terça-feira, 19 de dezembro de 2017

PAGAMENTO NO 2º DIA ÚTIL, JÁ!



PAGAMENTO NO 2º  DIA ÚTIL, JÁ!

No dia 18 de dezembro, enquanto o prefeito curte férias em Orlando, foi publicado no Diário Oficial a mudança no calendário de pagamento. A partir de 2018 receberemos até o 5º dia útil. O salário de dezembro, ao invés de ser pago dia 3 de janeiro, será pago até o 7º dia útil, 10 de janeiro.

Trata-se de mais um grave ataque aos nossos direitos, assim como muitos outros que Crivella tem feito. Benefícios foram cortados, enquanto o prefeito tentava nomear seu filho para a Casa Civil. Não há posicionamento oficial sobre nosso reajuste, mas as diárias de viagens foram aumentadas. Há uma profunda crise na saúde, mas a UNIMED e muitas empresas continuam devendo milhões de ISS.

O governo tenta jogar nas nossas costas a culpa de uma crise que não é nossa. Não vamos aceitar.

Exigimos nosso pagamento no 2º dia útil!

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Rede municipal do Rio: vigília na Câmara de Vereadores quarta (13) contra PL que taxa aposentados


Nesta quarta-feira, dia 13, a Câmara de Vereadores vai votar o projeto de lei do prefeito Crivella que taxa em 11% uma parcela dos servidores aposentados municipais. O projeto também propõe acabar com a integralidade, que é o direito do servidor se aposentar com salário integral da ativa, e a proporcionalidade, que é o direito ao mesmo reajuste aplicado aos salários dos ativos. Esta alteração na Previdência é um ataque sem tamanho aos aposentados do município do Rio e, por tabela aos profissionais da ativa que, um dia, também irão se aposentar. O prefeito Crivella já não concedeu reajuste este ano para os servidores e agora quer taxar os aposentados. Por isso, convocamos os profissionais de educação das escolas municipais do Rio e aposentados para uma vigília na Câmara de Vereadores, no dia 13 de dezembro, a partir das 13h. Vamos pressionar os vereadores para que eles não aprovem mais um ataque aos servidores municipais. Não vamos aceitar passivamente pagar o preço por uma crise que não é nossa.

http://www.seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=17704

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Nota do Sepe da Regional 4 sobre as declarações do Secretário de Educação do dia 05/12






Depois de gritar durante reunião na 4ªCRE; de perseguir uma professora; de dizer em audiência na Câmara Municipal que se estivesse a frente de uma rede particular a solução seria fechar escolas; de escrever declarações racistas; o Secretário hoje atingiu o limite do tolerável.

Durante o ato do Movimento Unificado em Defesa do Serviço Público Municipal, contra a reforma da previdência e as mudanças na nossa aposentadoria, pelo dia nacional de lutas, uma comissão de profissionais de educação subiu até a SME buscando uma audiência com o chefe da pasta. Algo bastante rotineiro, assim como a presença da guarda municipal nos acompanhando. Encontramos no corredor a chefe de gabinete e reivindicamos uma audiência.

Após um tempo, ela retornou informando que o secretário estava em reunião e nos retornaria depois. Lembramos que até hoje estamos esperando a data do fórum que foi desmarcado. Portanto seria fundamental um aceno com a data de uma audiência para tratar dos inúmeros problemas da rede: a reestruturação que continua, 1/3, matriz, funcionários, fóruns, violência, PME, entre vários outros pontos.  

Passado mais algum tempo o Secretário saiu da sala de reunião e surgiu no corredor. A comissão ficou parada, aguardando o secretário, que se aproximou e começou a vociferar “palhaçada”, “mentirosos”. Pontuamos que enquanto chefe da pasta deveria receber a comissão, haviam muitos debates a serem feitos e um ano letivo prestes a se encerrar. O secretário questionou nossa representatividade, desrespeitou o fotógrafo e todos que estavam ali.

No fim da tarde soubemos de uma postagem do secretário que não condiz com a verdade. Não houve nenhuma tentativa de invasão. O Secretário quer criar um factoide, porque a votação contrária a matriz de 60 minutos deve ter sido gigante. Tenta assim “inverter o jogo”. Fala de democracia, mas persegue uma professora que denunciou as reais condições de trabalho. Fala em defesa da educação pública, mas se dedica a implementação da parceria público privada na Educação Infantil.  

Nenhum Secretário de Educação, pode questionar a legitimidade de uma direção eleita pela sua base, principalmente de um sindicato consolidado com 40 anos de história de lutas, independente dos governos, dos partidos e dos patrões.

A função de um Secretário de Educação não é dizer basta, é receber o sindicato e atender as reivindicações da categoria. Temos motivos de sobra para questionar as palavras e as atitudes adotadas. Por que o secretário suspendeu o fórum e criou a consulta? Porque não falou da consulta no fórum? São muitos os porquês.   Não aceitaremos nenhum ataque, nenhuma retirada de direitos, nenhuma calúnia!


 SEPE SOMOS NÓS, NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ!






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