O Sepe informa que o Conselho Deliberativo Ampliado da rede estadual será realizado no dia 27 de julho, no auditório do SindJustiça, na Travessa do Paço, 23 - 13º andar, a partir das 10h.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
SEEDUC anuncia erro e diz que não haverá descontos da greve na rede estadual: pagamento será integral no início de agosto
O Sepe tem recebido um número muito grande de emails de profissionais da rede estadual, reclamando sobre descontos que foram feitos pela SEEDUC e que constam nos contracheques do mês de julho disponibilizados pelo Proderj na internet. A SEEDUC publicou uma nota de esclarecimento no seu site (http://www.rj.gov.br/web/seeduc/exibeconteudo?article-id=551673) afirmando que os contratcheques disponíveis no internet foram fechados antes da decisão judicial que impediu o desconto e, portanto, não tem validade. Segundo a Secretaria, no início de agosto, os profissionais receberaão seus vencimentos normalmente, sem os descontos. Os contracheques que estão na internet, portanto, devem ser desconsiderados.
Moção de apoio da Conlutas à luta da rede estadual do Rio de Janeiro
O Governo Sérgio Cabral mantém uma relação privilegiada com as empreiteiras, as multinacionais e os bancos. Para os seus amigos não falta dinheiro. São obras faraônicas de utilidade duvidosa. Todos os recursos destinados à educação vão parar nos bolsos das empresas, dos bancos e fundações. Enquanto isso nas escolas faltam professores, funcionários e equipamentos didáticos. Além disso, Cabral se recusa a fazer qualquer tipo de concessão de reajuste ou reposição de perdas salariais para repor o poder aquisitivo dos minguados salários. Um professor concursado, com formação universitária recebe um salário de menos de 700 reais. Um funcionário tem salário menor que o salário mínimo e seu plano de carreira é uma lei não é cumprida. A merendeira ou a bibliotecária tem o mesmo mísero salário. Por tudo isso e com a necessidade dos educadores oferecerem aos seus alunos um ensino de qualidade, a educação estadual entrou em greve a partir de 07 de junho. Estão acampados em frente a SEDUC (Secretaria Estadual de educação) a mais de 10 dias.
Cabral promove a mesma política do governo Dilma. A quadrilha que se locupleta com o dinheiro público em Brasília é a mesma do Rio de Janeiro. Tudo veio à tona com a revelação de que Eike Batista, do Grupo EBX, emprestou um jatinho para Cabral festejar o aniversário de Fernando Cavendish, da Delta Construções, na Bahia. Eike e Cavendish são dois dos muitos generais que comandam a pilhagem de recursos públicos no estado fluminense.
A sangria de bilhões de reais que vão para o bolso da burguesia só é possível com a política de Cabral de arrocho salarial sobre os servidores, principalmente, a educação. Portanto, há dinheiro para reajustar os salários. Há dinheiro para remunerar com dignidade os aposentados e pensionistas.
Tudo isso sem falar na eleição para as direções das escolas, na revitalização do IASERJ, a não extinção das 22 escolas noturnas, o cumprimento do plano de carreira dos funcionários e a regularização da situação dos animadores culturais, entre outras. É nessa situação que Cabral se recusa a reconhecer a greve e atender as justas reivindicações dos educadores fluminenses. Sendo assim, somos solidários com a luta destes trabalhadores. Sua luta é em defesa da educação estadual no Rio de Janeiro. Por isso exigimos que este governo atenda imediatamente todas as reivindicações, faça concurso público para o quadro de professores, funcionários e aumente os investimentos na educação. Não é possível que o Governo Cabral determine que no Rio tenha dinheiro para empreiteiro e não tenha para a educação pública.
Cabral promove a mesma política do governo Dilma. A quadrilha que se locupleta com o dinheiro público em Brasília é a mesma do Rio de Janeiro. Tudo veio à tona com a revelação de que Eike Batista, do Grupo EBX, emprestou um jatinho para Cabral festejar o aniversário de Fernando Cavendish, da Delta Construções, na Bahia. Eike e Cavendish são dois dos muitos generais que comandam a pilhagem de recursos públicos no estado fluminense.
A sangria de bilhões de reais que vão para o bolso da burguesia só é possível com a política de Cabral de arrocho salarial sobre os servidores, principalmente, a educação. Portanto, há dinheiro para reajustar os salários. Há dinheiro para remunerar com dignidade os aposentados e pensionistas.
Tudo isso sem falar na eleição para as direções das escolas, na revitalização do IASERJ, a não extinção das 22 escolas noturnas, o cumprimento do plano de carreira dos funcionários e a regularização da situação dos animadores culturais, entre outras. É nessa situação que Cabral se recusa a reconhecer a greve e atender as justas reivindicações dos educadores fluminenses. Sendo assim, somos solidários com a luta destes trabalhadores. Sua luta é em defesa da educação estadual no Rio de Janeiro. Por isso exigimos que este governo atenda imediatamente todas as reivindicações, faça concurso público para o quadro de professores, funcionários e aumente os investimentos na educação. Não é possível que o Governo Cabral determine que no Rio tenha dinheiro para empreiteiro e não tenha para a educação pública.
Coordenação Estadual de Entidades da CSP-CONLUTAS – CENTRAL SINDICAL E POPULAR DO RIO DE JANEIRO
Rede estadual protestou na Praia do Leblon na manhã deste domingo
Os profissionais da rede estadual realizaram um protesto na Praia do Leblon na manhã deste domingo (24/7). Desde as 9h, a categoria se concentrou no Jarim de Alá e, de lá, se dirigiu em passeata até a altura do posto 12, onde foram colocados na praia centenas de cartazes com a reproduçao de contracheques de professores e funcionários.
O local escolhido para o enterro simbólicos dos contracheques fica na esquina da rua Aristides Espínola, local onde o governador residiu com a sua família, antes do seu divórcio. Os profissionais também fizeram um mosaico formando as palavrar SOS Educação e, durante toda a passeata exigiram que o governo do estado reabra as negociaçoes em torno das reivindicações da categoria, em greve desde o dia 7 de junho.
Os bombeiros e a PM também foram representados na passeata e muitos populares pegaram o microfone para dar o seu apoio aos profissionais da educaçao em greve e contra os escândalos do governo Cabral.
sábado, 23 de julho de 2011
Quase 90% apoiam greve em pesqusa feita pelo jornal O Globo.
VEJA O RESULTADO DE HOJE, SÁBADO DIA 23/07.
Para votar, acesse a página da Educação do site e procure a pesquisa, que está no link Educação (http://oglobo.globo.com/educacao/).
Para votar, acesse a página da Educação do site e procure a pesquisa, que está no link Educação (http://oglobo.globo.com/educacao/).
Esclarecimentos sobre o desconto nos contracheques do estado
Pela internet, os profissionais de educação do estado tiveram acesso aos contracheques de julho e confirmaram que houve o desconto dos dias de greve na rede. Em muitos casos, os contracheques estão zerados. No jornal O Dia deste sábado, na Coluna do Servidor, a própria Seeduc informa que a folha “fechou antes de sair a decisão judicial” que impede o corte – decisão esta ganha pelo Sepe, no dia 7 de julho. Segundo o jornal, a Seeduc informa que o erro será corrido a tempo de “todos os servidores (receberem o salário) normalmente no próximo dia 2 de agosto”. Ou seja, a Secretaria afirmou à imprensa que não haverá o corte.
De qualquer maneira, esclarecemos à categoria que qualquer desconto é totalmente irregular, pois descumpre a liminar ganha pelo sindicato na 3ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Estado. Esta liminar impede que o governo promova cortes no ponto dos profissionais de educação que estão fazendo a greve na rede estadual desde o dia 7 de junho.
A decisão foi proferida no processo nº 0181463-81.2011.8.19.0001, de autoria do juiz Plínio Pinto Coelho Filho, a favor dos profissionais de educação e, além de impedir os descontos dos dias parados, determina que seja efetuada a devolução, em folha suplementar, dos valores que porventura já tenham sido indevidamente descontados da categoria.
A direção do sindicato informa que irá, no início da semana que vem, à Seeduc para esclarecer de vez o problema.
A seguir, leia um resumo da sentença da Justiça que deferiu a liminar do Sepe:
“Assim sendo pelas motivações acima expositadas, e, ainda, tendo como presentes os requisitos essenciais à sua concessão, DEFIRO A TUTELA ANTECIPADA vindicada exordialmente pela parte Autora (Sepe), para determinar a parte RÉ (Governo do Estado) de se obstar a efetivar o desconto dos vencimentos dos servidores, a título de “falta”, pelos dias em que estiveram paralisados, em virtude da greve (...) Os valores, por ventura, indevidamente descontados, devem ser pagos mediante folha de pagamento suplementar, ficando, ainda, vedada qualquer anotação em folha funcional, em virtude de tal paralisação. Intime-se a parte Ré para ciência e cumprimento desta decisão e cite-se o mesmo com as observações legais(...)"
De qualquer maneira, esclarecemos à categoria que qualquer desconto é totalmente irregular, pois descumpre a liminar ganha pelo sindicato na 3ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Estado. Esta liminar impede que o governo promova cortes no ponto dos profissionais de educação que estão fazendo a greve na rede estadual desde o dia 7 de junho.
A decisão foi proferida no processo nº 0181463-81.2011.8.19.0001, de autoria do juiz Plínio Pinto Coelho Filho, a favor dos profissionais de educação e, além de impedir os descontos dos dias parados, determina que seja efetuada a devolução, em folha suplementar, dos valores que porventura já tenham sido indevidamente descontados da categoria.
A direção do sindicato informa que irá, no início da semana que vem, à Seeduc para esclarecer de vez o problema.
A seguir, leia um resumo da sentença da Justiça que deferiu a liminar do Sepe:
“Assim sendo pelas motivações acima expositadas, e, ainda, tendo como presentes os requisitos essenciais à sua concessão, DEFIRO A TUTELA ANTECIPADA vindicada exordialmente pela parte Autora (Sepe), para determinar a parte RÉ (Governo do Estado) de se obstar a efetivar o desconto dos vencimentos dos servidores, a título de “falta”, pelos dias em que estiveram paralisados, em virtude da greve (...) Os valores, por ventura, indevidamente descontados, devem ser pagos mediante folha de pagamento suplementar, ficando, ainda, vedada qualquer anotação em folha funcional, em virtude de tal paralisação. Intime-se a parte Ré para ciência e cumprimento desta decisão e cite-se o mesmo com as observações legais(...)"
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Cartão Cultura: SEEDUC informou o Sepe que problema nos cartões seria resolvido ainda hoje
A direção do Sepe se reuniu com o subsecretário de Gestão de Pessoas da SEEDUC, Luiz Carlos Becker, para tratar dos problemas verificados nas últimas horas com o Cartão Cultura, distribuído para os profissionais das escolas estaduais a partir de meados de junho. Sobre os problemas denunciados por profissionais que não conseguem retirar os cartões nas agências do Itau, Becker disse que os cerca de dois mil profissionais que se encontram nesta situação terão uma solução para o problema ainda nesta sexta-feira. A respeito dos cartões que estão com o saldo zerado, mesmo sem ter sido utilizados, o subsecretário também disse que o problema seria solucionado até a noite de hoje (dia 22/7). O Sepe solicitou mais agilidade para a resolução dos problemas com os cartões, já que o sindicato tem recebido inúmeros telefonemas e emails de profissionais que não estão conseguindo retirar os seus cartões nos bancos ou não estão conseguindo efetuar suas compras por causa da falta de saldo nos mesmos.
Rede Estadual vai enterrar os contracheques na Praia do Leblon no domingo (dia 24)
No próximo domingo, o Sepe convoca os profissionais da rede estadual para participarem do ato de protesto contra os baixos salários, que será realizado na Praia do Leblon, na altura do Jardim de Alá, a partir das 9h. No ato, a categoria vai denunciar os salários baixos pagos pelo governo do Estado, enterrando contracheques nas areias da praia. O Sepe recomenda que os profissionais se vistam de preto (usado as camisetas da greve na rede estadual).
Cartão Cultura de Risolia e Cabral está bloqueado
O Sepe está recebendo uma série de denúncias, via emails e telefone, de profissionais da rede estadual que não estão conseguindo realizar suas compras com o cartão cultura. Segundo estes profissionais, o saldo dos cartões - que ainda não tinham sido usados ou tinham sido usados parcialmente - está zerado desde ontem. Ciente do problema, o Sepe entrou em contato com a SEEDUC e lá, os assesores do secretário disseram que o problema era com o banco Itau. Entramos em contato com o banco e eles disseram que o problema era com a SEEDUC. Ou seja, mais uma vez, o governo estadual mostra todo o seu descaso para com os profissionais da rede estadual e, depois de fazer um grande alarde com o lançamento do cartão, agora o cartão foi bloqueado sem qualquer aviso prévio ou explicação do porquê o mesmo se encontra bloqueado.
O sindicato já enviou uma nota para a imprensa denunciando o fato e vai continuar pressionando a SEEDUC para que o problema seja resolvido no mais breve tempo possível.
O sindicato já enviou uma nota para a imprensa denunciando o fato e vai continuar pressionando a SEEDUC para que o problema seja resolvido no mais breve tempo possível.
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