quinta-feira, 18 de outubro de 2018

MAIS CONFRONTO NO COMPLEXO DA PENHA



O Município do Rio de Janeiro até o dia 30 de setembro teve o maior número de tiroteios. Sob Fogo Cruzado são pelo menos 133 tiroteios/disparos de arma de fogo em áreas com Unidades de Polícia de Pacificação. As áreas de maior ocorrência são: Complexo de Manguinhos, Complexo do São Carlos e Complexo da Penha. Em setembro, o número de tiroteios registrou 857 entre confronto e disparos no Grande Rio, 286 a mais do que o mesmo período de 2017.

A 4ª. CRE compreende a maior concentração de favelas sendo que o Complexo da Penha e Manguinhos neste último mês aparece nas estatísticas.

A violência é um problema social e está de forma equivocada dentro das escolas comprometendo todo o desenvolvimento dos alunos.

Profissionais da educação e crianças vivem sob constante tensão nessas áreas e é necessário um posicionamento da Secretaria de Educação nesses momentos.

Ontem dia 17/10/2018 pela manhã por volta das 10h à Rádio da BandNews FM  denunciou a situação caótica que crianças e profissionais da educação da Creche Municipal Carlos Drummond tiveram que enfrentar durante o tiroteio no Complexo da Penha. Foram enviados por ouvintes da BandNews FM o desespero de profissionais da Creche e como profissionais tentavam acalmar as crianças, que choravam assustadas com o barulho das rajadas de tiros.

A creche tem crianças de 1 ano a 3 anos e 11 meses e sendo uma unidade integral para garantir a vida de todos é importante o esvaziamento da unidade. Mas o ocorrido não foi esse! Mesmo o confronto tendo sido pela manhã a unidade funcionou normalmente pela tarde.

Sabemos que no dia de tiroteio todos ficam tensos e sem ambiente para tal.  A creche deveria ser um ambiente saudável, livre de violência para que profissionais possam proporcionar um ambiente adequado ao desenvolvimento do aluno. Porém, a realidade está bem distante do necessário!

É importante que a Prefeitura do RJ tenha consciência que é de total responsabilidade dela a integridade física dos alunos e profissionais. Desta forma,  em momentos de confronto a unidade deve ser fechada para garantir a vida das crianças e profissionais.

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