segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Reunião do Coletivo de Aposentados da Regional IV 14/03

PEZÃO TIRE AS MÃOS DA NOSSA APOSENTADORIA!


O Coletivos de Aposentados da Regional 4 convida todas as aposentadas e aposentados para nossa próxima reunião que será segunda-feira dia 14 de março às 14 horas na sede da Regional.


DIA 8 DE MARÇO – DIA INTERNACIONAL DA MULHER TRABALHADORA

AS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO NÃO VÃO PAGAR PELA CRISE!
 Atualmente o Brasil sobe do 7o para o 5o lugar em feminicídio (assassinatos de mulheres) dentre 83 países segundo a OMS. O machismo é uma ideologia, um pensamento que o capitalismo se utiliza para dividir trabalhadoras e trabalhadores para poder dominar. Colocam mulheres como seres de segunda categoria.
A lei do feminicídio foi sancionada em março de 2015 (13.104/15) classifica como crime hediondo e com agravantes levando de 12 a 30 anos de reclusão. É caracterizado como feminicídio quando agressão envolve violência doméstica/familiar ou quando evidencia menosprezo ou discriminação à condição de mulher.
De 1980 à 2013 foram assassinadas 106.093 mulheres. De 80 para 2013 tem um aumento de 252% ou seja, a cada 90 minutos uma mulher é assassinada, a cada 12 segundos uma é estuprada e 10 segundos uma mulher é agredida.
As mulheres negras são as maiores vítimas de violência. Em feminicídio as mulheres negras tem um aumento de 50% ou seja, dobrou enquanto as mulheres brancas diminuiu em 10%. Isso é uma herança da escravidão onde as mulheres negras sofrem dois tipos de opressão o machismo e o racismo.
As mulheres negras em matéria de vitimização chega a 66,7% e nesta década tem uma aumento de 190%.
No Brasil os maiores índices de homicídio contra a mulher negra é o Amapá, segundo lugar Paraíba e terceiro lugar Pernambuco os índices passam de 300%.
Apesar de termos uma mulher na presidência, Dilma Roussef (PT) não governa para as mulheres trabalhadoras quando faz um corte de 50% no orçamento para o combate à violência contra as mulheres. E mesmo assim, ataca brutalmente quando cria um único Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, fazendo um balaio de gatos das secretarias de Direitos Humanos; de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e de Políticas para Mulheres.
Um verdadeiro deboche quando ainda afirma que está proporcionando a democracia aos setores que sofrem a opressão. A Lei Maria da Penha que foi um avanço, não é aplicada na sua totalidade, tendo cortes orçamentários assustadores, gerando a falta de recursos e equipamentos de atendimentos adequados.
Hoje no Estado do RJ existem somente 14 DEAM’s (DELEGACIA ESPACIALIZADA EM ATENDIMENTO À MULHER) E 13  NUAM’S (Núcleo de Atendimento à Mulher). As casas abrigos não são suficientes.
Existe ainda uma ausência  altíssima de vagas em creches públicas.O que nos demonstra que o Estado é capitalista  e através das repressões policiais acentua cada vez mais as desigualdades sociais, oprimindo e explorando as mulheres. Precisamos unir a classe trabalhadora para que tome para si a luta contra a violência à mulher, porque somente assim nos libertaremos do braço opressor do Estado.
            O machismo é tão latente que  é demonstrado através do Deputado Federal Eduardo Cunha (PMDB) autor da PL 5069/13  criminaliza a mulher estuprada e não penaliza o estuprador porém, 11 partidos como PP, PSB, PDT, PSD, PT,PTB, PRTB, PR, PSDB, PV e PP compactuam com suas assinaturas a este projeto lei.
A verdadeira face do PMDB em ter uma política machista pode ser retratada nos dois casos de agressão que o Secretário Executivo do Município do Rio de Janeiro, Deputado Federal Pedro Paulo (PMDB) cometeu contra a sua ex esposa e do Subchefe do gabinete da prefeitura Bernardo Fellows de ameaça a sua ex namorada.
A verdade é que a cúpula do PMDB tentou esconder os dois casos, para lançar seu pupilo, Pedro Paulo (PMDB) como candidato a Prefeitura do RJ em 2016 e porque também banaliza a violência contra a mulher. O prefeito Eduardo Paes ainda explica o fato quando afirma que todo casal tem este tipo de briga e o governador Pezão (PMDB) completa que a agressão é uma mera fofoca.
A prática de criminalizar as mulheres pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB) é conhecida quando juntamente com ex  governador Sergio Cabral (PMDB) manda bater nas educadoras na greve de 2013, corta os salários arbitrariamente na greve de 2014, coage as educadoras com a reestruturação, diminui para 2016 o número de vagas em berçários em tempo integral, bem como coloca em risco a vida das crianças com a segmentação escolar.
Quanto a crise do Estado, é o segundo maior estado do Brasil em número de servidorxs e, é governado por Pezão (PMDB). A cartilha que o governador aplica é a mesma de Dilma Roussef (PT)  quando coloca em pauta a reforma da previdência estadual, ou seja, primeiro a reforma da previdência vai ser regional e depois  a nível nacional. Não podemos esquecer que é justamente a ala da família Picciani que apoia Dilma é a  mesma que Pezão faz parte.
O aumento da contribuição  previdenciária dxs servidorxs  estaduais se a votação for aprovada  será de 11% para 14% .  A reforma da previdência  despreza a desigualdade feminina, pois não se leva em conta dupla ou tripla jornada de trabalho. Sendo assim, destina  a mulher trabalhadora mais tempo trabalho e mais doenças. A maioria dos servidorxs civis são mulheres e isto significa que a crise vai direto no pescoço das mulheres. Sem salário e com a cesta básica no valor de R$ 448,06  aumento da tarifas da luz/passagens, chegada de despesas de material/uniforme escolar e IPTU muitas tiveram que pegar empréstimos que inclusive foi incentivado pelo governador.
Porém, mais uma vez Pezão engana as servidoras não pagando conforme o combinado e mais dívidas crescendo por causa das altas taxas dos juros bancários. Diga-se de passagem que a alta dos juros deste governo do PT se assemelha ao governo do PSDB.
 Devido aos baixos salários muitxs profissionais da educação vem pedindo exoneração.  A verdade é que o PMDB estadual quer culpabilizar a crise estadual nxs servidorxs e sendo assim, alegará que para melhorar a situação deveria quebrar a estabilidade dxs servidorxs.  Um dos grandes problemas das mulheres trabalhadoras e sobre tudo negras do Rio de Janeiro é a redução das escolas extremamente sucateadas e hoje várixs alunxs tentam se matricular na rede.
Contudo, o governo estadual alega não ter vaga. Entretanto, quando chegamos às escolas estaduais as filas são enormes para se tentar vaga. A grande contradição é a meta de Pezão em aumento das UPP’s  (Unidade de Polícia Pacificadora)  que tem como função assassinar a população pobre, negra e principalmente jovens. Dinheiro para assassinar tem, mas para educação, não!  
O governo do PMDB com apoio de Dilma Roussef (PT) tem como objetivo penalizar a mulher trabalhadora/negras e seus filhos. Logo por causa da crise econômica e para que os banqueiros não percam seus lucros a conta quem paga são as mulheres trabalhadoras/negras!
A lógica do governo do Estado/Município do Rio de Janeiro ambos sobre o feudo do PMDB é criminalizar a mulher trabalhadora. 
De acordo com o Dossiê Mulher de 2015 do Estado do RJ houve um aumento de 38,7% de 2012 à 2014 em homicídio doloso sendo que 62.2% das vítimas eram mulheres negras.
Desta forma, através das estatísticas podemos perceber a forma que PMDB/PT olham para as mulheres trabalhadoras, pobres e sobretudo negras.
Não podemos permitir que PMDB/PT jogue apenas moedas para as mulheres e encham os bolsos dos empresários com rios de dinheiro! Que os ricos paguem pela crise!
Basta de machismo, racismo e homofobia! Basta de qualquer tipo de violência contra a mulher!


REGIONAL IV PRESENTE NA PLENÁRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL DO DIA 27/02/2016

Segundo o Anuário de Educação Básica de 2015 somente 30,5% das crianças tem acesso a creche e 85,6% a pré-escola na região metropolitana do Rio de Janeiro. A Educação Infantil do município do Rio de Janeiro compreende em 135.834 alunos matriculados em 247 creches e 213 Espaços de Desenvolvimento Infantil (EDI’s) com previsão de mais 74 unidades para 2016. As EDI’s são criadas muitas vezes em escolas sem estrutura, o que demonstra que a finalidade não é a qualidade, mas os números eleitoreiros. O primeiro projeto das EDI’s seriam apenas 15 crianças por sala, entretanto, a realidade é outra com salas superlotadas com até 30 crianças. Na Educação Infantil faltam profissionais, materiais de higiene/pedagógico, sem contar com a diminuição da merenda e das verbas que quando chegam não consegue suprir as demandas da unidade. Para mascarar a falta de vagas a prefeitura carioca cria o horário parcial mascarando o problema e sendo assim diz que aumentou o número de vagas. Chamar o banco de espera desses profissionais é necessário mas a prefeitura vem contratando o que precariza mais as profissionais. Atualmente há uma grande redução de berçários e conforme a justificativa da SME/RJ gasta-se muito dinheiro e precisa-se economizar.


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