terça-feira, 8 de junho de 2010

Rede estadual: meia paralisação com protocolo nas Coordenadorias Metropolitanas no dia 10 de junho

Os profissionais da rede estadual farão uma meia paralisação no dia 10 de junho.

Neste dia, a categoria realizará atos descentralizados por Regionais e núcleos municipais e irá protocolar requerimentos nas Coordenadorias Metropolitanas solicitando do governo do Estado a manutençaõ dos seus direitos.

No dia 17 de junho, haverá paralisação de 24 horas, com uma marcha unificada ao Palácio com os servidores que integram o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (MUSPE).

À tarde, haverá uma assembléia geral, no auditório da ABI (Rua Araújo Porto  Alegre 71 - 9º andar - Centro).

Petrópolis em estado de greve: Veja o calendário de lutas da rede municipal

A rede municipal de Petrópolis suspendeu a greve na última quarta-feira, mas se manteve em estado de greve, aguardando o desenvolvimento das negociações com a prefeitura, que se iniciarão na próxima quarta-feira (dia 09 de junho). Veja o calendário de atividades aprovado pela categoria:

CALENDÁRIO
Início da semana: Realização de reunião com os pais e responsáveis dos nossos alunos. Se a direção da escola tentar impedir essa reunião, deveremos conversar com nossos pais no portão das escolas e denunciar o  nome dessas  diretoras ao Sepe.

7 de junho – SEGUNDA: Durante o dia todo nas escolas conversar, distribuir notas informativas, colher mais assinaturas de apoio. Mudar nosso plano de aula falando de cidadania, de liberdade, da luta e contar a história que estamos construindo.

8 de junho - TERÇA - às 15h: Vamos entregar na Prefeitura o ABAIXO ASSINADO. Uma comissão entre pais, alunos, servidores da educação e da saúde estarão na Prefeitura para este ato. Todos que puderem deverão ir. Nos encontraremos lá.

Dia 9 de junho - QUARTA  a partir das 13:30h: VIGÍLIA na porta da Prefeitura o aguardando a negociação.

Dia 9 de junho - QUARTA às 18h: ASSEMBLEIA da EDUCAÇÂO em frente à CÂMARA

Educação municipal de Petrópolis suspende greve e aguarda audiência com prefeito:

Os profissionais de educação da rede municipal de Petrópolis decidiram essa tarde, em assembleia realizada no Clube Petropolitano, suspender a greve da categoria, iniciada no dia 13 de maio. A categoria decidiu suspender a greve e aguardar o resultado da audiência com o prefeito Paulo Mustrangi, que será realizada na quarta-feira, dia 9, às 13h, na prefeitura. Essa audiência foi ordenada pela Justiça, já que o prefeito Mustrangi, até agora, vinha se recusando a negociar. Também no dia 9, a categoria realizará uma assembleia na Câmara de Vereadores, às 18h, para discutir o resultado das negociações.

Cabe agora ao prefeito abrir negociações com os servidores municipais, o que ele vem recusando desde o início do movimento. As reivindicações dos profissionais das escolas municipais de Petropolis são as seguintes: implementação imediata de um plano de carreira unificado (englobando professores e funcionários); reajuste de 20% para recomposição das perdas salariais dos últimos anos; incorporação dos abonos; e redução da jornada de trabalho dos funcionários administrativos de 40 horas para 30 horas.

Justiça do Trabalho ordena que prefeito negocie:

Em audiência realizada ontem, terça-feira, dia 1º, o desembargador Luiz Felipe Haddad do Tribunal de Justiça do Rio reconheceu a legitimidade do Sepe para realizar negociações com a prefeitura e concedeu um prazo de 20 dias, a partir de ontem, dia 7, para que a categoria, a prefeitura e o Sindicato dos Servidores Públicos (Sisep) possam discutir a pauta de reivindicações dos professores e funcionários das escolas.

O desembargador recusou as alegações dos representantes da prefeitura e do Sisep de que o Sepe não teria legitimidade para representar os educadores municipais de Petrópolis. Segundo Luiz Felipe Haddad, o histórico de 30 anos de lutas do sindicato é uma prova inconteste desta representatividade do Sepe.

Carta à população de Petrópolis sobre a interrupção da greve

Carta à população de Petrópolis:
 
Escolas municipais interrompem a greve, mas a mobilização continua! Prefeito Mustrangi, faça uma proposta digna à categoria!

Os profissionais de educação da rede municipal de Petrópolis decidiram no dia 2 de junho interromper a greve da categoria, iniciada no dia 13 de maio, e retornar ao trabalho na segunda-feira, dia 6.

A categoria decidiu interromper a greve para que o prefeito Paulo Mustrangi (PT), cumprindo determinação da Justiça, apresente uma proposta digna para a educação – até agora o prefeito propôs um reajuste de míseros 3%. No dia 9 de junho, ocorrerá uma audiência com o governo municipal, conforme determinação do desembargador Luiz Felipe Haddad.

No mesmo dia 9/6, a categoria realizará uma assembleia para discutir o resultado das negociações. Cabe ao prefeito decidir se as escolas continuarão funcionando ou se haverá uma nova greve.

A população de Petrópolis tem que saber que nossas reivindicações não são absurdas ou impossíveis de serem atendidas. Pelo contrário! Repare:
1)       Implementação imediata de um plano de carreira unificado (englobando professores e funcionários);
2)       reajuste de 20% para recomposição das perdas salariais dos últimos anos;
3)       Incorporação dos abonos;
4)       Redução da jornada de trabalho dos funcionários administrativos de 40 horas para 30 horas.

Desde o início da mobilização dos educadores municipais, que redundou na greve, o governo e a Secretaria Municipal de Educação não se preocuparam em abrir negociações, nem apresentar uma contraproposta decente para as nossas reivindicações. Por sinal, em Petrópolis, não são apenas os educadores que se encontram em situação difícil por causa da falta de implementação pela prefeitura de uma política salarial e de valorização dos servidores públicos. O pessoal da Saúde, por exemplo, também está em greve. Assim, o movimento unificado dos servidores municipais de Petrópolis está cada dia mais forte.

Desde o dia 13 de maio, quando foi deflagrada a greve da educação municipal, os atos públicos e as assembléias promovidas pelos educadores e o conjunto dos servidores municipais em luta reuniram milhares de pessoas nas ruas da cidade. Em todos os atos promovidos até aqui, os educadores e as demais categorias têm recebido o total apoio da população petropolitana, que considera justas as nossas reivindicações.

Dessa forma, interrompemos a greve, mas a mobilização continua forte. Cabe agora ao prefeito Mustrangi se pronunciar, apresentando uma proposta digna para a categoria. Se ele mantiver sua intransigência, não teremos outro caminho a não ser retomar a greve.

Com a palavra, o prefeito.

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