quarta-feira, 15 de maio de 2019

Regional 4 na Praça das Nações Contra a Reforma da Previdência e os Cortes na Educação


Neste momento a Regional 4 está na Praça das Nações panfletando contra a Reforma da Previdência, contra os cortes na Educação e coletando assinaturas contra a PEC 06/2019 em defesa da aposentadoria e a seguridade social!
Hoje ainda teremos Protocolaço ao meio dia na Prefeitura e ATO da Greve Nacional da Educação com concentração na Candelária a partir das 15 horas.













segunda-feira, 13 de maio de 2019

Atividade da Regional no dia 15 de Maio!


Venha participar da atividade que a Regional 4 estará organizando dia 15 de Maio. Haverá aula pública, panfletaço e coleta de assinaturas contra a Reforma da Previdência! 8 horas na Praça das Nações.

15 de Maio: Greve Nacional da Educação


Atenção categoria: Dia 15 de maio é dia de parar! Contra a Reforma da Previdência, Rumo a greve geral.

quarta-feira, 8 de maio de 2019


A Regional 4 Convida os aposentados à participar da Reunião do Coletivo que será dia 13 de maio, às 14 horas na nossa sede.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Assembleia da Rede Municipal 04/05


Regional 4 convoca Rede Municipal para Assembleia amanhã dia 04 de maio às 10 horas, Local: Auditório 11 da UERJ.

terça-feira, 30 de abril de 2019

1º de Maio ATO UNIFICADO!


O SEPE convoca todos os profissionais da educação para se incorporar ao ato unificado dia primeiro de maio, contra a Reforma da Previdência e um chamado a Greve Geral!
Praça Mauá, inicio às 9 horas!

Assembleia da Rede Municipal 04/05


O SEPE convoca a categoria a participar da Assembleia da Rede Municipal que vai acontecer no auditório 11 da UERJ. Dia 04 de maio às 10 horas.

A fala do presidente  aprofunda o machismo e o racismo, já que reproduz o olhar estruturado a partir da herança escravista brasileira que coloca a mulher negra como como um pedaço de carne, mera mercadoria.  

A declaração de Bolsonaro foi também LGBTfóbica, muitos LGBTs são jogados na prostituição por causa do preconceito, da dificuldade de arrumar empregos formais.

Além disso, o Brasil lidera o ranking dos países onde mais se assassinam com requintes de crueldade LGBTs e a postura do presidente só reforça essa situação.  

Segundo agências internacionais, o Brasil é o país que mais mata LGBTs, ganhando até mesmo dos 13 países do Oriente e África onde existe pena de morte contra a população LGBT. 

Precisamos de mais investimentos em políticas de combate a violência machista e a LGBTfobia, em educação, saúde, emprego. 

Não podemos tolerar esse tipo de declaração!

A necessidade dos setores oprimidos da classe trabalhadora é exatamente o contrário do que defende Bolsonaro: precisamos de um país que não seja rota do turismo sexual e onde as pessoas sejam livres para exercer sua sexualidade.

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