O coletivo de aposentados da Regional 04 deliberou, em reunião ordinária nesta segunda 11/04, que a eleição de delegados ao 13º Congresso Ordinário do Sepe ocorrerá na próxima reunião ordinária do coletivo a ser realizada no dia 09 de maio, às 14 horas na sede da Regional.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Rede municipal fará assembléia geral na quarta-feira (dia 13 de abril)
| Faixa da rede municipal na Marcha do dia 31/03 |
O Sepe convoca os profissionais das escolas municipais do Rio para a assembléia geral, que será realizada no auditório da ABI (Rua Araújo Porto Alegre 71 - 9º andar - Centro), às 18h. No encontro, a categoria discutirá os rumos da campanha salarial 2011, além de preparar as estratégias da luta contra o PLC 41, do prefeito Eduardo Paes, que retirar direitos previdenciários dos funcionários municipais.
Ouça o chamada de rádio para a assembléia da Rede municipal (13/04)
Ouça o chamada de rádio para a assembléia da Rede municipal (13/04)
Rede estadual para por 24 horas nesta terça (dia 12 de abril) com assembléia às 14h no Clube Municipal na Tijuca
Os profissionais das escolas estaduais farão uma paralisação de 24 horas nesta terça-feira (dia 12 de abril). A partir das 14h, a categoria dará prosseguimento a sua campanha salarial com uma assembléia geral no Clube Municipal (Rua Haddock Lobo 359 – Tijuca) a partir das 14h para definir os próximos passos da mobilização dos cerca de 72 mil profissionais que atuam nas 1.652 escolas estaduais, atendendo a cerca de 1,245 milhão de alunos.
Rede estadual reivindica reabertura das negociações com governo do estado
Os profissionais reivindicam um reajuste emergencial de 26% - em 2007, o governador admitiu que a categoria teve uma perda salarial de 60% depois de ficar mais de 10 anos sem qualquer reajuste - e incorporação imediata e integral da gratificação do Programa Nova Escola (cujo término, estipulado pelo governador Sérgio Cabral, só se dará em 2015). A categoria também reivindica a inclusão dos funcionários de apoio no plano de carreira e paridade para os aposentados da educação. O índice de 26% reivindicado é resultante de parte das perdas salariais entre 2009 e 2010.
A situação do funcionário administrativo é ainda pior: se a incorporação do Nova Escola fosse feita imediatamente o piso salarial desse funcionário atingiria somente R$ 533,00 – menos, portanto, que o salário mínimo nacional, que é R$ 545,00.
O Sepe, reiteradamente, tem tentado buscar a via da negociação com as autoridades estaduais, mas, desde o início do ano, não tem tido resposta do governador aos pedidos de audiência. A última audiência com o secretário de Educação Wilson Risolia foi realizada no início de janeiro, quando ele convocou o sindicato para fazer uma apresentação do seu Plano de Metas e não discutiu as reivindicações da categoria.
Ouça a chamada da paralisação e da A. G. da rede estadual (12/04)
Os profissionais reivindicam um reajuste emergencial de 26% - em 2007, o governador admitiu que a categoria teve uma perda salarial de 60% depois de ficar mais de 10 anos sem qualquer reajuste - e incorporação imediata e integral da gratificação do Programa Nova Escola (cujo término, estipulado pelo governador Sérgio Cabral, só se dará em 2015). A categoria também reivindica a inclusão dos funcionários de apoio no plano de carreira e paridade para os aposentados da educação. O índice de 26% reivindicado é resultante de parte das perdas salariais entre 2009 e 2010.
A situação do funcionário administrativo é ainda pior: se a incorporação do Nova Escola fosse feita imediatamente o piso salarial desse funcionário atingiria somente R$ 533,00 – menos, portanto, que o salário mínimo nacional, que é R$ 545,00.
O Sepe, reiteradamente, tem tentado buscar a via da negociação com as autoridades estaduais, mas, desde o início do ano, não tem tido resposta do governador aos pedidos de audiência. A última audiência com o secretário de Educação Wilson Risolia foi realizada no início de janeiro, quando ele convocou o sindicato para fazer uma apresentação do seu Plano de Metas e não discutiu as reivindicações da categoria.
Ouça a chamada da paralisação e da A. G. da rede estadual (12/04)
Regional III colocará outdoors cobrando segurança para as escolas
A Regional 3 do Sepe vai espalhar uma série de outdoors cobrando segurança para as escolas, com base nos fatos ocorridos na Escola Municipal Tasso da Silveira. Os cartazes serão colocados em vários pontos que abrangem a região coberta pela Regional 3: Vila Isabel, Tijuca, Méier e Avenida Suburbana. Os cartazes já estarão nas ruas a partir desta terça-feira (dia 12/4). |
Carta Aberta em Defesa do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) e do Instituto Benjamin Constant (IBC)
No dia 17 de março, a Diretora de Políticas Educacionais Especiais do Ministério da Educação, Sra. Martinha Claret, em nome do governo federal, anunciou que as turmas do Colégio de Aplicação do INES (Instituto Nacional de Educação para Surdos), oferecido para pessoas surdas, e do Ensino Básico do IBC (Instituto Benjamin Constant), oferecido para deficientes visuais, serão fechadas até o fim de 2011.
No dia 31 de março, após a mobilização das comunidades escolares/acadêmicas dessas duas Instituições e frente à repercussão negativa do caso, o Ministro “desautorizou” sua Diretora de Políticas Educacionais Especiais.
Entretanto, no dia 05 de abril, ele veio a público defender que pretende fazer uma “parceria para que os estudantes das duas Instituições possam também freqüentar a rede regular de ensino do Colégio Pedro II”. O Ensino realizado no IBC e no INES deve se tornar um “atendimento educacional complementar”. Nesse sentido, as entidades representativas dos trabalhadores, dos estudantes e das Comunidades do INES e do IBC vêm a público denunciar que:
ü O que acontece hoje com o INES e o IBC é fruto do abandono e da precarização do quadro dos Servidores e dos Serviços que são oferecidos nessas Instituições, ficando ainda mais evidente na ausência de concursos públicos, no rebaixamento dos salários do funcionalismo em geral, na falta de políticas efetivas de Estado para a educação e a assistência às pessoas surdas e aos deficientes visuais no Brasil nos últimos 16 anos, seja nos governos FHC ou nos governos Lula;
ü A declaração de que o INES e o IBC “não serão fechados” é mais uma tentativa de tirar o foco de um processo que já está posto como política do Ministério da Educação. Este governo mantém a política de desmonte ao impor programas político-pedagógicos distanciados do que é feito há décadas por estas Instituições, fazendo cortes orçamentários e promovendo, na prática, o lento sucateamento do INES e do IBC.
ü O anúncio de uma “parceria com o Colégio Pedro II” apenas reforça essa política, ao prever a redução do orçamento destinado para o INES e IBC e ao impor uma “inclusão” que ignora completamente as especificidades educativas de surdos e cegos, assim como a realidade atual das três Instituições. A suposta “inclusão” anunciada às pressas pelo Ministro chega ao disparate de afirmar que a transferência dos quase oitocentos alunos será viabilizada através da atuação de bolsistas de Iniciação à Docência, que vão “trabalhar com libras e braile no Pedro II”. Não bastasse a precarização do trabalho docente, uma declaração como essa, por exemplo, demonstra o total desconhecimento que o MEC tem do que vem a ser a língua brasileira de sinais e da legislação que foi promulgada a respeito quando, inclusive, o Sr. Fernando Haddad já era Ministro. Em suma, parece claro intento do MEC de promover o esvaziamento do INES e do IBC nos próximos anos, passando, inclusive, pela contínua deterioração das condições de trabalho dos seus profissionais, que, pela sobrecarga de trabalho, se veem impossibilitados de cumprir com sua tarefa fundamental de produção de materiais didáticos e metodologias para subsidiarem as práticas dos professores que lidem com os alunos incluídos nas demais redes de ensino;
ü Essas medidas também fazem parte da política geral do governo Dilma que, tal como em vários outros países, adota medidas de austeridade fiscal e faz com que os trabalhadores sejam os maiores prejudicados com os repasses feitos ao sistema financeiro e às grandes empresas. A educação pública federal foi diretamente atingida com mais de 3 bilhões em cortes de verbas, suspensão de concursos e, no caso em tela, a ameaça de fechamento de Instituições centenárias e de referência nacional como INES e IBC. Instituições que ajudamos a construir e que hoje temos defendido contra os ataques de quem deveria promovê-las;
ü A dita “inclusão” que está sendo feita pelo MEC e por muitos governos estaduais e municipais é precária, não atende às necessidades e especificidades dos surdos e deficientes visuais. Além disso, este processo não vem sendo construído de maneira democrática, acabando, na verdade, por retirar do Estado a obrigação de oferecer Educação Pública, Gratuita e de Qualidade para todos. O que se passa hoje no estado e no município do Rio de Janeiro e, provavelmente, em todo o país, portanto, não é o atendimento mas sim um desrespeito completo aos direitos dessas pessoas e um verdadeiro retrocesso para o país, na medida em que os filhos e filhas das camadas mais empobrecidas da população, que precisam desses serviços, estão sendo relegados à marginalidade e à exclusão social;
ü A recuperação de parte dos prédios das Instituições Federais de Ensino não resolve os sérios problemas que estamos vivenciando. A falta de uma política de capacitação para os docentes e técnico-administrativos, que lidam com uma Educação Especializada, e a contratação temporária como política de recursos humanos, ignorando a necessidade da continuidade e aperfeiçoamento na área da educação prestada por INES e IBC, são muito mais sérias do que ter que conviver com prédios com uma infraestrutura mais antiga. Enfim, é preciso que o governo procure de fato ouvir os profissionais, pais e estudantes para saber quais são as verdadeiras necessidades que precisam ser supridas para tirar estas Instituições de uma situação a que foram levadas pelo próprio MEC e pelos Governos durante as últimas décadas.
Nesse sentido, entendemos que a luta em defesa do INES e do IBC é a luta em defesa da Educação Pública, Gratuita e de Qualidade para todos. Não é uma luta que cabe apenas aos trabalhadores, aos surdos, aos cegos ou às famílias dos alunos atendidos por estes Institutos.
Convocamos as entidades sindicais, estudantis, os movimentos sociais, as organizações populares e os trabalhadores em geral, bem como parlamentares e autoridades realmente comprometidos com todos os brasileiros e brasileiras, para se somarem a luta em defesa do INES e do IBC. Queremos e defendemos concursos e a construção democrática de projetos de expansão institucional para o INES e o IBC, garantindo a existência desses Institutos enquanto centros de excelência nacional em ensino, pesquisa e extensão. Queremos, enfim, não só a manutenção dos Serviços Públicos hoje prestados à população brasileira, mas também o estabelecimento de uma política de Estado que faça com que essas Instituições se desenvolvam e ajudem na ampliação e qualificação dos serviços prestados pelas redes municipais e estaduais de educação do nosso país.
Contra o corte de verbas públicas da Educação!
Concursos Públicos já!
Abaixo a “inclusão” precária e antidemocrática do Ministério da Educação!
Pela defesa e fortalecimento do INES, do IBC e de toda Rede Pública da Educação!
FÓRUM EM DEFESA DO INES E IBC
Grêmio Estudantil do IBC
CABIP – Centro Acadêmico de Pedagogia do INES
ADIBC – Associação dos Docentes do IBC
ASSINES-SSIND – Associação de Servidores do INES/Seção Sindical SINASEFE
SINDSCOPE – Sindicato dos Servidores do Colégio Pedro II
ADCPII – Associação dos Docentes do Colégio Pedro II
APINES – Associação de Pais do INES
APAR-IBC – Associação de Pais, Amigos e Reabilitandos
Associação dos Ex-alunos do IBC
FENEIS/RJ – Federação Nacional de Educação e Integração do Surdo/RJ
FEBIEX-RJ – Federação Brasileira das Instituições de Reabilitação/RJ
MIL – Movimento Inclusão Legal
ANDES-SN – Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior
SINASEFE – Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica
SEPE-RJ – Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação
CSP-CONLUTAS
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Profissionais da educação realizam ato de solidariedade em frente a Câmara Municipal e SME atende solicitação do Sepe de recesso de 7 dias na Tasso da Silveira
O Sepe realizou na manhã de hoje (08/03), em frente da Câmara Municipal de Vereadores, um ato emergencial dos profissionais da rede municipal em homenagem às vítimas do atentado da E. M. Tasso da Silveira e de protesto contra a falta de condições de segurança nas escolas da rede municipal. Cerca de 300 pessoas participaram da manifestação para prestar sua solidariedade e exigir das autoridades segurança e melhores condições de trabalho. Estiveram presentes os deputados federal Chico Alencar e estadual Marcelo Freixo, o vereador Eliomar Coelho (os três do Psol), além de representantes do PSTU, da CSP-Conlutas, da Anel, do Movimento Mulheres em Luta e do gabinete da deputado estadual Janira Rocha (Psol).
Alguns diretores do Sepe Central e Regionais, juntamente com representantes de pais e responsáveis, formaram uma comissão que foi procurar os vereadores para pressionar pelo atendimento das reivindicações levantadas. Já outros diretores e ativistas se dirigiram para o cemitério de Sulacap onde aconteceriam os enterros do dia para levar a solidariedade do sindicato aos familiares das vítimas e aos profissionais lá presentes.
SME anuncia fechamento da Tasso da Silveira por uma semana
A secretária municipal de Educação Claudia Costin anunciou à imprensa que a E. M. Tasso da Silveira ficará fechada por pelo menos mais uma semana. Ontem (07/03), a coordenadora geral do Sepe, Vera Nepomuceno, conversou na própria escola com a subsecretária Helena Bolmeny e pediu que a Tasso ficasse em recesso durante exatamente o período divulgado por Costin. O Sepe considera que esse recesso é extremamente necessário para preparar os profissionais e a comunidade para a volta às aulas, com acompanhamento especializado inclusive. O sindicato vai acompanhar esse recesso e espera que a Secretaria seja compreensível com os profissionais da Tasso que estejam traumatizados, sem condições de trabalhar.
A coordenadora do Sepe também pediu à subsecretária que a SME abone o ponto dos profissionais de toda a rede que não compareceram ao trabalho hoje por participarem da paralisação convocada pelo Sepe em solidariedade às vítimas e em protesto contra a falta de segurança. Além disso, muitos profissionais das escolas municipais compareceram aos enterros dos alunos, que estão ocorrendo o dia todo. Sem falar que o estresse dos profissionais de toda a rede com a tragédia da Tasso atingiu níveis altíssimos e podem ter faltado ao trabalho hoje por estarem sem condições de dar aula. A subsecretária disse que irá analisar o pedido do Sepe.
Hoje, após o ato na Cinelândia, uma comissão do Sepe conversou com o vereador Paulo Messina, presidente da Comissão de Educação da casa. A diretoria do sindicato pediu ao vereador que intercedesse junto à SME em relação ao abono da categoria. O sindicato também fez o mesmo pedido ao vereador Adilson Pires, líder do governo.
O sindicato esteve presente no cemitério do Sulacap o dia todo com diversos representantes da categoria que estenderam uma faixa com os dizeres: "Somos todos profissionais e alunos da E. M. Tasso da Silveira".
Plenária de funcionários de escolas acontece amanhã (09/04) e prazo para entrega de teses é adiado por causa da tragédia em Realengo
Amanhã, 09 de abril, haverá uma plenária de funcionários das escolas estaduais e municipais do Rio. A reunião será realizada no auditório do Sepe central e terá início às 9h. O Sepe arcará com os custos de passagem e alimentação de até 3 representantes por núcleo e regional.
Prazo de entrega de teses para o Congresso do Sepe foi adiada para 14/04
O prazo final de entrega de teses para o congresso do Sepe, previsto para amanhã, dia 8, foi adiado para o dia 14 de abril, quinta-feira, até às 18h, na sala da Secretaria do sindicato (7º andar da sede do Sepe).
O adiamento se deve à tragédia ocorrida hoje na EM Tasso da Silveira, que envolveu os ativistas da categoria nas diversa atividades emergenciais.
As teses devem ser entregues com 15 laudas, sem contar as assinaturas.
Insegurança continua: assaltantes invadem escola municipal em Bangu e bomba fere alunas em Campo Grande
| manifestantes realizam ato de solidariedade e protesto na Cinelândia |
A Rádio CBN noticiou na manhã de hoje (08/03) que dois assaltantes invadiram a Escola Municipal Astrogildo Pereira. Os dois homens estavam fugindo da polícia, depois de terem assaltado uma mulher na rua. Alertada, a PM iniciou uma perseguição e os bandidos acabaram invadindo o colégio, mas acabaram presos. Uma profissional de educação da Astrogildo Pereira chegou a passar mal.
Além disso, no início da tarde de ontem (dia 7/4), uma bomba junina feriu quatro alunas em pátio de escola municipal em Campo Grande. A bomba foi atirada no pátio da Escola Municipal Mafalda Teixeira e as quatro alunas que faziam uma atividade física no pátio da unidade ficaram feridas levemente e foram medicadas no Hospital Rocha Faria e, posteriormente liberadas.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
URGENTE: SEPE CONVOCA PARALISAÇÃO EXTRAORDINÁRIA DA ESCOLAS MUNICIPAIS DO RIO DE JANEIRO AMANHÃ EM PROTESTO CONTRA A FALTA DE SEGURANÇA
Sepe convoca as escolas municipais de educação do Rio para uma paralisação extraordinária (24 horas) amanhã, dia 8, sexta-feira, com ato público na Cinelândia, às 10h. O objetivo desta paralisação é demonstrar a indignação dos profissionais de educação contra mais esse ato de violência em nossas escolas, representada por essa tragédia ocorrida hoje, na EM Tasso da Silveira, em Realengo, com a morte, até agora, de 11 alunos, vítimas de um atirador.
O Sepe convoca as demais redes públicas e particulares de educação a se juntar ao ato na Cinelândia. O sindicato acredita que mais investimentos nas escolas públicas podem diminuir os riscos de repetição deste triste fato. Há uma carência na rede de milhares de profissionais especializados na segurança dos alunos, como porteiros e inspetores nas escolas públicas. Os governos não fazem concursos para cobrir esta carência.
A falta de segurança nas escolas municipais e estaduais do Rio vem sendo denunciada pelo Sepe há anos, mas, infelizmente, os governos se recusam a discutir com a categoria o assunto. Dessa forma, o Sepe exige que o prefeito Paes e o governador, os respectivos secretários de educação do estado e município do Rio, e as autoridades de segurança de nosso estado discutam com os profissionais de educação como enfrentar esse grave problema.
Ainda há pouco, o prefeito Paes, em uma comprovação do que falamos, afirmou em entrevista coletiva que “escolas continuarão abertas”, sem especificar qualquer política de segurança.
Nos últimos anos, o Sepe já esteve algumas vezes no Ministério Público e na Câmara de Vereadores para denunciar o aumento da violência nas escolas públicas do Rio de Janeiro. O número de casos de violência dentro e no entorno das escolas tem aumentado de ano para ano: agressões a professores, brigas de alunos, balas perdidas resultantes de operações policiais ou confronto de quadrilhas de traficantes; todas estas ocorrências tem provocado ferimentos e até mortes de alunos e o sindicato tem denunciado às autoridades, mas, até o momento, nossas denúncias tem caído no vazio e as ocorrências continuam acontecendo.
Por conta deste fato, o Departamento Jurídico do Sepe está estudando entrar na Justiça contra as autoridades municipais (responsáveis pela rede municipal) e estaduais (responsáveis pela segurança pública) responsabilizando-as criminalmente pela lamentável tragédia ocorrida hoje pela manhã na E.M. Tasso da Silveira.
O Sepe convoca as demais redes públicas e particulares de educação a se juntar ao ato na Cinelândia. O sindicato acredita que mais investimentos nas escolas públicas podem diminuir os riscos de repetição deste triste fato. Há uma carência na rede de milhares de profissionais especializados na segurança dos alunos, como porteiros e inspetores nas escolas públicas. Os governos não fazem concursos para cobrir esta carência.
A falta de segurança nas escolas municipais e estaduais do Rio vem sendo denunciada pelo Sepe há anos, mas, infelizmente, os governos se recusam a discutir com a categoria o assunto. Dessa forma, o Sepe exige que o prefeito Paes e o governador, os respectivos secretários de educação do estado e município do Rio, e as autoridades de segurança de nosso estado discutam com os profissionais de educação como enfrentar esse grave problema.
Ainda há pouco, o prefeito Paes, em uma comprovação do que falamos, afirmou em entrevista coletiva que “escolas continuarão abertas”, sem especificar qualquer política de segurança.
Nos últimos anos, o Sepe já esteve algumas vezes no Ministério Público e na Câmara de Vereadores para denunciar o aumento da violência nas escolas públicas do Rio de Janeiro. O número de casos de violência dentro e no entorno das escolas tem aumentado de ano para ano: agressões a professores, brigas de alunos, balas perdidas resultantes de operações policiais ou confronto de quadrilhas de traficantes; todas estas ocorrências tem provocado ferimentos e até mortes de alunos e o sindicato tem denunciado às autoridades, mas, até o momento, nossas denúncias tem caído no vazio e as ocorrências continuam acontecendo.
Por conta deste fato, o Departamento Jurídico do Sepe está estudando entrar na Justiça contra as autoridades municipais (responsáveis pela rede municipal) e estaduais (responsáveis pela segurança pública) responsabilizando-as criminalmente pela lamentável tragédia ocorrida hoje pela manhã na E.M. Tasso da Silveira.
Leia também:
Tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira em Realengo
![]() |
| pais e populares se concentram em frente a escola em busca de informações |
Um homem armado invadiu a Escola Municipal Tasso da Silveira, na Rua General Bernadino de Matos, em Realengo e atirou nos alunos e professores, matando e ferindo crianças gravemente. O atirador foi identificado como Wellington Menezes de Oliveira, um ex-aluno, que cometeu suicídio, segundo a polícia.
Tendo em vista a gravidade do atentado membros da direção do Sepe se dirigiram rapidamente no local e para em contato e prestar solidariedade aos profissionais da unidade e a comunidade escolar, e para acompanhar o trabalho das autoridades de segurança nesta que já pode ser considerada a maior tragédia ocorrida numa escola pública no Brasil.
Assinar:
Postagens (Atom)
As 10 postagens mais acessadas
-
A REALIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA ATUAL PREFEITURA A situação da Educação Infantil no município do Rio de Janeiro está péssima! ...
-
Mataram uma aluna. Para os governos, apenas um número. Mais uma entre as centenas que morrem todos os dias. Para nós não! Há tempos o SEP...
-
INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE O DIREITO À GREVE 1) Posso sofrer punições ou advertências por participar da greve? NÃO. A Const...
-
O SEPE/RJ convoca os profissionais de educação da Rede Estadual que recebem em seu contracheque a gratificação denominada “1007 – dir pe...
-
A direção do Sepe está verificando a informação do jornal O Dia publicada hoje de que o juiz estadual Ricardo Coimbra Barcellos...
-
Espalha pra geral! Greve de 24h! Contra as Reformas de Temer! Crivella, tire as mãos de nossos direitos! #SOMOS TODOS PR...
-
UNIDADES ESCOLARES (04.10.020) EM Joracy Camargo (04.10.022) EM Odilon de Andrade (04.11.016) EM Edmundo da Luz Pinto (04.11.017) EM Ministr...
-
O SEPE/Regional 4 recebeu denúncia de várias professoras e professores que, apesar de terem trabalhado, verificaram que não consta no c...
-
Profissionais da Educação do Município do Rio de Janeiro estão esperando neste momento resposta da subsecretária Bettina que se enco...


