terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

ATENÇÃO, REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO RJ

Qualquer ameaça de corte de ponto por adesão à #grevepelavidarj, nas reuniões de planejamento ou qualquer atividade presencial, deve ser encaminhada para o Sepe RJ, núcleos e regionais.

O secretário de Educação do Estado RJ, Comte Bittencourt não assinou ou publicou qualquer circular com ordem de colocação do "código 30", corte de ponto. A presença será considerada normal para todos!


Qualquer problema, acione o seu sindicato!

E-mails Regional 4:

regional4@seperj.org.br

seperegional004@gmail.com


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

SME RJ DIMINUI GRADE CURRICULAR, DESRESPEITA O DIREITO À EDUCAÇÃO DOS ESTUDANTES E PRECARIZA O TRABALHO DOCENTE

 

A Secretaria Municipal de Educação RJ (SME RJ) publicou nessa quarta-feira (03), no Diário Oficial do Município, a Nova Matriz Curricular para 2021. Trata-se de um ataque – infelizmente, não podemos usar outro termo – às disciplinas de História, Artes, Geografia, Inglês e Ciências, já que o tempo de aula destas disciplinas, em uma canetada da Secretaria, foi reduzido, sem qualquer discussão com a categoria e com o SEPE.


O que nos choca é que, com essa nova matriz, haverá a redução de tempos de aulas de disciplinas fundamentais para os estudantes. Após um ano de pandemia, a rede deveria estar discutindo a maior qualidade da educação pública; o enriquecimento e a reposição de conteúdos perdidos em 2020. Se existe o objetivo de inclusão de disciplinas eletivas, que se discuta democraticamente a ampliação da carga horária dos estudantes.


Outro problema grave dessa redução curricular é que ela torna letra morta o 1/3 de atividade extraclasse, implementado para PEFs anos finais e P1s em 2020. O 1/3 precisa ser ampliado para todos os docentes, e não ser retirado na prática!


Por exemplo:


Uma professora 1 de 16h de História:


Em 2019, ela possuía 4 turmas com 3 tempos de aula, completando 12 h/a.


Em 2020, com a implantação do 1/3, passou a ter 3 turmas e mais 1 tempo eletivo, completando 10h/aulas.


Em 2021, com a nova matriz curricular, terá 5 turmas com 2 tempos de aula, completando 10h/aulas! Um retrocesso!


O 1/3 de atividade extraclasse foi incluído na Lei do Piso Nacional do Magistério 11.738/2008. É um reconhecimento do trabalho não pago historicamente realizado pelos docentes, visando também à promoção da formação continuada como parte da nossa carga horária.


Lembramos que essa semana mesmo, no dia 01/02, o sindicato e a SME RJ realizaram audiência pedagógica (a terceira desde a posse da nova gestão municipal). Nesta reunião do dia 01/02, a representação do Sepe afirmou à SME a necessidade de rediscussão do Currículo Carioca e da implantação imediata da lei do 1/3 para todos os docentes.


Em resposta, a Secretaria de Educação confirmou que eles reconheciam essa lei e que ela seria respeitada. Nada nos foi dito a respeito da mudança de matriz curricular publicada hoje - o que demonstra desrespeito com a representação da categoria.


Cabe ao Sepe, como representação dos profissionais da rede municipal RJ, repudiar e questionar veementemente essa alteração. Ela é inaceitável! A resposta à carência de professores em diversas disciplinas nas escolas já existe e vem sendo reivindicada pela categoria. A prefeitura do Rio precisa, com urgência, promover a migração, convocar todos os professores concursados aprovados que estão nas listas de espera; além de realizar novos concursos para professores e funcionários administrativos.


A redução da carga horária de disciplinas obrigatórias é uma escolha equivocada que precariza o trabalho docente e prejudica os direitos de aprendizagem dos nossos estudantes. Tendo em vista o enxugamento de disciplinas fundamentais, que estimulam o espírito crítico, criativo e universalista como História, Geografia, Ciências, Artes e Inglês, a comunidade escolar questiona: que projeto de educação está sendo construído por essa nova gestão?


DIRETORIA DO SEPE

ATO SIMBÓLICO NA PREFEITURA COM TRANSMISSÃO ONLINE - DIA 05 /02


 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Formulário sobre Covid-19 nas Unidades Escolares da Regional 4

Necessitamos levantar dados sobre o retorno precipitado em meio à pandemia de Covid-19, nas Unidades Escolares no município, e por isso solicitamos seu apoio no envio de informações referente às UEs que retornaram.

Responda ao formulário e nos ajude compartilhando com colegas de outras unidades para que possamos mapear nossa realidade.

Não é necessária a identificação de quem irá responder, mas é necessário o nome da Unidade Escolar e bairro.

CLIQUE AQUI PARA RESPONDER O FORMULÁRIO


quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

365 ESCOLAS ESTÃO FECHADAS POR COVID NA REDE MUNICIPAL RJ

Nessa quarta-feira (02/12), o Sepe atualizou a lista das escolas municipais do Rio de Janeiro fechadas por causa da covid: neste momento, 365 unidades escolares estão fechadas por casos confirmados ou por suspeita de contaminação por covid em seus profissionais. Na última lista divulgada pelo Sepe dia 30/11, 323 escolas se encontravam fechadas.

A lista com essas 365 escolas foi enviada, via ofício, para a Secretaria Municipal de Educação RJ (SME RJ), com a reivindicação de que as atividades presenciais nas escolas sejam imediatamente suspensas devido ao grande risco de contaminação para a comunidade escolar, incluindo os profissionais, estudantes, pais e responsáveis.

A lista está sendo montada por meio de denúncias que a categoria fazendo ao sindicato. A categoria está em greve contra as atividades presenciais, mas mantendo as aulas remotas. Nessa terça-feira (01/12), ocorreu assembleia on-line em que a categoria decidiu continuar com a greve, mas mantendo as aulas remotas; na próxima quarta (09/12), haverá nova assembleia, em horário a ser divulgado pelo Sepe.

Leia a matéria na íntegra aqui.


quinta-feira, 26 de novembro de 2020

180 ESCOLAS MUNICIPAIS RJ ESTÃO FECHADAS DEVIDO À COVID

O Sepe oficiou a SME RJ nessa quarta (25), informando a lista com as escolas fechadas desde o dia 19 de setembro por casos de covid no município do Rio de Janeiro - escolas que o Sepe tem conhecimento de estarem fechadas através de informações da categoria. A lista tem um total de 180 unidades, localizadas em todas as regiões administrativas da SME (Coordenadorias Regionais). 

Os profissionais de educação se encontram em greve e reivindicam o fechamento de toda a rede escolar, com a suspensão das atividades presenciais de ensino devido ao risco de contágio nessa pandemia e a falta de estrutura das escolas. Nessa terça (24), a categoria realizou assembleia on-line e manteve a greve pela vida contra as atividades presenciais, mas mantendo as atividades remotas de ensino. 

Leia no site do Sepe a lista com as escolas: http://www.seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=22321

terça-feira, 24 de novembro de 2020

25N: DIA INTERNACIONAL DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER!



No Brasil, a cada 2 minutos uma mulher é espancada, a cada 8 minutos uma é estuprada e a cada 2 horas uma é assassinada pela violência machista. Somos o 5º país no ranking da violência de gênero. Em 2019 o feminicídio cresceu 7,3%, foi o terceiro ano seguido de alta. As mulheres negras são as principais vítimas, 66% dos feminicídios são cometidos contra mulheres negras. Segundo o IPEA enquanto a taxa de assassinatos de mulheres não negras cresceu 4,5% entre 2007 e 2017, a de mulheres negras subiu 29,9%, revelando a combinação do machismo e do racismo.


Antes da pandemia do COVID-19 as mulheres já enfrentavam a pandemia da violência doméstica.


Esses números foram retratados na pandemia do coronavírus onde houveram 1890 assassinatos de mulheres sendo 631 caracterizados como feminícidio. Houve um aumento do feminicídio em RO 255% e no AC em 167%.

O perfil das mulheres que estão em situação de maior vulnerabilidade são negras e pobres.


No governo de Bolsonaro práticamente não existe investimentos para o combate a violência contra as mulheres. A ministra Damares, além de pregar a submissão da mulher e culpabilizar meninas por serem vítimas de violência sexual, ainda persegue vítimas de abuso para evitar que exerçam seu direito legal de abortar e tem feito todos os esforços para restringir ainda mais o direito ao aborto.


No combate ao machismo e à opressão, queremos e precisamos do apoio dos homens trabalhadores, pois o machismo que oprime, humilha e superexplora as mulheres servem tanto para dividir e enfraquecer a classe, como para aumentar a exploração sobre o conjunto dos trabalhadores. Nesse sentido estamos contra todas as visões sexistas contrárias à batalha para que homens rompam com seu próprio machismo e venham lutar conosco.


Por isso, no dia 25 de novembro que é o dia de combate a violência contra às mulheres é necessário a organização das mulheres junto com outras organizações na luta e combatendo a violência.

 Basta de violência contra à mulher!

Basta de machismo!

 

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