terça-feira, 24 de setembro de 2013

Assembleia local regional 4, será nesta 4a feira, 25/9, às 15 hs (*A CONFIRMAR)


* A CONFIRMAÇÃO DA ASSEMBLEIA DEPENDE DA DINÂMICA DE TRAMITAÇÃO E POSSIVEL PROCESSO DE VOTAÇÃO DO PCCS NA CÂMARA DE VEREADORES.

Profissionais do estado, em greve, denunciam o cárater autoritário do Saerj

Amanhã e quarta-feira (dias 24 e 25), os profissionais de educação da rede estadual denunciarão o caráter autoritário do Saerjinho, o Sistema de Avaliação Bimestral da Seeduc. A rede estadual está em greve desde o dia 8 de agosto e uma das reivindicações é o fim das avaliações externas e do plano de metas da Seeduc.

O Sepe esclarece que não é contrário a qualquer avaliação diagnóstica que tenha por objetivo identificar problemas no processo ensino aprendizagem para melhorar a qualidade da educação. O problema é que o Saerjinho é uma avaliação classificatória que pretende estabelecer salários diferentes de acordo com a produtividade de cada escola, desconhecendo que este sistema já deu errado em vários lugares como Chile, EUA ou São Paulo, por exemplo. E já deu errado aqui no Rio também com o Programa Nova Escola, que foi um tremendo fracasso.

Acreditamos que a educação é um direito de todos e dever do Estado. Estabelecer uma lógica produtivista na educação é esquecer que a escola não é fábrica, que a riqueza do processo educativo depende de muitas coisas além do esforço dos professores e funcionários, que não haverá qualidade na educação enquanto as condições de trabalho forem tão ruins.

A verdade é que essa política meritocrática sempre vai deixar de fora a maioria dos profissionais. Bonificação não é valorização salarial. E pode ser retirada a qualquer momento! Queremos reajuste salarial para todos! O que o governo quer esconder e maquiar é que a grande maioria de professores continua a receber um salário muito baixo.

É preciso denunciar o que a SEEDUC esconde. O Plano de Metas (do qual o Saerjinho faz parte) tenta culpar o profissional da educação por tudo o que acontece na escola. Não somos contra o Saerj para impedir um diagnóstico, pois nós profissionais da educação fazemos isso o tempo todo. Somos contra porque não podemos aceitar que a educação pública seja encarada como uma mercadoria vendida a preços diferentes dependendo das condições do “negócio”. Educação de qualidade é direito de todos!

O Saerj é uma avaliação autoritária, que não leva em conta a realidade da comunidade escolar e a formação dos alunos - tenta mascarar a falta de investimento do governo do estado na educação da escola pública; tenta mascarar a falta de reajuste salarial para os profissionais de educação! Uma avaliação que visa o desvio de verba pública para a rede privada - verba que deveria ser garantida para a escola pública, que atende aos filhos dos trabalhadores.

Participe das manifestações contra o Saerj que ocorrerão nesta terça e quarta-feiras!

Assembleia local da Regional 4 nesta 4a feira, 25/9, será no Acampamento


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Contra o Plano de Carreira proposto pela prefeitura, Profissionais de educação percorrem câmara pedindo apoio aos vereadores

Em greve, profissionais de educação da rede Municipal do Rio de Janeiro percorrem na tarde desta segunda-feira, dia 23/09, os gabinetes dos vereadores na câmara. 
O objetivo é pedir apoio à categoria com a não aprovação do projeto de Plano de Carreira proposto pela prefeitura.

Rede municipal: vigilia na Cinelândia a partir das 14h

Os profissionais da rede municipal, em greve, farão uma vigília a partir das 14h, na Cinelândia, para acompanhar uma reunião do Sepe com as lideranças do Legislativo. Neste reunião, a direção do sindicato vai negociar com os vereadores uma forma de impedir que a proposta de PC enviada pelo prefeito Eduardo Paes entre em votação e que o projeto do prefeito seja retirado e substituído por um plano elaborado pela categoria.

Passeata da Educação na orla neste domingo (dia 22)


Os profissionais de educação das redes estadual, municipal do Rio e da Faetec realizaram uma passeata pela orla da Zona Sul  ( Leblon e Ipanema) neste domingo (22/9)
.

Desde as 10h, centenas de profissionais se concentraram na frente da rua onde mora o governador Sérgio Cabral e, depois, partiram em passeata, esclarecendo para a população os motivos da greve da educação estadual e municipal. 

Durante todo o trajeto do Posto 12 ao Posto 8, a categoria recebeu o apoio da população carioca.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

PEDRO PAULO ACEITA RECEBER SEPE E PROFISSIONAIS SAEM DA PREFEITURA

Os profissionais de educação, incluindo integrantes da diretoria do Sepe, que ocupavam o 13º andar da prefeitura, onde fica o gabinete do prefeito, acabam de se retirar do local, com o compromisso do secretário chefe da Casa Civil, Pedro Paulo, de receber o Sepe na segunda-feira para discutir o PCCR. A saída dos professores e funcionários foi voluntária e ocorreu sem incidentes.

PROFISSIONAIS OCUPAM ANDAR DO GABINETE DO PREFEITO EDUARDO PAES

Dezenas de profissionais de educação da rede municipal do Rio, incluindo diretores do Sepe, ocupam o 13º andar da sede da prefeitura, onde ficam os gabinetes do prefeito Eduardo Paes e do secretário da Casa Civil, Pedro Paulo. Eles reivindicam a garantia da prefeitura de que a proposta de plano de cargos, carreiras e remuneração (PCCR) do Executivo, enviado à Câmara de Vereadores na terça-feira, saia do regime de urgência para ser votado. A categoria, que decidiu retornar à greve hoje, não aceita que a proposta de PCCR do prefeito seja aprovada, pois ela não contempla, em praticamente todos os pontos antes acordados com a prefeitura, os profissionais de educação.

O secretário da Casa Civil, Pedro Paulo, mais cedo, não aceitou conversar com os professores e funcionários. Os profissionais garantem que só sairão se forem dadas as garantias de que a proposta do PCCR será retirada da pauta de urgência da votação.

Acréscimo: as luzes estão sendo apagadas no 13º andar e o advogado do Sepe impedido de subir. Até agora, nenhum representante do prefeito quis conversar com o Sepe no local. 

Rede municipal: assembleia decidiu por voltar para a greve por tempo indeterminado

As escolas municipais decidiram, por unanimidade, em assembleia no Clube Municipal, na Tijuca, realizada na parte da manhã, voltar à greve, que havia sido suspensa no dia 10 de setembro - a categoria exige a retirada da proposta de Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) do prefeito Eduardo Paes, enviada na terça-feira à Câmara de vereadores. Na análise do Sepe, a proposta da prefeitura não é um Plano de Cargos e Carreiras unificado, mas um arremedo de diferentes planos, que impõe diferentes formas de progressão para cada cargo da Rede Municipal de Educação. O plano também não contempla 93% da categoria, uma vez que prioriza apenas os direitos dos professores em regime de trabalho de 40 horas semanais.

O compromisso de o prefeito Eduardo Paes com a categoria era o de enviar à Câmara de Vereadores, para votação, uma proposta de PCCS que satisfizesse a categoria dentro de dois itens básicos: fosse um plano unificado (que valesse para professores e funcionários) e respeitasse o tempo de serviço e a formação acadêmica.

Neste momento, a categoria realiza passeata pela Avenida Presidente Vargas, onde vai se encontrar com os profissionais de educação da rede estadual, na altura da Avenida Rio Branco. em greve desde o dia 8 de agosto.

Calendário de mobilização:

Sábado (21/09): atos nas regionais;

Domingo (22/09): passeata na orla da Zona Sul: Leblon (na altura da casa do governador) até Copacabana, com concentração a partir das 10h;

Segunda a quinta-feira (23 a 26/09): na parte da manhã, corrida às escolas; à tarde, a partir das 13h, vigília na Câmara de Vereadores, para impedir a votação da proposta de PCCR do prefeito;

sexta-feira (27/09): assembleia, às 10h, em local a confirmar.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

ATENÇÃO: NÃO ASSINE QUALQUER NOTIFICAÇÃO DA SEEDUC APRESENTADA PELA DIREÇÃO DE SUA ESCOLA SOBRE A GREVE

Os profissionais de educação da rede estadual estão totalmente resguardados pela liminar do Sepe concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que impede qualquer tipo de retaliação à greve iniciada no dia 8 de agosto.

ESTA LIMINAR GANHA PELO SEPE CONTINUA EM VIGOR.

A Seeduc faz terrorismo ao induzir os profissionais a assinarem uma notificação, em que cita um processo do governo do estado em que é aplicada uma multa ao sindicato. Ou seja, essa multa não atinge, individualmente, qualquer profissional.

O SEPE ORIENTA: NÃO ASSINE QUALQUER NOTIFICAÇÃO DA SEEDUC APRESENTADA PELA DIREÇÃO DE SUA ESCOLA SOBRE A GREVE.

Nesta sexta, convocamos a categoria a participar do ato/passeata, a partir das 12h, da Candelária até a Alerj, onde ocorrerá uma assembleia.

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