segunda-feira, 11 de março de 2013

Propostas aprovadas na Assembléia da Rede Municipal (09/03)

1- Garantir a ida semanal de uma comissão à SME, para cobrar resposta sobre o pedido de audiência;
2- Plenária de Profissionais de Educação Infantil, no dia 13 de abril de 2013;
3- Paralisação e Assembléia da rede municipal no dia 18/04, com ato no Centro Administrativo;
4- Assembleias descentralizadas pelas regionais, dia 6/04/13;
5- Material específico da Educação Infantil contendo o resgate histórico das lutas do SEPE para este setor, informes, pauta de reivindicação e 1/3 do planejamento de PEI;
6- Material sobre os professores de Língua Espanhola, denunciando a redução da carga horária e o desvio de função, relacionando com o descaso com LDB, alunos e a questão intercontinental. Surgiram algumas idéias a serem trabalhadas como chamada: Na cidade da Copa e das Olimpíadas os alunos só podem falar inglês?
7- Que as regionais façam um levantamento da extinção das classes especiais, escolas sem quadra ou quadra descoberta, carência de professores, carência de merendeiras, entre outros problemas;
8- Definir até quarta-feira, dia 13/03 a data  de reunião do SEPE com a assessoria pedagógica;
9- Agilizar as informações do SEPE via facebook e redes sociais;
10- Procurar as universidades e sociedade civil para que se pronunciem sobre os problemas dos professores de  Língua Estrangeira, 6º ano experimental, GEC e outras propostas da SME;
11- Produzir um DVD do SEPE , como um documentário, explicando os problemas da rede ocasionados pela política educacional, buscando a mobilização;
12- Plebiscito da Rede Municipal sobre a política educacional da Prefeitura, realizado no conjunto da rede, com a organização de comitês de mobilização local, a garantia de transporte, materiais e infraestrutura para que a direção e a categoria possam realizá-lo nas escolas e creches da rede;
13- Junto ao plebiscito realizar campanha de filiação, eleição de representante e recadastramento;
14- Ação jurídica urgente sobre a redução do currículo de  Língua Espanhola, o desvio de função destes professores e a discussão detornar esta disciplina como eletiva;
15- Estudo jurídico sobre a questão da DE aos novos professores de 40 horas;
16- Campanha sobre a climatização, com adesivos (já feitos pela Regional VII ), incluindo o logo do SEPE;
17- Na próxima Assembléia discutir os nomes para os Conselhos Municipais.
           
* Reunião da Coordenação da Capital, quinta -feira, dia 14/03, às 14 horas no SEPE-RJ (Rua Evaristo da Veiga, 55/7º andar - Cinelândia).
* Não foi definido na Assembléia o horário da Plenária do dia 13, nem do ato e assembléia do dia 18/04.

Língua Espanhola: profissionais protestam contra redução da carga horária na rede municipal

O anúncio pela SME de redução da grade curricular de Língua Espanhola, está revoltando os profissionais que trabalham com o ensino desta língua estrangeira nas escolas municipais, Desde o ano passado, a categoria tem se mobilizado para tentar reverter a situação, mas a SME não se pronunciou a respeito, como se na cidade que vai sediar uma série de eventos de grande atratividade para o público estrangeiro a única preocupação do governo seja o ensino da língua inglesa, deixando de lado o espanhol, que é falado em dezenas de países do mundo inteiro, inclusive em quase toda a América Latina. Veja a carta que a APEERJ (Associação dos Professores de Espanhol do Rio de Janeiro) enviou para a SME por e-mail e, também, protocolada em 2012 e que, até hoje, não teve resposta.

À SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
ASSUNTO: Carta oficial da APEERJ referente ao ensino de Espanhol na rede municipal
À Ex.ª Senhora Secretária Cláudia Costin
À Ex.ª Senhora Subsecretária de Ensino Helena Bomeny
A APEERJ- Associação dos Professores de Espanhol do Rio de Janeiro – e os professores de espanhol da rede municipal, após reunião com a subsecretária de ensino Helena Bomeny, no dia 02 de março de 2012, demonstram, nesta carta,  grande preocupação com o ensino de Espanhol, um dos componentes curriculares do Ensino Fundamental das Escolas Municipais do Rio de Janeiro.
Conforme declaração da subsecretária nessa reunião, a partir do presente ano, haverá redução de carga horária de Língua Espanhola na matriz curricular e, em 2014, restrição a possíveis oficinas, de caráter “eletivo”, no turno da tarde, em unidades escolares chamadas “Ginásios Cariocas” Cremos que se trata de um grave e sério retrocesso. Em menos de dois anos, uma língua que deveria ser ensinada em todas as séries do ensino fundamental, se limite ao caráter “eletivo”, a uma oferta incerta, quiçá relegada ao esquecimento.
Ao longo de seus 30 anos, nossa associação luta para que o ensino de línguas estrangeiras seja respeitado e valorizado em todos os âmbitos. Essa luta não é não apenas pela expansão da língua espanhola nas escolas, mas pela implementação de um ensino de línguas que propicie ao estudante refletir sobre a sua participação na sociedade, sobre seus deveres, anseios e conquistas futuras.
É também objetivo desta associação lutar em prol das causas dos seus professores, muitas vezes, submetidos a políticas governamentais que não estão atentos às suas reais necessidades e justas reivindicações.
Nesse sentido, cabe mencionar a enorme indignação desta associação ao tomar conhecimento, por meio de relatos de seus membros e pela já mencionada subsecretária, que os professores de espanhol da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro estão em vias de trabalhar com turmas de reforço de língua-portuguesa. Possivelmente, fora de suas escolas de origem, onde muitos possuem mais de 10 anos de vínculo, e prestes a ter seus horários pulverizados e limitados a poucos tempos de aula com os estudantes.
A subutilização do trabalho dos professores que se dedicam ao ensino de língua espanhola também é tema de debate neste documento. Embora os representantes da Secretaria Municipal de Educação tenham ressaltado, mais de uma vez, que “a prioridade é o aluno e não o professor”, sabemos que dificilmente se aprende/ensina algo diminuindo os partícipes da mediação e da construção do conhecimento.
Cabe ressaltar também que é no mínimo contraditória a realização de um concurso de 100 vagas para professor de espanhol quando os atuais professores da rede vivem essa situação inaceitável. É difícil compreender que uma língua falada em mais de 20 países como língua materna perca seu espaço em uma das maiores redes municipais de ensino da América Latina.
Concluímos esta carta, reafirmando que a APEERJ sempre estará aberta ao diálogo com o poder público para a viabilização de ações em prol do ensino de espanhol no Rio de Janeiro, como a realização de cursos de capacitação ou projetos similares. Essa parceria, no entanto, espera desse órgão o respeito devido o trabalho do professor de línguas estrangeiras e o lugar do espanhol como um dos integrantes do componente curricular, de imprescindível relevância à formação de alunos-cidadãos críticos e conscientes do valor da aprendizagem de uma língua estrangeira.
Nestes termos, a APEERJ solicita a devida revisão da decisão de retirar da grade uma disciplina tão importante com a Língua Espanhola, para que possamos desenvolver novas parcerias com a Secretaria Municipal de Educação. Desta maneira esperamos que, alunos, professores e comunidade escolar sejam contemplados com um ensino público de línguas plural e de qualidade.
APEERJ Diretoria (2010-2012):
Dayala Vargens (UFF)
Luciana Freitas (UFF)
Maria Cristina Giorgi (CEFET-RJ)
Renato Pazos Vázquez (Colégio Técnico da UFRRJ)
Rita de Cássia Rodrigues Oliveira (UERJ)
Viviane C. Antunes Lima (UFRRJ)
Viviane S. Fialho de Araujo (SEE)
Assessoria política (2010-2012): Fábio Sampaio de Almeida (CEFET-RJ)

Protesto contra a privatização do Maracanã no próximo sábado (dia 16 de março)


O Comitê Popular da Copa e da Olimpíada fará um ato no próximo dia 16 de março, na Praça Saenz Pena, Tijuca, a partir das 10h. De lá, os manifestantes farão uma caminhada até o Maracanã para protestar contra os gastos dos governos federal, estadual e municipal com a organização das atividades que envolvem a realização da Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas na cidade do Rio de Janeiro. 

Segundo o Comitê, as autoridades vão gastar bilhões de reais para a realização destes eventos, favorecendo empresários e empreiteiras, enquanto setores essenciais para o bem-estar da população, como saúde, educação, cultura, moradia, meio ambiente e transporte, entre outros, estão sendo deixados de lado. 

Outro fator que causa a revolta é a privatização do complexo do Maracanã, com a demolição da Escola Municipal Friedenreich, do prédio do Museu do Índio e dos estádios Célio de Barros e Júlio Delamare para a construção de lojas, bares e estacionamentos.

Baixe a Cartilha dos Direitos dos Servidores do Estado produzida pelo Sepe


































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http://pt.scribd.com/doc/129284308/SEPE-Cartilha-de-Direitos-Leis

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