quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Rede estadual vai parar na quinta feira (dia 9 de agosto)


Os professores e funcionários administrativos das 1370 escolas que compõem a rede estadual (que atendem a cerca de 1,3 milhão de alunos nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro) farão uma paralisação de 24 horas no dia 9 deagosto. A partir das 14h deste dia, a categoria fará uma assembleia no Clube Municipal, na Tijuca para avaliar amobilização da rede em 2012, na luta por reajuste salarial e contra a ação do governador Sérgio Cabral no STF que visaextinguir os adicionais por tempo de serviço dos servidores estaduais.


Desde fevereiro, quando foi lançada a campanha salarial 2012, os profissionais das escolas estaduais vem realizando umasérie de paralisações para exigir do governo do estado reajuste salarial e o fim do projeto pedagógico meritocrático implementado nas escolas desde o ano passado e que substitui os reajustes salariais por bonificações a partir daprodutividade dos profissionais, medida pelos resultados das avaliações periódicas da Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC) – Os chamados Exames do SAERJ (Sistema de Avaliação Escolar).


 


Gratificações por desempenho só foram concedidas a menos de 10% da categoria em julho


No mês de julho, a secretaria pagou a 14.497 profissionais a primeira “bonificação pelos resultados obtidos” – este número equivale a pouco mais de 10% da categoria (incluindo-se os aposentados). A grande maioria destes “beneficiados” recebeu 1,5 salário mínimo; e pouco mais de dois mil profissionais receberam 2,5 salários como gratificação pelos resultados obtidos pelas suas escolas. Este número representa apenas 2,5% dos profissionais que se encontram em atividade nas escolas estaduais.

MUSPE realiza plenária em defesa do IASERJ

O Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais realiza nesta quarta, dia 8, às 18h, uma plenária aberta emdefesa do IASERJ.

O local da plenária é no próprio IASERJ Central - na Avenida Henrique Valadares, nº 107, no Centro.

A pauta da plenária é a seguinte:

1) Unificação das lutas na saúde;

2) Fortalecimento da vigília no IASERJ para impedir a demolição do hospital;

3) Encaminhamentos para resistir à demolição.

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