terça-feira, 1 de dezembro de 2015

ESTADO CONFIRMA PARCELAMENTO DOS SALÁRIOS DE NOVEMBRO – SEPE SE REUNIRÁ PARA DISCUTIR SITUAÇÃO

O site do governo do estado acaba de confirmar que o pagamento dos salários do   funcionalismo público de novembro será pago em duas vezes: uma primeira parcela de R$ 2 mil nas datas estabelecidas e o restante no dia 9/11.O governo explicou assim o pagamento: “Os servidores   inativos e ativos que ganham até R$ 2 mil líquidos mensais receberão o valor integral do pagamento nas datas previstas, ou seja, nestas terça-feira (1/12) e quarta-feira (2/12),respectivamente. Para aqueles que ganham acima deste valor, o Estado também depositará R$ 2 mil nessas datas e a diferença, até o próximo dia 9”.A direção do Sepe vai se reunir extraordinariamente para discutir a situação,     que é   extremamente grave para o servidor– afinal, as dívidas e pagamentos diversos dos servidores que recebem mais de R$ 2 mil não vão “esperar” até o dia 9 para serem pagas.
Lembramos que este ano, alegando a crise de caixa, o governador Pezão não concedeu nenhum reajuste aos servidores. O sindicato também teme que a situação se repita em relação ao
        pagamento do 13º salário e até mesmo em relação ao pagamento do salário a partir de agora.

 De qualquer maneira, o Sepe tem uma palavra de ordem firme: o servidor não pagará pela crise.


                           http://seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=6582

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

REUNIÃO DO COLETIVO DE FUNCIONÁRIOS, 28/11 (SÁBADO), 10 HORAS, NO SEPE CENTRAL


25 de novembro: Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres

Os profissionais da educação tomaram parte do ato realizado na Cinelândia no final da tarde de ontem (dia 25/11) pela passagem do DIA INTERNACIONAL DE   COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, data fundamental, que busca visibilizar e combater o machismo e a violência contra a mulher ainda muito forte nos dias de hoje.

A violência contra as mulheres apresenta-se como o lado mais perverso do machismo. Essa violência se manifesta de diversas formas: violência física, sexual, na violência psicológica,institucional, patrimonial. São também consideradas formas de violência as classificadas violência   simbólica que buscam, a partir do machismo, LIMITAR os espaços em especial das mulheres na sociedade. Somente no Estado do Rio de Janeiro em 2014 foram relatados 169.428 casos de violência contra a mulher.

A rede municipal do Rio aproveitou a manifestação para montar uma barraca na Cinelândia, onde foram   recolhidos votos para o Plebiscito contra a Reestruturação das escolas municipais.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

PARTICIPE: ENVIE EMAIL PARA AS AUTORIDADES

  • O Sepe-RJ pede aos professores, funcionários, pais, responsáveis e alunos das escolas municipais do Rio de Janeiro queenviem emails para o prefeito Eduardo Paes, à secretária municipal de Educação Helena Bomeny, para o subsecretário deGestão da SME-RJ e vereadores, repudiando o processo de perda de local de origem de trabalho que está atingindocentenas de professores nesse final de ano (ou seja, o professor corre o risco de ser transferido da escola em quetrabalha desde a sua entrada na rede).

    A perda da origem é uma consequência do processo de “Reorganização” que aSME-RJ está realizando.


    - x -
    ·         Está disponível no site do SEPE modelo de protocolo contra a perda de origem na rede municipal do Rio.

    Clique aqui para baixar.

    Orientamos os profissionais a utilizarem este modelo para protocolarem na prefeitura.
     ·    

PLEBISCITO CONTINUA! PROMOVA O ABAIXO-ASSINADO !

ABAIXO-ASSINADO CONTRA A PERDA DA ORIGEM NA REDE MUNICIPAL DO RIO

Leia o abaixo-assinado que o Sepe está passando contra a perda de origem na rede municipal do Rio de Janeiro - o documento diagramado e pronto para ser repassado nas escolas pode ser impresso aqui.
http://www.seperj.org.br/admin/fotos/boletim/boletim654.pdf

Nós
 abaixo assinados repudiamos os ataques do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, à educação pública. Vivemoshoje na rede Municipal de Ensino momentos de extremo desrespeito a milhares de famílias, alunos e profissionais.

A Prefeitura tenta impor uma “REORGANIZAÇÃO” (parecida com São Paulo)” sem consultar a comunidade escolar. Destaforma professores, funcionários e alunos serão obrigados a sair de suas unidades escolares, desfazendo o trabalhopedagógico construído, prejudicando o processo de ensino aprendizagem. Em muitos locais, a saída dos profissionaistrará uma carência ainda maior do número de professores e funcionários.

Muitos responsáveis terão filhos estudando em unidades escolares diferentes, ou em comunidades com característicasdistintas, prejudicando a organização, o orçamento familiar e sem a verdadeira garantia do acesso à escola e crechepública.

Ressaltamos ainda que o fechamento das turmas de PEJA penaliza os jovens e adultos que não terão assegurado o direitoao estudo.

De uma só vez, a SME tenta legitimar a reorganização da rede, a dedicação exclusiva, a extinção do direito a origem e anão aplicação da lei que garante 1/3 da jornada para atividade extraclasse. A SME precisa, com urgência, informar àpopulação quais seus objetivos, sua base de dados, seu planejamento para esta “REORGANIZAÇÃO”.

Por tudo isso, não aceitamos decisões unilaterais. Queremos a participação da comunidade escolar nas escolhas e nosprojetos de uma educação pública de qualidade para todos e todas.

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