Confira esta reportagem em: http://odia.terra.com.br/portal/educacao/html/2009/9/cola_corre_solta_no_simuladao_32987.html
Fiscais no Maracanãzinho toleram ‘espiadas’ durante exame preparatório da rede municipal para a Prova Brasil, em outubro. Prefeitura também fará diagnóstico do ensino em teste para jovens do 3º e 7º anos do Ensino Fundamental
Rio - Com a tolerância dos fiscais de prova, estudantes abusaram da ‘cola’ no primeiro simuladão da Prova Brasil, organizado pela Secretaria Municipal de Educação, ontem, no Maracanãzinho. Sentados lado a lado no ginásio, mais de 11 mil alunos do 9º ano responderam a 26 questões de Matemática e 26 de Português. Por toda a cidade, enfrentaram o teste mais de 55 mil estudantes do 5º ano e mais de 54 mil do 9º ano. O exame para valer, a ser realizado pelo MEC entre 19 e 30 outubro, servirá de base para o cálculo do Ideb, o indicador da Educação Básica.0pm
Enfileirados nas arquibancadas, jovens do 9º ano responderam a 52 questões de Português e Matemática, num ‘teste’ para a Prova Brasil
A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, aproveitará o simuladão de ontem para checar como vai o ensino nas duas disciplinas, que ainda apresentam deficiências na rede. “Precisávamos ambientar esses jovens a uma prova feita em conjunto, sem o estresse de estar valendo nota. O simulado também cria uma situação que terão de encarar para o resto da vida, como na hora de prestar vestibular ou concurso público”, justificou.
O mesmo diagnóstico será realizado no 3º e 7º anos. A Prova Rio será aplicada a 110 mil estudantes dessas duas séries na mesma época da Prova Brasil. A exemplo da avaliação do MEC, a prefeitura chegará ao IDE-Rio. “O índice é parecido com o Ideb, mas a ideia é acompanhar ano a ano os alunos que, em 2010 e 2011, farão o exame nacional”, explicou.
“Matemática é a disciplina que mais nos preocupa. Houve uma queda na capacidade de resolver problemas, em particular dos alunos do 9º ano”, esclareceu Cláudia. A partir da avaliação anual, a secretária espera incluir Ciências no Prova Rio de 2010. “Queremos estimular os alunos e mobilizar as unidades escolares para criar o hábito do estudo em outras disciplinas”, acrescentou.
Estudantes e colégios que se destacarem na Prova Rio receberão prêmio em dinheiro. “Do porteiro à diretora, todos serão recompensados. Estamos empenhados em valorizar a qualidade do ensino”, explicou Cláudia.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Santander deve continuar com folha de pagamento da Prefeitura
Plantão Informe do Dia
Leia esta reportagem em: http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2009/9/plantao_informe_do_dia_santander_deve_continuar_com_folha_de_pagamento_da_prefeitura_33061.html
POR FERNANDO MOLICA, RIO DE JANEIRO
Rio - O Banco Santander está muito perto de manter o direito de cuidar da folha de pagamento da Prefeitura do Rio. A decisão será anunciada pelo prefeito Eduardo Paes. Assinado em 2006, o contrato com o Santander vai até 2011, mas a prefeitura forçou uma renegociação ainda no primeiro semestre. Alegou que o valor pago pelo banco para ficar com a folha - R$ 360 milhões - estava defasado. Como o Informe do DIA anunciou no último dia 9, o Banco do Brasil entrou na disputa e fez uma proposta milionária pelo direito de cuidar das contas-correntes de 163 mil servidores (ativos e inativos) e pensionistas. Mas o Santander reagiu e apresentou uma contraproposta. Além de pagar mais para oferecer o serviço, o banco se comprometeu a melhorar o atendimento aos correntistas vinculados à prefeitura.
Leia esta reportagem em: http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2009/9/plantao_informe_do_dia_santander_deve_continuar_com_folha_de_pagamento_da_prefeitura_33061.html
POR FERNANDO MOLICA, RIO DE JANEIRO
Rio - O Banco Santander está muito perto de manter o direito de cuidar da folha de pagamento da Prefeitura do Rio. A decisão será anunciada pelo prefeito Eduardo Paes. Assinado em 2006, o contrato com o Santander vai até 2011, mas a prefeitura forçou uma renegociação ainda no primeiro semestre. Alegou que o valor pago pelo banco para ficar com a folha - R$ 360 milhões - estava defasado. Como o Informe do DIA anunciou no último dia 9, o Banco do Brasil entrou na disputa e fez uma proposta milionária pelo direito de cuidar das contas-correntes de 163 mil servidores (ativos e inativos) e pensionistas. Mas o Santander reagiu e apresentou uma contraproposta. Além de pagar mais para oferecer o serviço, o banco se comprometeu a melhorar o atendimento aos correntistas vinculados à prefeitura.
Professores voltam a criticar as propostas do governo do estado
Veja esta reportagem do Bom Dia Rio:
As mudanças no Nova Escola foram o tema de uma audiência pública, ontem, na Alerj. Se forem aprovadas, as gratificações serão pagas em sete parcelas anuais a partir de 2015.
Representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação participaram do encontro e voltaram a criticar as propostas do governo do estado. Se forem aprovadas, as gratificações serão pagas em sete parcelas anuais e incorporadas ao salário a partir de 2015. O aumento por promoção cairia de 12% para 7,5% já este ano e ocorreria a cada cinco anos. “A incorporação em sete anos de sete parcelas, para chegar em 2015 com o piso da categoria em R$ 900, quando o salário mínimo vai estar perto disso, é muito ruim. E esse projeto do governo tira qualquer perspectiva de carreira no magistério“, afirma Maria Beatriz Lugão, do Sindicato dos Profissionais de Educação. A próxima reunião está marcada para terça-feira, quando o projeto de lei entra novamente na ordem do dia. “A evasão no magistério é um quadro hoje normal em quase todos os municípios do estado do Rio de Janeiro. E esse debate é um debate extremamente sério, responsável, precisa de serenidade, porque trata da educação, da sua qualidade e do futuro do cidadão fluminense”, afirma o comandante Bittencourt, presidente da comissão de educação.
O governador Sérgio Cabral disse esta semana que a incorporação das gratificações ao salário de todos os professores é um avanço e que não pode ser feita em menos tempo porque isso quebraria as finanças do estado. Sobre a queda do aumento por promoção, ele disse que a inflação mudou e, por isso, 7,5% a cada cinco anos, é uma boa taxa.
As mudanças no Nova Escola foram o tema de uma audiência pública, ontem, na Alerj. Se forem aprovadas, as gratificações serão pagas em sete parcelas anuais a partir de 2015.
Representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação participaram do encontro e voltaram a criticar as propostas do governo do estado. Se forem aprovadas, as gratificações serão pagas em sete parcelas anuais e incorporadas ao salário a partir de 2015. O aumento por promoção cairia de 12% para 7,5% já este ano e ocorreria a cada cinco anos. “A incorporação em sete anos de sete parcelas, para chegar em 2015 com o piso da categoria em R$ 900, quando o salário mínimo vai estar perto disso, é muito ruim. E esse projeto do governo tira qualquer perspectiva de carreira no magistério“, afirma Maria Beatriz Lugão, do Sindicato dos Profissionais de Educação. A próxima reunião está marcada para terça-feira, quando o projeto de lei entra novamente na ordem do dia. “A evasão no magistério é um quadro hoje normal em quase todos os municípios do estado do Rio de Janeiro. E esse debate é um debate extremamente sério, responsável, precisa de serenidade, porque trata da educação, da sua qualidade e do futuro do cidadão fluminense”, afirma o comandante Bittencourt, presidente da comissão de educação.
O governador Sérgio Cabral disse esta semana que a incorporação das gratificações ao salário de todos os professores é um avanço e que não pode ser feita em menos tempo porque isso quebraria as finanças do estado. Sobre a queda do aumento por promoção, ele disse que a inflação mudou e, por isso, 7,5% a cada cinco anos, é uma boa taxa.
REDE ESTADUAL ATENÇÃO!
Greve na terça-feira, dia 8, para garantir a aprovação de nossas emendas no PL 2474 A categoria decidiu, em assembléia realizada na quarta-feira, dia 2, entrar em greve a partir da próxima terça-feira, dia 8 de setembro, para garantir a manutenção dos 12% entre os níveis e a incorporação do Nova Escola ainda nesse governo. Nesse dia, o Projeto de Lei 2474 está previsto para ser votado. Também na terça-feira, às 12h, ocorrerá uma marcha da Candelária até a ALERJ em defesa do Plano de Carreira e pela incorporação imediata da gratificação do Nova Escola. Na ALERJ, os professores e funcionários farão uma vigília nas escadarias e galerias e, ao final da votação do projeto, realizarão uma assembléia geral.
Quinta e sexta-feira (dias 3 e 4), os profissionais de educação deverão realizar aulas nas escolas mostrando o conteúdo do movimento em defesa do Plano de Carreira.
Quinta e sexta-feira (dias 3 e 4), os profissionais de educação deverão realizar aulas nas escolas mostrando o conteúdo do movimento em defesa do Plano de Carreira.
Professores do Rio fazem novo protesto e entram em greve
Professores da rede estadual de ensino do Rio, dentre várias reivindicações, querem o fim do projeto de lei que diminui o aumento a cada cinco anos da categoria de 12% para 7,5%. Governador Sérgio Cabral foi o principal alvo dos manifestantes. Reportagem: André Naddeo.
COMISSÃO QUER PROFESSORES NA REUNIÃO DE LÍDERES SOBRE O NOVA ESCOLA
Confira esta notícia em: http://www.alerj.rj.gov.br/common/noticia_corpo2.asp?num=31664
A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio pretende incluir na próxima reunião que será realizada pelo Colégio de Líderes, na terça-feira (08/09), às 14h, representantes dos sindicatos dos professores para debater as mudanças propostas pelo Governo ao Plano de Carreira do Magistério através do projeto de lei 2.474/09. A proposta, que modifica a Lei 1.614/90, reduzindo de 12% para 7,5% o percentual de ajuste dos nove níveis da categoria e incorporando o Nova Escola aos salários-base através de sete parcelas distribuídas em seis anos, saiu da pauta de votação no plenário na última terça-feira (01/09) após receber 86 emendas. “Essa reflexão junto aos sindicatos da categoria é essencial para que se possa enriquecer o debate. Estamos falando de uma categoria que está sem aumento há quase 15 anos e de um plano que foi discutido nos anos 70, 80 e, implementado em 1990. O estado que paga os piores salários da federação aos seus professores é o Rio”, justificou o presidente da comissão, deputado Comte Bittencourt (PPS), durante audiência nesta quarta-feira (02/09).De acordo com o parlamentar, aprofundar o debate sobre o projeto e melhorar as emendas é fundamental em um primeiro momento. “Esse é um debate extremamente sério, responsável, que precisa de muita serenidade porque trata da educação, da sua qualidade e do futuro do cidadão fluminense”, disse Bittencourt. Ainda segundo o deputado, na próxima terça, quando o projeto deve entrar novamente na ordem do dia, a comissão fará um novo encontro, onde pretende reunir os dois sindicatos dos professores com representantes das secretarias de estado de Planejamento e Gestão, Fazenda e Educação e com líderes dos partidos com representação na Casa. “Vamos fazer uma nova tentativa com os líderes de bancada para que tenhamos mais prazo para esse debate. Temos que tentar de tudo para que o professor saia dessa situação com algum ganho e com as necessidades da categoria atendidas”, afirmou o deputado.De acordo com o diretor do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe), Tarcísio Motta, a principal divergência com o projeto do Governo refere-se aos recursos que existem para a concessão dos reajustes. Segundo Motta, o Executivo tem hoje R$ 14 bilhões disponíveis para conceder reajuste para todo o funcionalismo e o impacto com a incorporação da gratificação do Nova Escola somaria, na folha de pagamento, apenas R$ 8 milhões. “Queremos que essa incorporação que está sendo proposta em sete anos seja feita em muito menos tempo. Se não puder ser feita imediatamente, que seja feita em três parcelas, até abril do próximo ano. A mais importante das reivindicações é a manutenção dos 12% entre os níveis, pois a redução desse interstício achata os salários dos servidores da educação”, argumentou o diretor do sindicato.Líder do Governo na Alerj, o deputado Paulo Melo (PMDB) ressaltou a importância de discutir esse tema em “outros âmbitos”. “Vou pegar o sentimento do que está sendo discutido aqui hoje e, na próxima terça-feira, este será o grande mote para o debate no Colégio de Líderes”, esclareceu Melo. Membro efetivo da comissão, o deputado Alessandro Molon (PT) defendeu a importância de esse debate ser feito em mais dias. “Essa Casa não pode compactuar com esse projeto. Algumas emendas precisam mudar significativamente a proposta”, enfatizou o petista. A coordenadora Maria Beatriz Lugão, do Sepe, confirmou que os professores pensam em realizar uma paralisação, por tempo indeterminado, a partir da semana que vem. “Essa batalha não pode ser mais traumática. A mobilização da categoria, lotando as escadarias da Alerj ontem e hoje, demonstra como estamos insatisfeitos. Esperamos que os deputados demovam do governador a ideia de aprovar esse projeto”, disse Maria Beatriz, lembrando que, em agosto, 600 profissionais da educação pediram exoneração. A vice-presidente da comissão, deputada Aparecida Gama (PMDB), disse que apresentou emendas ao projeto. “A leitura do Governo é uma e da representação dos sindicatos é outra. Estou à disposição da classe porque eu sei o que é ser professora”, disse a peemedebista. Também participaram da reunião os deputados Luiz Paulo (PSDB), Paulo Ramos (PDT), Rodrigo Dantas e Pedro Fernandes, ambos do DEM , Marcelo Freixo (PSol) e Nelson Gonçalves (PMDB) e a diretora da União dos Professores Públicos no Estado (Uppes), Maria Lúcia Sardenberg.
© Copyright 2009 Alerj
A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio pretende incluir na próxima reunião que será realizada pelo Colégio de Líderes, na terça-feira (08/09), às 14h, representantes dos sindicatos dos professores para debater as mudanças propostas pelo Governo ao Plano de Carreira do Magistério através do projeto de lei 2.474/09. A proposta, que modifica a Lei 1.614/90, reduzindo de 12% para 7,5% o percentual de ajuste dos nove níveis da categoria e incorporando o Nova Escola aos salários-base através de sete parcelas distribuídas em seis anos, saiu da pauta de votação no plenário na última terça-feira (01/09) após receber 86 emendas. “Essa reflexão junto aos sindicatos da categoria é essencial para que se possa enriquecer o debate. Estamos falando de uma categoria que está sem aumento há quase 15 anos e de um plano que foi discutido nos anos 70, 80 e, implementado em 1990. O estado que paga os piores salários da federação aos seus professores é o Rio”, justificou o presidente da comissão, deputado Comte Bittencourt (PPS), durante audiência nesta quarta-feira (02/09).De acordo com o parlamentar, aprofundar o debate sobre o projeto e melhorar as emendas é fundamental em um primeiro momento. “Esse é um debate extremamente sério, responsável, que precisa de muita serenidade porque trata da educação, da sua qualidade e do futuro do cidadão fluminense”, disse Bittencourt. Ainda segundo o deputado, na próxima terça, quando o projeto deve entrar novamente na ordem do dia, a comissão fará um novo encontro, onde pretende reunir os dois sindicatos dos professores com representantes das secretarias de estado de Planejamento e Gestão, Fazenda e Educação e com líderes dos partidos com representação na Casa. “Vamos fazer uma nova tentativa com os líderes de bancada para que tenhamos mais prazo para esse debate. Temos que tentar de tudo para que o professor saia dessa situação com algum ganho e com as necessidades da categoria atendidas”, afirmou o deputado.De acordo com o diretor do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe), Tarcísio Motta, a principal divergência com o projeto do Governo refere-se aos recursos que existem para a concessão dos reajustes. Segundo Motta, o Executivo tem hoje R$ 14 bilhões disponíveis para conceder reajuste para todo o funcionalismo e o impacto com a incorporação da gratificação do Nova Escola somaria, na folha de pagamento, apenas R$ 8 milhões. “Queremos que essa incorporação que está sendo proposta em sete anos seja feita em muito menos tempo. Se não puder ser feita imediatamente, que seja feita em três parcelas, até abril do próximo ano. A mais importante das reivindicações é a manutenção dos 12% entre os níveis, pois a redução desse interstício achata os salários dos servidores da educação”, argumentou o diretor do sindicato.Líder do Governo na Alerj, o deputado Paulo Melo (PMDB) ressaltou a importância de discutir esse tema em “outros âmbitos”. “Vou pegar o sentimento do que está sendo discutido aqui hoje e, na próxima terça-feira, este será o grande mote para o debate no Colégio de Líderes”, esclareceu Melo. Membro efetivo da comissão, o deputado Alessandro Molon (PT) defendeu a importância de esse debate ser feito em mais dias. “Essa Casa não pode compactuar com esse projeto. Algumas emendas precisam mudar significativamente a proposta”, enfatizou o petista. A coordenadora Maria Beatriz Lugão, do Sepe, confirmou que os professores pensam em realizar uma paralisação, por tempo indeterminado, a partir da semana que vem. “Essa batalha não pode ser mais traumática. A mobilização da categoria, lotando as escadarias da Alerj ontem e hoje, demonstra como estamos insatisfeitos. Esperamos que os deputados demovam do governador a ideia de aprovar esse projeto”, disse Maria Beatriz, lembrando que, em agosto, 600 profissionais da educação pediram exoneração. A vice-presidente da comissão, deputada Aparecida Gama (PMDB), disse que apresentou emendas ao projeto. “A leitura do Governo é uma e da representação dos sindicatos é outra. Estou à disposição da classe porque eu sei o que é ser professora”, disse a peemedebista. Também participaram da reunião os deputados Luiz Paulo (PSDB), Paulo Ramos (PDT), Rodrigo Dantas e Pedro Fernandes, ambos do DEM , Marcelo Freixo (PSol) e Nelson Gonçalves (PMDB) e a diretora da União dos Professores Públicos no Estado (Uppes), Maria Lúcia Sardenberg.
© Copyright 2009 Alerj
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
IMPACTO SOBRE OS GASTOS COM PESSOAL
Estudo do impacto sobre o orçamento com Incorporação em Parcela Única.
Receita Corrente Líquida (Maio 2008 - Abril 2009)
31.923.868.000
Gasto com pessoal (Maio 2008 - Abril 2009)
7.558.090.000
Percentual DP/RCL atual
23,68%
Despesa com incorporação em parcela única - ativos
529.030.943
Gasto com pessoal total depois da incorporação
8.087.120.943
Percentual DP/RCL depois da incorporação
25,34%
Impacto da Incorporação em parcela única
1,66%
LIMITE PRUDENCIAL PARA GASTO COM PESSOAL
46,55%
14.860.561.000
"Folga" para gastar com pessoal de acordo com LRF
21,21%
6.773.440.057
Fontes: www.fazenda.rj.gov.br e apresentação do Secretário de Planejamento na Alerj em 26/08/2009
Receita Corrente Líquida (Maio 2008 - Abril 2009)
31.923.868.000
Gasto com pessoal (Maio 2008 - Abril 2009)
7.558.090.000
Percentual DP/RCL atual
23,68%
Despesa com incorporação em parcela única - ativos
529.030.943
Gasto com pessoal total depois da incorporação
8.087.120.943
Percentual DP/RCL depois da incorporação
25,34%
Impacto da Incorporação em parcela única
1,66%
LIMITE PRUDENCIAL PARA GASTO COM PESSOAL
46,55%
14.860.561.000
"Folga" para gastar com pessoal de acordo com LRF
21,21%
6.773.440.057
Fontes: www.fazenda.rj.gov.br e apresentação do Secretário de Planejamento na Alerj em 26/08/2009
O Golpe do Cabral
Questões Políticas
Sérgio Boechat
O Governador Sérgio Cabral não é confiável, politicamente! Tudo que ele fala e faz tem que ser colocado em dúvida, porque alguma coisa está sendo armada e logo vai se descobrir o que ele procurou esconder. É o que está acontecendo com o Projeto de Lei Nº 2474/2009, que “majora” vencimentos básicos dos professores, com a absorção da gratificação “Nova Escola” e que institui “adicional de qualificação” para os profissionais da educação! Ele prometeu, durante a campanha para Governador do Estado, que incorporaria o valor da gratificação do Nova Escola ao piso salarial, mas não disse como e nem quando! Como está se aproximando uma nova campanha eleitoral e ele vai precisar de muitos votos para se equilibrar em um cenário extremamente difícil, ele começou a se mexer e da pior maneira possível! Vai fazer a incorporação, mas em sete anos, homeopaticamente, como um conta-gotas, pensando que os professores são idiotas e que vão votar, só por isso, pela continuidade dele! Acha ele que está cumprindo o que prometeu, mas terá a resposta no ano que vem. É só uma questão de tempo! Outra coisa que ele prometeu, para não cumprir, porque com ele há sempre segundas e terceiras intenções: “Manutenção do atual Plano de Carreira, com a inclusão dos professores de 40 horas”. Esta ele não cumpriu mesmo! Acaba de propor, no Projeto de Lei acima referido, a redução da diferença entre as referências, de 12% para 7,5%, descaracterizando totalmente o Plano de Carreira! Isto significa fazer o seguinte: Dá um pouquinho com uma mão – a incorporação, em sete anos, da gratificação do Nova Escola e tira um monte com a outra mão – prejudicando, sensivelmente os profissionais da educação. E mais, ainda não resolveu até hoje, a luta de 15 anos dos profissionais de 40 horas que lutam pela regularização funcional, apesar de ter assinado um documento propondo resolver tudo isso! É mole ou quer mais! Mas o golpe dele não pára por aí! Vejam outra proposta dele que ele só cumpriu em um período curto do seu Governo: “A Secretaria de Estado da Educação do meu Governo terá como titular pessoa com histórico na área de educação e vínculos com o magistério”. O primeiro Secretário tinha realmente uma história de vida na educação e vínculos com o magistério, mas ele logo tratou de substituí-lo por alguém que não tem nada a ver com a educação e que provavelmente não soubesse, quando assumiu, onde ficava a Secretaria de Educação! A praia dela é outra, a da Informática e por isso mesmo tem tanta preocupação em distribuir laptops para os professores porque os outros problemas ela não conhece, não está nem aí para eles e este Projeto de Lei é a melhor prova disso! Tudo isso está acontecendo porque ele elegeu como prioridade do seu Governo a educação, como consta do primeiro parágrafo da sua carta aos professores. Imagina se a Educação não fosse prioridade! Aí fica até difícil prever o que ele teria feito! Está conseguindo destruir algumas das conquistas mais importantes dos profissionais da educação, quando anunciava no documento que assinou e encaminhou a todos os professores, no dia 23 de setembro de 2006, que o compromisso dele era de “fazer da educação do Estado do Rio de Janeiro um modelo para todo o país”. Modelo de que? De incompetência, de descalabro, de negligência, de indiferença? O Projeto de Lei, por exemplo, propõe a criação de um Adicional de Qualificação para todos os Profissionais da Educação que concluam o Mestrado e/ou o Doutorado. Nenhum outro curso serve! A pergunta que não quer calar: Com o salário que o Estado paga quem tem condições de pagar um curso de Mestrado ou Doutorado? Tendo que trabalhar em três turnos para viver com alguma dignidade, quem tem tempo para cursar Mestrado ou Doutorado? Se o Governo quisesse mesmo que isso acontecesse já deveria prever, no próprio Projeto de Lei, as condições necessárias para viabilizar essa proposta, com a concessão de Bolsa de Estudos e a liberação do professor para que ele tivesse condições de buscar o seu aperfeiçoamento! É tudo conversa para boi dormir! A Região do Médio Paraíba tem vários Deputados Estaduais, de vários Partidos, inclusive do PMDB, Partido do Governador do Estado. Como votarão os Deputados este Projeto que já está na pauta de votação? Os Professores vão ficar de olho neles, observando cada palavra, cada gesto, cada voto! O compromisso deles, primeiramente, é com a Educação e com aqueles que dedicam as suas vidas à educação e não com o Governador ou com o Partido. Eles são representantes do povo e nesse caso específico, representantes do povo de Volta Redonda e do Sul do Estado! Está na hora de mostrar ao Cabral que não vale a pena governar desse jeito, tentando enganar a todo mundo, achando que só ele é esperto! Um dia ele aprende!
Sérgio Boechat
O Governador Sérgio Cabral não é confiável, politicamente! Tudo que ele fala e faz tem que ser colocado em dúvida, porque alguma coisa está sendo armada e logo vai se descobrir o que ele procurou esconder. É o que está acontecendo com o Projeto de Lei Nº 2474/2009, que “majora” vencimentos básicos dos professores, com a absorção da gratificação “Nova Escola” e que institui “adicional de qualificação” para os profissionais da educação! Ele prometeu, durante a campanha para Governador do Estado, que incorporaria o valor da gratificação do Nova Escola ao piso salarial, mas não disse como e nem quando! Como está se aproximando uma nova campanha eleitoral e ele vai precisar de muitos votos para se equilibrar em um cenário extremamente difícil, ele começou a se mexer e da pior maneira possível! Vai fazer a incorporação, mas em sete anos, homeopaticamente, como um conta-gotas, pensando que os professores são idiotas e que vão votar, só por isso, pela continuidade dele! Acha ele que está cumprindo o que prometeu, mas terá a resposta no ano que vem. É só uma questão de tempo! Outra coisa que ele prometeu, para não cumprir, porque com ele há sempre segundas e terceiras intenções: “Manutenção do atual Plano de Carreira, com a inclusão dos professores de 40 horas”. Esta ele não cumpriu mesmo! Acaba de propor, no Projeto de Lei acima referido, a redução da diferença entre as referências, de 12% para 7,5%, descaracterizando totalmente o Plano de Carreira! Isto significa fazer o seguinte: Dá um pouquinho com uma mão – a incorporação, em sete anos, da gratificação do Nova Escola e tira um monte com a outra mão – prejudicando, sensivelmente os profissionais da educação. E mais, ainda não resolveu até hoje, a luta de 15 anos dos profissionais de 40 horas que lutam pela regularização funcional, apesar de ter assinado um documento propondo resolver tudo isso! É mole ou quer mais! Mas o golpe dele não pára por aí! Vejam outra proposta dele que ele só cumpriu em um período curto do seu Governo: “A Secretaria de Estado da Educação do meu Governo terá como titular pessoa com histórico na área de educação e vínculos com o magistério”. O primeiro Secretário tinha realmente uma história de vida na educação e vínculos com o magistério, mas ele logo tratou de substituí-lo por alguém que não tem nada a ver com a educação e que provavelmente não soubesse, quando assumiu, onde ficava a Secretaria de Educação! A praia dela é outra, a da Informática e por isso mesmo tem tanta preocupação em distribuir laptops para os professores porque os outros problemas ela não conhece, não está nem aí para eles e este Projeto de Lei é a melhor prova disso! Tudo isso está acontecendo porque ele elegeu como prioridade do seu Governo a educação, como consta do primeiro parágrafo da sua carta aos professores. Imagina se a Educação não fosse prioridade! Aí fica até difícil prever o que ele teria feito! Está conseguindo destruir algumas das conquistas mais importantes dos profissionais da educação, quando anunciava no documento que assinou e encaminhou a todos os professores, no dia 23 de setembro de 2006, que o compromisso dele era de “fazer da educação do Estado do Rio de Janeiro um modelo para todo o país”. Modelo de que? De incompetência, de descalabro, de negligência, de indiferença? O Projeto de Lei, por exemplo, propõe a criação de um Adicional de Qualificação para todos os Profissionais da Educação que concluam o Mestrado e/ou o Doutorado. Nenhum outro curso serve! A pergunta que não quer calar: Com o salário que o Estado paga quem tem condições de pagar um curso de Mestrado ou Doutorado? Tendo que trabalhar em três turnos para viver com alguma dignidade, quem tem tempo para cursar Mestrado ou Doutorado? Se o Governo quisesse mesmo que isso acontecesse já deveria prever, no próprio Projeto de Lei, as condições necessárias para viabilizar essa proposta, com a concessão de Bolsa de Estudos e a liberação do professor para que ele tivesse condições de buscar o seu aperfeiçoamento! É tudo conversa para boi dormir! A Região do Médio Paraíba tem vários Deputados Estaduais, de vários Partidos, inclusive do PMDB, Partido do Governador do Estado. Como votarão os Deputados este Projeto que já está na pauta de votação? Os Professores vão ficar de olho neles, observando cada palavra, cada gesto, cada voto! O compromisso deles, primeiramente, é com a Educação e com aqueles que dedicam as suas vidas à educação e não com o Governador ou com o Partido. Eles são representantes do povo e nesse caso específico, representantes do povo de Volta Redonda e do Sul do Estado! Está na hora de mostrar ao Cabral que não vale a pena governar desse jeito, tentando enganar a todo mundo, achando que só ele é esperto! Um dia ele aprende!
Educação estadual entra em greve a partir de terça-feira
Após a intensa participação da categoria, lotando as escadarias e galerias, pressionando os deputados por emails e nos corredores da Assembléia Legislativa, a assembléia na quarta-feira, dia 2, decidiu entrar em greve a partir da próxima terça-feira, dia 8 de setembro, para garantir a manutenção dos 12% entre os níveis e a incorporação do Nova Escola ainda nesse governo. Nesse dia, o Projeto de Lei 2474 está previsto para ser votado. O PL modifica para pior nosso plano de carreira, reduzindo de 12% para 7,5% o interstício entre os níveis, além de incorporar o Nova Escola somente em seis anos! Significa dizer que a última parcela da incorporação será paga pelo governador que vencer as eleições de 2014!
Na terça-feira, às 12h, ocorrerá uma marcha da Candelária até a ALERJ em defesa do Plano de Carreira e pela incorporação imediata da gratificação do Nova Escola. Na ALERJ, os professores e funcionários farão uma vigília nas escadarias e galerias e, ao final da votação do projeto, realizarão uma assembléia geral – atenção: a assembléia ocorrerá mesmo que o projeto não seja votado.
Os profissionais de educação estão revoltados com o descaso do governador, que descumpriu todas suas promessas de campanha e agora ataca diretamente o plano de carreira. A categoria tem que aumentar ainda mais a mobilização, mostrando à comunidade escolar todos os graves problemas que ocorrerão para a educação pública, caso o PL 2474 seja aprovado da forma original. Por isso mesmo, os profissionais de educação realizarão aulas, quinta e sexta-feira, onde será mostrado o conteúdo do movimento em defesa do Plano de Carreira. Podem ser mostradas, por exemplo, as tabelas com a redução do orçamento da educação que o PL 2474 provocará, contidas nesse jornal.
Professores e funcionários têm feito vigílias quase diárias na ALERJ, com a presença maciça da categoria. O sindicato também vem negociando com os deputados a inclusão de emendas que defendam nossos direitos para que o PL não seja aprovado com o texto original, cujo teor é um verdadeiro ataque à educação pública. Assim, o sindicato solicitou aos deputados que votem nas emendas cujo teor garanta:
1) A manutenção dos 12% entre os níveis;
2) A diminuição do prazo para a incorporação do Nova Escola - durante este governo;
3) A inclusão dos professores de 40 horas, dos Animadores Culturais e Funcionários Administrativos no Plano de Carreira;
4) A inclusão de mestrado e doutorado como níveis do Plano de Carreira;
5) A data-base para o funcionalismo.
Na terça-feira, às 12h, ocorrerá uma marcha da Candelária até a ALERJ em defesa do Plano de Carreira e pela incorporação imediata da gratificação do Nova Escola. Na ALERJ, os professores e funcionários farão uma vigília nas escadarias e galerias e, ao final da votação do projeto, realizarão uma assembléia geral – atenção: a assembléia ocorrerá mesmo que o projeto não seja votado.
Os profissionais de educação estão revoltados com o descaso do governador, que descumpriu todas suas promessas de campanha e agora ataca diretamente o plano de carreira. A categoria tem que aumentar ainda mais a mobilização, mostrando à comunidade escolar todos os graves problemas que ocorrerão para a educação pública, caso o PL 2474 seja aprovado da forma original. Por isso mesmo, os profissionais de educação realizarão aulas, quinta e sexta-feira, onde será mostrado o conteúdo do movimento em defesa do Plano de Carreira. Podem ser mostradas, por exemplo, as tabelas com a redução do orçamento da educação que o PL 2474 provocará, contidas nesse jornal.
Professores e funcionários têm feito vigílias quase diárias na ALERJ, com a presença maciça da categoria. O sindicato também vem negociando com os deputados a inclusão de emendas que defendam nossos direitos para que o PL não seja aprovado com o texto original, cujo teor é um verdadeiro ataque à educação pública. Assim, o sindicato solicitou aos deputados que votem nas emendas cujo teor garanta:
1) A manutenção dos 12% entre os níveis;
2) A diminuição do prazo para a incorporação do Nova Escola - durante este governo;
3) A inclusão dos professores de 40 horas, dos Animadores Culturais e Funcionários Administrativos no Plano de Carreira;
4) A inclusão de mestrado e doutorado como níveis do Plano de Carreira;
5) A data-base para o funcionalismo.
Profissionais das escolas estaduais estão protestando na Alerj e fazem assembléia no local a partir das 14h
O Sepe convocou uma paralisação emergencial nas escolas estaduais nesta quarta-feira (dia 2 de setembro) para que os profissionais possam realizar protesto na Alerj contra o projeto de Lei 2474, do governador Sérgio Cabral, que propõe a incorporação da gratificação do Nova Escola em seis anos e altera o plano de carreira da educação estadual, diminuindo a diferença entre os níveis da carreira da categoria de 12% para 7,5%. Neste momento, profissionais se concentram nas escadarias e no interior da casa legislativa para acompanhar uma audiência pública na Comissão de Educação, que tem como pauta o PDL 2474. A partir das 14h, a categoria realiza uma assembléia geral nas escadarias da Alerj para planejar a luta contra a iniciativa do governo estadual.
Desde a semana passada, a educação estadual se encontrava em estado de greve para acompanhar a tramitação do projeto de lei na Alerj. Em assembléia realizada nas escadarias da Alerj, no dia 26 de agosto, a categoria tinha decidido fazer uma paralisação no dia da votação do projeto para protestar e pressionar os deputados a garantirem a inclusão de emendas no projeto que mantenham o atual plano de carreira e incorporem a gratificação do Nova Escola de uma vez, conforme promessa do governador na campanha eleitoral de 2006.
Desde a semana passada, a educação estadual se encontrava em estado de greve para acompanhar a tramitação do projeto de lei na Alerj. Em assembléia realizada nas escadarias da Alerj, no dia 26 de agosto, a categoria tinha decidido fazer uma paralisação no dia da votação do projeto para protestar e pressionar os deputados a garantirem a inclusão de emendas no projeto que mantenham o atual plano de carreira e incorporem a gratificação do Nova Escola de uma vez, conforme promessa do governador na campanha eleitoral de 2006.
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