quinta-feira, 18 de abril de 2013

Assembleia da rede estadual decide pela manutenção do estado de greve e por nova paralisação no dia 8


Centenas de profissionais compareceram ontem (18/04) à assembleia da rede estadual de educação (foto de Samuel Tosta) e ficou decidido que haverá uma nova paralisação, dessa vez de 24 horas, no dia 08 de maio (quarta-feira).

No mesmo dia 8 de maio, será realizada uma assembleia, às 10h  (local a confirmar), para decidir os rumos do movimento. Após a Assembleia haverá uma passeata dos profissionais de educação até o Palácio Guanabara, sede do governo do estado. 

Foi decidido, também, que a assembleia do dia 8 de maio irá discutir se as escolas estaduais entrarão em greve (será votado o indicativo de greve); além disso, o estado de greve continua - o que significa que uma greve por tempo indeterminado pode ser aprovada na assembleia do dia 8 de maio.

A categoria realiza desde anteontem (dia 16) uma greve de advertência de 72 horas, que termina hoje – as aulas, com a decisão da assembleia, voltam ao normal a partir de amanhã (dia 19).

Os profissionais de educação realizaram também um protesto em frente à sede da Secretaria de Estado de Educação. Eles reivindicaram a abertura imediata das negociações.

Outra decisão da assembleia foi realizar um ato de desagravo ao Sepe na ABI, no dia 3 de maio (sexta-feira), às 18h, contra os ataques do governo Cabral ao sindicato. O sindicato vai convidar entidades do movimento civil para participar.

As principais reivindicações da categoria são:

1) Piso salarial para os professores de cinco salários mínimos (total de R$ 3.816,00, tendo como base o salário mínimo regional no estado do Rio, que é de R$ 763,14) e de 3,5 salários mínimos para as merendeiras, serventes, vigias e zeladores (funcionários administrativos das escolas). 

2) Fim das remoções dos funcionários administrativos.

3) Fim do programa "Certificação";

4) Retirada da ação que multa o sindicato por realizar greve (leia mais).

5) Efetivação dos animadores culturais;

6) Concurso público para professor e funcionário;

7) Eleições para direção nas escolas;

8) 1/3 da carga horária do professor para o planejamento das aulas, como manda a lei federal;

9) Nenhuma disciplina com menos de 2 tempos de aula em todas as séries.

Leia o calendário aprovado:

A partir do dia 24 de abril: vigílias diárias na SEEDUC para tentar negociação e audiência com o secretário Wilson Risolia.

Dia 3 de maio – ato de desagravo ao Sepe na ABI, às 18h, contra os ataques do governo Cabral ao sindicato. Participação de entidades do movimento civil.

Dia 4 de maio – Conselho Deliberativo da rede estadual.

Dia 16 de maio – caravanas de vários pontos do estado em direção ao Rio para protestar contra a política educacional do governo Cabral.

Centenas de Profissionais da Educação realizaram ato em frente à prefeitura antes da Assembleia da rede municipal (18/04)


Centenas de profissionais da rede municipal fizeram um ato de protesto ontem (18/04) pela manhã na prefeitura contra a política educacional do prefeito Eduardo Paes e da secretária de Educação Cláudia Costin.

O Sepe está fazendo um Plebiscito sobre o tema em seu site a com urnas volantes percorrendo as escolas e a votação vai foi até ontem. 

A rede municipal realizou também uma assembleia geral, no Instituto de Educação (Tijuca), para discutir os rumos do movimento. ontem  a rede realizou uma paralisação de 24 horas nas escolas do município.

O ato de ontem pode ser considerado um dos maiores dos últimos anos da rede municipal do Rio, comprovando que a categoria está bastante insatisfeita com a política implementada pelo prefeito, atravé da SME, nas escolas.

A meritocracia, a falta de diálogo e os baixos salários, além da falta de condições de trabalho despertaram os profissionais das escolas municipais e o ato de hoje serviu como um alerta para o governo - que mais uma vez se recusou a negociar com a categoria: Se a prefeitura não atender as nossas reivindicações a mobilização irá aumentar ainda mais e a rede municipal vai cobrar seus direitos na rua e na porta da sede do governo municipal. 

Centenas de Profissionais da educação fazem ato em frente à prefeitura – Assembleia da rede municipal acontece neste momento


Centenas de profissionais da rede municipal fizeram um ato de protesto hoje pela manhã na prefeitura contra a política educacional do prefeito Eduardo Paes e da secretária de Educação Cláudia Costin. O Sepe está fazendo um Plebiscito sobre o tema em seu site a com urnas volantes percorrendo as escolas e a votação vai até hoje (dia 18 de abril).  Neste momento, a rede municipal realiza uma assembleia geral, no Instituto de Educação (Tijuca), para discutir os rumos do movimento. Hoje a rede realizou uma paralisação de 24 horas nas escolas do município.

O ato de hoje pode ser considerado um dos maiores dos últimos anos da rede municipal do Rio, comprovando que a categoria está bastante insatisfeita com a política implementada pelo prefeito, atravé da SME, nas escolas. A meritocracia, a falta de diálogo e os baixos salários, além da falta de condições de trabalho despertaram os profissionais das escolas municipais e o ato de hoje serviu como um alerta para o governo - que mais uma vez se recusou a negociar com a categoria: Se a prefeitura não atender as nossas reivindicações a mobilização irá aumentar ainda mais e a rede municipal vai cobrar seus direitos na rua e na porta da sede do governo municipal. 

terça-feira, 16 de abril de 2013

PLEBISCITO SOBRE A POLÍTICA EDUCACIONAL DE EDUARDO PAES: VOTE PELA INTERNET!

A prefeitura do sr. Eduardo Paes e a SME-RJ da sra. Claúdia Costin estão impedindo nas escolas o plebiscito da rede municipal sobre a política educacional do prefeito Eduardo Paes.

Para possibilitar a participação democrática do conjunto da categoria e da comunidade escolar o Sepe está disponibilizando a votação on line no seguinte Link.

Participe! Vote e divulgue pelo seu e-mail e pelas redes sociais.

Vamos derrotar a falta de democracia e o projeto educacional de Paes/Costin!


SEEDUC lança factóide de reajuste na tentativa de enfraquecer movimento


O secretário de Educação estadual Wilson Risolia mais uma vez soltou um factoide. Hoje (15), está estampado nos jornais que o governo “estuda” conceder um reajuste salarial acima da inflação, que será superior a 5,84%. O governo usa como base o acumulado do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor) em 2012.

Em primeiro lugar, o secretário deveria ter vergonha de apresentar um índice ridículo desse para a categoria. Ele afirma que esse percentual garantirá reajuste salarial e não apenas a reposição de inflação.

O secretário “esqueceu” que, tendo como base com o próprio IPCA, se analisarmos só o governo Cabral (de 2006 pra cá), a nossa perda salarial está acima de 20%. Isso, como foi dito, se usarmos os dados do mesmo IPCA.

É mais uma manobra do governo Cabral na tentativa de esvaziar a greve de advertência de 72 horas, que começa amanhã, dia 16, e vai até o dia 18.

As escolas estaduais estão um caos. Escolas fechadas, turmas superlotadas, funcionários terceirizados sem receber salário e os profissionais de educação há mais de dois anos sem reajuste salarial.

Não vamos aceitar esse desrespeito aos profissionais de educação! Vamos responder à altura! Todos à assembleia do dia 18 de abril, às 11h, no Clube Municipal, na Tijuca.

Sábado de discussões: Plenária de educação infantil é realizada no Sepe


No último sábado, dia 13 de abril, o Sepe Central realizou a Plenária de educação infantil da rede municipal. Durante mais de uma hora colocou-se em discussão a situação das escolas e dos profissionais de educação infantil. 

Desde uma necessária estruturação das EDES até a terceirização dos funcionários administrativos. Ao final da plenária foi eleita uma comissão que terá a missão de criar e organizar um fórum de discussão sobre a educação. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Vitória: projeto que extingue cargos de funcionários é retirado de votação e volta para o governador


A votação do projeto de Lei 2055 que seria feita hoje na Alerj foi retirada da ordem do dia. O projeto, que até então seria votado na próxima semana, agora volta às mãos do governador Cabral.

Com isso, não há informações de uma possível nova data para a votação do PL.

A atitude mostra um recuo da bancada do governo. A pressão dos profissionais da educação junto aos deputados certamente foi fundamental para que esse recuo ocorresse. 

No entanto, mesmo com essa vitória, os profissionais de educação têm que continuar mobilizados, pois existe a informação de que o governador pode fazer um decreto lei, extinguindo os cargos.

24 DE ABRIL, MARCHA A BRASÍLIA - NÃO ABRIMOS MÃO DOS NOSSOS DIREITOS

A crise do capitalismo segue rapinando as economias do mundo inteiro, na Europa a resposta tem sido a mobilização. No Brasil, cresce a inflação e as perspectivas é de um crescimento pífio para o próximo período. O remédio para enfrentar a crise que se avizinha é amargo: 

Milhares de postos de trabalho estão ameaçados.Há um projeto para ser votado no congresso que pretende flexibilizar os direitos trabalhistas com a aprovação do Acordo Coletivo Especial (ACE). 

Para impedir essa votação o SEPE, a Csp- conlutas, o MST, a Cut pode mais e várias entidades do movimento entre elas o SEPE está organizando uma marcha a Brasília no dia 24/4. Já solicitamos o abono para esses dias as secretarias de educação. Participe desta luta. Saíremos do Rio no dia 23 e retornaremos no dia 25. 

O sindicato garantirá transporte (ônibus semi-leito) e ajuda de custo para alimentação. Você precisa passar seu nome e seu RG até o dia 20, para organizarmos a delegação do Rio. Entre em contato na regional.

Baixe a cartilha sobre o ACE em pdf aqui.

TODOS A BRASÍLIA CONTRA A RETIRADA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES

Vitória: Tribunal de Justiça acata liminar do Sepe e proíbe exoneração de animadores culturais

Os animadores culturais das escolas estaduais conquistaram uma grande vitória na manhã de hoje (dia 10 de abril). O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro julgou e acatou um recurso do Sepe, que solicitava a sustação da ação movida pelo Ministério Público Estadual, com vistas à extinção do cargo de animador cultural do quadro da SEEDUC. Com a decisão de hoje, a tramitação do caso volta à estaca zero e passará por nova apreciação da Justiça, mas o governo fica impedido de promover exonerações. A votação já havia sido adiada pelo TJ várias vezes

Mesmo com os adiamentos da Justiça, a nossa mobilização é importante para garantir uma vitória contra a ameaças de demissão e de extinção das funções desse segmento nas escolas estaduais.

Abaixo, a carta que os animadores culturais entregaram aos deputados estaduais, explicando sua situação:

Protesto amanhã (dia 11 de abril) contra a privatização do Maracanã

O Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas e entidades que lutam pela preservação do patrimônio público e pela preservação de instalações e equipamentos ameaçados de demolição ou de privatização para convoca as entidades do movimento civil para o ato unificado contra a venda do maracanã para a iniciativa privada. A concentração para o ato foi marcada para o dia 11 de abril, às 7h da manhã, no Largo do Machado. Neste dia, está prevista a entrega das propostas para a licitação do uso do Maracanã por empresas de interesse privado, que será efetivada no Palácio Guanabara.

Desde o anúncio da realização dos grandes eventos esportivos no Rio de Janeiro, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, temos assistido uma tentativa dos governos federal, estadual e municipal de destruição de símbolos públicos para a realização de obras visando a "adequação" da cidade para os eventos. Em nome da Copa e das Olimpíadas o governo do estado e a prefeitura estão promovendo uma série de obras e deixando de lado serviços como Educação, Saúde, Moradia, Cultura entre outros direitos da população.

Agora, a próxima etapa, depois da remoção dos habitantes da Aldeia Maracanã e do início da demolição de patrimônios do complexo, como o Parque Aquático Júlio Delamare e o Estadio de Atletismo Célio de Barros, é a entrega da administração do Maracanã reformado para a iniciativa privada, sob o regime de concessão.

Por estes motivos, os organizadores do movimento convocam todos os interessados na preservação do nosso patrimônio histórico e cultural para participarem do ato do dia 11 de abril, contra a privatização do Maracanã.

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