais no Processo Nova Escola do TJ-RJ que têm direito à gratificação de 2003


ABERTURA DE CADASTRO PARA FILIADOS COM DIREITO À EXECUÇÃO DO PROCESSO Nº 0138093-28.2006.8.19.0001 - PARA PAGAMENTO DA GRATIFICAÇÃO DO ANO LETIVO DE 2003 – RELATIVA AO PROGRAMA NOVA ESCOLA PARA OS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DA REDE ESTADUAL (professores e funcionários) QUE ESTIVERAM EM EFETIVO EXERCÍCIO NO ANO DE 2002.
 
CHAMADA PARA CADASTRO ATÉ 30/08/2019
 
Dirija-se à Sede Central, ao Núcleo ou Regional, sede mais próxima com os seguintes documentos: comprovante de filiação ao SEPE/RJ (contracheque atual ou por outro meio) e contracheque comprobatório do exercício em 2002, preenchendo o formulário e anexando ao mesmo a documentação exigida.. 
 
INFORMAÇÕES A RESPEITO DA ATUAL EXECUÇÃO JUDICIAL COLETIVA DO SEPE:
- Este processo se refere aos servidores que possuam direito a execução dos valores referentes à gratificação nova escola suspensa no ano de 2003, em razão da suspensão ocorrida na avaliação das unidades pelo ESTADO. O Sepe ingressou com ação exigindo a avaliação das unidades e o devido pagamento aos servidores que cumpriram com o exercício nas escolas, sendo assim deferido em sentença final já transitada em julgado. Deste modo, os filiados ao Sepe possuem direito ao pagamento corrigido de acordo com o valor da classificação obtida por cada unidade em que esteve o servidor lotado no ano de 2002.
 
O Estado do Rio de Janeiro nos forneceu a lista em CD informativo de servidores que se encontravam em atividade, são 77.262 matrículas pertencentes ao magistério e 25.785 matrículas pertencentes aos funcionários de apoio a executar. Porém, faz-se necessária a certificação destes dados através da apresentação dos servidores envolvidos.
Obtivemos também a listagem de classificação das unidades para sabermos o valor devido a cada servidor, o que varia de 100,00 a 500,00 por mês e matrícula de cada professor e de 50,00 a 250,00 por mês a cada funcionário, o que deverá ser corrigido para a data atual.
 
PARA MAIORES INFORMAÇOES PROCURE OS NÚCLEOS OU REGIONAIS DO SEPE

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