quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Rede Municipal: Assembleia sexta-feira, 04/10, hora e local a confirmar


REDE ESTADUAL: ASSEMBLEIA NESTA QUARTA (DIA 2/10) NO MUNICIPAL

Os profissionais da rede estadual realizarão uma assembleia geral nesta quarta-feira (dia 2/10), no Clube Municipal (Rua Haddock Lobo 359 - Tijuca). Na plenária, a categoria irá decidir os rumos da greve iniciada no dia 8 de agosto.


Profissionais de educação participarão de ato contra a violência do Estado hoje (dia 2) na UERJ

Nesta quarta-feira (dia 2 de outubro), quando se completam 21 anos do massacre do Carandiru, a ANDES (Associação Nacional do Ensino Superior e outras entidades, incluindo o Sepe convocam os profissionais de educação e a população em geral para o ato político/cultural contra as violências cometidas pelas forças de segurança do Estado. O ato será realizado no auditório do 5º andar da UERJ, a partir das 17h.

Depois dos recentes acontecimentos, com agressões e ataques das autoridades estaduais e municipais contra os profissionais das redes estadual e municipal, com agressões e prisões de membros da categoria, os educadores da rede pública do Rio de Janeiro devem se fazer presentes ao ato de hoje e dizer um basta contra a repressão e contra a criminalização dos movimentos sociais, prática que já se tornou uma das marcas das gestões do governador Sérgio Cabral.


Entidades recolherão denúncias sobre violência para enviar à ONU e à OIT

As entidades Justiça Global e IDH estarão na assembleia da rede municipal, na sexta-feira (local e horário a confirmar) para recolher depoimentos sobre a violência e a repressão promovidas pelas forças de segurança do Estado nas últimas manifestações da categoria. Estas denúncias serão encaminhadas para a ONU e para a Organização Internacional do Trabalho.

Nota: Sepe não confirma informe de morte de profissional veiculado na internet

O Sepe informa que, em relação aos fatos ocorridos ontem durante o processo de votação do plano de carreira do magistério municipal, na área em torno da Câmara de Vereadores, - que resultaram em agressões contra diversos profissionais que participavam da manifestação contra a aprovação do projeto do prefeito Eduardo Paes - que a sua direção não conseguiu confirmar junto a hospitais e ao Instituto Médico Legal qualquer registro de profissional ferido que tenha morrido por causa de complicações causadas pela inalação dos gases lançados pelos policiais do Batalhão de Choque.

No final da noite desta terça-feira (dia 01/10) circularam informações na internet (facebook), anunciando a morte de uma profissional (professora) no Hospital Sousa Aguiar, em decorrência de complicações causadas pela inalação de gases provenientes das bombas lançadas pela polícia durante os ataques contra os profissionais de educação e outros manifestantes que se encontravam na região. A direção do Sepe tomou conhecimento do caso e foi até o Hospital Souza Aguiar e outras unidades de saúde, além de checar no Instituto Médico Legal e nenhum registro de óbito decorrente das circunstâncias acima descritas foi encontrado.

A Regional 8 do Sepe chegou a entrar em contato com as Escolas Municipal Clementino Fraga e Escola Estadual Clementino Fraga, em Bangu, locais onde a suposta vítima lecionaria e as direções destas unidades também negaram que ela trabalhasse nestes locais, nem que algum profissional destas escolas teria sido ferido na manifestação.

Vergonha: Câmara aprovou plano de carrreira de Paes contra a educação municipal mas greve continua

Num dia marcado pela violência da Polícia Militar contra os profissionais da rede municipal, manifestantes e a população que se encontrava na área da Cinelândia, a Câmara de Vereadores aprovou, por 36 votos a favor e 3 contrários, o Plano de Carreira do prefeito Eduardo Paes, que já havia sido rejeitado por toda a categoria.

Mesmo com a mobilização em massa dos profissionais, que desde  quinta-feira se acham acampados ao lado do prédio do Legislativo e realizaram diversas manifestações reivindicando dos parlamentares a retirada do projeto da pauta de votação e a reabertura de negociações, os vereadores realizaram duas votações e aprovaram em regime de urgência o projeto de Lei que institui o novo Plano de Cargos, que não levou em conta as propostas da categoria.

Nove vereadores da bancada de oposição, que se recusaram a participar da sessão, afirmaram que tentarão anular a votação de hoje.

Greve continua!

Antes ainda da farsa de votação na Câmara e da repressão policial a assembleia dos profissionais da rede municipal decidiu, por unanimidade, pela continuação da greve nas escolas municipais do Rio. 

A plenária foi realizada nas escadarias da Câmara de Vereadores, no início da tarde de ontem (dia 1/10) e fez parte da mobilização da categoria na luta para tentar barrar a votação do plano de carreira do prefeito Eduardo Paes. 

A próxima assembleia será realizada na sexta-feira (dia 4/10), em local e horário a confirmar.

PM transforma centro do Rio em praça de guerra

Polícia ocupa Cinelândia para reprimir educadores Foto: Rafael Gonzaga

Pela manhã a PM fechou todos os acessos à Câmara de Vereadores
Todo o entorno da Câmara de Vereadores (Cinelândia) foram fechados por policias militares das tropas regulares e de choque na manhã desta terça-feira (dia 1/10). O cerco foi para impedir não só o trânsito, mas a passagem de pedestres nas ruas Evaristo da Veiga e parte da Senador Dantas. 

Mais uma vez, o governo do estado, em parceria com a prefeitura colocou o seu aparato repressivo nas ruas para tentar impedir a mobilização dos profissionais de educação, cuja rede municipal permanece em greve para impedir que o plano de carreira do prefeito Eduardo Paes que foi vergonhosamente votado no plenário da Câmara de Vereadores na noite de ontem (1/10).

Policiais atacaram manifestantes na altura da Rio Branco com bombas e gás de pimenta
Por volta das 16 h, os policiais do Batalhão de Choque investiram contra um grupo de profissionais de educação que faziam uma passeata na Av. Rio Branco, altura da Cinelândia. 

Este grupo seguia em direção à concentração da categoria na Câmara de Vereadores e foi atacado com bombas de efeito moral e gás de pimenta numa investida da PM para desobstruir a pista. Segundo relatos de profissionais que se encontram no local, algumas pessoas foram atingidas nos olhos pela dispersão do gás de pimenta e outras caíram ao chão com a explosão das bombas de efeito moral. 

Durante horas seguidas o centro do Rio virou uma verdadeira praça de guerra com Polícia Militar atirando bombas de gás lacrimogêneo indiscriminadamente contra a categoria  e a própria população que estaca saindo de seus locais de trabalho.

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