quarta-feira, 3 de março de 2010

8 de Março – Dia Internacional da Mulher

100 ANOS: MULHERES EM LUTA- AUTONOMIA,

LIBERDADE E DIREITOS


Em 2010 comemoramos os 100 anos do Dia Internacional da Mulher. Mais do que um dia de comemoração, o 8 de Março é um símbolo da luta das mulheres por direitos e por uma vida livre de discriminação e violência.

A história de nosso país e do mundo é marcada por grandes restrições aos direitos das mulheres, em vários momentos foram subjugadas e colocadas em condições de desigualdade. Mas as mulheres nunca estiveram caladas. A história também é marcada pela luta e auto-organização das mulheres do campo e da cidade, negras, brancas e indígenas, em diversos movimentos, com destaque para o Movimento Feminista, que é um movimento de luta pela emancipação das mulheres e contra todas as formas de opressão.

Nessa caminhada, muitas conquistas foram alcançadas como o direito a votar e ser votada, a estudar e trabalhar sem a autorização do marido, o direito a não sofrer violência entre outros... Contudo, ainda há muito a ser conquistado!

Atualmente, diante da presença das mulheres em todos os campos da vida econômica e política e a partir das novas relações sociais, o que muitas vezes se ouve é que as mulheres conquistaram “muitos direitos”, através de suas reivindicações e lutas históricas e que, nos dias atuais, a mulher já conquistou seu lugar no mercado de trabalho, se tornando independente, emancipada. Grande engano, até hoje, é preciso brigar para que essas conquistas não fiquem apenas no papel. E o que é pior, para as operárias e trabalhadoras – que criam a riqueza do mundo – a opressão e exploração de classe são reforçados pelo machismo.

Portanto ainda há muita luta pela frente e, em todo o mundo, o dia 8 de março é uma data de comemoração e afirmação da luta das mulheres e das conquistas alcançadas em cem anos de mobilização coletiva, mas também mostra que a luta por autonomia, igualdade e direitos segue atual e necessária.

Cinelândia- das 10 às 18h (com stands, tendas e barraquinhas; aula pública, teatro ...)

MARCHA das Mulheres- concentração a partir das 16h na Candelária com saída às 17 pela Av. Rio Branco em direção à Cinelândia.

Participe desse momento histórico: 100 anos do 8 de março!

Março: Mostra Cinema & Politica no CCJF

O objetivo da mostra é fazer uma análise histórica sobre os países latino-americanos que sofreram períodos ditatoriais, e as consequências sociais e políticas no continente.

PROGRAMAÇÃO:
Dia 16 – Cinema e Ditadura
15h – Madres de Plaza de Mayo: Memória, Verdade, Justiça | Carlos Pronzato (2009)
17h –Condor | Roberto Mader (2007)
19h –Mesa-redonda – Golpe de Estado e Processos Revolucionários

Dia 17 – Cinema e Processos Revolucionários
15h – Marighella: retrato falado do guerrilheiro | Silvio Tendler (2001)
17h –Carabina M2 Una Arma Americana: Che na Bolívia | Carlos Pronzato (2007)

Dia 18 – Cinema e Libertação Nacional
15h – A Las Cinco em Punto | José Pedro Charlo (2004)
17h – Salvador Allende | Patricio Guzmán (2004)
19h –Mesa-redonda – Fim da Ditadura: abertura e esquecimento

Dia 19 – Cinema e Movimento Sindical
15h – Braços Cruzados, Máquinas Paradas | Roberto Gervitz (1978)
17h –Volta Redonda: o Memorial da Greve | Eduardo Coutinho, Sérgio Goldemberg (1989)

Dia 20 – Cinema e Globalização
15h – Encontro com Milton Santos ou o Mundo Global Visto do Lado de Cá | Silvio Tendler (2006)
17h –Os Olhos Fechados da América Latina | Miguel Mirra (2008)
19h –Mesa-redonda – As consequências humanas da Globalização

Dia 21 – Cinema e Socialismo no Século XXI
15h – Pachamama | Eryk Rocha (2008)
17h – Autonomía Zapatista: Otro Mundo es Possible | Juan E. García (2008)

Todos os filmes estrangeiros têm legenda em português, com exceção de A Las Cinco em Punto (sem legenda) e Autonomía Zapatista: Otro Mundo es Possible (legenda em espanhol).

Entrada:R$1. As senhas são distribuídas apartir de 1h antes da sessão.

Mostra sobre João Cabral de Melo Neto entra em cartaz


Foto-JCMN_destaque

No ano em que completaria 90 anos, o poeta João Cabral de Melo Neto será homenageado com mostra multimídia no Centro Cultural da Justiça Eleitoral (CCJE), que terá exibição de textos inéditos. Um poema por dia será aberta ao público no dia 3 de março, dividida em quatro temas: Vida e Infância; Amigos e Vida profissional; Paixões; e Museu do Tudo. “O nome da mostra, ‘Um poema por dia’, é um dos últimos títulos escritos por ele para um possível novo livro”, conta a curadora da exposição, Inez Cabral. O sobrenome não é coincidência. Inez é filha de João Cabral de Melo Neto.

A mostra trará fotos, projeções, exibição de vídeos e entrevistas com o escritor, curiosidades, e, principalmente, textos: manuscritos, poemas e cartas originais – em parte inéditos – do acervo pessoal da família, aberto por Inez especialmente para essa exposição. “Além de poeta, diplomata, pai, filho, avô, João foi também homem simples, que via na palavra concreta uma ferramenta para o que queria dizer”, explica a curadora.

Aliás, é o próprio poeta quem dá o tom da trilha sonora da mostra. Crítico da leitura de seus poemas por outros, o áudio da exposição será formado por gravações recuperadas de João Cabral lendo suas poesias. Uma nova edição com a obra completa do escritor (editora Objetiva) também estará disponível para consulta. E o clássico Morte e vida Severina ganha destaque com um espaço especial dedicado ao texto, com fotos e o fonograma da canção original (composta por Chico Buarque) da histórica montagem da peça pelo TUCA (Teatro da Universidade Católica) em 1965.

Visitação: a partir de 3 de março

A mostra Um poema por dia tem visitação gratuita, de quarta a domingo, das 12h às 19h, no Centro Cultural da Justiça Eleitoral – rua Primeiro de Março, 42, Centro do Rio de Janeiro.

Tel: (21) 2253-7566

Classificação: livre

Sepe conquista a Carta Sindical

Ministro do Trabalho assinará Carta Sindical do Sepe em cerimônia na sede do sindicato


O Ministro
Carlos Lupi virá ao Sepe nesta sexta-feira, dia 05 de março, para a cerimônia de assinatura da Carta, que reconhece o Sepe como legítimo representante dos profissionais de educação das escolas públicas no Estado do Rio de Janeiro.

O Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, irá à sede do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (SEPE/RJ) (Rua Evaristo da Veiga 55 – 7º andar – Centro) na próxima sexta-feira (dia 5 de março) para assinar a documentação que confere a Carta Sindical da entidade. Este documento, emitido pelo Ministério do Trabalho reconhece o direito do Sepe de representar a categoria dos profissionais de educação no Estado do Rio de Janeiro na defesa de todos os seus interesses. Após a assinatura,marcada para as 17h, haverá um coquetel para comemorar a outorga deste documento ao sindicato que, há anos, luta pelo reconhecimento oficial da entidade que, há 31 anos, sempre se colocou na vanguarda das lutas em defesa dos educadores das redes públicas no Rio de Janeiro e na defesa da Educação Pública de qualidade em nosso estado.

A concessão da Carta Sindical ao Sepe representa uma grande vitória das lutas dos profissionais de educação das redes públicas do Rio de Janeiro, envolvendo professores, funcionários administrativos e aposentados da Educação. Ela garante o direito de representatividade do sindicato na luta pelos interesses da categoria e da população fluminense e na defesa intransigente da qualidade do ensino público, gratuito e de qualidade para todos.

Nos seus 31 anos de atividade, o Sepe e os cerca de 55 mil profissionais de educação a ele filiados sempre se colocaram à frente da defesa da escola pública em nosso estado. A concessão da Carta Sindical e um reconhecimento das autoridades governamentais da importância do papel desempenhado pelo sindicato nesta luta.

Iaserj vai ser demolido para dar lugar à expansão do Instituto Nacional do Câncer

Em notícias veiculadas pela Imprensa nesta quarta-feira (dia 03 de março), foi anunciada a demolição das instalações do IASERJ Central (na Rua Henrique Valadares) para dar lugar às obras de expansão do Instituto Nacional do Câncer.
A notícia pegou desprevenidos os servidores estaduais que, ao longo dos últimos anos, tem empreendido uma luta sem quartel pela recuperação do Instituto de Assistência aos Servidores Públicos do Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo em que se anuncia a demolição das instalações do Instituto, nenhuma autoridade foi a público para explicar o que será feito do IASERJ, nem qualquer alternativa para a recuperação do seu patrimônio e dos serviços por ele prestados na assistência aos servidores.
                         

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